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Bilionários perdem US$ 388 bilhões no mundo, mas ganham US$ 3 bilhões no Brasil

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O ano passado não foi bom para os donos das maiores fortunas do mundo, revela relatório “O efeito bilionário”, elaborado pelo banco suíço UBS e pela consultoria PwC. No total, os bilionários perderam US$ 388 bilhões em 2018, a primeira queda registrada desde 2015, e o seleto grupo perdeu 57 integrantes, fechando o ano com 2.101 pessoas com mais de um bilhão de dólares. No Brasil , mesmo com a crise econômica, o número de bilionários cresceu de 42 para 58, e a fortuna conjunta deles aumentou de US$ 176,7 bilhões para US$ 179,7 bilhões.

Mesmo com as perdas, os 2.101 bilionários possuíam em 2018, juntos, US$ 8,5 trilhões. Isso representa 10% do produto interno bruto de todo o planeta em 2018, que foi de US$ 85,8 trilhões, segundo o Banco Mundial. A queda no ano passado, de 4,3%, foi a primeira desde 2013. No período, entre 2013 e 2018, a fortuna dos bilionários cresceu 34,5%.

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“O boom bilionário nos últimos cinco anos sofreu uma correção natural”, afirmou o diretor de gerenciamento de fortunas do UBS, Josef Stadler, justificando o ajuste a “mudanças e oscilações nas bolsas de valores devido à incerteza geopolítica”.

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No caso, essa incerteza é a guerra comercial iniciada por Washington contra Pequim no ano passado, que continua sem solução. Segundo o relatório, as maiores perdas aconteceram na Ásia, sobretudo na China , que perdeu 48 bilionários ano passado, restando 325 pessoas donas de mais de US$ 1 bilhão. A riqueza dos bilionários chineses diminuiu 12,3%, sendo que metade desta queda se deve à depreciação do yuan frente ao dólar.

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Mesmo assim, a região da Ásia-Pacífico concentra o maior número de bilionários, com 754, frente a 749 bilionários nas Américas e 598 na Europa e Leste Europeu. Os bilionários asiáticos somam fortuna de US$ 2,5 bilhões, enquanto europeus têm US$ 2,4 bilhões e americanos, US$ 3,6 bilhões.

O relatório destaca os “empreendedores da tecnologia, que estão injetando dinamismo na economia global, além do seu próprio setor. Não é por acidente que a tecnologia foi a única indústria onde os bilionários aumentaram suas riquezas em 2018, em 3,4%, para US$ 1,3 trilhão. Suas fortunas quase dobraram nos últimos cinco anos, crescendo 91,4%. Empreendedores de software, internet e equipamentos eletrônicos construíram negócios poderosos ao longo dos últimos 30 anos. Entretanto, pioneiros liderando o futuro de subsetores como comércio eletrônico, fintechs, aplicativos de motoristas e sistemas de dados estão crescendo rápido”.

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Os EUA continuam como o país com o maior número de bilionários, com 607 pessoas que somam US$ 3,1 trilhões em riquezas. A China, mesmo com a queda em 2018, segue logo atrás, com 325 bilionários, com US$ 982 bilhões.

“Mas vendo ao longo de cinco anos, 2018 foi apenas um buraco na estrada”, diz o relatório. “Os empreendedores da China emergiram rapidamente para se tornarem o segundo maior grupo de bilionários neste período, ultrapassando a Rússia. Suas riquezas triplicaram, crescendo 202,6%. No fim de 2018, a China era lar de quase um oitavo de toda a riqueza dos bilionários de todo o mundo”.

Fonte: IG Economia
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Bolsonaro aprova aumento do limite de saque do FGTS para R$ 998; saiba sacar

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Marcos Corrêa/PR

Presidente Jair Bolsonaro sancionou aumento do limite de saque do FGTS nesta quinta-feira (12)

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (12) a nova lei do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), aprovando o aumento do limite disponível para o saque imediato de R$ 500 para R$ 998 por conta vinculada, seja ela ativa (atual emprego) ou inativa (empregos anteriores).

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O aumento, aprovado pelo Senado em novembro e assinado com vetos pelo presidente nesta quinta, converte em lei as mudanças no FGTS . A principal novidade é justamente a elevação do valor disponível para saque. Quem já retirou os R$ 500 poderá tirar os R$ 498 restantes normalmente. O calendário vai até 31 de março de 2020.

Porém, só tem direito a sacar R$ 998 os trabalhadores que tinha saldo de até esse valor na conta vinculada ao Fundo quando a Medida Provisória (MP) foi assinada, em julho. Essa quantia pode ser retirada de cada conta, ou seja, um trabalhador que se enquadra no requisito pode sacar, por exemplo, R$ 998 da conta do atual emprego e mais R$ 998 da conta de um emprego anterior. Para quem tem mais de R$ 998 na conta do FGTS, o limite de saque por conta segue sendo de R$ 500.

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De acordo com o governo, o saque imediato devem injetar cerca de R$ 3 bilhões na economia brasileira.

Para quem tem conta poupança na Caixa , o crédito referente ao saque já entrou automaticamente (limitado a R$ 500). Para quem não tem, a liberação dos recursos segue calendário que leva em consideração o mês de nascimento do trabalhador.

Confira o calendário de liberação do FGTS

  • Nascidos entre janeiro e outubro: já podem sacar; e
  • Nascidos em novembro e dezembro: podem sacar a partir de 18/12/2019.

Quem já sacou os R$ 500, tinha até R$ 998 na conta em julho e deseja sacar os R$ 498 restantes, deve aguardar divulgação oficial da Caixa para saber quando poderá retirar os recursos da nova liberação. A expectativa é que a partir da próxima data prevista no calendário (18/12) sejam incluídos os que já sacaram e querem mais R$ 498.

Saque-aniversário foi aprovado e começa em abril

Além da alteração no saque imediato, a sanção de Bolsonaro aprovou também o saque-aniversário , que é opcional e já foi aderido por mais de um milhão de brasileiros.

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A partir de 2020, o trabalhador poderá optar por sacar uma parte do FGTS anualmente, no mês de seu aniversário. Para isso, no entanto, o direito de sacar todo o dinheiro do FGTS em caso de demissão é perdido. A multa de 40% segue garantida.

Fonte: IG Economia
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Caixa reduz juros para financiamento da casa própria e cheque especial

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Agencia Brasil

Caixa anunciou nesta quinta redução dos juros para financiamento da casa própria e do cheque especial

A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta quinta-feira (12), mais uma redução nos juros cobrados nas operações de crédito pessoal e habitacional. A medida foi tomada em linha com a trajetória de queda na taxa básica de juros, a Selic. Na véspera, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) estabeleceu um percentual de 4,5% ao ano, o menor nível da história.

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Segundo a Caixa , a taxa do crédito imobiliário, atualmente de 6,75% mais TR (Taxa Referencial, hoje zerada), cairá para 6,50% mais TR na próxima segunda-feira (16). A queda será de 0,25 ponto percentual.

Além disso, a partir de 2 de janeiro, a taxa do cheque especial para clientes que recebem seus salários na Caixa, terá um decréscimo de 4,99% para 4,95%. Já aqueles que não têm conta na instituição serão contemplados com uma queda de quase um ponto percentual: de 8,99% para 8% ao ano.

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Em novembro, o banco público já havia comunicado a redução da taxa de juros do cheque especial, explicada por Pedro Guimarães , presidente da instituição como forma de mostrar preocupação com o social. “É um banco preocupado com a igualdade , com a distribuição de renda. Isso é absolutamente matemático e meritocrático”, afirmou.

Fonte: IG Economia
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Inadimplência do consumidor tem primeira queda após dois anos

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Os sinais de uma recuperação econômica começam a refletir nos índices de inadimplência do consumidor, ainda que de forma moderada. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que o número de brasileiros com contas em atraso e registrados em cadastros de inadimplentes recuou -0,27% no último mês de novembro na comparação com o mesmo período de 2018.

Embora a inadimplência do consumidor venha em trajetória de desaceleração, ou seja, crescendo a patamares menores desde o final de 2018, é a primeira vez em mais de dois anos que o indicador apresenta um recuo.

A última queda havia sido observada em setembro de 2017, quando o número de consumidores inadimplentes diminuiu em -0,88%.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a recuperação econômica do país, mesmo que tímida, tem contribuído para a queda da inadimplência. “Com a retomada do ambiente econômico acontecendo de forma lenta, houve uma demora considerável para observarmos a primeira queda no número de inadimplentes. Além do fator conjuntural, o dado coincide com acontecimentos extraordinários, como a liberação dos recursos do FGTS e a realização de diversos feirões de renegociação de dívidas, que impulsionaram a recuperação de crédito no mercado”, afirma o Pellizzaro.

Inadimplência recua em três faixas etárias, mas cresce entre mais velhos; dívidas caem 4%

A abertura por idade mostra que, em novembro, a inadimplência recuou em três faixas etárias: queda de -21,6% entre os jovens de 18 a 24 anos; queda de -11,0% entre que têm de 25 a 29 anos e retração de -3,2% considerando as pessoas de 30 a 39 anos. Já entre a faixa de 40 a 49 anos houve uma estabilidade (0,7%). Nas demais faixas houve alta, como o avanço de 1,6% entre 50 e 64 anos e o crescimento de 3,8% considerando os idosos de 65 anos ou mais.

Outro dado que também apresentou queda foi o número de dívidas contraídas em nome de pessoas físicas. Neste caso, houve uma queda de -4,0%, a sexta seguida neste ano. Em novembro do ano passado, havia sido constatado uma alta de 4,8% na quantidade de dívidas, o que reforça um cenário melhor neste fim de ano.

Dívidas com bancos e setor de comunicação caem; 53% devem até R$ 1 mil

Dados detalhados do indicador de inadimplência mostram que as dívidas contraídas no setor de comunicação, que engloba contas de telefonia, internet e TV por assinatura, recuaram -25,3% na comparação anual. Já as dívidas bancárias, que levam em consideração cartão de crédito, cheque especial e empréstimos, caíram 1,8%. As dívidas com o comércio, muitas vezes feitas no crediário, avançaram 1,5% em novembro, enquanto as pendências com água e luz cresceram 10,3%.

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As dívidas bancárias, que cobram os juros mais altos do mercado, respondem sozinhas por 52% do total das dívidas em aberto existentes no Brasil, patamar que tem se mantido estável ao longo deste ano. Já o comércio representa 18% das dívidas, o setor de comunicação por 12% e ao agrupamento das contas de água e luz por outros 10%.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, para evitar que uma pequena pendência tome proporções maiores, o consumidor deve priorizar o pagamento de dívidas com juros mais elevados, que geralmente, são as dívidas bancárias. “A substituição da dívida por uma outra que cobra juros mais baixos é uma opção a ser levada em conta, como é o caso do consignado, que tem juros mais baratos que o do cartão de crédito. Já as dívidas com serviços básicos, como água e luz, embora cobrem juros menores, trazem transtornos na família por causa do corte no fornecimento”, afirma a economista.

Em cada dez consumidores que terminaram o mês de novembro com o CPF inscrito na lista de inadimplentes, quatro (37%) devem até R$ 500. Além disso, a maioria (53%) das pessoas que devem no país possuem pendências que não ultrapassam R$ 1.000. Outros 20% devem algo entre R$ 1.000 e R$ 2.400, 16% devem entre R$ 2.500 e R$7.500 e 10% possuem dívidas que superam R$ 7.500.

Fonte: IG Economia
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