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BOI/CEPEA: Preço do bezerro sobe, mas arroba permanece estável e poder de compra cai

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Cepea, 16/5/2019 – Na primeira quinzena deste mês, o Indicador do boi gordo ESALQ/B3 (mercado paulista, à vista) registrou pequenas oscilações, mas a média da parcial de maio, de R$ 152,89, é 2,8% inferior à do mês anterior. Já o Indicador do bezerro ESALQ/BM&FBovespa (Mato Grosso do Sul, animal nelore, de 8 a 12 meses) registra movimento de alta. Na parcial deste mês, a média está em R$ 1.295,48, alta de 3,5% em relação à de abril. Nesse cenário, a relação de troca de um boi gordo (de 17 arrobas, com venda no mercado paulista) por bezerro (compra no mercado sul-mato-grossense) está em 2,01 bezerros, 6% abaixo da verificada em abril, quando a venda de um animal para abate possibilitava a aquisição de 2,14 animais de reposição. A relação de troca atual é a mais desfavorável ao pecuarista de recria-engorda desde julho de 2017, quando a venda de um boi gordo possibilitava a compra de 1,89 bezerro, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de abril/19). Segundo pesquisadores do Cepea, enquanto os preços do boi gordo estão enfraquecidos, devido à pressão compradora, os do bezerro estão em alta, diante da postura mais firme de criadores. Como as pastagens estão em boas condições em muitas regiões, parte dos produtores tem preferido manter o animal no pasto, à espera de maiores elevações nos preços. Além disso, o período de vacinação contra a febre aftosa também afastou alguns criadores do mercado neste mês. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA
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Aprosoja contribui com Agenda Única do Agro promovida pela CNA

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Política Agrícola e Logística

Aprosoja contribui com Agenda Única do Agro promovida pela CNA

Na pauta: Fex, Funrural, Licenciamento Ambiental, dentre outros

23/05/2019

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) apresentou os temas prioritários para o Estado na Agenda Única do Agro, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília, pelo Instituto Pensar Agropecuária (IPA) e a Organização da Cooperativas do Brasil (OCB), nesta quinta-feira (23.05).

Vice-presidente Norte da Aprosoja e coordenador da Comissão de Política Agrícola e Logística, Zilto Donadello, representou a entidade nas discussões. Dentre as pautas da entidade apontadas como prioritárias estão o Fex, licenciamento ambiental, Funrural, dentre outros.

Conforme consta na pauta apresentada pela Aprosoja-MT, em relação ao Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX) (PL511/2018), que dispõe sobre a compensação financeira devida pela União aos Estados em virtude da aplicação da Lei Kandir, a falta de perspectivas tem resultado em prejuízos aos Estados produtores. Outro fator gerado pela falta de previsão do recurso é o aumento do apelo político pela taxação do agronegócio. Exemplo disso é o Fethab sobre a cultura do milho, que será aplicado este ano em Mato Grosso.

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A partir da reunião, serão enviados questionários às entidades para verificação das demandas, encontros regionais, além de acompanhamento dos projetos que impactam o setor e estão em tramitação no Congresso Nacional. O objetivo é construir a agenda com os pontos em comum que as entidades representativas apresentarem.

Também consta na pauta o licenciamento ambiental para atividade agropecuária, busca nesse tema é pela celeridade no processo. Aprosoja-MT entende que não há necessidade de licenciamento para realização das atividades do agro, já que todos os insumos utilizados passam por inspeção e autorização ambiental.

“A Aprosoja defende a isenção do Licenciamento Ambiental para a atividade agropecuária por entender que todos os insumos utilizados na produção já precisam passar por uma avaliação de risco e prévio licenciamento antes da aplicação comercial, além disso, é obrigatória a contratação de um responsável técnico para acompanhamento da produção, bem como acompanhada por uma profissional habilitado no CREA”, explicou o vice-presidente Norte, Zilto Donadello.

Também em pauta o PL 6299/2002, qual a Aprosoja apoia e pede celeridade na aprovação. O PL 2182/2011, que dispõe sobre Classificação Vegetal e o Funrural. Esse último a luta é pela remissão do passivo.

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Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA
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BOI/CEPEA: Exportações de carne seguem em ritmo acelerado

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Cepea, 23/05/2019 – As exportações brasileiras de carne bovina seguem registrando volumes expressivos. No acumulado de janeiro a abril, foram embarcadas 537,88 mil toneladas de produtos de origem bovina, 11,73% acima da quantidade exportada no mesmo período de 2018, segundo dados da Secex. Este também tem sido o segundo melhor ano da história, atrás apenas de 2007, quando 562,74 mil toneladas de carne haviam sido embarcadas de janeiro a abril. Esse cenário é resultado do baixo custo de produção nacional frente a importantes países, à qualidade da carne, ao dólar valorizado, mas, especialmente, à demanda asiática aquecida. Especificamente em maio, as exportações brasileiras de carne bovina in natura fecharam a terceira semana em ritmo forte, somando 78,34 mil toneladas. A média diária do embarque está em 6,52 mil toneladas, acima das 5,22 mil toneladas de abril/19 e das 4,31 mil toneladas de maio/18. Quanto aos preços, as escalas mais alongadas pressionaram as cotações. O Indicador ESALQ/B3 fechou em R$ 151,05 nessa quarta-feira, 22, queda de 2,4% em relação à quarta anterior, 15. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA
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SUÍNOS/CEPEA: Preço do milho sobe, mas média ainda favorece relação de troca

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Cepea, 23/05/2019 – Segundo levantamento do Cepea, o poder de compra de suinocultores de São Paulo e do Oeste de Santa Catarina frente ao milho aumentou em maio. Pesquisas do Cepea apontam que os preços do cereal até têm subido com certa força no mercado brasileiro nos últimos dias, mas a média da parcial de maio (até o dia 22) ainda está inferior à de abril e à do mesmo mês de 2018. Esse cenário, atrelado à firmeza nos valores de venda do animal vivo, tem favorecido a relação de troca de suíno pelo cereal. Quanto ao farelo, no estado de São Paulo, a relação de troca deste mês está melhor que a verificada em abril. Já no Oeste de Santa Catarina, as recentes desvalorizações do suíno têm desfavorecido a troca do animal pelo insumo. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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