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Bolsonaro ataca manifestações contra cortes na educação: “Idiotas úteis”

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Bolsonaro
Carolina Antunes/PR

Bolsonaro criticou os manifestantes que protestam contra os cortes na educação

O presidente Jair Bolsonaro desembarcou nesta quarta-feira (15) no aeroporto internacional Forth Worth, em Dallas, no Texas, para uma visita oficial de dois dias.  Logo após a chegada ao hotel, o presidente aproveitou para criticar os manifestantes que convocaram protestos contra os cortes na educação.

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“É natural, é natural, mas a maioria ali é militante. Se você perguntar a fórmula da água, não sabe, não sabe nada. São uns idiotas úteis que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo das universidades federais no Brasil”, disse Bolsonaro .

Novamente, o presidente negou que o governo está fazendo “cortes” e disse que, na verdade, se trata de “contingenciamentos”. “Na verdade não existe corte. O que houve é um problema que a gente pegou o Brasil destruído economicamente também, com baixa nas arrecadações, afetando a previsão de quem fez o orçamento, e se não tiver esse contingenciamento eu simplesmente entro contra a lei de responsabilidade fiscal. Então não tem jeito, tem que contingenciar. Mas eu gostaria nada, em especial na educação”, explicou o presidente.

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Até o fim da manhã de hoje, ao menos 17 estados e o Distrito Federal já tinham atos registrado. Ainda em São Paulo, estudantes secundaristas também fizeram uma manifestação pela manhã, no bairro de Higienópolis, nobre da região central da capital. No litoral e no interior do estado, também foram registrados protestos.

Essa é a segunda vez que Bolsonaro viaja aos Estados Unidos em cinco meses de governo. No dia 19 de março, ele se reuniu com o presidente Donald Trump na Casa Branca, em Washington.

Fonte: IG Nacional
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Arqueólogo leva 36 anos para montar maquete precisa da Roma Antiga

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Planeta

Pouco sobrou em pé do que foi Roma, há milhares de anos, quando era a cidade mais poderosa do mundo. Mas o arqueólogo italiano Italo Gismondi conseguiu colocar de pé, com muita precisão, a paisagem antiga da Roma no século 4 d.C., na época de Constantino I, quando a cidade atingiu seu maior tamanho.


Maquete
Divulgação/ Museu da Civilização Romana

Maquete está em exposição no Museu da Civilização Romana e é conhecida como o Plastico di Roma Imperiale

Foram 36 anos de trabalho minucioso. Ou seja, três vezes mais do que o Coliseu demorou para ser construído. Foi encomendada em 1933 por Mussolini para comemorar o nascimento de Augusto (63 a.C.). Usando um mapa feito por Rodolfo Lanciani, de 1901, Gismondi foi capaz de completar o núcleo principal em 1950. As outras partes foram sendo construídas depois, até a maquete ser finalizada em 1971. E hoje é conhecida como uma das referências mais importantes da Roma Antiga .


Roma Antiga
Divulgação/ Museu da Civilização Romana

Feita em gesso, a maquete está em uma escala de 1: 250 e tem pouco mais de 16 metros de comprimento

A maquete está em exposição no Museu da Civilização Romana, na capital italiana, e é conhecida como o Plastico di Roma Imperiale. Feita em gesso, está em uma escala de 1: 250 e tem pouco mais de 16 metros de comprimento. Foi usada por Ridley Scott para filmar algumas cenas do filme O Gladiador.

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Roma Antiga
Divulgação/ Museu da Civilização Romana

Arqueólogo italiano Italo Gismondi conseguiu colocar de pé, com muita precisão, a paisagem antiga da Roma no século 4 d.C.


Fonte: IG Nacional
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Câmara segue acordo com governo e mantém reforma administrativa na pauta; siga

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plenário da CÂmara
Luis Macedo/Câmara dos Deputados – 22.5.19

Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão para votar reforma administrativa

Os deputados federais estão reunidos no plenário da Câmara nesta quarta-feira (22) para votar a Medida Provisória 870, que  diminuiu de 29 para 22 o número de ministérios e alterou competências. Essa reforma administrativa foi o primeiro ato do governo Jair Bolsonaro (PSL).

A apreciação dessa MP, tida como prioridade número um do Planalto, se dá após acordo do governo com lideranças partidárias e com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Em nome da manutenção da reforma administrativa , que pode ser revertida caso o Congresso não aprove a MP até o dia 3 de junho, o  governo abriu mão de outra medida que previa a criação de uma estatal de navegação aérea.

Ao início da sessão extraordinária desta tarde, o plenário rejeitou um pedido de retirada de pauta da MP 870 e já deu início às discussões. As principais polêmicas do texto aprovado na comissão mista são a volta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Ministério da Economia e o retorno da demarcação de terras indígenas para o Ministério da Justiça junto ao Incra.

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Acompanhe a sessão ao vivo:


A polêmica sobre o controle do Coaf é a que mais divide os parlamentares. O órgão fazia parte do Ministério da Fazenda até o fim do governo Temer. A MP transferiu o órgão para o Ministério da Justiça, comandado por Sérgio Moro, mas a comissão especial decidiudevolver o órgão para a equipe econômica e o colocou no Ministério da Economia.

O deputado Diego Garcia (Pode-PR) disse que colocar o Coaf sob responsabilidade de Moro é uma reivindicação popular, em defesa do combate à corrupção. “Vamos aumentar a revolta da sociedade contra o Congresso. Essa mudança em nada vai agregar os trabalhos já desempenhados pelo Ministério da Justiça”, declarou.

O deputado Célio Silveira (PSDB-GO) prometeu votar “tudo o que for necessário para o País crescer e se desenvolver, inclusive a questão do Coaf, que se tornou nacional”. A afirmação foi rebatida pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para quem colocar o Coaf na Economia ou na Justiça não é relevante para a economia do País.

“O Coaf não vai fazer o Brasil crescer. Temos 20% da população cozinhando com lenha e carvão, é se preocupando com essas pessoas que vamos fazer o Brasil crescer”, afirmou Maia.

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Para o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), o governo está usando a MP 870 para criar uma “falsa polêmica”. “Os maiores adversários do governo são as disputas e brigas entre membros da própria administração federal”, apontou Braga. Ele se refere às frequentes crises geradas após postagens em redes sociais de integrantes do governo e de parlamentares do partido do presidente (PSL).

Em relação à recriação de dois ministérios fundidos (Cidades e Integração Nacional), há acordo na maior parte dos partidos da base governista para mantê-los no Ministério do Desenvolvimento Regional, revertendo a mudança proposta pelo projeto de lei de conversão do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

Fonte: IG Nacional
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Câmara segue acordo com governo e mantém reforma administrativa na pauta; siga

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plenário da CÂmara
Luis Macedo/Câmara dos Deputados – 22.5.19

Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão para votar reforma administrativa

Os deputados federais estão reunidos no plenário da Câmara nesta quarta-feira (22) para votar a Medida Provisória 870, que  diminuiu de 29 para 22 o número de ministérios e alterou competências. Essa reforma administrativa foi o primeiro ato do governo Jair Bolsonaro (PSL).

A apreciação dessa MP, tida como prioridade número um do Planalto, se dá após acordo do governo com lideranças partidárias e com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Em nome da manutenção da reforma administrativa , que pode ser revertida caso o Congresso não aprove a MP até o dia 3 de junho, o  governo abriu mão de outra medida que previa a criação de uma estatal de navegação aérea.

O acordo foi costurado pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que se reuniu mais cedo com Maia e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). A ida de Onyx ao Congresso se dá no dia seguinte ao anúncio do  rompimento das relações de Maia com o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO).

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Ao início da sessão extraordinária desta tarde, o plenário rejeitou um pedido de retirada de pauta da MP 870 e já deu início às discussões. As principais polêmicas do texto aprovado na comissão mista são a volta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Ministério da Economia e o retorno da demarcação de terras indígenas para o Ministério da Justiça junto ao Incra.

Acompanhe a sessão ao vivo:


A polêmica sobre o controle do Coaf é a que mais divide os parlamentares. O órgão fazia parte do Ministério da Fazenda até o fim do governo Temer. A MP transferiu o órgão para o Ministério da Justiça, comandado por Sérgio Moro, mas a comissão especial decidiudevolver o órgão para a equipe econômica e o colocou no Ministério da Economia.

O deputado Diego Garcia (Pode-PR) disse que colocar o Coaf sob responsabilidade de Moro é uma reivindicação popular, em defesa do combate à corrupção. “Vamos aumentar a revolta da sociedade contra o Congresso. Essa mudança em nada vai agregar os trabalhos já desempenhados pelo Ministério da Justiça”, declarou.

O deputado Célio Silveira (PSDB-GO) prometeu votar “tudo o que for necessário para o País crescer e se desenvolver, inclusive a questão do Coaf, que se tornou nacional”. A afirmação foi rebatida pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para quem colocar o Coaf na Economia ou na Justiça não é relevante para a economia do País.

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“O Coaf não vai fazer o Brasil crescer. Temos 20% da população cozinhando com lenha e carvão, é se preocupando com essas pessoas que vamos fazer o Brasil crescer”, afirmou Maia.

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Para o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), o governo está usando a MP 870 para criar uma “falsa polêmica”. “Os maiores adversários do governo são as disputas e brigas entre membros da própria administração federal”, apontou Braga. Ele se refere às frequentes crises geradas após postagens em redes sociais de integrantes do governo e de parlamentares do partido do presidente (PSL).

Em relação à recriação de dois ministérios fundidos (Cidades e Integração Nacional), há acordo na maior parte dos partidos da base governista para mantê-los no Ministério do Desenvolvimento Regional, revertendo a mudança proposta pelo projeto de lei de conversão do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

Fonte: IG Nacional
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