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Bolsonaro determina à Polícia Federal reforço na investigação do caso Adélio

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Adélio Bispo
Reprodução

Adélio Bispo de Oliveira deu uma facada em Bolsonaro durante a campanha eleitoral


O presidente Jair Bolsonaro determinou à Polícia Federal (PF) que reforce as investigações sobre o ataque a faca sofrido por ele, no início de setembro do ano passado, durante a campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG). Em fevereiro, a PF indicou que o autor da facada, Adélio dos Bispo dos Santos , agiu só. Preso em Campo Grande (MS),o agressor também foi considerado inimputável pela Justiça.

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O caso de Adélio Bispo dos Santos foi tratado durante um almoço, nesta terça-feira, em um encontro com o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o diretor da PF, Maurício Valeixo, informou o porta-voz Otávio Rêgo Barros.  Na audiência, segundo o Planalto, eles também conversaram sobre o vazamento das supostas mensagens entre Moro e integrantes do Ministério Público Federal (MPF).

“Os dois assuntos tratados, isso sim declarado textualmente por Bolsonaro , foram o do próprio vazamento e dos eventos relacionados ao ataque criminoso contra o nosso presidente no dia 6 de setembro”, disse o porta-voz.

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Questionado se o pedido de reforço está relacionado a uma insatisfação do presidente com os rumos das investigações, o porta-voz negou e justificou que a busca por elucidação do caso “é natural.”

“Tem a ver com com o interesse do presidente de que de fato seja completamente elucidada a tentativa de assassinato de um candidato a presidente da República que liderava as pesquisas e, por obra e graça de Deus, veio a vencer. Então, é muito natural que se busque uma completa elucidação e assim o presidente vem se comportando. Ele não foge desta indicação de que deseja sim, o mais rápido possível, a elucidação do fato e da situação de Adélio “, finalizou.

Fonte: IG Nacional
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Prefeitura em Alagoas cancela provas de concurso e gera ira nos candidatos

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provas
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Concurso em Paripueira, em Algaoss, é cancelado por problemas técnicos


Mais de mil candidatos ao concurso para a Prefeitura de Paripueira, em Alagoas, foram afetados com um cancelamento de última hora neste domingo (16). Ao chegar nas esclas onde seriam realizadas as provas, os concorrentes foram informados que três cargos não estavam mais disponíveis.

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Irritados, alguns candidatos chegaram a discutir com os organizadores. Muitos prcouraram a prefeitura de Paripueira em busca de explicações sobre o cancelamento do concurso . Assista ao vídeo abaixo:


Em nota, a prefeitura informou que os motivos do cancelamento foram técnicos, com a Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes) não conseguindo concluir as provas para a data prevista.

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Confira a nota:

A Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes) e o Núcleo Executivo de Processos Seletivos (Neps/Copeve) informam que, devido a um problema técnico, as provas do Concurso de Paripueira que seriam aplicadas na Escola Maria das Graças de Sá Teixeira, Escola Dom Otávio Barbosa de Aguiar e Escola Marcos Antonio Cavalcante Silva foram suspensas.

Nos locais seriam realizadas as provas para os cargos de Professor de Educação Infantil, Professor de Artes e Professor de anos iniciais mas, devido a uma falha técnica na impressão das provas, a organizadora, visando assegurar a igualdade entre os candidatos, optou por suspender a aplicação. Uma nova data será definida.

A Fundepes/Copeve assegura que nenhum candidato será prejudicado. Será estabelecido um prazo para os candidatos que optem pela restituição da inscrição e após este processo serão divulgados os locais e as datas das provas que não foram aplicadas neste domingo, dia 16.
Cerca de nove mil candidatos realizam neste domingo, 16, as provas do Concurso da Prefeitura de Paripueira. As provas transcorrem dentro do previsto e apenas 1.185 candidatos foram afetados pela suspensão.

Fonte: IG Nacional
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Crise do governo Macri aumenta após apagão geral deste domingo

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Mauricio MAcri
Divulgação

Mauricio Macri enfrenta protestos e crises na Argentina


O governo do presidente argentino, Mauricio Macri, já teve de lidar com a pior seca dos últimos 50 anos, uma desvalorização de mais de 300% do peso e continua às voltas com a sexta taxa de inflação mais alta do mundo, na região abaixo apenas da venezuelana. Agora, em palavras do próprio chefe de Estado, enfrentou um apagão “inédito” na História do país, que afetou todo o território nacional e estendeu-se ao Uruguai.

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O episódio aconteceu em momentos em que a Casa Rosada promove o potencial da jazida de Vaca Muerta, na província de Neuquén, pela qual a Argentina é considerado o segundo país do mundo com mais recursos gasíferos e o quarto em petróleo não convencional. O país governado por Macri ficou às escuras, ampliando a lista de dores de cabeça para um presidente que pretende reeleger-se no final de outubro. 

Nas redes sociais, os comentários irônicos e críticas ao governo se multiplicaram. “Para evitar que tenhamos de jogar fora a comida da geladeira por culpa do apagão , Macri esvaziou a geladeira primeiro. Um visionário”, escreveu o internauta Sebastián Fernández, no Twitter.

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Como era esperado, o kirchnerismo não perdeu tempo e rapidamente foi às redes culpar Macri e atacar um dos lemas de campanha do macrismo: “Se Cristina voltar ao poder, a Argentina se transformará na Venezuela”. O pré-candidato à Presidência Alberto Fernández, companheiro de chapa da senadora e ex-presidente Cristina Kirchner (2007-2015), foi o encarregado de dar a alfinetada: “Subiram as tarifas tanto como seus amigos pediram e geraram o maior apagão da História. Não é Venezuela. É Argentina. Já chegou a hora de perceber isso”, escreveu Fernández em sua conta no Twitter.

Na mesma mensagem, o pré-candidato presidencial do kirchnerismo postou um vídeo no qual Macri afirma que “se nós não tivéssemos aumentado as tarifas (subsidiadas pelo kirchnerismo), teríamos ficado a um passo de virar a Venezuela”. O chamado tarifaço foi uma das primeiras medidas aplicadas pelo presidente após vencer as eleições de 2015, com o argumento de que o sistema herdado de Cristina era insustentável.

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De fato, a maioria dos analistas locais concorda em que a Argentina não podia continuar bancando tarifas muito abaixo da média regional  e que representavam um custo impossível de suportar pelo Estado. Alguns reajustes superaram 400%, incluindo energia elétrica e gás. Foi um duro golpe no bolso dos argentinos, sobretudo da classe média urbana, setor em que Macri, mostraram recentes pesquisas, perdeu muitos votos.

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Como explicar, agora, para estes eleitores que estão em dúvida sobre voltar a apostar no macrismo que Vaca Muerta será a solução do futuro e que a política energética e tarifária de Macri tem lógica e resolverá os problemas que, segundo o atual governo, são responsabilidade do kirchnerismo? Mais um desafio para o presidente que, diante do real perigo de ser derrotado nas urnas, semana passada convidou um senador peronista para ser seu companheiro de chapa.

Vaca Muerta entusiasmou o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em sua recente visita a Buenos Aires. O ministro da Fazenda, Paulo Guedes, não se cansou de defender uma aliança energética entre os dois países para aproveitar a jazida argentina e tudo o que ela, segundo Guedes, pode favorecer o mercado brasileiro.

Ninguém imaginava que, menos de duas semanas depois, Macri estaria tentando explicar um apagão “inédito” na História argentina. E não faltaram os que relacionaram o desastre energético à aliança entre macrismo e um setor do peronismo. “A resposta na natureza à chapa Macri-Pichetto (senador Miguel Ángel Pichetto): chuvas, frio e apagão total”, brincou a internauta Ana Natalucci, no Twitter. 

Fonte: IG Nacional
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Mulher de Flávio Bolsonaro pode ter sofrido ataque hacker em seu celular

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Flávio Bolsonaro no Senado
Jefferson Rudy/Agência Senado – 14.3.19

Mulher do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) acredita que teve o celular invadido por ataque hacker


A mulher do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) pode ter sido mais uma vítima de ataque hacker por meio de celulares. De acordo com a revista Época , a dentista recebeu uma ligação do seu próprio número e, desconfiada, avisou o marido, que denunciou o caso para a Polícia Federal.

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O ataque à esposa de Flávio Bolsonaro é bastante semelhante com o do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. De acordo com a assessoria do ex-juiz, o mesmo recebeu uma ligação e percebeu que a chamada vinha do mesmo número que o seu. A Polícia federal concluiu que o aparelho foi invadido por hacker.

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A principal hipótese da Polícia Federal é que a invasão de hackers a aplicativos de troca de mensagens, como Telegram e WhatsApp é feita justamente através dessas ligações.A ligação permite que as mensagens SMS sejam acessadas e, nelas, se obtém o código de ativação para outros aplicativos.

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Filho do presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro é senador pelo Rio de Janeiro. Ele é investigado por transações bancárias suspeitas realizadas por um ex-assessor seu na Assembleia Legislativa do Rio, Fabrício Queiroz, na época em que era deputado estadual.



Fonte: IG Nacional
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