conecte-se conosco


Nacional

Bolsonaro diz que deixa ministros ‘se enrolarem’ antes de dar ‘cartão vermelho’

Publicado

Bolsonaro e Santos Cruz
Isac Nóbrega/PR

Bolsonaro demitiu o ministro Santos Cruz nessa quinta-feira (13)

Depois de demitir três ministros em menos de seis meses de governo, o presidente JairBolsonaro afirmou nesta sexta-feira (14) que, antes de demitir um auxiliar cujo desempenho não lhe agrada, é preciso deixar a pessoa “se enrolar um pouco mais.”

O método conhecido como ‘fritura’ é, segundo Bolsonaro , o oposto do que defende o filho do meio “mais imediatista”. Durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, o chefe do Executivo afirmou que o vereador do Rio tem capacidade de se antecipar aos problemas. 

“Ele [ Carlos ] levantou alguns problemas no passado e eu falo o seguinte: tem que dar um tempo para, ao dar o cartão vermelho para essa pessoa, não ter dúvidas. E tem que deixar a pessoa se enrolar um pouco mais, no linguajar popular. E ele é imediatista. Converso com ele, mas não sigo 100% o que ele fala”,  declarou. 

O presidente admitiu ainda que o filho já “exagerou sim”  nas redes sociais e pediu para que ele fosse mais comedido nas redes sociais. Bolsonaro afirmou ter argumentado que um posicionamento errado tem consequências para o governo e para a população.

Veja Também:  Egípcio acusado de terrorismo presta esclarecimentos ao FBI em São Paulo

“Exagera de vez em quando, sim, exagera, porque ele quer ver o caso resolvido rapidamente, mas está contido esse ímpeto por parte dele, até porque falo com ele que uma palavra, uma frase equivocada você mexe na bolsa, mexe na vida de milhões de pessoas, pode mexer em uma relação internacional do Brasil que estava caminhando nesse sentido”, disse o presidente, ressaltando que o filho está há mais de dois meses sem se manifestar.

Antes da demissão nessa quinta-feira (13) de Carlos Alberto Santos Cruz , chefe da Secretaria de Governo, outros dois ministros  – Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral) e Ricardo Vélez Rodríguez (Educação) – já haviam passado pelo mesmo processo de desgaste político para serem, enfim, dispensados.

Nos três casos, Bolsonaro havia se decidido por exonerá-los, mas adiou o anúncio ao máximo, enquanto a imagem dos ex-auxiliares eram corroídas nas redes sociais, tornando a permanência no governo insustentável.

Ainda durante a conversa com repórteres que cobrem o Palácio do Planalto, Bolsonaro disse que considera “não ter cometido nenhum erro grave no governo” e que escolheu “as pessoas certas” para ocupar os ministérios.

Veja Também:  Bolsonaro vai extraditar ex-militante chileno que sequestrou Washington Olivetto

Leia também: Bolsonaro visita Santa Maria 26 anos após ser declarado ‘persona non grata’

Bebianno é ‘página virada’

Bebianno e Bolsonaro
Rafael Carvalho/Governo de Transição

“O Bebianno pra mim é página virada. Boa sorte pra ele”, disse Bolsonaro

O presidente afirmou ainda que não sacrificará a gestão para manter pessoas que atuaram na campanha política.

“O Bebianno pra mim é página virada. Boa sorte pra ele”, disse, citando ainda a ex-diretora da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Letícia Catelani, que segundo ele tinha “uma certa autoridade exagerada”. Seguidora do ideólogo de direita Olavo de Carvalho, ela foi demitida do cargo no começo do mês passado.

Em relação a Santos Cruz, o presidente reconheceu que havia problemas, mas revelou ter oferecido ao general da reserva do Exército a oportunidade de ocupar outro cargo no Executivo. Mas afirmou que o ex-ministro não demonstrou interesse.

“Ele continua no meu coração, por assim dizer”, disse Bolsonaro .

Fonte: IG Nacional
publicidade

Nacional

Com aprovação de mais agrotóxicos, apicultores temem novo extermínio de abelhas

Publicado

source

Reporter Brasil

Agrotóxicos são perigosos para abelhas arrow-options
Reprodução/Wikimedia Commons

Agrotóxicos são perigosos para abelhas


Se o número de abelhas mortas desde o final do ano passado assusta – foram mais de 500 milhões em três meses –, apicultores brasileiros se preparam para uma realidade ainda pior este ano. 

Isso porque, além dos agrotóxicos que já causam mortandade segundo diversos estudos, o governo de Jair Bolsonaro aprovou nada menos que seis produtos à base de Sulfoxaflor, ingrediente ativo que causa polêmica nos Estados Unidos e Europa devido ao potencial risco às abelhas

Leia também: Liberação de novos agrotóxicos não traz riscos, garante Tereza Cristina

“Estamos ainda mais preocupados agora com a aprovação de tantos pesticidas neste ano”, conta Professora aposentada de química na Universidade Federal de Goiás (UFG) e presidente e sócia-fundadora da Associação dos Apicultores do Estado de Goiás (Apigoiás), Maria José Almeida. “No Centro Oeste, mais mortes ocorrem na época da dessecação da soja, que começa agora. Aplicam venenos altamente tóxicos para as abelhas, e o resultado são apiários inteiros mortos. No último ano chegamos a pegar pelo estado entre 60 e 80 caixas com todas as abelhas mortas”. Cada caixa pode abrigar entre 30 mil e 100 mil abelhas. “Na nossa região são muitas as causas de morte de abelhas. A associação foi criada em 1980, e sempre foi algo comum termos casos onde morrem um enxame ou outro, mas nunca na proporção que vem ocorrendo nos últimos anos”, diz. 

Em Pernambuco, a situação é semelhante. No começo do mês, o Ministério Público estadual recebeu denúncia de mortandade de abelhas no Vale do Rio São Francisco. Segundo a Associação dos Criadores de Abelhas de Petrolina, há três anos, os 32 associados retiravam anualmente cerca de 30 toneladas de mel, número que caiu para 20 toneladas. 

Leia também: Governo Bolsonaro autoriza agrotóxico que extermina abelhas em novo lote

Os apicultores ouvidos pela reportagem reclamam que os inseticidas relacionados ao massacre do último ano, o Fipronil e os neonicotinoides Clotianidina, Imidacloprid e o Tiametoxam, ainda continuam no mercado, sem a conclusão da Avaliação do Potencial de Periculosidade Ambiental (PPA) feita pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). 

Além disso, a chegada de pesticidas à base de Sulfoxaflor ao mercado brasileiro também preocupa. Trata-se de um produto que faz parte do grupo químico das sulfoxaminas, desenvolvido pela Dow AgroSciences desde 2013. Rapidamente, o inseticida tornou-se um fenômeno de vendas, aprovado em mais de 80 países, como Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão e China. 

Leia também: Em 200 dias, Brasil liberou mais agrotóxicos que a União Europeia em oito anos

No Brasil, o produto técnico Sulfoxaflor teve a aprovação publicada no 1º ato de 2019 da Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins do Ministério da Agricultura. Segundo o governo, o ingrediente ativo foi aprovado no ano passado, pelo antigo Governo, mas a publicação no Diário Oficial ocorreu apenas em 10 de janeiro. 

Já em 22 de julho, seis produtos agrotóxicos à base de Sulfoxaflor obtiveram a permissão para serem comercializados. Eles foram classificados como “medianamente tóxicos” e “perigosos ao Meio Ambiente” e liberados para as culturas de algodão, citros, feijão, melão, melancia, soja, tomate e trigo.

Veja Também:  Partido Novo cobra taxas de até R$ 4 mil de candidatos para 2020

Os novos agrotóxicos chegarão às lojas com os nomes Verter SC, Exor SC, Closer SC, Exor, Verter, Closer, todos comercializadas pela Corteva Agriscience — empresa que antes pertencia à gigante DowDupont (fusão da Dow AgroSciences com a Dupont) mas que foi desmembrada e se tornou, este ano, um braço independente para cuidar apenas da área agrícola, incluindo agrotóxicos. No entanto, apesar de a comercialização ser feita pela Corteva, a patente dos produtos são da Dow, que fez o pedido antes da fusão. A Agência Pública e Repórter Brasil perguntaram à Corteva quando os produtos chegarão às prateleiras, mas, alegando motivos comerciais e estratégicos, a empresa não revelou a data de lançamento.

Estudos sigilosos

Para evitar o impacto nas abelhas, o Ibama impôs regras para o uso do Sulfoxaflor. Entre elas, a restrição de aplicação em períodos de floração das culturas, o estabelecimento de dosagens máximas do produto e de distâncias mínimas de aplicação para a proteção de abelhas não-apis (sem ferrão funcional). Essas restrições constarão na rotulagem dos produtos e são estabelecidas de acordo com cada ingrediente e cultura.

“Do ponto de vista da saúde humana, o sulfoxaflor está entre os inseticidas 20% menos tóxicos hoje aprovados. Há um possível impacto sobre insetos polinizadores , por isso a importância da avaliação do Ibama. Foram apresentados estudos técnicos sobre o impacto dos resíduos nas abelhas para determinar o que pode ou não ser aprovado. O Ibama tem a liberdade técnica de aprovar ou reprovar o produto ou  estabelecer restrições de uso que garantam a segurança para os insetos polinizadores”, explicou à reportagem o coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins da Secretaria de Defesa Agropecuária, Carlos Venâncio. 

Para entender melhor os potenciais impactos, a reportagem solicitou via Lei de Acesso à Informação ao Ministério do Meio Ambiente os estudos técnicos do Sulfoxaflor, mencionados pelo coordenador. O pedido foi negado pela órgão, com base na Lei 10.603 de 2002, que estabelece que novos produtos aprovados para comercialização têm proteção de 10 anos de sigilo nas informações.  

Tanto o Sulfoxaflor quanto pesticidas neonicotinóides funcionam atingindo o sistema nervoso central dos insetos. A professora da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade de Brasília (UnB), Cristina Schetino explica que, no caso dos neonicotinóides, o efeito nas abelhas ocorre alterando a capacidade de aprendizagem e memória. Algumas inclusive não conseguem encontrar o caminho de volta para a colmeia.

“O Sulfoxaflor, portanto, vem sendo considerado como uma alternativa aos neonicotinóides, que foram banidos de vários países, tendo em vista seu reconhecido impacto sobre polinizadores. Uma das vantagens atribuídas ao Sulfoxaflor está no fato de que ele apresenta residual mais curto: após 5 dias da aplicação, a concentração residual do chega a cair em até 20 mil vezes”, diz Cristina Schetino. Porém,  diz ela, estudos recentes já mostram consequências do uso do Sulfoxaflor nas abelhas.

O principal deles é de 2018, feito por professores da Universidade de Holloways, em Londres, e publicado na revista científica Nature, alertando para os riscos do Sulfoxaflor para as abelhas. No experimento, abelhas Bombus terrestris , conhecida no Brasil como mamangaba-de-cauda-amarela-clara, foram submetidas ao inseticida, o que levou a uma redução da capacidade de reprodução e da taxa de crescimento das colônias. 

Veja Também:  Estudante morre com tiro na cabeça durante assalto em república em São Paulo

A especialista acrescenta que existem riscos na aplicação mesmo fora da época de floração. “Há espécies vegetais, que também têm glândulas de nectário nas folhas, tornando-as atrativas para as abelhas até mesmo na época onde só há a planta”, explica. 

Por meio da assessoria de imprensa, a Corteva Agriscience enviou nota à Agência Pública e Repórter Brasil garantindo que os produtos à base de Sulfoxaflor que chegarão ao mercado brasileiro passaram por todos os testes necessários. “Foram realizados pela companhia diversos estudos laboratoriais para avaliar a toxicidade aguda e crônica para abelhas adultas e larvas; estudos de resíduos em néctar e pólen; e análise sobre o impacto em colônias de abelhas. Os estudos conduzidos seguiram as normas de qualidade reconhecidas internacionalmente e comprovaram que não há efeitos sobre o desenvolvimento das colônias de abelhas quando expostas aos resíduos de pólen e néctar”, escreveu a companhia. 

“A empresa enfatiza, ainda que, antes de solicitar o registro de qualquer um de seus produtos, realiza uma série de pesquisas para averiguar o desempenho de suas novas tecnologias, avaliando, inclusive, todo possível impacto ambiental. Dessa maneira, a companhia assegura que, quando usado de acordo com as recomendações da bula, sulfoxaflor não representa risco para as abelhas”, afirma a nota.

Polêmicas também no governo Trump

Desde 2015, o Sulfoxaflor está envolvido em polêmicas. Naquele ano, organizações que defendem abelhas levaram ao Tribunal de Apelações de São Francisco, nos Estados Unidos, a denúncia de que o uso do inseticida estaria ligado ao extermínio de abelhas, pedindo a suspensão da venda de produtos à base do químico. Segundo a Agência de Proteção Ambiental Americana (EPA), “o tribunal considerou que o registro não era apoiado por evidências que demonstrassem que o produto não era prejudicial às abelhas, e por isso retiraram o registro”.  

Mas o produto não ficou muito tempo longe das prateleiras. Em 2016, a EPA aprovou uma nova licença, com requisitos adicionais para proteger as abelhas. A partir daí, o produto passou a ser proibido para culturas de sementes, e só pode ser utilizado em plantações que atraem abelhas após a época do florescimento. 

Três anos depois, veio uma nova decisão. Em julho de 2019, já no governo de Donald Trump, a EPA expandiu a liberação de uso do Sulfoxaflor para mais culturas. A agência concluiu que o pesticida desaparece da atmosfera mais rápido do que as demais alternativas utilizadas, diminuindo assim os riscos para os enxames.

A nova decisão rendeu protestos de organizações da sociedade civil americana e levantou suspeitas – especialmente porque a Dow AgroSciences, que detém a patente do Sulfoxaflor e é ligada à Corteva, doou US$ 1 milhão para garantir as festividades da posse de Trump, segundo reportagem publicada pela Associated Press em 2017. A reportagem revelou também que o CEO da Dow, Andrew Liveris, é amigo pessoal do presidente americano.

Fonte: IG Nacional
Continue lendo

Nacional

Em meio a ofensiva, Síria anuncia corredor humanitário no noroeste do país

Publicado

source
Síria arrow-options
Reprodução/Twitter

Novas informações revelam aumento no número de mortos no incidente do último domingo


DAMASCO — Em meio a uma ofensiva para tentar capturar o noroeste da Síria, considerado o último território em poder da oposição, o Exército anunciou a abertura de um corredor humanitário para permitir que a população local vá para áreas mais seguras. O caminho, que seria seguro de acordo com as promessas de Damasco, começa no sul de Idlib e parte da vizinha província de Hama, onde também ocorrem combates.

Leia também: Em encontro antes do G7, Macron e Putin divergem sobre Síria

 A questão, segundo os oposicionistas, é que não há mais civis nestas regiões, uma vez que todos já fugiram da ofensiva do exército sírio, iniciada em abril. Em entrevista ao site Middle East Eye, Ahmed al-Sheikho, diretor de imprensa do grupo Defesa Civil Síria, os conhecidos Capacetes Brancos, disse que quase todos fugiram em direção à fronteira com a Turquia. Um ativista ouvido pelo site diz que os civis da região têm medo de seguir para as áreas controladas pelo governo.

Veja Também:  Policial militar não aceita divórcio e mata mulher na frente do filho de 3 anos

“Como o regime vai receber pessoas que são acusadas de serem terroristas”, afirmou ao Middle East Eye o ativista Massoud Sayyah.

Considerada uma das últimas batalhas do governo sírio para retomar opaís, os combates em Idlib e parte de Hama começaram em abril, forçando a saída de mais de meio milhão de pessoas, segundo a ONU. Deste total, apenas 30 mil seguiram para áreas sob controle do exército. Centenas de pessoas morreram.

O governo de Damasco, que conta com o apoio da Rússia, afirma que está respondendo a ataques do grupo jihadista  Hayat Tahrir al-Sham, que possui presença na região, além de grupos armados que contam com oapoio turco.

Leia também: Sorria, você está no Instagram: as polêmicas contas de ditadores no aplicativo

No caso da Turquia há uma outra questão: por força de acordos acertados com Rússia e Irã, o país possui uma série de postos militares na regiãonoroeste da Síria, o que, por vezes, acaba colocando seus soldados na linha de tiro. Em um dos últimos incidentes, um ataque sírio interrompeu a linha de suprimentos para um posto turco na cidade de Morek. Em resposta, o chanceler turco, Mevlut Cavusoglu, disse que faria onecessário para manter a segurança de seus militares, advertindo a Síria para “não brincar com fogo”.

Veja Também:  Bolsonaro vai extraditar ex-militante chileno que sequestrou Washington Olivetto

Fonte: IG Nacional
Continue lendo

Nacional

Polícia Federal começa a investigar se houve ataque hacker ao site do MEC

Publicado

source
Ministério da Educação arrow-options
Senado Federal

Site do Ministério da Educação (MEC) pode ter sido invadido


A Polícia Federal começou a apurar a suspeita de sabotagem em sistemas do Ministério da Educação (MEC). No dia 8 de agosto, o titular da pasta, Abraham Weintraub, denunciou que os portais do órgão vinham sofrendo ataques cibernéticos e que tais episódios estariam prejudicando alguns serviços.

Leia também: MEC quer novo modelo de distribuição de verbas para universidades por ‘mérito’

Segundo o MEC , três peritos visitaram a sede da pasta, em Brasília, onde verificaram a estrutura de informática. Eles checaram a sala cofre, onde estão servidores e outros equipamentos dos sistemas informáticos da pasta. Eles levaram informações para avaliação de modo a tentar identificar se os ataques ocorreram e, na hipótese positiva, as causas.

A investigação da Polícia Federal foi solicitada pelo próprio MEC . A página do ministério é o principal canal de acesso a diversos produtos da pasta por estudantes. É o caso do Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) . É por meio dela que os candidatos podem se inscrever e obter informações sobre prazos e seleção, por exemplo.

Veja Também:  Expulso por furto, PM é reintegrado e promovido a subcomandante de batalhão

Fonte: IG Nacional
Continue lendo

Links Úteis

Rondonópolis

Policial

Política MT

Entretenimento

Mais Lidas da Semana