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Bolsonaro tem razão ao dizer que Brasil não tem universidade entre as melhores?

Publicado


Jair Bolsonaro
Isac Nóbrega/PR – 15.5.19

Bolsonaro declarou que Brasil não tem universidade entre as 250 melhores. Ele tem razão?

Durante sua passagem por Dallas, nos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que nenhuma universidade brasileira está ‘entre as 250 melhores do mundo’ , ao
justificar os cortes na educação anunciados recentemente pelo MEC. A declaração do presidente, no entanto, não é totalmente verdadeira.

Como Bolsonaro não explicou qual ranking foi utilizado para embasar sua afirmação, verificamos os principais e a conclusão foi que a lista divulgada em janeiro deste ano pela
revista inglesa Times Higher Education (THE) realmente sustenta a declaração do presidente sobre as universidades , mas outras mostram que ele está equivocado.

De acordo com o ranking do CWUR World University Rankings 2018-2019 , a Universidade de São Paulo (USP) aparece na 77ª colocação entre as melhores do mundo, sendo a única do País entre as 250. A Universidade de Harvard aparece com o melhor desempenho nesta lista.

Já conforme o site World University Rankings , a USP é considerada a 118º melhor do mundo. Além dela, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) também fica entre as 250
primeiras. O Intitulo tecnológico de Massachusetts foi o melhor avaliado neste ranking.

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Se considerarmos apenas o ranking de desempenho de instituições de países emergentes da THE , a USP é a 15ª melhor;  Unicamp a 40ª; Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(UFRGS) a 119ª; Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) a 127ª; e Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) a 166ª.

Ainda com base no ranking que possivelmente Bolsonaro utilizou para minimizar os cortes do MEC, a USP está entre a 251ª e a 300ª posição no geral e é a primeira universidade
brasileira a aparecer. Entre universidades da América Latina, de acordo com a última lista da THE , divulgada em 2018, a Unicamp lidera e a USP aparece na segunda colocação.

Fonte: IG Nacional
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Câmara segue acordo com governo e mantém reforma administrativa na pauta; siga

Publicado


plenário da CÂmara
Luis Macedo/Câmara dos Deputados – 22.5.19

Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão para votar reforma administrativa

Os deputados federais estão reunidos no plenário da Câmara nesta quarta-feira (22) para votar a Medida Provisória 870, que  diminuiu de 29 para 22 o número de ministérios e alterou competências. Essa reforma administrativa foi o primeiro ato do governo Jair Bolsonaro (PSL).

A apreciação dessa MP, tida como prioridade número um do Planalto, se dá após acordo do governo com lideranças partidárias e com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Em nome da manutenção da reforma administrativa , que pode ser revertida caso o Congresso não aprove a MP até o dia 3 de junho, o  governo abriu mão de outra medida que previa a criação de uma estatal de navegação aérea.

Ao início da sessão extraordinária desta tarde, o plenário rejeitou um pedido de retirada de pauta da MP 870 e já deu início às discussões. As principais polêmicas do texto aprovado na comissão mista são a volta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Ministério da Economia e o retorno da demarcação de terras indígenas para o Ministério da Justiça junto ao Incra.

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Acompanhe a sessão ao vivo:


A polêmica sobre o controle do Coaf é a que mais divide os parlamentares. O órgão fazia parte do Ministério da Fazenda até o fim do governo Temer. A MP transferiu o órgão para o Ministério da Justiça, comandado por Sérgio Moro, mas a comissão especial decidiudevolver o órgão para a equipe econômica e o colocou no Ministério da Economia.

O deputado Diego Garcia (Pode-PR) disse que colocar o Coaf sob responsabilidade de Moro é uma reivindicação popular, em defesa do combate à corrupção. “Vamos aumentar a revolta da sociedade contra o Congresso. Essa mudança em nada vai agregar os trabalhos já desempenhados pelo Ministério da Justiça”, declarou.

O deputado Célio Silveira (PSDB-GO) prometeu votar “tudo o que for necessário para o País crescer e se desenvolver, inclusive a questão do Coaf, que se tornou nacional”. A afirmação foi rebatida pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para quem colocar o Coaf na Economia ou na Justiça não é relevante para a economia do País.

“O Coaf não vai fazer o Brasil crescer. Temos 20% da população cozinhando com lenha e carvão, é se preocupando com essas pessoas que vamos fazer o Brasil crescer”, afirmou Maia.

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Para o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), o governo está usando a MP 870 para criar uma “falsa polêmica”. “Os maiores adversários do governo são as disputas e brigas entre membros da própria administração federal”, apontou Braga. Ele se refere às frequentes crises geradas após postagens em redes sociais de integrantes do governo e de parlamentares do partido do presidente (PSL).

Em relação à recriação de dois ministérios fundidos (Cidades e Integração Nacional), há acordo na maior parte dos partidos da base governista para mantê-los no Ministério do Desenvolvimento Regional, revertendo a mudança proposta pelo projeto de lei de conversão do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

Fonte: IG Nacional
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Câmara segue acordo com governo e mantém reforma administrativa na pauta; siga

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plenário da CÂmara
Luis Macedo/Câmara dos Deputados – 22.5.19

Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão para votar reforma administrativa

Os deputados federais estão reunidos no plenário da Câmara nesta quarta-feira (22) para votar a Medida Provisória 870, que  diminuiu de 29 para 22 o número de ministérios e alterou competências. Essa reforma administrativa foi o primeiro ato do governo Jair Bolsonaro (PSL).

A apreciação dessa MP, tida como prioridade número um do Planalto, se dá após acordo do governo com lideranças partidárias e com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Em nome da manutenção da reforma administrativa , que pode ser revertida caso o Congresso não aprove a MP até o dia 3 de junho, o  governo abriu mão de outra medida que previa a criação de uma estatal de navegação aérea.

O acordo foi costurado pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que se reuniu mais cedo com Maia e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). A ida de Onyx ao Congresso se dá no dia seguinte ao anúncio do  rompimento das relações de Maia com o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO).

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Ao início da sessão extraordinária desta tarde, o plenário rejeitou um pedido de retirada de pauta da MP 870 e já deu início às discussões. As principais polêmicas do texto aprovado na comissão mista são a volta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Ministério da Economia e o retorno da demarcação de terras indígenas para o Ministério da Justiça junto ao Incra.

Acompanhe a sessão ao vivo:


A polêmica sobre o controle do Coaf é a que mais divide os parlamentares. O órgão fazia parte do Ministério da Fazenda até o fim do governo Temer. A MP transferiu o órgão para o Ministério da Justiça, comandado por Sérgio Moro, mas a comissão especial decidiudevolver o órgão para a equipe econômica e o colocou no Ministério da Economia.

O deputado Diego Garcia (Pode-PR) disse que colocar o Coaf sob responsabilidade de Moro é uma reivindicação popular, em defesa do combate à corrupção. “Vamos aumentar a revolta da sociedade contra o Congresso. Essa mudança em nada vai agregar os trabalhos já desempenhados pelo Ministério da Justiça”, declarou.

O deputado Célio Silveira (PSDB-GO) prometeu votar “tudo o que for necessário para o País crescer e se desenvolver, inclusive a questão do Coaf, que se tornou nacional”. A afirmação foi rebatida pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para quem colocar o Coaf na Economia ou na Justiça não é relevante para a economia do País.

Veja Também:  Bolsonaro prepara “agenda Nordeste” e fará primeira viagem à região nesta semana

“O Coaf não vai fazer o Brasil crescer. Temos 20% da população cozinhando com lenha e carvão, é se preocupando com essas pessoas que vamos fazer o Brasil crescer”, afirmou Maia.

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Para o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), o governo está usando a MP 870 para criar uma “falsa polêmica”. “Os maiores adversários do governo são as disputas e brigas entre membros da própria administração federal”, apontou Braga. Ele se refere às frequentes crises geradas após postagens em redes sociais de integrantes do governo e de parlamentares do partido do presidente (PSL).

Em relação à recriação de dois ministérios fundidos (Cidades e Integração Nacional), há acordo na maior parte dos partidos da base governista para mantê-los no Ministério do Desenvolvimento Regional, revertendo a mudança proposta pelo projeto de lei de conversão do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

Fonte: IG Nacional
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Novo trem-bala do Japão promete agilidade como a de aviões

Publicado

Planeta

O novo trem-bala Alfa-X em testes no Japão, lançado pela companhia ferroviária JR East, promete devolver ao país o título de “ trem mais rápido do mundo ”, que tinha sido tirado dele pela China. A máquina transportará passageiros a até 360 quilômetros por hora (km/h), superando os outros modelos japoneses que já estão em serviço em quase 40 km/h, e oferecendo em terra tempos de viagem que rivalizam com jatos de passageiros.

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Isso representa diminuir quase pela metade o tempo de deslocamento entre Tóquio e Sapporo, a maior cidade na região norte de Hokkaido, distantes cerca de 1.100 km. A nova linha férrea de alta velocidade deve ser inaugurada entre as duas cidades em 2030, quando o trem-bala Alfa-X entrar em operação.

Atualmente, os trens mais rápidos do mundo em serviço regular circulam entre Pequim e Xangai, na China, a velocidades de até 349 km/h.

Vantagens do novo modelo do trem-bala


Cockpit ultramoderno do trem-bala Alfa-X
Divulgação

Cockpit ultramoderno do trem-bala Alfa-X

O Alfa-X para teste, de U$ 91 milhões, tem 10 composições e dois carros nas extremidades com os narizes alongados que garantem a aerodinâmica para alcançar altas velocidades e reduzem o ruído produzido pela sua passagem. Ele circulará a até 400 km/h durante os próximos três anos entre as cidades de Amori e Sendai – mas apenas à noite, quando trens regulares não funcionam, de acordo com um comunicado da JR East.

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As questões de segurança do trem são tão poderosas quanto seus motores elétricos instalados no primeiro e no último carro, que consomem a energia de cabos aéreos. A aerodinâmicas para frenagens a ar de emergência funciona à base de “placas de arrasto” e com freios eletromagnéticos nas rodas. E o sistema de suspensão foi projetado para manter sua estabilidade em caso de terremoto e um cockpit ultramoderno para o motorista.

Mais inovação a caminho

Antes mesmo que o Alfa-X entre em atividade regular, outro trem ainda mais rápido já está previsto para o Japão . Deve ser inaugurada em 2027, entre Tóquio e Nagoya, uma pista de 354 km para trens de levitação magnética, ou “maglev”, em vez de rodas convencionais. Os trens maglev japoneses rodariam a velocidades de até 498 km/h, reduzindo o tempo de viagem de 110 minutos para apenas 40 minutos.

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Até então, o único trem-bala comercial maglev do mundo opera em uma pista dedicada de 30 km que vai dos arredores de Xangai até um dos aeroportos da cidade chinesa. Atinge uma velocidade máxima de 429 km/h.

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Fonte: IG Nacional
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