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Política Nacional

Caso Marielle: surge denúncia de suborno a delegado da Polícia Civil

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Agência Brasil

Acusados da morte de Marielle e Anderson Gomes teriam sido protegidos por delegado

Um relatório da Polícia Federal, enviado ao Ministério Público do Rio, afirma que o delegado da Polícia Civil Rivaldo Barbosa deve ser investigado no caso Marielle Franco . Na denúncia, Barbosa é apontado por receber R$ 400 mil em propina para evitar que os culpados pela morte da vereadora e do motorista Anderson Gomes fossem descobertos. Ele nega as acusações.

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Rivaldo Barbosa, que já chefiou a Polícia Civil do Rio , teria sido citado numa conversa telefônica entre o miliciano Jorge Alberto Moreth, o Beto Bomba, e o vereador Marcello Sicilliano (PHS). Moreth teria dito que Barbosa recebeu dois pagamentos de R$ 200 mil, cada, por meio de um inspetor da DH da Capital identificado como Marcos.

O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do MPRJ confirmou, em nota, que os áudios telefônicos foram obtidos em ações de busca e apreensão e as “informações estão sendo investigadas sob sigilo”.

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Lula solto impacta mais ainda eleições, afirma Doria

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Ricardo Stuckert

Para o Lula é uma questão de honra lançar uma chapa competitiva em São Paulo. Foi lá em que ele sofreu sua pior derrota em 2016″, diz Doria

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai impactar ainda mais o cenário eleitoral depois de ser colocado em liberdade, avalia o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) .

Em entrevista ao Estadão/Broadcast, Doria disse que para o petista é uma “questão de honra” lançar uma chapa competitiva para disputar a Prefeitura de São Paulo.

“Se preso já impactava, solto impacta mais ainda. E impacta em São Paulo, para o Lula é uma questão de honra lançar uma chapa competitiva lá. Foi lá em que ele sofreu sua pior derrota em 2016. A derrota acabou reverberando no segundo turno nas outras cidades. Então, vão fazer de tudo, com Lula liderando e o PT corroborando, para que as eleições nas capitais tenham candidatos competitivos e eles possam ter a esperança de vitória “, afirmou Doria neste sábado, em Brasília.

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Doria não se coloca como pré-candidato ao Palácio do Planalto e defende o foco nas eleições municipais e na gestão eficiente de Estados e cidades como uma antecipação para as eleições gerais.

“Foco integral em gestão e eficiência: isso será determinante nas futuras eleições gerais. Porque experiência é importante. Não podemos ter em 2022 testes”, disse Doria. Em 2016, o tucano foi eleito prefeito de São Paulo com discurso de que era um gestor e não um político.

Em meio aos burburinhos de que o governador de São Paulo não deve ser o único nome do PSDB para a disputa da presidência, Doria evitou falar sobre uma possível disputa interna com seu colega do Rio Grande do Sul, o governador Eduardo Leite.

Mas, deixou claro que defende as prévias como uma ferramenta democrática. “Temos de defender o princípio e não os nomes. O PSDB é um partido que lançou as prévias”, disse.

Em 2020, na capital paulista, ele prevê uma forte atuação do PT, liderada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para João Doria , um nome feminino seria “tecnicamente recomendável” para compor a chapa com o atual prefeito Bruno Covas. Ele já defendeu publicamente que a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) deveria ser candidato a vice.

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Dias após Paraisópolis, Eduardo Bolsonaro replica mensagem ironizando baile funk

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Renato Costa/FramePhoto/Agência O Globo

Eduardo Bolsonaro

Uma semana após a morte de nove jovens durante ação policial em baile funk de favela de Paraisópolis , em São Paulo, o deputado federal Eduardo Bolsonaro utilizou as redes sociais no sábado (7) para replicar uma mensagem que ironiza bailes funk e os “lacradores de plantão”.

A fala reproduzida por Eduardo no perfil dele no Twitter critica o Estatuto da Criança e do Adolescente e fala “Se você permitir que seu filho trabalhe, vai ser enquadrado pelo ECA. Mas se deixar ele ir no baile funk, vai poder cingar a polícia e culpá-la pelas mazelas da sua vida enquanto é defendida por lacradores de plantão”.

Essa é a primeira vez na qual Eduardo Bolsonaro faz menção oficial sobre as mortes em Paraisópolis nas redes sociais. No dia seguinte à ação policial que matou nove jovens, o pai dele, Jair Bolsonaro, se manifestou rapidamente sobre o caso afirmando que “lamenta a morte dos inocentes”.

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Das nove vítimas em Paraisópolis , oito eram homens e uma era mulher. Eles tinham entre 14 e 23 anos e morreram após tumulto durante ação policial dentro da multidão de cinco mil pessoas.

Uma comissão externa de investigação foi criada para analisar a conduta das dezenas de policiais militares presentes na ação. Até o momento, seis estão afastados das ruas e incongruências entre relatos de moradores e PMs ainda não dão versão clara do que aconteceu no local.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Com quase um ano de governo, Bolsonaro dá mostras de que continua em campanha

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IstoÉ

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Marcos Corrêa/PR

Com quase um ano de governo, Bolsonaro dá mostras de que continua em campanha

O fundamentalismo radical da esquadra bolsonarista está posto. O presidente não enxerga outro método. Não concebe nenhuma ponte de entendimento. Difama, calunia, mente e persegue sem limites. Que chefe da Nação é esse? Como é possível anuir ao festival de aberrações que ele professa. A mentira é sua arma mais corriqueira. Usa dela em quase todas as circunstâncias, a fim de provocar ondas de fúria contra seus supostos adversários. Devia ter vergonha na cara. Não tem. Nem se constrange. Sem provas, sem qualquer amparo em fatos e sem respeito à liturgia do cargo que ocupa, o mandatário parte a acusações.

Até o ator americano e ambientalista Leonardo Di Caprio foi alvo recente de sua ira irônica, apontado por ele como financiador de ONGs incendiárias . Nos seus termos, “Di Caprio é um cara legal, não é? Dando dinheiro para tocar fogo na Amazônia”. Seguem-se gargalhadas a afirmação. A galhofa disfarça o petardo. O efeito é reverberado nas redes, ambiente perfeito para a disseminação da fake news .

Sem consequências ou freio. Nem Di Caprio, nem as tais ONGs estavam metidos no crime. Mas a versão serve a tumultuar a cena. Como ardil pusilânime, o presidente inicia qualquer ofensiva do tipo na base das suposições. Insinua para depois verter a hipótese em verdade. Na sua verdade! Na prática, uma mera versão ideológica da realidade. No mundo dos seguidores fanáticos dá certo. E as consequências, muitas vezes, são graves.

Contra os brigadistas de Alter do Chão , no interior do Pará, por exemplo, o enredo foi turbinado pelas aleivosias irresponsáveis de Bolsonaro. No programa ao vivo, que realiza semanalmente nas redes digitais, difamou: “estava circulando uma foto dos quatro ongueiros, vi agora há pouco aqui, parece que é verdadeiro, não tenho certeza, né, os caras vivendo em uma luxúria de fazer inveja para qualquer trilionário que anda pelo mundo. Ganhando a vida como? Tacando fogo na Amazônia”.

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É o presidente da República dizendo isso! Ele age como deputado lambe-botas do baixo clero que sempre foi. Não se dá conta do papel assumido no Planalto e dos limites republicanos. As ilações contra os brigadistas não paravam de pé. Mesmo assim, eles foram presos . Submetidos à humilhação, cabelo raspado, algemas e exibição pública, na condição de malfeitores. Pais de família, com vergonha do que os filhos poderiam pensar deles naquela circunstância. Deu-se a rebordosa, nada havia contra eles. Foram soltos .

A mácula na reputação ninguém tira. A milícia digital , atiçada, seguiu escrachando. Quem paga a injustiça lançada ao quarteto? Bolsonaro não cogita nem pedir desculpa. Causa espanto que ainda não tenha sido processado por nenhuma dessas disparidades. Dias depois, as áreas de queimadas na região apareceram cercadas de arame com placas de “vende-se”. Grileiros repetidamente tomam terras para faturar em cima.

Lá e alhures. Contra eles, nenhuma denúncia lançada. Seja formal ou informal. Bolsonaro apoia, abertamente, ruralistas e as suas causas. Quer agora permitir o comércio de toras cortadas das florestas (preservação que vá para as calendas). Abomina os direitos adquiridos de grupos sociais. Os indígenas são seu alvo preferido. Bolsonaro simplesmente não consegue aceitar que eles sejam donos por direito de enormes parcelas do território nacional.

Mas está na Constituição. O que fazer? A violência, na base da imposição na marra, é uma alternativa não descartada. Bolsonaro prega o porte de arma de ruralistas , tripudia líderes indígenas como Raoni e vai, enquanto isso, elevando a pressão ao máximo.  Acaba de ser denunciado no Tribunal de Haia por crimes contra a humanidade. Justamente por menosprezar e atacar a causa indígena.

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Bolsonaro não dá mostras de recuar, dá de ombros. Insiste nas mensagens truncadas em redes sociais como tática de conspiração. Uma tática não fundamentada, lançando tiros na base da roleta giratória. Elege “inimigos” virtuais ou os saca das circunstâncias para fazer valer seus objetivos ignóbeis e manter acesa a chama da fúria sociopata. Mesmo os mais próximos assessores estão contaminados.

Na Fundação Palmares, um negro no comando nega o racismo , fala dos benefícios da escravidão e afronta o que chama de “negrada militante”. Um “capitão do mato”, nas palavras do próprio irmão. A ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, que já colocou Jesus subindo numa goiabeira, fala agora em pote de sangue que levará a Nação a ser destruída por feitiçaria e sacrifícios.

A youtuber índia Ysani Kalapalo, mais nova aliada das pretensões bolsonaristas, diz, para o deleite do chefe Messias, que “índios esquerdistas fazem baderna em Brasília”. O presidente da Funarte alega que o rock ativa as drogas, o sexo e a indústria do aborto e acusa os Beatles de serem comunistas. É o império da ignorância em vigor. Em todos os sentidos. Do conhecimento e do uso da força bruta onde necessária. A fórmula explosiva do capitão reformado, que se alastra como praga aparelhando o Estado, não recorre apenas ao conservadorismo moralista.

Apela ao populismo autoritário. Empurra o País à insensatez. Um presidente dado a digressões tão infames precisa ser contido pelos poderes constituídos. Antes que seja tarde. 

Fonte: IG Política
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