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Como fazer traduções com a câmera do celular usando o Google Tradutor

Publicado

Olhar Digital

O Google Tradutor é um dos serviços mais utilizado para fazer a traduções de páginas e textos devido a sua praticidade e quantidade de idiomas suportados. Por sua vez, quem utiliza um smartphone, até pode acessar a sua versão web, mas a verdade é que seu aplicativo dedicado possui recursos exclusivos bem interessantes e que valem a pena.

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shutterstock
Google Tradutor já pode ser usado a partir da câmera do celular; veja passo a passo


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Um deles, por exemplo, fica por conta do tradutor por imagem usando a câmera do celular é possível  fazer a tradução, em tempo real, de um artigo ou demais itens visualizados com ela. A seguir, veja como fazer a tradução em tempo real com a câmera de seu celular usando o Google Translate .

Importante

Durante esta semana, o Google anunciou que a tradução em tempo real usando a câmera do aparelho poderá ser feita em diversos idiomas. Entretanto, até o momento da publicação desta matéria, apenas a tradução do inglês para o português e vice-versa estava disponível.

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Como usar a câmera do celular para traduções com o Google Translate

O método de utilizar a câmera para realizar traduções é bem simples de ser executado, mas é preciso fazer o download de alguns pacotes de idiomas para que ele funcione melhor. Confira:

1. Acesse a Google Play ou a App Store e realize o download da última versão do Google Tradutor;

2. Ao abri-lo pela primeira vez, ele lhe oferecerá o download do pacote de idiomas Inglês. Assim, marque a opção “Traduzir off-line” e toque em “Concluído”;

Passo a passo para usar o Google Tradutor com a câmera do celular arrow-options
Reprodução
Passo a passo para usar o Google Tradutor com a câmera do celular

3. Quando o download for finalizado, selecione a opção “Câmera” e conceda a permissão para o aplicativo ter acesso a ela;

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Passo a passo para usar o Google Tradutor com a câmera do celular

4. Agora, toque no ícone de um “olho” na parte inferior da tela e aponte para onde deseja traduzir.

Passo a passo para usar o Google Tradutor com a câmera do celular arrow-options
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Passo a passo para usar o Google Tradutor com a câmera do celular

Além de fazer a tradução com a câmera do aparelho, o Google Tradutor também é capaz de traduzir a partir de fotos, o que é ideal caso você tenha tirado a foto de um documento, página de um livro ou outro item. Para isto, basta seguir os mesmos passos acima, só que com a câmera aberta, selecionar o ícone de “imagem”, conforme mostra a imagem abaixo.

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Reprodução
Passo a passo para usar o Google Tradutor com a câmera do celular

Para fazer a tradução de algum artigo que este em outro idioma não sendo o português ou inglês, é necessário sempre escolher o idioma antes de usar a opção “Câmera”. E, também, é necessário fazer o download do pacote do idioma a ser traduzido. Na imagem abaixo, você confere como fazer este processo e onde configurar o idioma a ser traduzido antes de usar a câmera, lembrando que, você terá que traduzir do idioma original para o inglês ou vice-versa.

Passo a passo para usar o Google Tradutor com a câmera do celular arrow-options
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Pronto! Agora, você já sabe como usar o Google Tradutor para realizar traduções usando a câmera de seu aparelho. O Google ainda não divulgou uma data oficial de quando mais idiomas estarão disponíveis para serem traduzidos diretamente para o português usando a câmera do celular. 

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Fonte: IG Tecnologia
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Google Maps passa a mostrar pontos de aluguel de bicicletas

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Olhar Digital

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Divulgação/Yellow
Bicicleta elétrica da Yellow


O Google Maps é um dos recursos mais utilizados para auxiliar na gestão de caminhos e alternativas para se chegar a algum local. Pensando nisso, o Google  está integrando ao Maps uma outra opção para que os usuários se locomovam: o aplicativo vai mostrar a localização em tempo real de estações de compartilhamento de bicicletas.

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A novidade está chegando aos poucos em 24 cidades do mundo. São Paulo e Rio de Janeiro estão inclusos na rota de implementação da funcionalidade. Algumas pessoas começam a receber a modificação em seus aplicativos do Maps a partir desta quarta-feira (17).

Além de identificar onde se localiza cada uma das estações de aluguel de bicicletas da região, a função mostra a quantidade de bicicletas disponível em cada uma delas. Também é possível descobrir se há um espaço vazio onde a bicicleta poderá será deixada em uma estação perto do seu destino.

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A função está sendo disponibilizada tanto no app para smartphones Android e iOS quanto na versão web. Para acessá-la, basta entrar no Google Maps , digitar “bike” e clicar em “Pesquisar”. Será mostrado uma lista de estações próximas e a quantidade de bicicletas disponíveis no momento.

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Essa mudança está se tornando possível graças a uma incorporação de um novo feed global de dados de compartilhamento de bicicletas diretamente no Google Maps. A iniciativa se originou de uma parceria do Google com a empresa Ito World.

As primeiras cidades a receber a função são: Barcelona, Berlim, Bruxelas, Budapeste, Chicago, Dublin, Hamburgo, Helsinque, Kaohsiung, Londres, Los Angeles, Lyon, Madri, Cidade do México, Montreal, Nova cidade de Taipei, Nova York, Rio de Janeiro, área da Baía de São Francisco, São Paulo, Toronto, Viena, Varsóvia e Zurique.

E aí, você já testou a novidade? 

Fonte: IG Tecnologia
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Fim da “chuva de likes”? Instagram passa a ocultar total de curtidas no Brasil

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Olhar Digital

O Instagram começa, a partir de hoje, um novo teste no Brasil que vai “esconder” o número total de curtidas nas fotos e visualizações nos vídeos publicados na rede social. Segundo levantamento do site Statista, com 66 milhões de usuários, o Brasil é o segundo país com mais pessoas ativas na plataforma em todo o mundo – atrás apenas dos Estados Unidos, que tem 110 milhões de usuários.

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Segundo a própria equipe do Instagram , o objetivo do teste é fazer com que os usuários passem a se concentrar mais no conteúdo, ou seja, na fotos e vídeos, e menos nos números.

A ideia é fazer com que as pessoas não vivam esse espírito de competição dentro da plataforma. Com isso, a expectativa do Instagram é entender se uma mudança desse tipo pode ajudar as pessoas a focar menos nas curtidas e mais em contar suas verdadeiras histórias.

Reprodução

Durante esse primeiro período de testes – que ainda não foi oficialmente divulgado – somente o proprietário do perfil poderá ver o total de curtidas em suas publicações, mas esse número não aparecerá para as demais pessoas.

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A ação é uma extensão do teste iniciado, em maio, no Canadá; o qual o Instagram se pronunciou muito animado com os resultados iniciais. De qualquer forma, eles ainda sabem que é preciso tempo e estudos mais profundos para entender como isso afeta a experiência do usuário na plataforma.

Fonte: IG Tecnologia
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Faceapp: aplicativo da moda pode roubar dados que você não imaginava

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Instagram/Reprodução
Famosos, impulsionados por onda da internet, aderiram às brincadeiras

A não ser que você estivesse isolado e sem energia em uma caverna ou no meio do nada sem nenhum sinal de celular, você deve ter visto na internet uma infinidade de “rostos velhos”, resultados da brincadeira proposta pelo aplicativo Faceapp, que através de filtros aplicado em fotos consegue envelhecer, maquiar e mudar diversos aspectos faciais de quem usa o app.

Apesar da brincadeira aparentemente inocente de brincar com fotografias, o aplicativo desenvolvido pela empresa russa Wireless App é capaz de recolher diversos dados de seu celular que não são óbvios em um primeiro momento.

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Ao aceitar os termos e condições do aplicativo, o usuário não libera apenas a utilização da fotografia, mas também rastros de sua atividade na web, informações do aparelho, seu IP e metadados.

“Usamos ferramentas de análise de terceiros para nos ajudar a medir o tráfego e as tendências de uso do serviço. Estas ferramentas reúnem informação enviada pelo seu dispositivo ou pelo nosso serviço, incluindo as páginas web que visita, add-ons, e outra informação que nos ajude a melhorar o serviço. Reunimos e usamos esta informação analítica juntamente com informação analítica de outros utilizadores, para que não possa ser usada para identificar qualquer utilizador individual em particular”, diz a política de privacidade do aplicativo .

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O texto também que explica que o Faceapp não irá alugar ou vender nenhuma informação para terceiros, e que estas só serão usadas pelas empresas que fazem parte do grupo da Wireless Lab. O problema é que a empresa russa é de difícil acesso, e não na internet nenhuma informação sobre outras companhias do grupo. Nem mesmo na Wikipedia há mais detalhes sobre o grupo por trás do Faceapp.

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É importante notar que apesar do alto número de informações coletados pelo app, elas não são muito diferentes daqueles coletados pelo Facebook, porém diante do massivo volume de informação enviado para o Faceapp nos últimos dias (é atualmente o aplicativo mais baixado no Google Play e App Store da Apple), é útil mostrar a facilidade que empresas de tecnologia tem hoje de obter nossos dados sem ao menos nos darmos conta.

Quero privacidade de dados. O que fazer?

A questão de privacidade de dados é um problema latente no mundo, e ainda não foi encontrada uma solução mundial para garantir a usuários que suas informações não serão vendidas e utilizadas de maneira errada. Porém o Brasil tem vantagem no assunto graças a Lei Geral de Proteção de Dados , aprovada em 2018 (mas que só entrará em vigor em 2020), que garante ao usuários o controle de suas informações coletadas em território brasileiro.

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“Quando a lei entrar em vigor, os controladores precisarão solicitar por explícito a autorização de uso dos dados pessoais e não poderão usar para outros fins, diferentes daqueles que foram autorizados a trabalhar. Outro ponto importante é a possibilidade do titular revogar o uso de seus dados e solicitar ser esquecido. Isso significa que o controlador da ferramenta tem a obrigação de apagar os dados fisicamente,” explica Diego Nogare, Chief Data Officer da Lambda.

Ele também explica que os termos para uso de dados precisarão ser claros e diretos segundo a LGPD a fim de deixar claro para os consumidor para onde vai suas informações. Além disso, a lei garante ao usuário que ele possa pedir um relatório detalhado de onde e como seus dados foram usados pela empresa. Em caso de infração, a LGPD pode aplicar multa de até 2% do faturamento, podendo chegar a até US$ 50 milhões.

Fonte: IG Tecnologia
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