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Deputada norte-americana é processada por bloquear seguidores no Twitter

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Reprodução/Flickr

Deputada Alexandria Ocasio-Cortez

A deputada norte-americana Alexandria Ocasio-Cortez, que em seu primeiro mandato na Câmara dos Estados Unidos se tornou a estrela da ala esquerda do Partido Democrata, está sendo processada por ter bloqueado seguidores no Twitter.

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As ações contra a deputada foram motivadas pela decisão de um tribunal federal que determinou, já em segunda instância, que Donald Trump violou a Constituição americana ao bloquear pessoas que o criticam nas redes sociais.”Trump não pode bloquear as pessoas, será que a lei será aplicada igualmente?”, tuitou Joseph Saladino, youtuber e candidato ao Senado que está movendo um dos processos.

Em comunicado, o homem disse que está processando a deputada, conhecida pela sigla AOC , porque o “frágil sistema de ideiais e representação vai quebrar” se um debate “forte” e “vigoroso” não puder ser mantido entre os partidos: “Por mais que ela não esteja em uma posição de poder, ela é a voz de uma geração de eleitores democratas e maior do que vários candidatos presidenciais”, disse.

O ex-deputado estadual de Nova York pelo Partido Democrata, Dov Hikind , está movendo uma ação separada em que acusa a parlamentar de ter bloqueado seu perfil no Twitter em represália a mensagens que a criticavam e iam contra seus ideiais políticos. De acordo com os autos, Hikind é um grande defensor “dos valores judeus e de Israel” e o bloqueio restringiria sua participação no “fórum público”.

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“Em um esforço para reprimir pontos de vista contrários, a ré excluiu usuários que criticaram AOC e suas posições como deputada por meio de ‘bloqueios’. Esta prática é inconstitucional e deve acabar”, escreveu Hikind.

Ocasio-Cortez , de 27 anos, tem 4.700.000 seguidores no Twitter. Eleita no ano passado por um distrito de Nova York, ela derrotou Joseph Crowley, político democrata tradicional que concorria com fundos dez vezes maiores do que os dela. A deputada pertence ao grupo Socialistas Democratas da América e defende pautas relacionadas aos direitos dos imigrantes, direitos humanos e igualdade de gênero.

Bloqueios violam Primeira Emenda

As ações contra  Ocasio-Cortez  foram motivadas pela sentença proferida contra Trump na terça-feira, em que três juízes de um tribunal federal de apelações decidiram unanimemente que, uma vez que o presidente usa o Twitter para anunciar decisões relacionadas ao governo, ele não pode impedir cidadãos americanos de terem acesso às suas mensagens nem tampouco de responderem a elas, mesmo se de forma crítica ou jocosa.

Como demonstrado pelos processos movidos contra Ocasio-Cortez, a decisão que diz respeito ao presidente poderá ter implicações mais amplas sobre como a Primeira Emenda da Constituição americana, que versa sobre a liberdade de expressão, se aplica às redes sociais.

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A emenda permite proibir uma autoridade que usa uma rede social para tratar de assuntos de governo de excluir pessoas e inviabilizar “um diálogo on-line aberto”, mesmo se disserem coisas das quais a autoridade discorda, diz a decisão do juiz Barrington D. Parker. Ele acrescentou que a conduta do governo e de seus funcionários está sujeita hoje a um “debate amplo e robusto” que “gera um nível de paixão e de intensidade que raramente foram vistos antes”.

A questão também está em pauta no Brasil, onde diversos membros do governo e da família Bolsonaro, incluindo o próprio presidente, utilizam as redes sociais como plataformas políticas, mas recorrem com frequência aos bloqueios contra aqueles que os criticam.

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“Não só o presidente anunciou nomeações no Twitter, como ministros também informam políticas públicas e comentam a própria atuação em redes sociais”, disse Carlos Affonso Souza, do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS). “Se a autoridade usa uma rede social para tratar de funções tipicamente públicas, mesmo se a conta também tiver comentários de natureza privada, ela pode ser declarada de interesse público”.

Fonte: IG Nacional
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Ladrão beija idosa e recusa dinheiro dela durante assalto; assista

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Câmeras de Segurança/Reprodução

Idosa ganhou beijo de suspeito enquanto loja era assaltada

Câmeras de segurança de um mercado na cidade de Amarante, no Piauí, flagraram o momento no qual dois suspeitos roubam o local no fim de um expediente.

Pelas imagens, é possível observar que uma idosa , a única cliente presente no local, tenta entregar os pertences dela enquanto os suspeitos revistam o dono do estabelecimento. Nesse momento, o rapaz que roubava a loja dá um beijo na testa dela.

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Toda a investida durou pouco mais de um minuto e os suspeito, que estavam de capacete, fugiram do local. Um policial à paisana chegou a perseguir os dois rapazes, mas não conseguiu prendê-los.

O dono do mercadinho acionou a polícia militar e ainda vai prestar boletim de ocorrência. Não há informações sobre quanto dinheiro foi levado.



Fonte: IG Nacional
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Novo vídeo mostra prédio caindo sobre pessoas em Fortaleza

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Svm / Reprodução

Câmeras flagraram queda do edifício em Fortaleza

Mais um vídeo mostrando a queda do edifício Andreia, em Fortaleza, foi divulgado na manhã desta quarta-feira (16). Nas imagens, gravadas por um câmeras de segurança de uma galeria localizada na frente do prédio e divulgadas pela empresa SWM, é possível ver a edificação caindo sobre pelo menos três pessoas.

O segurança de uma loja vizinha, que aproveitava a sombra de uma árvore apoiado no muro do local, consegue correr e se salvar. Em pouco mais de 10 segundos o prédio vai ao chão e a poeira toma conta da imagem.

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Até o momento, um corpo foi resgatado e outro foi encontrado sem vida dentro dos escombros e em área de difícil acesso aos bombeiros. Nove pessoas e um cachorro já foram resgatadas do local com vida e outras nove continuam desaparecidas sob os escombros após serem “reclamadas” pelas famílias.

Confira, abaixo, o momento da queda:

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Fonte: IG Nacional
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Comando Vermelho corta cabos de operadoras e impõe sua própria internet no Rio

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São Gonçalo, Rio de janeiro

“Sabemos que você está sem conexão desde o dia 28 de agosto. Isso ocorreu devido a um ato de vandalismo que danificou a caixa que distribui a internet até sua casa. Infelizmente, por impossibilidade de acesso ao local, para realizar a manutenção da caixa, não será possível seguir com o seu serviço. Lamentamos profundamente o ocorrido”.

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Esse é um trecho da mensagem enviada pela TIM, que está suspendendo o serviço de internet em alguns bairros de São Gonçalo, como Salgueiro, Boaçu, Patronato, Paraíso, Gradim, Porto da Pedra e adjacências. O motivo? Segundo moradores, traficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho ( CV ) estariam obrigando a população a aderir a uma ‘internet’ gerenciada pelos bandidos. A ação está prejudicando cerca de 110 mil pessoas, coagidas a aceitar o serviço ilegal.  

“O pagamento é feito em dinheiro e vai direto para eles (traficantes). Estão dominando tudo aqui na região, não deixam mais as empresas trabalharem nos bairros. Infelizmente é essa a realidade que vivemos em São Gonçalo”, reclama um morador do Gradim.

Os pacotes de internet oferecidos pela organização variam em velocidade e preço. Além de cartazes espalhados pelas ruas, funcionários da ‘empresa’ fazem o serviço boca a boca, indo nas portas das casas entregando panfletos.

De acordo com moradores, as pessoas flagradas cortando os fios e destruindo as caixas de internet são as mesmas que oferecem a prestação de serviço logo depois.

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Em nota, a TIM respondeu que “no dia 22/08 seus serviços de ultrabanda larga fixa foram interrompidos devido a um ato de vandalismo” e que “técnicos da operadora tentaram, por diversas vezes, efetuar o reparo, mas não foi possível acessar o local”.

Já a Oi informou que “questões de segurança pública que possam afetar a prestação dos serviços da companhia são comunicadas às autoridades para que as devidas providencias sejam tomadas”.

Bandidos buscam novos lucros

A região que divide os bairros Paraíso, Porto da Madama, Mangueira, Porto da Pedra, Porto Novo, Porto Velho, Patronato e Gradim é cercada pelo tráfico de drogas. Assim como o Salgueiro e o Boaçu, as favelas estão sob o domínio da maior facção criminosa do estado. As duas principais rendas são a venda de drogas e roubos de cargas. 

Por conta das constantes ações policiais, há tempos o tráfico vem buscando outros ramos de atuação para faturar, como venda de gás e exploração de internet ilegal. Um capitão da PM, que atuava pelo Batalhão de São Gonçalo, diz que “o tráfico já vem fazendo isso há um bom tempo, em São Gonçalo. Está tirando a internet dos bairros e obrigando os moradores a usar apenas a internet ilegal, que é oferecida pelos bandidos. Isso acontece há tempos. Na época, a gente fiscalizava os locais que eram denunciados e apreendia os materiais.”

Dois inquéritos investigam a atuação da quadrilha nos bairros

Fontes da Polícia Civil revelam que, há pelo menos quatro meses, dois inquéritos que correm em sigilo estão abertos na 72ª DP (Mutuá) para investigar empresas que atuam nos bairros do Salgueiro e Boaçu. “As pessoas envolvidas com essas empresas já foram intimadas a depor”, diz a fonte. 

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Já o atual comandante do 7º BPM (São Gonçalo), tenente-coronel Gilmar Tramontini da Silva, disse não haver denúncias contra empresas de internet que, supostamente, financiam o tráfico de drogas, desde a sua chegada ao batalhão, em julho deste ano. 

O Ministério Público do Estado informou que as denúncias podem ser feitas, de forma sigilosa ao órgão. De acordo com o MP, as vítimas devem recorrer ao órgão de segurança mais próximo de suas residências.Na prática, há certas ações que podem ser feitas pelos clientes.

A advogada Ingrid Almeida, especialista em Direito do Consumidor, explica como agir para buscar seus direitos com as operadoras: É importante que os clientes registrem uma reclamação junto às operadoras responsáveis. 

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O próximo passo é buscar uma solução diretamente com a Anatel. Isso porque, atualmente, a internet já pode ser considerada um serviço essencial. Uma outra opção é entrar com ação na Justiça. Em alguns estados, é possível encontrar ações civis públicas com o objetivo de garantir o acesso aos serviços. Nesses casos, a tese defendida aborda o princípio da universalização, pois não é razoável que, em uma determinada localidade, alguns moradores sejam atendidos e outros não.

Fonte: IG Nacional
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