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Economia

Dólar passa de R$ 4 após governo admitir recuo na projeção do PIB

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Notas de dólar
Reprodução

Dólar atingiu a maior cotação desde o dia 1º de janeiro, quando Bolsonaro assumiu a presidência


Um dia após o governo reconhecer que o crescimento da economia brasileira neste ano será menor que o previsto, o dólar começou o dia operando em alta nesta quarta-feira (15).

Às 10h, a moeda americana subia 0,87%, cotada a R$ 4,0106. Mais cedo, o dólar chegou a valer R$ 4,0213, registrando a maior cotação desde que Jair Bolsonaro (PSL) assumiu a presidência da República.

Nesta-terça feira (14), o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o governo estava revisando as projeções de alta do PIB (Produto Interno Bruto) para este ano, recuando de mais de 2% para 1,5%. 

No ano passado, quando o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB) enviou o Orçamento de 2019 ao Congresso Nacional, a projeção era de crescimento de 2,5%. Em março, já sob o comando da gestão de Jair Bolsonaro (PSL), a alta do PIB de 2019 havia sido revisada para 2,2%, chegando a 1,5% neste mês.

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“Vocês vão ver que o crescimento, que era de 2% quando eles fizeram as primeiras simulações, já caiu para 1,5%. Quando cai para 1,5%, as receitas são menores ainda, e aí já começam os planejamentos de contingenciamentos de verbas. “, afirmou o ministro.

Guedes disse, ainda, que a situação da economia brasileira chegou “ao fundo do poço” e que será necessária ajuda do Congresso Nacional para haver alguma evolução.

A tensão entre Estados Unidos e China , que discutem aumento nas tarifas sobre produtos e abalam a trégua na guerra comercial, também preocupa investidores, causando reflexos na cotação do dólar .

Fonte: IG Economia
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Economia

Reformas são importantes para a estabilidade, defende ex-presidente do BC

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Arminio Fraga
Agência Brasil

Ex-presidente do Banco Central, Arminio Fraga defende a aprovação das reformas


O ex-presidente do Banco Central (BC) Arminio Fraga defendeu a importância das reformas para a estabilidade econômica do país. Na avaliação do economista, algumas projeções a respeito de estabilidade das contas públicas já tomam como certas a aprovação de pautas econômicas. 

Leia também: Brasileiros apoiam reforma da Previdência, mas são contra idade mínima proposta

“O que existe sobre estabilidade financeira embutida nos preços do mercado, ao meu ver, já leva em conta algumas reformas “, avaliou Fraga, durante o XXI Seminário de Metas da Inflação no BC do Rio.

Entre as reformas, ele destacou a Previdência , a tributária e uma eventual reforma do Estado. Na avaliação de Fraga, o tripé macroeconômico também se mantém por causa das expectativas com a aprovação dessas pautas.

Leia também: Lobby contra a Previdência está em Brasília, não no resto do Brasil, diz Guedes

O ex-presidente do BC está otimista em relação a aprovação da reforma da Previdência.

“Me da esperança ver o Congresso encarando a responsabilidade, se comprometendo com a meta de R$ 1 trilhão em dez anos”, diz.

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Além disso, ele relembrou que os mecanismos para estragar o curso das medidas para melhorar a situação financeira do país são conhecidas e que o Brasil foi destruído recentemente.

Leia também: Tributar grandes fortunas geraria um imposto “burro”, diz secretário

“A “tecnologia” para estragar as coisas é conhecida: populismo, ignorância de ideias e propostas estapafúrdias sempre buscando algum tipo de atalho”, frisou reafirmando a necessidade de reformas para o Brasil caminhar.

Fonte: IG Economia
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Economia

Reformas são importantes para a estabilidade, defende ex-presidente do BC

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Arminio Fraga
Agência Brasil

Ex-presidente do Banco Central, Arminio Fraga defende a aprovação das reformas


O ex-presidente do Banco Central (BC) Arminio Fraga defendeu a importância das reformas para a estabilidade econômica do país. Na avaliação do economista, algumas projeções a respeito de estabilidade das contas públicas já tomam como certas a aprovação de pautas econômicas. 

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“O que existe sobre estabilidade financeira embutida nos preços do mercado, ao meu ver, já leva em conta algumas reformas “, avaliou Fraga, durante o XXI Seminário de Metas da Inflação no BC do Rio.

Entre as reformas, ele destacou a Previdência , a tributária e uma eventual reforma do Estado. Na avaliação de Fraga, o tripé macroeconômico também se mantém por causa das expectativas com a aprovação dessas pautas.

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O ex-presidente do BC está otimista em relação a aprovação da reforma da Previdência.

“Me da esperança ver o Congresso encarando a responsabilidade, se comprometendo com a meta de R$ 1 trilhão em dez anos”, diz.

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Além disso, ele relembrou que os mecanismos para estragar o curso das medidas para melhorar a situação financeira do país são conhecidas e que o Brasil foi destruído recentemente.

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“A “tecnologia” para estragar as coisas é conhecida: populismo, ignorância de ideias e propostas estapafúrdias sempre buscando algum tipo de atalho”, frisou reafirmando a necessidade de reformas para o Brasil caminhar.

Fonte: IG Economia
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Economia

CCJ aprova admissibilidade da reforma tributária do centrão

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joão roma
Marcelo Camargo/Agência Brasil

A proposta acaba com três tributos federais (IPI, PIS e Cofins), com o ICMS, que é estadual, e com o ISS, municipal

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) a admissibilidade da reforma tributária apresentada por Baleia Rossi (MDB) e encabeçada por deputados do centrão.

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A proposta de reforma tributária acaba com três impostos federais (IPI, PIS e Cofins), com o ICMS, que é estadual, e com o ISS, municipal. Todos eles incidem sobre o consumo. No lugar deles, é criado o IBS (Imposto sobre Operações com Bens e Serviços), de competência de municípios, estados e União, além de um outro imposto, sobre bens e serviços específicos, este de competência apenas federal. O tempo de transição seria de dez anos.

O deputado João Roma (PRB) apresentou na semana passada parecer recomendando a aprovação da proposta na CCJ. No relatório, ele argumentou que a reforma apresentada não contraria a Constituição e segue critérios técnicos, ou seja, que ela deve ser admitida pela CCJ para ter a análise de seu conteúdo iniciada.

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O relator entendeu que os questionamentos à proposta seriam centrados na unificação de tributos, que poderia, segundo alguns entendimentos, contrariar a autonomia dos estados e municípios e ferir o pacto federativo. Mas como o IBS será composto por três alíquotas – federal, estadual e municipal – e os entes federados poderão fixar sua alíquota em valor diferente, Roma entendeu que não havia riscos para o pacto federativo .

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A reforma tributária será agora analisada por uma comissão especial criada com essa finalidade. Se aprovada, segue para análise do Plenário.

Fonte: IG Economia
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