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Encerramento do Circuito Aprosoja é marcado pela presença de autoridades e público recorde

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Fortalecimento Institucional

Encerramento do Circuito Aprosoja é marcado pela presença de autoridades e público recorde

Participação do público foi 47% superior a de 2018

11/06/2019

Com um público aproximado de 4 mil pessoas alcançadas, o 14º Circuito Aprosoja foi encerrado na noite desta segunda-feira (10.06). Nesta edição, o projeto teve início em abril e percorreu os 24 núcleos da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), distribuídos em quatro regiões, com o tema “Custo + Tributação = Agricultura em Risco”.

A participação do público foi 47% superior a de 2018, e somente no encerramento aproximadamente 800 pessoas estiveram presentes, no Cenarium Rural. O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antonio Galvan, reiterou durante a solenidade de abertura o compromisso da entidade com os produtores rurais.

“Essa diretoria foi eleita para defender os interesses daqueles que trabalham no campo, e é isto que estamos fazendo, seja alertando nossos governantes sobre os problemas causados pela tributação de commodities como o milho, seja apontando os entraves causados pela falta de investimento na infraestrutura. Precisamos fazer o uso do Fethab para aquilo que ele foi criado. Temos estradas como a MT-358 que são quase intransitáveis, e esse é um problema que se arrasta há anos, e o governo não faz nada para resolver, apesar das inúmeras reivindicações feitas por nós”, discursou o presidente.

Galvan disse ainda que a Aprosoja torce para que o Estado solucione seus problemas. “Queremos que os problemas do Estado se resolvam, torcemos por isso. Mas não será tributando o produtor que isso funcionará. Não é possível nosso governo fazer uma tributação, como esta sendo feito, e não reverter isso investimentos para a infraestrutura”.

Em seguida, o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Marcos da Rosa, ressaltou que a agropecuária é um dos poucos nichos da economia que trabalha a favor da balança comercial. Rosa asseverou que o interior se sente fragilizado com a criação de mais um Fethab, além da taxação do milho.

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“O produtor rural está fragilizado, os custos são altíssimos e os preços baixos; a tributação do milho é outro problema, e isso tem refletido na insatisfação de todos que produzem: não trouxemos aqui, nesta noite de segunda, mais de 1,5 mil produtores, à toa. A diretoria da Aprosoja está aqui representando os produtores, e quer mostrar um recado aos nossos governantes que não iremos mais tolerar carregar a economia nas costas”. Rosa encerrou citando uma das falas frequentes de Galvan: “Se for preciso, faremos outro manifesto. Infelizmente parece ser uma das poucas formas que nossos governantes nos entendem”.

Presente na solenidade, o presidente da Aprosoja Brasil, Bartolomeu Braz Pereira, afirmou que nunca foi tão caro produzir no país. “Os custos de produção são os maiores da história, e estou constantemente me contato com a ministra da Agricultura para monitorar as ações do governo federal e passar para eles a situação dos campos, que está cada vez mais difícil; e não será criando novos impostos que iremos dar solução aos problemas enfrentados pelo país”.

Os deputados federais Nelson Barbudo (PSL), José Medeiros (Pode) e Neri Geller (PP) falaram sobre o trabalho realizado pela bancada mato-grossense em relação às reformas propostas pelo governo federal. “Temos que trabalhar para aprovar as pautas propostas pelo Executivo, o presidente Bolsonaro tem apresentado reformas de extrema importância para a retomada do crescimento de nossa economia, como as reformas Tributária e da Previdência, e a aprovação destas pautas refletirá na melhoria de nossa economia”, disse Barbudo.

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Medeiros reforçou que é preciso aprovar as reformas do governo para tirar a economia brasileira da estagnação, enquanto Geller, líder da bancada de MT no Congresso Nacional, alertou para a necessidade de aprovação da reforma da Previdência como ela se apresenta, sob risco de não ser aprovada e a economia brasileira piorar.

CENÁRIO – O evento foi encerrado com a palestra “Cenário político e econômico: onde estamos e para onde vamos”, com o jornalista William Waack. Segundo o palestrante, o momento que o Brasil enfrenta é grave. “A crise política que vivemos hoje, o bombardeio de notícias, a velocidade com o qual um assunto suplanta outro, mostra que precisamos estar mais atentos às mudanças que se sucedem e que nos afetam diretamente, o Brasil enfrenta uma recessão gravíssima e precisamos entender isso”.

“Vou partir de uma análise dos fatores mais abrangentes, que nos ajudam a entender o momento político e econômico brasileiro atual, e sua interação com os acontecimentos do noticiário. Veja o vazamento dos áudios de Moro e Dallagnol: quais cenários temos a partir das transformações político eleitorais mais recentes? Qual impacto isso terá na figura do presidente Bolsonaro, que é uma figura forte, um presidente eleito democraticamente, e como isso vai interferir na nossa economia?”.

Segundo Waack, o horizonte que se abre é incerto, contudo, acredita que estamos em direção de dias melhores. “Já estamos no pior cenário, acredito, e quero acreditar, que daqui para frente tudo será melhor, que as reformas farão seu papel e que a economia brasileira voltará a crescer”, finalizou.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA
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CITROS/CEPEA: Clima quente favorece vendas e preços sobem

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Cepea, 20/9/2019 – O clima quente tem favorecido o mercado de mesa em São Paulo. Isso porque os preços têm subido, impulsionados pela maior demanda doméstica e pela redução da oferta de cítricos com qualidade (as frutas estão mais miúdas e murchas). Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a laranja pera registrou média de R$ 19,84/cx de 40,8 kg, na árvore, alta de 2,5% em relação à da semana passada. No mercado de lima ácida tahiti, a demanda também está aquecida e os preços, em alta. De acordo com colaboradores do Cepea, além da baixa oferta neste período de entressafra, as poucas frutas disponíveis estão ficando amareladas, devido ao clima quente em São Paulo. Assim, na média parcial do período, a tahiti foi negociada a R$ 64,57/cx de 27 kg, colhida, alta de 21,9% em relação à semana anterior. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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ESPECIAL/CEPEA: Pesquisadores do Cepea participam de debate na Câmara dos Deputados

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Cepea, 20/9/2019 – Nesta semana, os pesquisadores do Cepea Lucilio Alves e Mauro Osaki participaram da Comissão Geral na Câmara dos Deputados, Plenário Ulysses Guimarães. A Comissão se destinou a debater a utilização de agroquímicos, no âmbito de atualização da legislação Brasileira sobre agroquímicos. Os pesquisadores do Cepea apresentaram resultados de estudos que o Centro de Pesquisas realizou nos últimos anos, com foco em questões econômicas de uma possível restrição no uso de defensivos agrícolas. Confira abaixo os links com os discursos dos respectivos pesquisadores.

 

Lucilio Alves:

https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/57461?video=1568659015590 

 

Mauro Osaki:

https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/57461?video=1568658699250 

 

Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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FRANGO/CEPEA: Com baixa procura, cotações da carne recuam

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Cepea, 20/9/2019 – O enfraquecimento da demanda doméstica, típico em segunda quinzena de mês, tem pressionado os valores da carne de frango, especialmente os dos cortes comercializados no atacado da Grande São Paulo. Apenas em algumas praças do Sul do País é que as cotações do frango ainda se mantêm estáveis. No atacado da Grande São Paulo, o peito resfriado foi negociado a R$ 5,68/kg nessa quinta-feira, 19, queda de 4,8% frente à quinta-feira anterior, 12. A coxa/sobrecoxa resfriada se desvalorizou 1,3% no mesmo período, comercializada, em média, a R$ 5,21/kg. No Sul do País, os preços do frango inteiro resfriado e do congelado se mantiveram estáveis na região de Porto Alegre (RS), a R$ 5,19/kg e a R$ 5,16/kg, respectivamente, na quinta, 19. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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