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Ex-Casseta Claudio Manoel: “A gente se divertia batendo indiscriminadamente”

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No “Conversa com Bial” de quarta (15), Claudio Manoel relembrou o “Casseta & Planeta, Urgente!”. O humorístico tinha um viés de fazer piadas sobre a situação política do país nas décadas de 1990 e 2000, o que hoje em dia pode ofender um dos lados, segundo o entrevistado.

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Claudio Manoel no
Reprodução/Globo

Claudio Manoel foi entrevistado por Pedro Bial


“A gente se divertia batendo indiscriminadamente. Hoje é tudo muito maior. Se fizer uma piada boa sacaneando o Bolsonaro, a galera dele não acha graça, não tem jeito. E se faz do PT, quem é PT também não acha. A piada passou a doer muito mais. Não que a piada fosse neutra, isenta, mas parece que ela hoje machuca muito. Todo mundo já vem defendido”, disse Claudio Manoel .

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Para o humorista , “esquerda” e “direita” sempre tiveram algum em comum. “A gente sempre teve essa intuição, que os extremos se encontram. A devoção, a adoração pelo líder messiânico, pelo pai do povo é igual, os dois lados têm. No nosso canal no Youtube, a gente sente isso mais evidente”, contou ele, que também preferiu rejeitar o rótulo de politicamente correto.

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O humorista acredita que todas as discussões são válidas, desde que se deixe de lado a pretensão de uma época julgar a outra. “Não me lembro de um dia a gente fazer uma reunião pensando ‘está faltando uma piada politicamente incorreta’ A gente fazia piada”.

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Por fim, Claudio Manoel disse um dos motivos de ” Casseta & Planeta, Urgente !” não estar no ar há algum tempo. “A gente fazia a piada na véspera, hoje as pessoas fazem no minuto, está no celular. A TV entrou na linha de produção de temporada e perdeu a quentura, que está na internet. Não é uma crítica, é um caminho”.

Fonte: IG Gente
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Mentor da Vaza Jato, Glenn Greenwald recebe prêmio de jornalismo no Brasil

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Foi anunciada na última quarta-feira (21) que Glenn Greenwald, jornalista do The Intercept Brasil , reberá o Prêmio Especial Vladimir Herzog neste ano. A honraria chega após o jornalista divulgar diálogos entre os procuradores da Lava Jato com Sergio Moro, atual ministro da Justiça que à época era o Juiz responsável pela maior investigação contra corrupção do País.

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Glenn Greenwald arrow-options
Divulgação

Glenn Greenwald


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Apelidada de Vaza Jato por internautas, os diálogos de Glenn Greenwald resultaram em uma alta repercussão na imprensa e na abertura de um inquérito para contestar a veracidade das mensagens de Sergio Moro que, se dadas como verdadeiras, mostrariam que o Juiz responsável pela Lava Jato estava agindo de maneira irregular. Conduta essa antiética.

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Além de Glenn Grennwald também será homenageada no Prêmio Vladimir Herzog de jornalismo, que acontece no dia 24 de outubro, Patrícia Campos Mello, da Folha .

Fonte: IG Gente
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Organizadores de mostra veem censura em exclusão de filmes anti-Bolsonaro

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Após serem comunicados de que três filmes da Mostra do Filme Marginal seriam retirados da programação no Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), no Rio de Janeiro, os organizadores do evento resolveram cancelar o evento na instituição. Ele será mantido no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.

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Cena do curta-metragem arrow-options
Reprodução/FestTaguá

Cena do curta-metragem “Mente Aberta”

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Conforme antecipado pela coluna de Ancelmo Gois, os três filmes censurados são “Mente aberta”, “Rebento” e “Nosso sagrado”. Nos dois primeiros, há referências ao presidente Jair Bolsonaro.

“Mente aberta”, de Getúlio Ribeiro, cineasta de Nova Iguaçu, trata de “um sujeito que se autodenomina um ‘cidadão de bem’, tem uma relação opressora com a família e tenta nos convencer de que é a vitima”.

Nele, Getúlio usa três declarações do Jair Bolsonaro  , não editadas, e de diferente momentos da carreira dele. “Não existe homofobia no Brasil”, “Nenhum pai gostaria de chegar em casa e ver seu filho brincando de boneca” e “eu sou a favor da tortura, você sabe disso. E o povo brasileiro também”.

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O filme foi aprovado na mostra, mas na terça-feira (20) o diretor foi convocado para uma reunião no CCJF, em que a exclusão foi comunicada.

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“Após o envio da programação, a instituição nos comunicou sobre a impossibilidade de exibição de três filmes selecionados. Não concordamos com o entendimento da instituição e nos posicionamos contrário a postura da mesma”, explicaram os organizadores da mostra em comunicado, acrescentando que viram a decisão como censura.

“O filme já passou em outros festivais e isso nunca aconteceu comigo. Vi coisa muito mais radical que não foi censurada. É um filme de oito minutos, que passaria, a galera ia ver e ficaria por isso”. Os diretores dos outros curtas preferiram não se manifestar.

Procurado, o Centro Cultural da Justiça Federal respondeu com um comunicado em que diz que “a restrição das temáticas propostas ao CCJF dá-se estritamente pelo dever constitucional de imparcialidade a que está submetido o Poder Judiciário Federal”.

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O comunicado diz ainda: “O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) tem, dentre seus critérios estabelecidos para sediar eventos culturais e artísticos, o de não promover produções de cunho corporativo, religioso ou político-partidário, independentemente de que pessoa, instituição ou conceito ideológico esteja sendo defendido ou criticado.”

Fonte: IG Gente
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José Paulo Martins assume Secretaria Especial de Cultura

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Experiente, técnico e mediador em momentos de crise. É assim que profissionais da área da culltura descrevem o atual secretário de fomento e incentivo à Cultura, José Paulo Martins, que assumirá a secretaria especial de Cultura após a demissão de Henrique Pires, conforme adiantou Ancelmo Gois. Ele assume o cargo em meio à crise na pasta deflagrada pelo Governo Bolsonaro que suspender um edital para TVs públicas por conter obras LGBTs.

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José Paulo Martins arrow-options
Reprodução/Facebook

José Paulo Martins


De perfil discreto, José Paulo Martins já atuou em áreas de gestão do setor cultural e tem trânsito e diálogo com entidades e profissionais da indústria da cultura. Segundo pessoas próximas ao secretário ouvidas pelo GLOBO , Martins já serviu de anteparo em outras crises na relação do setor com o Governo.

Currículo variado

Após décadas na iniciativa privada, José Paulo Soares Martins migrou para a administração pública em 2016, quando foi convidado pelo então ministro da Cultura, Marcelo Calero, para a Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). A pasta é responsável pela aplicação da Lei Rouanet  (agora chamada pelo Governo de Lei de Incentivo à Cultura) e pela gestão do Fundo Nacional de Cultura.

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Martins já foi diretor de organizações empresariais e culturais como o Instituto Gerdau, a Fundação Iberê Camargo, e a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Discreto nas redes sociais, ele não publica posições políticas e ideológicas — ao contrário de outros titulares dos ministérios do Governo Bolsonaro , entre eles seu chefe direto, o ministro da Cidadania Osmar Terra.

Defesa da Lei Rouanet

Ele também faz parte da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), colegiado formado por integrantes governo e da sociedade civil que acompanha, em reuniões mensais, as decisões sobre a aprovação de projetos culturais que pleiteiam incentivo fiscal por meio da Lei Rouanet.

Em entrevista ao R7,  publicada em 2018, o secretário defendeu a Lei Rouanet das críticas recorrentes feitas por parcela da sociedade e defendeu o mecanismo: “É um dos instrumentos mais transparentes”. Procurado pelo GLOBO para uma entrevista, Martins pediu que a reportagem encaminhasse o pedido à assessoria de imprensa do Ministério da Cidadania, que informou que a solicitação está “sob análise”.

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Fonte: IG Gente
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