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Jornal holandês confirma acerto entre De Ligt e a Juventus

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De Ligt comemorando arrow-options
Reprodução/Twitter

Segundo jornal holandês, a Juventus acertou a chegada de De Ligt.

A novela envolvendo o futuro do promissor zagueiro Matthijs De Ligt pode estar chegando ao fim. Isso porque, segundo o jornal holandês De Telegraaf, o defensor acertou sua transferência para a Juventus. Esse teria sido o motivo do zagueiro não ter viajado para a pré-temporada da equipe. 

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Segundo o veículo, o valor que a Juventus desembolsará para contratar De Ligt gira em torno dos 70 milhões de Euros (aproximadamente R$ 294,7 milhões). E, apesar da informação dada pela publicação holandesa, a Gazzetta Dello Sport afirma que o negócio ainda não está fechado, restando alguns detalhes para serem discutidos.

Um forte indício de que o acerto está prestes a ser fechado é a ausência de De Ligt na pré-temporada do Ajax . Ao contrário do restante do elenco, o zagueiro não viajou com a equipe para a preparação para a temporada 2019/20.

Após uma temporada excelente, De Ligt se tornou um dos principais alvos da atual janela de transferências. Além da Juventus, PSG e Barcelona disputavam a contratação do zagueiro, que chegou até a cogitar a possibilidade de permanecer no Ajax. 

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Fonte: IG Esportes
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Flamengo e Vasco empatam em jogaço de 8 gols no Maracanã

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Flamengo e Vasco empataram em 4 a 4 em um grande partida disputada na noite desta quarta (13) no estádio do Maracanã. No jogo (antecipado da 34ª rodada do Campeonato Brasileiro) o atacante Ribamar acabou sendo um dos destaques ao marcar o gol do empate já nos acréscimos da partida.

Com este resultado o Flamengo permanece na liderança da competição, abrindo 11 pontos de vantagem em relação ao vice-líder Palmeiras (que tem um jogo a menos), e alcança uma sequência de 20 partidas de invencibilidade nesta edição do Brasileiro.

O jogo

O time rubro-negro começou a partida em um ritmo frenético. Com isso, com menos de 1 minuto de jogo o líder do Brasileiro abriu o marcador. Logo após a saída de bola, Reinier arranca sozinho até a área do Vasco. O jovem atacante toca para o meio da área, a bola ainda bate em Gabigol, mas ela sobra para Éverton Ribeiro chegar chutando para abrir o marcador com 37 segundos de confronto.

Após a pressão inicial, o Vasco consegue igualar as ações, aproveitando espaços dados pelo Flamengo para criar oportunidades em perigosos contra-ataques.

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E aos 33 minutos o time de São Januário consegue empatar justamente em um lance de contra-ataque, Rossi avança, cruza para a área, onde Raul escora de cabeça para Marrony bater de primeira.

Não demora muito e o Vasco alcança a virada. Aos 35 o lateral Yago Pikachu é derrubado dentro da área pelo zagueiro Rodrigo Caio dentro da área após linda jogada individual. O próprio Pikachu vai para a cobrança e desloca o goleiro Diego Alves para marcar.

Mas o Flamengo conseguiu o empate em 2 a 2 momentos antes do intervalo. Após falta sofrida pelo meia Gerson na intermediária do campo do Vasco, Gabigol opta por tocar para Rafinha ao invés de cobrar direto para o gol. O lateral avança e chuta cruzado. A bola bate na perna de Danilo Barcelos e engana o goleiro Fernando Miguel.

Apesar da maior posse de bola do time da Gávea (65%) o jogo é muito parelho até o intervalo, com 5 chances de gol para cada lado até então.

2 gols de Bruno Henrique

A etapa final começa com a mesma tônica, Flamengo pressionando e Vasco aguardando oportunidades de contra-atacar. E aos 6 minutos o time de São Januário volta a ficar novamente na frente após Rossi tabelar com Pikachu e cruzar com perfeição para Marcos Júnior escorar para o fundo do gol.

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Porém, aos 19 minutos é o Flamengo que aproveita um contra-ataque para deixar tudo igual novamente. Bruno Henrique recebe na intermediária, parte em velocidade, tabela com Arrascaeta e finaliza com perfeição para fazer 3 a 3. Um jogaço no Maracanã.

E o camisa 27 volta a brilhar aos 34 do segundo tempo. Vitinho faz boa jogada pela direita, cruza para a área, onde Gabigol escora para Bruno Henrique finalizar de primeira para alcançar seu 18º gol nesta edição do Brasileiro.

Mas o Vasco não se deixa abater, e aos 47 minutos da etapa final Ribamar consegue marcar o gol do empate após bola levantada na área desviada por Henríquez. 4 a 4 placar final.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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Hamilton prega sustentabilidade na F1 e quer ampliar "legado" de Senna

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Lewis Hamilton já está em São Paulo para a disputa do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, no próximo domingo (17) no Autódromo José Carlos Pace (Interlagos). O inglês de 34 anos chega para a prova com o sexto título mundial da categoria assegurado com duas corridas de antecedência, após o segundo lugar na etapa dos Estados Unidos, em Austin, no último dia 3 de novembro.

O hexacampeonato o deixa a um título de se igualar ao maior ganhador da história da categoria, o alemão Michael Schumacher. Porém, o piloto que motiva Hamilton é outro. O brasileiro Ayrton Senna, tricampeão mundial, é o maior ídolo do inglês.

“Sempre fui motivado e impulsionado pela lenda Ayrton. Até hoje sinto falta de vê-lo nas corridas. Sempre quis fazer algo semelhante ao que ele fazia. Chegar aos mesmos três títulos era um sonho. É como em uma prova de revezamento: Quando alguém te passa o bastão, você tem de continuar. Então, acho que tenho que ampliar o legado de Ayrton”, disse Hamilton em entrevista coletiva realizada em um hotel na zona sul da capital paulista nesta quarta (13).

“Sinto a presença de Ayrton em todo lugar. Todo ano tento fazer alguma homenagem a ele em meu capacete. E farei novamente neste fim de semana”, prometeu.

FILE PHOTO: Formula One F1 - Mexican Grand Prix - Hermanos Rodriguez Circuit, Mexico City, Mexico - October 27, 2019  Mercedes' Lewis Hamilton celebrates with the trophy after winning the race  REUTERS/Carlos Jasso/File Photo

Lewis Hamilton busca, no Grande Prêmio do Brasil, 11ª vitória da temporada – Carlos Jasso

Outra razão que faz o inglês ter um carinho especial pelo Brasil é que foi em Interlagos, há 11 anos, que ele conquistou seu primeiro título, ironicamente superando um brasileiro. Apesar de a prova ter sido vencida por Felipe Massa, concorrente direto pelo troféu, o quarto lugar do então piloto da McLaren (com a uma ultrapassagem na última curva da volta final para cima do alemão Timo Glock) fez Hamilton encerrar o campeonato um ponto à frente de Massa, naquela ocasião na Ferrari.

“Mesmo quando corri contra brasileiros, vejo que o carinho e o respeito que tenho aqui só cresceram. Essa é uma das corridas mais clássicas, com a participação de muitos fãs”, comentou.

Maior da história?

Hamilton também está próximo do recorde de vitórias na principal categoria do automobilismo: 91 (também de Schumacher). Com 83 triunfos, e mais uma temporada de contrato com a Mercedes, ele pode superar essa marca em 2020, assim como a de pódios (155 a 150 para o alemão). Hoje o hexacampeão já lidera a estatística de pole positions (87). Ele, porém, não considera que bater esses feitos o torne necessariamente o maior nome da categoria.

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“É um esporte complicado. Sempre há elementos desenvolvidos em equipe. A nossa tem quase duas mil pessoas. Se não tivéssemos a melhor equipe, talvez eu não alcançasse o que alcancei”, ponderou.

“Quero viver o momento. É claro que a pessoa pode sonhar, ter aspirações. Porém, a semana passada já foi. Agora estou pensando nas próximas corridas, como posso melhorar. Claro, quero ganhar mais um campeonato, ainda estou muito determinado. Mas, nada é certo. Ano que vem a briga será ainda mais acirrada”, completou.

Formula One F1 - Brazilian Grand Prix - Lewis Hamilton Press Conference - Hotel Tangara, Sao Paulo, Brazil - November 13, 2019         Mercedes' Lewis Hamilton arrives for the press conference     REUTERS/Amanda Perobelli

Brasileiro Ayrton Senna é uma referência para o piloto inglês – AMANDA PEROBELLI

Na atual temporada Hamilton teve como maior concorrente o finlandês Valtteri Bottas, seu companheiro de equipe (até por isso a Mercedes também chega ao Brasil com o título de construtores garantido). Para 2020, ele vê como potenciais rivais o monegasco Charles Leclerc, da Ferrari, e o holandês Max Verstappen, da Red Bull. Na edição deste ano, a dupla da nova geração está à frente do alemão tetracampeão mundial Sebastian Vettel.

“Tive mais oportunidades de disputar com Max do que com Charles. Quando se encontra pilotos desse tipo, você entende cada vez mais como eles trabalham. Se freiam antes, como entram nas curvas. São agressivos, e eu não mudaria isso. Espero que, enquanto estiver aqui, eu ainda possa detê-los (risos). Fico ansioso de pilotar com eles, o desafio é maior”, analisou.

Categoria sustentável

Fora das pistas, mas ainda na Fórmula 1, Hamilton tem levantado a bandeira da sustentabilidade. Na última terça (12) foi anunciado um projeto para eliminar a emissão de carbono até 2030. Chase Carey, diretor executivo da categoria, afirmou que a unidade de potência híbrida já faz dos carros que disputam o circuito os “mais eficazes do mundo, com maior potência e menos gasto de combustível e, portanto, menor emissão de gás carbônico”.

O plano é considerado “ambicioso”, mas “totalmente realizável” pelos organizadores, e foi desenvolvido após 12 meses de trabalho em parceria com a Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Hamilton considerou o prazo “razoável”, mas avaliou que há condições para tornar a Fórmula 1 ecologicamente mais sustentável em menos tempo.

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“Por que não fazer as coisas acontecerem agora? Viajamos muito, é um circo gigante indo de corrida para corrida. Seria bom aliviar a carga de etapa para etapa. Nas pistas há muito plástico e lixo gerado durante o fim de semana. Devemos ser mais sustentáveis, utilizar produtos recicláveis. Evitarmos plástico, por exemplo. Acho que a Fórmula 1 tem feito bastante com seus motores. Há alguns anos, eles eram V8. Não acho que sairá de V6 para um V4 tão cedo, mas espero que continuemos nessa trajetória”, disse.

A questão ambiental também é o motivo que faz Hamilton não se mostrar favorável à mudança do Grande Prêmio do Brasil de São Paulo para o Rio de Janeiro, onde há a expectativa de construção de um novo autódromo em Deodoro, zona oeste da capital fluminense.

“Se já temos um circuito histórico (Interlagos), não é preciso cortar mais árvores. Acho que o dinheiro pode ser usado para coisas melhores. Ainda temos muita pobreza no Brasil. E há muita gente, muito talento. Se fosse o meu dinheiro, usaria em causas melhores. Educação é fundamental. Por exemplo, tenho engenheiros jovens, mas poucos são brasileiros. Deveríamos ter mais”, afirmou.

Formula One F1 - Brazilian Grand Prix - Lewis Hamilton Press Conference - Hotel Tangara, Sao Paulo, Brazil - November 13, 2019         Mercedes' Lewis Hamilton during press conference    REUTERS/Amanda Perobelli

Campeão mundial defende práticas sustentáveis na Fórmula 1 – AMANDA PEROBELLI

Esporte caro

O acesso restrito à Fórmula 1 é outra preocupação de Hamilton. Único piloto negro no grid e referência para atletas de diferentes etnias no automobilismo, ele lamentou que o custo para iniciação nos esportes a motor esteja cada vez maior: “Se voltasse ao meu início, no cenário de hoje talvez eu não chegasse onde estou. Éramos uma família de classe média. O esporte está caminhando na direção errada. Não sei porque tem que ser tão caro comprar um kart”.

O inglês defendeu, porém, que competições e testes de jovens pilotos não se sobreponham à escola: “Eu diria que 95%, talvez 98%, dos jovens que estudaram comigo jamais chegariam na Fórmula 1. E o aprendizado deles acabou afetado pelo tempo dedicado à pilotagem. A FIA não deveria dar licenças a crianças que não concluíram sua educação. São coisas com as quais eu quero me envolver”.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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Brasileiros fecham sétimo dia do Mundial de Dubai com oito medalhas

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O Brasil encerrou a participação nesta quarta-feira (13) no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Dubai (Emirados Árabes Unidos) com oito medalhas, três delas de ouro. No começo desta tarde o carioca João Victor Teixeira faturou a última medalha dourada do dia na prova de arremesso de peso classe F37 (sequelas em decorrência de paralisia cerebral). O arremesso do brasileiro atingiu a marca de 52m76cm. A prata ficou como o paquistanês Haider Ali (51m43cm) e o bronze com o australiano Gui Henly (51m43cm).

A segunda prata do dia veio na prova dos 200m T37 (sequelas em decorrência de paralisia cerebral) para homens, com Vitor Antônio de Jesus, que completou o percurso em 22s77. O vencedor foi o russo Andrei Vdovin  (22s60) e o bronze ficou com outro russo: Chermen Kobesov (22s88).  A primeira medalha prateada para o país saiu pela manhã, na prova de pista dos 200m T11 (deficiências visuais) com a potiguar Thalita Vitoria Simplício da Silva.

Campeonato Mundial de Atletismo em Dubai, Emirados Árabes - 200m T37 - Vitor de Jesus.(Crédito: Daniel Zappe/Exemplus/CPB)

Vitor Antônio de Jesus garante prata nos 200 metros, classe T37 – Daniel Zappe/EXEMPLUS/CPB
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Resumo do dia

Ainda era madrugada quando o paulista Alessandro Rodrigo,campeão paralímpico quebrou o recorde mundial na prova de lançamento de disco classe F11 (deficiências visuais) ao alcançar a distância de 46m10cm. Além do ouro, o brasileiro se sagrou bicampeão na modalidade. A prata ficou com o italiano Oney Tapia (42m50cm) e o bronze com o iraniano Mahdi Olad (41m18cm).

Depois vieram duas dobradinhas verde-amarelas. Na disputa masculina dos 100m T11 (deficiências visuais) o veterano Lucas Prado conquistou o ouro ao completar o trajeto em 10s95; e o carioca Felipe Gomes (11s04) levou a medalha de bronze.  A prata ficou com o francês Timothée Adolphe (11s03).  Na prova de pista para mulheres nos 200m T11, a potiguar Thalita Simplício ficou com a prata, ao completar a prova três centésimos depois da vencedora, a chinesa Cuiqing Liu (24s89). O bronze ficou com a paranaense Lorena Salvatini Spoladore (25s62).

No final da manhã a baiana Táscitha Oliveira Cruz assegurou o bronze na prova dos 100m T36 (sequelas em decorrência de paralisia cerebral) com o tempo de 14s38. O ouro ficou com a chinesa Yiting Shi (13s62) e a prata com a argentina Yanina Andrea Martinez (14s02).

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O Brasil é vice-líder na classificação geral com 33 medalhas (12 ouros, oito pratas, 13 bronzes), atrás apenas da China que soma 51 (23 ouros,19 pratas e nove bronzes). Na terceira posição está a Ucrânia com 19 medalhas (nove ouros, cinco pratas e cinco bronzes). A competição prossegue até sexta-feira (15). 

Edição: Guilherme Neto

Fonte: IG Esportes
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