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Jovens chineses só poderão jogar games online por 90 minutos diários

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China impõe limite ao tempo de jogo por dia


O Governo Chinês anunciou novas restrições a menores que idade que desejam jogar games online , entre elas um máximo de 90 minutos de jogo por dia em dias de semana, no máximo até as 22 horas. Nos fins de semana o limite é um pouco menos severo: três horas diárias .

Além disso, há uma restrição em quanto eles poderão gastar com itens virtuais : de US$ 28 a US$ 57 por mês, de acordo com a faixa etária. Os limites deverão ser impostos pelas desenvolvedoras dos jogos . Os jogadores terão de se registrar usando seu nome real e número de identidade, que serão usados para identificar a quem os limites se aplicam.

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Segundo o governo chinês, as medidas foram tomadas para combater uma “ epidemia de miopia ” que afeta os jovens, bem como para impedir que os jogos afetem seu desempenho escolar.

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Jogos online são imensamente populares na China, um país onde até pouco tempo atrás consoles domésticos, como o PlayStation ou Xbox , eram proibidos. Recentemente, eles vem sendo criticados por seu impacto entre os mais jovens e por promover valores “não patrióticos”.

Neste ano, a Tencent cancelou o lançamento de uma versão chinesa de PUBG, substituindo-o por “Game for Peace”, um jogo bastante similar com algumas cenas violentas censuradas e temas socialistas adicionados à trama.

Fonte: IG Tecnologia
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Design do Motorola Razr lembra os antigos celulares flip


A Motorola lançou, na última quinta-feira (14), o primeiro celular com tela dobrável da marca, o Motorola Razr , em evento em Los Angeles, Estados Unidos. A boa notícia para os brasileiros é que o aparelho terá produção nacional e será vendido no Brasil , a partir de janeiro do ano que vem; o preço ainda não foi divulgado.

O Razr vai custar US$ 1.500 nos Estados Unidos, aproximadamente R$ 6.500, mas é de se imaginar que, por ser produzido nacionalmente, custe menos que isso nas lojas brasileiras.

O dispositivo traz um display que dobra ao meio no padrão flip e resgata o design do antigo e popular Motorola V3 , um dos maiores sucessos da empresa.

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O novo Razr possui três câmeras. Uma delas está localizada na parte traseira do telefone; a segunda se encontra na parte interna e pode ser acessada com o dispositivo aberto; a última, curiosamente, está na parte frontal e é acessível com o smartphone fechado. 

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O design do aparelho chama atenção quando comparado com outras propostas de celulares dobráveis, como o Samsung Galaxy Fold e o Huawei Mate X . O Razr não se torna um tablet quando aberto, mas sim, fica mais compacto quando está fechado.

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O Motorola Razr terá uma pequena tela na parte externa do aparelho, com resolução de 800 por 600 pixels. O espaço é reservado para a exibição de notificações de aplicativos, alertas de chamadas, SMS e para tirar selfies com o aparellho fechado.

O ponto negativo do celular fica por conta da bateria, de apenas 2.730 mAh, um valor muito baixo se levarmos em conta os padrões dos smartphones atuais. A justificativa para isso está na espessura do aparelho.

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O design do Motorola Razr lembra os antigos celulares flip


Confira a ficha técnica do Motorola Razr

  • Tela OLED dobrável de 6,2 polegadas e resolução de 2142 x 876 pixels
  • Snapdragon 710
  • 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento
  • Bateria de 2.730 mAh
  • Sistema operacional Android 
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Globalmente, o Razr também fará uma pré-encomenda em alguns países europeus já em dezembro, com uma data de vendas para janeiro. Além do Brasil , países como Austrália, Argentina, México e mercados asiáticos selecionados também encomendarão o telefone.

Fonte: IG Tecnologia
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Aplicativos nativos do Android apresentam vulnerabilidades


Um estudo divulgado pela Kryptowire, empresa especializada em segurança digital , afirma que 146 vulnerabilidades foram encontradas em aplicativos que vêm pré-instalados no sistema  Android  de 29 fabricantes de celulares, entre elas a Asus , Samsung e Xiaomi .

A pesquisa foi financiada pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. O estudo encontrou aplicativos que estão alterando configurações do smartphone sem permissão , gravando áudios de forma secreta e concedendo permissões de forma autônoma sem o consentimento do usuário.

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Angelos Stravou, CEO da Kryptowire, diz que a maior parcela de culpa é do Google , afirmando que a empresa tem o maior poder para demandar mudanças das fabricantes. “O Google pode exigir uma análise mais minuciosa dos códigos e da responsabilidade do fabricante pelo software contido nos produtos que entram no ecossistema do Android . Os legisladores e criadores de políticas deveriam demandar que as empresas sejam responsabilizadas por colocar a segurança e a informação pessoal dos usuários em risco”.

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Desde o ano passado, o Google lançou um sistema chamado Build Test Suite (BTS) para identificar aplicativos pré-instalados potencialmente perigosos em versões personalizadas do Android para dispositivos fornecidos com seus serviços. A própria empresa explica em seu relatório “Android Security 2018 Year in Review”, lançado no início de março:

“As OEMs (fabricantes) enviam suas imagens de compilação novas ou atualizadas ao BTS. O sistema então executa uma série de testes para procurar e identificar problemas de segurança. Um desses testes de segurança verifica as aplicações potencialmente danosas pré-instaladas incluídas na imagem do sistema. Quando encontrada, trabalhamos com o parceiro OEM para corrigir e remover o problema da construção antes que ele possa ser oferecido aos usuários”, explica o Google.

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Mas, apesar dessas verificações de segurança , os aplicativos maliciosos continuam aparecendo, como evidenciado pela pesquisa de Kryptowire. 

Os apps considerados perigosos, encontrados pela equipe da Kryptowire, são pequenas peças de software , geralmente sem uma marca por trás, mas que são encontradas em smartphones de grandes fabricantes.

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Esses apps costumam ser bem difícieis de remover. Eles são mais perigosos do que aqueles baixados pelos próprios usuários, já que têm mais liberdade para operar as funções do smartphone .

Em 2017, na conferência de segurança digital Black Hat, a Kryptowire apontou vulnerabilidades similares em smartphones de baixo custo da Shanghai Adups Technology.

Fonte: IG Tecnologia
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WhatsApp pode ser invadido através de vídeos


O WhatsApp está sofrendo com uma vulnerabilidade que permite que hackers interceptem mensagens e arquivos do usuário simplesmente enviando um vídeo em MP4 modificado. O problema afeta o sitema de buffer do aplicativo e pode ser utilizado para causar execução remota de comandos ou DoS (negação do serviço). Batizado como CVE-2019-11931, o problema foi considerado crítico.

Dependendo de como essas técnicas foram exploradas, o usuário pode ter suas mensagens no aplicativo acessadas por terceiros ou arquivos capturados, tudo remotamente.

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O problema vem afetando tanto as versões empresariais quanto as edições para consumidor do WhatsApp . A falha é similar ao bug que afetou o aplicativo no mês passado, que permitia que os arquivos do aparelho fossem acessados após o recebimento de um GIF infectado .

O Facebook anunciou que o WhatsApp já corrigiu o problema. Segundo especialistas em segurança da empresa, os usuários do aplicativo no Android , iOS e também no Windows Phone ficaram expostos à falha. A empresa de Mark Zuckerberg divulgou uma lista com as versões do serviço com o bug:

  • Android em versões anteriores ao 2.19.274
  • iOS em versões anteriores ao 2.19.100
  • Enterprise Client em versões anteriores ao 2.25.3
  • Windows Phone em versões anteriores e incluindo o 2.18.368
  • Business para Android em versões anteriores ao 2.19.104
  • Business para iOS em versões anteriores ao 2.19.100
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A proteção contra a falha já está sendo disponibilizada para todas as versões do aplicativo. Caso você utilize uma das edições na lista ou não atualiza o WhatsApp há algum tempo, é importante verificar se o software está vulnerável e baixar o app mais recente.

Fonte: IG Tecnologia
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