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Política Nacional

Juíza restringe visitas e afasta Flordelis de filho acusado pela morte do pastor

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Reprodução/Instagram

Flordelis teme que decisão aumente ainda mais a distância que já existe entre ela e o filho

A Justiça restringiu as visitas a um dos filhos da deputada federal Flordelis dos Santos (PSD), Lucas Cézar dos Santos , na cadeia. O rapaz de 18 anos é réu pela morte do pai, o pastor Anderson do Carmo. Por determinação da juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, Lucas só pode receber visitas de quatro pessoas. Flordelis não está entre os autorizados. O EXTRA teve acesso à decisão da magistrada.

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Estão na lista um dos irmãos de Lucas, Daniel dos Santos de Souza, a ex-patroa do rapaz, Regiane Ramos, o marido dela, Márcio Faria, e o defensor público Jorge Mesquita. Lucas trabalhou na oficina mecânica de Regiane antes de se envolver com o tráfico de drogas. A inclusão de Daniel na lista foi um pedido do próprio Lucas. Na decisão, a juíza afirmou que a medida é necessária para a segurança do rapaz.

A magistrada também determinou que Lucas fique isolado dos demais presos, “evitando que sofra eventuais pressões indevidas”. Em seu interrogatório na Justiça , no dia 1º, Lucas admitiu que não foi o autor de uma carta na qual ele mudou sua versão do crime e confessou participação na morte de Anderson . O rapaz afirmou ter copiado um texto já pronto, entregue a ele por seu irmão, Flávio dos Santo Rodrigues, e pelo ex-PM Marcos Siqueira da Costa. Os três estavam presos na Penitenciária Bandeira Stampa, conhecida como Bangu 9. Lucas e Flávio, que também é réu pela morte do pastor , dividiam a mesma cela.

Com as declarações de Lucas, a juíza determinou que sejam investigados crimes envolvendo a confecção da carta. A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo já vinha apurando as circunstâncias em que a correspondência foi escrita. Ao apreender o telefone celular de Flordelis e de duas netas, no dia 17 de setembro, a polícia encontrou indícios de que o documento pode ter sido fraudado.

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Após a divulgação da carta, no fim de setembro, Lucas foi transferido para a penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, conhecido como Bangu 1, por determinação judicial. A ordem da juíza Nearis dos Santos foi para que o rapaz fosse separado do irmão, Flávio, imediamente. Há uma semana, Lucas foi transferido para a Cadeia Pública Tiago Teles, em São Gonçalo, a pedido do defensor público Jorge Mesquita.

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Um ofício encaminhado à Justiça pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) do Rio revelou ainda que dois advogados de Flávio – Maurício Mayr e Flávio Crelier – visitaram Lucas na semana anterior à divulgação da carta e também na seguinte.

Detalhes da carta

Na carta , Lucas acusou os seus irmãos, o vereador Wagner Andrade Pimenta, conhecido como Misael e Alexsander Felipe Matos Mendes, chamado pela família de Luan, de envolvimento na morte de Anderson. Ele afirmou que, na presença de Luan, o vereador lhe ofereceu vantagens para “dar um susto” no pastor. Ele relatou que pediu para um amigo fazer o serviço. “O moleque já sabia o que ia fazer, mas deu ruim”, escreveu na carta, justificando o fato do pastor ter sido morto.

A versão da carta nunca foi dada por Lucas à polícia . Na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, Lucas acusou Flávio do crime e sempre negou seu envolvimento na trama. Os nomes de Misael e Luan nunca tinham sido citados por ele. Misael, junto com o irmão Daniel dos Santos de Souza, foi o primeiro a acusar Flordelis de envolvimento na morte de Anderson. Ele disse à polícia acreditar que a mãe foi a “mentora intelectual do crime”. Em entrevista ao “SBT Rio”, após a divulgação da carta, Flordelis passou a atacar o vereador.

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Ainda na carta, Lucas afirma que no dia que recebeu a proposta, soube que Anderson tentou agarrar uma das netas. Fato semelhante foi citado por Flávio, em seu depoimento à DH no qual confessou o crime. Ele afirmou ter tomado conhecimento de que o pastor havia “passado a mão” em uma das netas, o que foi negado pelas jovens.

No depoimento dado à Justiça no dia 1º, no qual revelou detalhes sobre a confecção da carta, Lucas voltou a negar participação no crime, como na versão que havia apresentado à polícia, e mais uma vez acusou Flávio.

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A carta cuja autoria foi atribuída a Lucas foi divulgada por Flordelis durante uma entrevista ao “Fantástico”, da TV Globo, em entrevista no dia 22 de setembro. No programa, ela contou ter recebido a correspondência da mulher de um preso.

Sobre a decisão da Justiça, a assessoria da deputada Flordelis enviou a seguinte nota: “A deputada tão tem ciência dessa não autorização, até porque seus filhos estão presos há praticamente 6 meses e até a presente data ela não foi visitá-los, por decisão própria, até que tudo seja esclarecido. Ela não tem estrutura emocional para vê-los, apesar de amar os seus filhos. Flordelis é mãe e não existe ex-filho. Ela prefere aguardar até que tudo se esclareça”.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bolsonaro nega mudanças em ministérios e elogia trabalho de Weintraub

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Agência Brasil

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José Dias/PR – 19.11.19

Bolsonaro classificou o trabalho do atual ministro da Educação como ‘excelente’


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O presidente Jair Bolsonaro negou que vá trocar de ministérios no início do ano que vem. A jornalistas, ele afirmou que não há nada que o leve a tirar alguém do primeiro escalão. “Não está previsto [mudança em ministérios]. Não tem nada que me leve a trocar um ministro que seja”, disse em Brasília, neste sábado (14) ao passear pela Praça dos Três Poderes, no centro da capital.

Ele também elogiou o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Considerou seu trabalho “excelente” e os acusou governos anteriores de conduzirem a educação “por um mau caminho”. “Olha a prova do Pisa. Foi feito em abril do ano passado, uma das piores notas do mundo todo”, disse  Bolsonaro , referindo-se ao Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa).

Divulgado no início de dezembro pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Pisa aponta que, em 2018, o Brasil teve uma leve melhora nas pontuações de leitura, matemática e ciências. No entanto, apenas dois em cada 100 estudantes atingiram os melhores desempenhos em pelo menos uma das disciplinas avaliadas.

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O presidente deixou o Palácio da Alvorada, no início da tarde deste sábado, em direção à festa de confraternização do gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli. Em seguida, ele foi ao Hospital das Forças Armadas (HFA) visitar um funcionário do Alvorada, que está internado em virtude de um acidente de trânsito.

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Antes de retornar à residência oficial, Bolsonaro fez duas paradas. A primeira na Esplanada dos Ministérios para cumprimentar policiais militares que davam plantão no local. Logo depois seguiu para a Praça dos Três Poderes. Lá, desceu do carro e tirou fotos com várias pessoas que lá estavam, entre turistas e vendedores de picolés. Em seguida, voltou para o Alvorada.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

João Doria lamenta mortes após deslizamento em Campos do Jordão

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Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

Joao Doria, governador do estado de São Paulo, lamentou a morte de quatro pessoas após deslizamento de terra

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O governador de São Paulo João Doria (PSDB) usou sua conta no Twitter para lamentar a morte de  quatro pessoas após deslizamento de terra que aconteceu na madrugada deste sábado (14) em Campos do Jordão, após forte temporal na região.

Doria escreveu: “Minha solidariedade aos familiares das 4 vítimas que perderam suas vidas nos deslizamentos decorrentes das fortes chuvas que atingiram Campos do Jordão. Entre as vítimas, 1 senhora e 3 crianças. Momento de profunda dor para familiares, amigos e para população de Campos do Jordão.”

Segundo o governador, a Defesa Civil, a Polícia Militar e os Bombeiros do estado de São Paulo, além dos Intitutos de Pesquisas Tecnológicas e Geológico, estão desde a madrugada nas regiões atingidas, realizando trabalho de busca, mapeamento e isolamento de novas áreas de risco. 

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“O Fundo Social de SP também está enviado mantimentos para as famílias que estão desalojadas por conta dessa triste tragédia”, concluiu em uma sequência de postagens. 


Deslizamento em Campos do Jordão

Na madrugada deste sábado (14), um deslizamento de terra deixou quatro mortos, sendo três da mesma família, nos bairros Vila Britânica e Monte Carlos, em Campos do Jordão, que fica a 184 quilômetros da capital paulista.

Entre os mortos estão uma mulher de 51 anos, um adolescente de 13 anos e duas crianças, de cinco e um ano e 11 meses. De acordo com a Defesa Civil estadual, a terra atingiu as casas, que acabaram desabando, após fortes chuvas durante a tarde e noite de sexta-feira (13).

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Pelo menos 11 pessoas foram levadas ao pronto socorro municipal, com ferimentos. No total, 15 pessoas estão desalojadas e foram abrigadas em casa de parentes. 

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bolsonaro afirma que vai incluir policiais condenados em indulto natalino

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Carolina Antunes/PR – 25.11.19

Bolsonaro também defendeu ação da polícia e disse que policiais não devem ser ‘criminalizados’

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O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (14) que pretende incluir policiais condenados como beneficiários do indulto natalino, a ser publicado no fim do ano por seu governo. Publicado todo ano, o indulto dá o perdão da pena a pessoas condenadas que se enquadrarem nos critérios estabelecidos.

Uma minuta de proposta de indulto feita pelo Ministério da Justiça deixou os policiais de fora, mas Bolsonaro declarou que irá incluí-los. A publicação do indulto é de responsabilidade do presidente da República.

“Vai ter policial sim, vai ter civil, vai ter todo mundo [no indulto]. Agora sempre tão esquecendo dos policiais, sempre. Não é justo isso aí. Policial que tá preso aí por abuso porque dá dois tiros num vagabundo de madrugada, ele deu três, aí foi preso por abuso. Abuso é por parte de quem prendeu, no meu entender, não por parte dele que tava cumprindo sua missão de madrugada”, afirmou ao sair do Palácio da Alvorada.

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Ainda durante a entrevista aos jornalistas, o presidente defendeu o trabalho dos policiais e afirmou que eles não podem ser “criminalizados”. “Não podemos continuar cada vez mais criminalizando os policiais no Brasil. Eles fazem por regra um excelente trabalho. Ou tem indulto pra todo tipo de gente ou não tem pra ninguém”, disse.

Questionado sobre possíveis vetos ao projeto de lei anticrime, aprovado nesta semana no Congresso Nacional Bolsonaro disse que conversou rapidamente com o ministro da Justiça Sergio Moro sobre o assunto e que deve vetar um aumento da pena pros crimes de calúnia e difamação. Também disse que ainda vai estudar outros possíveis vetos.

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Sobre o fundo eleitoral de R$ 3,8 bilhões, afirmou que não fez nenhum acordo e vai decidir sobre o assunto “quando chegar em minha mesa”.

Fonte: IG Política
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