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Maisa, “Roda Viva” e os programas da TV aberta que merecem a audiência

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A televisão aberta, por anos a fio, tem sido um dos principais meios de entretenimento para os diferentes tipos de público. E essa condição não se alterou durante o ápice da TV paga e não dá pistas de estafa em meio à ascensão do streaming.

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emissoras de TV aberta
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emissoras de TV aberta

 Com a proposta de reverenciar esse legado permanente, o iG Gente selecionou os melhores programas da televisão aberta .

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  • “Música na Band” – Band

Os melhores programas da televisão aberta
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Os melhores programas da televisão aberta

Em uma espécie de talk show musical, o programa é apresentado por Rick Bonadio, um produtor musical consolidado no mercado fonográfico por descobrir grandes nomes do show business. Sempre mesclando entre convidados do hype, como IZA e Vitor Kley, ele não se rende às massas e traz também nomes clássicos, como Ronnie Von e outros. Para finalizar, os papos não têm tabus, vão de música à política em um piscar de olhos.

  • “Mega Senha” – RedeTV!

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Apresentado pelo vice-presidente da emissora, Marcelo de Carvalho, “Mega Senha” é um game show que envolve diferentes elementos em uma obra só: intelecto, humor e o fator variável. Como a logística do programa depende do intelecto, já que é baseado em acertar sinônimos sem dizer a palavra diretamente, o produto interage indiretamente com o telespectador, que pode tentar acertar os desafios.

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Para finalizar, o elemento humor vem em consequência do fator variável, que são os convidados, que apesar de não serem intelectuais, sempre possuem grandes personalidades.

  •  “Power Couple” – Record TV

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Mudando de emissora, a Record continua a apostar no “Power Couple”, uma versão do reality show “BBB” só que apenas para casais. O programa une uma série de casais com determinada notoriedade e os coloca juntos em uma casa.

Além das dificuldades da convivência com outros casais, que têm personalidades e costumes diferentes, eles têm que enfrentar provas que envolvem suas próprias relações amorosas, o que além de deixá-los mal perante os colegas de confinamento, pode deixá-los mal com seus próprios cônjuges – questão essa que gera entretenimento e muito riso, pelo menos na atual edição.

  • “Conversa com Bial” – Globo

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Apresentado por Pedro Bial, o talk show segue uma linha diferente de todos os programas da mesma faixa horária. Sempre trazendo contrastes em suas entrevistas, ele não segue as tendências. Se em uma edição o convidado é de direita, na outra semana é um representante da esquerda. Por outro lado, filósofos, sociólogos, escritores e famosos também têm seu espaço garantido na atração – o que permite uma diálogo plural e contundente.

  • “Programa da Maisa” – SBT

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Infantilizado e nada natural, o novo programa do SBT traz alguns diferenciais entre os concorrentes do mesmo formato. Sempre trazendo duas pessoas com realidades distintas, a intenção é possibilitar diálogos, troca de conhecimentos e muito humor. Falando nesta área, é uma das partes em que o programa mais se destaca já que produz uma série de esquetes com seus convidados e ainda têm o humorista Oscar Filho como tira-colo.  

  • “Roda Viva” – TV Cultura

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Para finalizar a lista de atrações da televisão aberta que valem a pena, temos o clássico “Roda Viva”. O programa da TV Cultura é uma sabatina que aborda temas atuais e de relevância, sempre em busca de dar esclarecimentos ao público, promover debates de maneira saudável e dar a chance de pessoas, políticos, famosos ou intelectuais defenderem seu ponto de vista sobre determinados assuntos.

Fonte: IG Gente
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Mentor da Vaza Jato, Glenn Greenwald recebe prêmio de jornalismo no Brasil

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Foi anunciada na última quarta-feira (21) que Glenn Greenwald, jornalista do The Intercept Brasil , reberá o Prêmio Especial Vladimir Herzog neste ano. A honraria chega após o jornalista divulgar diálogos entre os procuradores da Lava Jato com Sergio Moro, atual ministro da Justiça que à época era o Juiz responsável pela maior investigação contra corrupção do País.

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Glenn Greenwald arrow-options
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Glenn Greenwald


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Apelidada de Vaza Jato por internautas, os diálogos de Glenn Greenwald resultaram em uma alta repercussão na imprensa e na abertura de um inquérito para contestar a veracidade das mensagens de Sergio Moro que, se dadas como verdadeiras, mostrariam que o Juiz responsável pela Lava Jato estava agindo de maneira irregular. Conduta essa antiética.

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Além de Glenn Grennwald também será homenageada no Prêmio Vladimir Herzog de jornalismo, que acontece no dia 24 de outubro, Patrícia Campos Mello, da Folha .

Fonte: IG Gente
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Organizadores de mostra veem censura em exclusão de filmes anti-Bolsonaro

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Após serem comunicados de que três filmes da Mostra do Filme Marginal seriam retirados da programação no Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), no Rio de Janeiro, os organizadores do evento resolveram cancelar o evento na instituição. Ele será mantido no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.

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Cena do curta-metragem arrow-options
Reprodução/FestTaguá

Cena do curta-metragem “Mente Aberta”

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Conforme antecipado pela coluna de Ancelmo Gois, os três filmes censurados são “Mente aberta”, “Rebento” e “Nosso sagrado”. Nos dois primeiros, há referências ao presidente Jair Bolsonaro.

“Mente aberta”, de Getúlio Ribeiro, cineasta de Nova Iguaçu, trata de “um sujeito que se autodenomina um ‘cidadão de bem’, tem uma relação opressora com a família e tenta nos convencer de que é a vitima”.

Nele, Getúlio usa três declarações do Jair Bolsonaro  , não editadas, e de diferente momentos da carreira dele. “Não existe homofobia no Brasil”, “Nenhum pai gostaria de chegar em casa e ver seu filho brincando de boneca” e “eu sou a favor da tortura, você sabe disso. E o povo brasileiro também”.

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O filme foi aprovado na mostra, mas na terça-feira (20) o diretor foi convocado para uma reunião no CCJF, em que a exclusão foi comunicada.

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“Após o envio da programação, a instituição nos comunicou sobre a impossibilidade de exibição de três filmes selecionados. Não concordamos com o entendimento da instituição e nos posicionamos contrário a postura da mesma”, explicaram os organizadores da mostra em comunicado, acrescentando que viram a decisão como censura.

“O filme já passou em outros festivais e isso nunca aconteceu comigo. Vi coisa muito mais radical que não foi censurada. É um filme de oito minutos, que passaria, a galera ia ver e ficaria por isso”. Os diretores dos outros curtas preferiram não se manifestar.

Procurado, o Centro Cultural da Justiça Federal respondeu com um comunicado em que diz que “a restrição das temáticas propostas ao CCJF dá-se estritamente pelo dever constitucional de imparcialidade a que está submetido o Poder Judiciário Federal”.

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O comunicado diz ainda: “O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) tem, dentre seus critérios estabelecidos para sediar eventos culturais e artísticos, o de não promover produções de cunho corporativo, religioso ou político-partidário, independentemente de que pessoa, instituição ou conceito ideológico esteja sendo defendido ou criticado.”

Fonte: IG Gente
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José Paulo Martins assume Secretaria Especial de Cultura

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Experiente, técnico e mediador em momentos de crise. É assim que profissionais da área da culltura descrevem o atual secretário de fomento e incentivo à Cultura, José Paulo Martins, que assumirá a secretaria especial de Cultura após a demissão de Henrique Pires, conforme adiantou Ancelmo Gois. Ele assume o cargo em meio à crise na pasta deflagrada pelo Governo Bolsonaro que suspender um edital para TVs públicas por conter obras LGBTs.

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José Paulo Martins arrow-options
Reprodução/Facebook

José Paulo Martins


De perfil discreto, José Paulo Martins já atuou em áreas de gestão do setor cultural e tem trânsito e diálogo com entidades e profissionais da indústria da cultura. Segundo pessoas próximas ao secretário ouvidas pelo GLOBO , Martins já serviu de anteparo em outras crises na relação do setor com o Governo.

Currículo variado

Após décadas na iniciativa privada, José Paulo Soares Martins migrou para a administração pública em 2016, quando foi convidado pelo então ministro da Cultura, Marcelo Calero, para a Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). A pasta é responsável pela aplicação da Lei Rouanet  (agora chamada pelo Governo de Lei de Incentivo à Cultura) e pela gestão do Fundo Nacional de Cultura.

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Martins já foi diretor de organizações empresariais e culturais como o Instituto Gerdau, a Fundação Iberê Camargo, e a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Discreto nas redes sociais, ele não publica posições políticas e ideológicas — ao contrário de outros titulares dos ministérios do Governo Bolsonaro , entre eles seu chefe direto, o ministro da Cidadania Osmar Terra.

Defesa da Lei Rouanet

Ele também faz parte da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), colegiado formado por integrantes governo e da sociedade civil que acompanha, em reuniões mensais, as decisões sobre a aprovação de projetos culturais que pleiteiam incentivo fiscal por meio da Lei Rouanet.

Em entrevista ao R7,  publicada em 2018, o secretário defendeu a Lei Rouanet das críticas recorrentes feitas por parcela da sociedade e defendeu o mecanismo: “É um dos instrumentos mais transparentes”. Procurado pelo GLOBO para uma entrevista, Martins pediu que a reportagem encaminhasse o pedido à assessoria de imprensa do Ministério da Cidadania, que informou que a solicitação está “sob análise”.

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Fonte: IG Gente
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