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Mercedes-Benz GLC se atira em mares desconhecidos com nova versão diesel Enduro

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Cauê Lira/iG Carros

Mercedes-Benz GLC ganha nova central multimídia com recurso de inteligência artificial

O Mercedes-Benz GLC é puro status, mas faltava tecnologia e apelo. Com a reestilização recente na Alemanha, a marca de Stuttgart decidiu mexer no tabuleiro do grandalhão no Brasil, reposicionando algumas versões e lançando a versão diesel. A partir de agora, o motor gasolina será exclusividade do Coupé na linha GLC  – que traremos para nossa redação em um segundo momento.

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Com a mudança completa da linha, o preço também subiu. Antes anunciado por R$ 270.900 (na antiga versão 250 Highway, a gasolina), os modelos diesel já partem de R$ 294.900 no modelo Off-Road e R$ 329.900 na versão Enduro, que avaliamos nesta matéria.

Antes de tudo, palmas para as mudanças no visual do GLC. Os faróis mais ovalados que compõem a nova identidade visual da Mercedes-Benz caíram como uma luva no GLC .

Enquanto BMW e Audi apostam no mesmo conceito de dianteira para automóveis e SUVs, a estrela de três pontas decidiu criar uma intersecção no design. Por outro lado, o time de engenharia perdeu a oportunidade de melhorar a traseira que ainda divide opiniões. Não me agrada, mas gosto é gosto…

Por dentro, o SUV que era careta recebeu muita tecnologia. A nova central multimídia sensível ao toque (apresentada no Classe A, com 10 polegadas) se faz presente, com uma interface bem intuitiva, responsiva e interessante. Além de integrar os pareamentos para Apple CarPlay e Android Auto,há um mousepad no centro do console para facilitar a navegação.

Uma dos destaques do sistema é o novo recurso MBUX de assistência. Basta dizer “Hey, Mercedes”, aguardar a resposta e pedir para que o carro reduza a temperatura do ar-condicionado. Fizemos uma breve demonstração da interface no vídeo abaixo.

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O cluster também é 100% digital (com 12,3 polegadas) abandonando a antiquada telinha que ficava entre os mostradores de velocidade e conta-giros analógicos. Para atrair um público mais descolado, o GLC também passou a integrar iluminação ambiente com luz de LED, com muitas opções de cores para customização. Todos esses recursos ajudaram muito no processo de “descaretização” do GLC, mas será que o carro continua agradável ao volante com motor diesel?

Comprovamos nas ruas

Mercedes GLC 220d arrow-options
Divulgação

Silêncio na cabine e agilidade para enfrentar as grandes cidades são características marcantes do Mercedes GLC 220d

Quando entrar pela primeira vez no GLC Enduro, o primeiro item que deverá chamar atenção é o isolamento acústico. Mesmo com o novo 2.0 turbodiesel, o SUV continua silencioso e sem vibrações incômodas. Por si só, isso já descarta aquele aspecto de “caminhão” que alguns utilitários mais robustos trazem. Aqui, estamos falando de um automóvel urbano.

O modelo entrega 194 cv e 39 kgfm entre 1.600 e 2.800 rpm – mais que suficiente para a cidade e estrada. O câmbio G-Tronic, de nove marchas, pode alterar seu comportamento de acordo com o modo de condução selecionado pelo motorista. Durante o fim de semana em que fiquei com o GLC, pude atestar a eficácia de todos.

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No modo esportivo, o grandalhão de 1.800 kg aumenta o intervalo entre as trocas de marcha, permitindo a aceleração de 0 a 100 km/h em meros 7,9 segundos. Vale lembrar que o GLC também conta com aletas para trocas de marcha atrás do volante, deixando sua tocada na estrada ainda mais interessante.

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Este SUV, aliás, se mostra ideal para aqueles que curtem passear com a família. Além do amplo espaço interno para quatro adultos e uma criança viajarem com conforto, o porta-malas tem capacidade para 550 litros. O sistema de som premium desenvolvido pela Burmester tem 13 alto falantes, mas a qualidade não chega a emocionar.

Mercedes GLC 220d arrow-options
Divulgação

O cluster – que antes era analógico com uma pequena tela ao central – é 100% digital e configurável

No modo de economia de combustível,  o sistema de transmissão tem preferência por rotações baixas – mas as trocas de marcha acabam ficando mais lentas. Enquanto utilizava esse recurso na cidade, o GLC tardava a entender que estava entrando em uma subida, por exemplo. Nada que um toque na aleta para redução de marcha não resolva, mas é um tanto quanto incômodo fazer isso nos aclives.

Ainda que o GLC tenha 4,69 metros de comprimento e 2,02 m de largura, não tive dificuldades para manobrá-lo. Além de contar com bom raio de giro pelo tamanho, o SUV traz câmera 360° para facilitar a vida nas vagas mais apertadas do shopping.

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Mais apelo

Tanta tecnologia fazia muita falta no Mercedes-Benz GLC , que tentará se enquadrar em um novo segmento. Os principais rivais do trio de ferro alemão (Audi Q5 e BMW X3) não oferecem opções diesel, dessa forma, resta saber se o Mercedão será capaz de bater o Volvo XC60 Diesel nas vendas. Atributos não faltam.

Preço:  R$ 329.900
Motor: 2.0, turbodiesel
Potência: 194 cv 
Torque: 39 kgfm entre 1.600 e 2.800 rpm
Transmissão: automático, 9 marchas, tração integral
Suspensão: McPherson (dianteira), braços sobrepostos (traseira)
Freios: discos ventilados (dianteira e traseira)
Porta-malas: 550 litros
Dimensões: 4,67 m (comprimento), 1,89 m (largura), 1,64 m (altura), 2,87 m (entre-eixos)
0 a 100 km/h: 7,9 segundos
Vel. máx: 210 km/h (limitada eletronicamente)

Fonte: IG Carros
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Hyundai Santa Cruz é vista camuflada em garagem antes da estreia

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Reprodução/AutoSpy

Hyundai Santa Cruz é vista cp, disfarces pesados, mas visual deverá ser arrojado diante das principais rivais

A Hyundai já testa a picape Santa Cruz que será lançada em 2021. O carro foi visto camuflado em uma garagem, como mostra a imagem acima do site  autospy.net. A novidade demorou para ter o projeto aprovado, mas agora segue a todo vapor e com vários traços do protótipo mostrado pela primeira vez no Salão de Detroit (EUA), em janeiro de 2015, ainda conforme a publicação.

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As rodas de cinco raios estão entre os detalhes importantes que a foto da picape revela. Mas ainda não se sabe se a estrutura monobloco da  Hyundai Santa Cruz será usada a base da próxima geração do Tucson ou do atual Santa Fe.

Também é possível notar repetidores dos piscas nas caraças dos retrovisores, capô abaulado e colunas pintadas de preto brilhante. Os pneus da unidade fotografada são da coreana Hankook. E o motor da versão de entrada que será vendida nos EUA deverá ser o 2.5, de quatro cilindros, mas também deverá ser oferecido o 2.3, turbinado e, pelo menos, uma versao a diesel mild híbrida.

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A picape Hyundai Santa Cruz será fabricada nos Estados Unidos, fruto de um investimento de US$ 410 milhões na unidade de produção no Alabama. Vale lembrar que o mercado de picapes médias é o principal segmento na América do Norte, com destaque para a recordista de vendas Ford F-150 , a rival Chevrolet Silverado e a RAM 1500. A chegada da novidade ao Brasil ainda é uma dúvida.

Fonte: IG Carros
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Avaliação: Mercedes-AMG A 35 4MATIC é um foguete de bolso

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Mercedes-Benz A35 AMG garante alegrar seu dia com um desempenho convincente para um pequeno esportivo


Muitos dizem, que “nos menores frascos estão os melhores perfumes”. E o Mercedes-AMG A 35 4 MATIC não contraria esse pensamento. Ele é o novo modelo da divisão de Affalterbach à venda no Brasil e chegou às concessionárias com preço de R$ 279.900 ou R$ 285.900 na versão Launch Edition.

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Nascido a partir da quarta geração do Classe A (W177), o “foguete de bolso” encanta pelo visual agressivo e o desempenho do novo motor 2.0 turbinado associado a câmbio de dupla embreagem e sete marchas para oferecer 306 cv de potência e 40,78 kgfm de torque.

Embora não seja um motor artesanal igual ao dos modelos 45, 63 e 65, a engenharia alemã aplicou o controle variável de válvulas CAMTRONIC, o processo de polimento dos cilindros CONICSHAPE®, que reduz o atrito interno, o gerenciamento inteligente do motor/óleo e o turbocompressor twin-scroll (duas entradas independentes para os gases de exaustão). Outras soluções estão no sistema de exaustão com flap e o cárter de alumínio fundido para diminuir o peso do veículo.

Não tão radical quanto o “irmão” Mercedes-AMG A 45 S de 421 cv e 51 kgfm , a palavra equilíbrio é a melhor que define o Mercedes-AMG A 35 4MATIC. Nosso primeiro contato aconteceu no Autódromo da Fazenda Capuava, no interior de São Paulo. Um traçado de 2.700 m de extensão, com 16 curvas e trechos de alta/baixa velocidade.

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ROCKET POCKET


Me acomodo nos bancos esportivos com formato concha e logo na partida sou recebido com um ronco grave e encorpado. De início, percebo trata-se de um carro aceso desde os giros mais baixos. O novo bloco (nomenclatura M260DE20) inaugurou a família de motores 35 em nosso mercado e o turbocompressor twinscroll possibilita uma elevação rápida dos giros com mínimo turbolag (aquele atraso antes do turbo encher).

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A potência específica é de 153 cv/litro e os 1.555 kg possibilitam uma relação peso-potência de 5,08 kg/cv. Ou seja, um jato de andar que, segundo o fabricante, vai de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 250 km/h (limitada eletronicamente). Apesar de todo o poderio mecânico, o Mercedes-AMG A 35 4MATIC é um carro obediente e previsível.

Estão disponíveis os modos de condução Comfort, Individual, Sport e Sport+ capazes de alterar alguns parâmetros, como as respostas do motor, do câmbio e da direção, por exemplo. A minha volta foi realizada no programa Sport+.

A direção possui o peso correto e é rápida ao esterço, enquanto a tração integral 4MATIC pode distribuir o torque até 50:50. O bom contato com o solo é mérito dos pneus de medidas 235/35 R19. Não só grudado no chão, como as suspensões mais firmes comparadas ao do Mercedes-Benz A 250 ajudam na dinâmica. É um carro que aponta a dianteira e contorna as curvas sem muito trabalho de braços e mínima rolagem de carroceria.

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O câmbio AMG SPEEDSHIFT DCT 7G de dupla embreagem banhado a óleo trabalha de maneira eficiente e durante as trocas/reduções os “pipocos” emitidos mexem com os sentidos. Já quem quiser extrair todo o potencial, a função RACE-START (controle de largada) configura o carro para oferecer o máximo de aceleração.

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Ao final do nosso primeiro contato com o Mercedes-AMG A 35 4MATIC comprovamos que ele é um esportivo para o uso diário e ainda capaz de encarar um track day nos finais de semana.


FICHA TÉCNICA

Mercedes-AMG A 35 4MATIC
Preço básico: R$ 279.900 (R$ 285.900 na versão Launch Edition)
Carro avaliado: R$ 279.900
Motor: quatro cilindros em linha 2.0, 16V, turbo, injeção direta, duplo comando de válvulas com variador de fase na admissão e escape
Cilindrada: 1991 cm3
Combustível: gasolina
Potência: 306 cv a 5.800 rpm
Torque: 40,78 kgfm a 3.000 rpm
Câmbio: automatizado de dupla embreagem, sete marchas
Direção: elétrica
Suspensões: Independente MacPherson (d) e multibraços (t)
Freios: discos ventilados (d/t)
Tração: integral sob demanda
Dimensões : 4,436 m (c), 1,797 m (l), 1,405 m (a)
Entre-eixos: 2,729 m
Pneus: 235/35 R19
Porta-malas: 370 litros
Tanque: 51 litros
Peso: 1.555 kg
0-100 km/h: 4s7
Velocidade máxima: 250 km/h (limitada eletronicamente)
Consumo cidade: 9,2 km/l
Consumo estrada: 10,9 km/l
Emissão de CO2: 138 g/km
Nota do Inmetro: C
Classificação na categoria: A (Grande)

Fonte: IG Carros
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Elétrico JAC iEV40 vende mais que Toyota Prius em novembro

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JAC iEV40 torna-se o carro eletrificado com melhor desempenho nas vendas no mês de novembro


Com 23 unidades emplacadas, o JAC iEV40 (leia mais aqui) foi o elétrico mais vendido do Brasil em novembro, apontam dados divulgados pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa). Pode parecer pouco. Mas o volume já foi superior ao de modelos como o híbridos Toyota Prius (22 unidades) e o também elétrico Jaguar I-Pace (13 unidades).

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Apresentado em setembro no mercado brasileiro, o iEV40 é a variação elétrica do SUV T40, trazendo um propulsor elétrico com potência de 115 cv e baterias que garantem uma autonomia de até 300 km.

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Ainda que longe de países como a Noruega (leia aqui) , em que boa parte dos carros mais vendidos são modelos de propulsão limpa, o mercado brasileiro de carros elétricos já começa a mostrar números mais relevantes em se considerando a pequena oferta de modelos e a infraestrutura quase inexistente fora dos grandes centros.


Fonte: IG Carros
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