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Tecnologia

Microsoft lança versão retrô do Windows 1.0 para celebrar ‘Stranger Things’

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Para aproveitar o sucesso da terceira temporada do seriado “Stranger Things ”, a Microsoft criou um aplicativo que permite aos usuários experimentar o Windows 1.0 , versão lançada em 1985, mesmo ano em que se passam os episódios da série doNetflix.

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“Stranger Thing” inspira versão retrô do Windows 1.0

O aplicativo Windows 1.11 Stranger Thing Edition está disponível para download gratuito na loja virtual da Microsoft , mas ele só roda em computadores com Windows 10. Diferente do Windows 1.0, que cabia dentro de quatro disquetes de 360 KB, o aplicativo tem mais de 700 MB.

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No ambiente retrô, os usuários podem conhecer, ou relembrar, o primeiro ambiente multitarefas da Microsoft. Até então, o MS-DOS operava apenas por comandos escritos. Com o Windows 1.0, os usuários podiam usar o mouse e operar aplicações em janelas. Ele vinha com alguns programas, como Calculadora, Calendário, Relógio, Clipboard, Notepad e Paint.

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Na edição Stranger Things, a Microsoft , tem jogos e outros conteúdos relacionados com a nova temporada da série, que entrou no ar na semana passada.

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“Explore mistérios e segredos que assolam Hawkins, desbloqueie conteúdo exclusivo da série e surpresas, além de ter acesso a jogos e quebra-cabeças da época — todos construídos com base no universo da 3ª temporada de Stranger Things. Junte-se a Eleven, Steve, Dustin e a gangues enquanto eles tentam salvar Hawkins e o mundo. Mas, fica o aviso: cuidado com o Esfolador da Mente”.

Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Seu smartphone te dá dores de cabeça? A culpa pode ser da tela OLED

Publicado

Olhar Digital

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Divulgação/Google
Simulação de níveis de brilho dos novos smartphones pode causar dores de cabeça, alerta oftalmologista

Se você adquirir um novo smartphone, há uma boa chance de que sua tela seja  OLED . Esse tipo de tecnologia é bastante usada na maioria dos novos iPhones (exceto o XR), no LG G8, em carros chefe da Samsung e nos modelos intermediários de empresas como a Motorola.

Elas oferecem muitas vantagens em relação às telas de LCD, como melhor contraste, cores mais vivas e telas mais finas. Mesmo assim, alguns usuários reclamam de dor de cabeça ao utilizá-las.

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A principal causa deste problema se dá ao fato de que, em alguns níveis de brilho, as telas OLED piscam, o que causa um desconforto no usuário que pode levar a dores de cabeça se ele ficar muito tempo exposto a isso. As telas com tecnologia OLED são compostas por pequenos ponto luminosos, os LEDs, com cada um emitindo luz com uma das cores primárias: vermelho, verde ou azul.

Ter muitas fontes diferentes de luz em uma tela, em vez de uma única luz de fundo que a ilumina por inteiro, significa que quando a tela está com brilho total há melhor contraste, e as partes pretas de uma imagem são bem mais escuras.

Para entender melhor como os benefícios dessa tecnologia, pense em como os fãs ficaram irritados com a última luta contra os caminhantes brancos em “A Longa Noite”, episódio da oitava temporada de  Game of Thrones .

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shutterstock
Jovens estão mais propensos a sofrerem dores de cabeça em função da tela do smartphones

A tela ficou escura quase o episódio inteiro, o que dificultou ver o que estava acontecendo. Mas uma boa tela OLED deixaria o episódio bem mais visível, porque o contraste seria muito maior quando comparado a uma tela LCD.

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É justamente esse detalhe que torna os smartphones com tela OLED tão atraentes: com contraste elevado e pretos mais profundos, você obtém uma imagem melhor e mais realista . Mesmo com esses benefícios, a tecnologia está sendo responsável por deixar alguns usuários mais sensíveis com dores de cabeça.

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As telas OLED não possuem diferentes níveis de brilho. Quando alguém deseja diminuir o brilho em um telefone com OLED, a tela usa um método chamado de modulação por largura de pulso, que liga e desliga rapidamente os LEDs criar a ilusão de uma imagem mais escura.

Os telefones LCD não fazem isso. Em vez disso, eles usam um filtro que controla a quantidade de luz que pode passar pelo painel. Alguma luz, inevitavelmente, passará pelas áreas mais escuras da tela, tornando o preto mais acinzentado e deixando a imagem um tanto “lavada”. Mas também evita que a cintilação cause cansaço visual e dores de cabeça em algumas pessoas.

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O Dr. Rai Maturi, oftalmologista e membro da Academia Americana de Oftalmologia, diz que a questão pode ser mais pronunciada entre os jovens do que nos velhos. Muitas pessoas mais velhas têm visão pior do que os jovens, ele diz, então, “as pessoas mais jovens podem discernir cintilação em uma frequência mais alta do que as pessoas mais velhas”. Maturi ainda afirmou que algumas pesquisas devem ser realizadas para determinar o papel que as telas piscantes de smartphones tem nas dores de cabeça de alguns usuários.

Dá para melhorar

Como uma forma de diminuir isso, os usuários podem aplicar um filtro para deixar a tela mais escura, mesmo que ela esteja no brilho máximo. Nos iPhone X, XS e XR, será necessário abrir as “Configurações” e navegar até “Geral > Acessibilidade > Acomodações de Exibição > Reduzir ponto branco”. O usuário deverá reduzir o ponto branco para 95% ou abaixo e verificar se o nível de brilho do telefone está acima de 50%. Isso deve ajudar a amenizar qualquer oscilação.

No caso do Android , o sistema não possui uma opção nativa para isso, mas o usuário pode baixar um aplicativo de terceiros para que seja colocado um “filtro” escuro sobre a tela. Para que a configuração seja feita de forma correta, deve-se certificar que o brilho esteja no máximo para que os ajustes tenham resultado.

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Se nenhuma dessas configurações der resultado e as dores de cabeça e incômodos continuarem, pode ser necessário procurar um especialista para que a causa e os tratamentos necessários sejam definidos.

Via:  One Zero

Fonte: IG Tecnologia
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Instagram sem likes: aspirantes na rede perdem, mas bem-estar aumenta

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Alcançar a fama de um “instragramer”, o influenciador que tem no Instagram sua principal vitrine, vai ficar mais difícil com a retirada do  número de curtidas que cada foto recebe na rede social. A avaliação é de Júnior César, da Brasilera Digital Agenciamento de Influenciadores Digitais.

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Divulgação
Viih Tube tem 10 milhões de seguidores no Instagram

A agência é responsável pela carreira de jovens rostos conhecidos na internet como Camila Loures, 24, que tem 6 milhões de seguidores no aplicativo de fotos, Viih Tube, 18, com 10 milhões de seguidores só no Instagram e Gregory Kessey, 19, seguido por 2,3 milhões de usuários da plataforma.

“Para novos influenciadores, que têm no Instagram a sua principal rede , ficou um pouco mais complicado provar o engajamento. Quem está começando vai ter que dobrar o trabalho”, avalia César.

Segundo ele, quem já está consolidado não terá a vida muito alterada. “Basta manter o ‘analytics’ (relatórios de presença e comportamento de visitantes em uma página da internet) atualizado. Isso já era feito, por exemplo, com os Instagram Stories, que também não mostram o número de visitantes publicamente”, explica.

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Se por um lado, a decisão pode afetar os planos de alguns usuários da rede social , por outro será benéfica para diminuir a ansiedade de outros, na avaliação da psicóloga Karen Scavacini, do Instituto Vita Alere, que atua na prevenção e posvenção (quando se perdeu alguém) do suicídio.  “O número de influenciadores que monetizam com a rede social é bem menor do que de usuários que podem ser beneficiados”, argumenta Karen.

Ela avalia que redes sociais como o Instagram podem gerar ansiedade e alteração no sono. “Muitos jovens acordam à noite para conferir quantas curtidas receberam. Por isso, a medida provavelmente vai ajudar na saúde mental dos usuários da rede, estimulando um jeito mais saudável de se relacionar com ela”, pondera.

Karen explica, inclusive, a relação entre as redes sociais e o suicídio. “O suicídio sempre é multifatorial. A gente precisa montar um quebra-cabeças complexo para entendê-lo, mas dependendo de como um usuário se relaciona com a rede, ela pode sim, ser mais uma peça desse quebra-cabeças”, alerta.

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Júnior César também vê fatores positivos na nova regra. “A preocupação agora vai ser mais com o conteúdo e menos com os números . Tinha muita gente na rede investindo em uma estética exacerbada e esquecendo o mundo real. Isso pode mudar e quem quiser se destacar deve apostar na criatividade”, aconselha.       

Sobre a mudança, o Instagram informa que se trata de um teste que começou no Canadá. “Não queremos que as pessoas sintam que estão em uma competição dentro do Instagram e nossa expectativa é entender se uma mudança desse tipo poderia ajudar as pessoas a focar menos nas curtidas e mais em contar suas histórias”, afirma a rede social por nota.

Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

É golpe! Promessa de tratamento odontológico gratuito via WhatsApp é falsa

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Reprodução
Captura de tela de golpe que tenta enganar brasileiros com tratamento gratuito odontológico

A promessa de um tratamento odontológico gratuito enganou pelo menos 162 mil usuários do WhatsApp no Brasil que receberam, acessaram ou compartilharam o link malicioso desde o mês de maio deste ano.

Por dia, são registrados, pelo menos, 2500 novos acessos ao golpe . As informações são do dfndr lab, site que checa se um link é verdadeiro ou não, e identifica golpes como phishings. 

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A fraude simula um programa social do governo falso intitulado “Brasil Sorridente”. Ao tocar no link do golpe, o usuário é incentivado a informar seu estado, cidade e tipo de tratamento que deseja realizar.

Depois, ele precisa fornecer dados pessoais – como nome completo, telefone e e-mail – além de compartilhar o link do ataque com mais cinco contatos do WhatsApp. O usuário é induzido, em seguida, a conceder permissão para receber futuras notificações com outros golpes e ainda é direcionado para páginas falsas e visualizar anúncios fraudulentos

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“Golpes que se aproveitam de programas reais do governo como temática são bastante comuns e, infelizmente, são os que mais fazem vítimas, já que tem bastante apelo da população”, avalia o diretor do dfndr lab, Emilio Simoni.

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Reprodução
Mensagens enviadas por whatsapp em tentativa de golpe do Brasil Sorridente

Simoni explica o funcionamento do golpe. “Neste ataque em especial, o hacker direciona o usuário para páginas com publicidades suspeitas e, a cada nova visualização, o cibercriminoso ganha mais dinheiro”, diz o especialista.

“A grande lucratividade do golpe para o hacker acaba explicando o porquê ele continua ativo desde o mês de maio”, acrescentou Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab.

Para não cair em ataques como esse, o especialista afirma que o usuário deve tomar algumas medidas como sempre checar se o link é verdadeiro ou não, o que pode ser feito pelo site do dfndr lab e ficar atento a promessas muito vantajosas ou preços muito abaixo do valor original, pois é grande a probabilidade de ser um golpe .

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Fonte: IG Tecnologia
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