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Ministro promove seminário sobre “globalismo” em fundação ligada ao Itamaraty

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Relações Exteriores, Ernesto Araújo
Charles Sholl/Brazil Photo Press/Agencia O Globo Politica

Evento, marcado para o próximo 10 de junho, será aberto pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo

Expressão usada pelos movimentos de direita para definir o que chamam de “configuração atual do marxismo”, o“globalismo” será tema de um seminário na Fundação Alexandre Gusmão (Funag), órgão vinculado ao Itamaraty cujo objetivo é promover debates sobre temas ligados às relações internacionais. O evento, marcado para o próximo 10 de junho, será aberto pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

Além do chanceler, que em seu blog Metapolítica 17 definiu o globalismo como “a globalização econômica que passou a ser pilotada pelo marxismo cultural”, está confirmada a participação de outros expoentes da direita como Filipe Martins, assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República; Chris Buskirk, editor da revista “American Greatness”; e Alexandre Costa, autor dos livros “Introdução à Nova Ordem Mundial” e “O Brasil e a Nova Ordem Mundial”.

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“Entenda melhor o conceito e o fenômeno do globalismo, assim como suas implicações para as relações internacionais dos nossos dias”, destacam os organizadores do seminário.

Em vídeo divulgado em 2016 na internet, Alexandre Costa, define a nova ordem mundial como um conjunto de fenômenos políticos, sociais e culturais que tende a transformar a civilização “com o objetivo de implantar um governo mundial, substituir os princípios e valores que regem a nossa sociedade por outros e que vão levar obrigatoriamente à perda de liberdades individuais, à concentração de poder, à repressão psicológica e física e à exclusão do debate intelectual”.

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Segundo Costa, há três forças políticas que correm no sentido de estabelecer um governo mundial. A primeira delas são movimentos comunistas internacionais, notadamente o “império russo-chinês“, que estaria mais presente na América Latina e, portanto, no Brasil. A segunda é o islamismo e a terceira, o globalismo internacional. Este último seria formado por banqueiros, pelas grandes corporações e organizações não-governamentais.

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Fonte: IG Nacional
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Prefeitura em Alagoas cancela provas de concurso e gera ira nos candidatos

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provas
shutterstock

Concurso em Paripueira, em Algaoss, é cancelado por problemas técnicos


Mais de mil candidatos ao concurso para a Prefeitura de Paripueira, em Alagoas, foram afetados com um cancelamento de última hora neste domingo (16). Ao chegar nas esclas onde seriam realizadas as provas, os concorrentes foram informados que três cargos não estavam mais disponíveis.

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Irritados, alguns candidatos chegaram a discutir com os organizadores. Muitos prcouraram a prefeitura de Paripueira em busca de explicações sobre o cancelamento do concurso . Assista ao vídeo abaixo:


Em nota, a prefeitura informou que os motivos do cancelamento foram técnicos, com a Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes) não conseguindo concluir as provas para a data prevista.

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Confira a nota:

A Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes) e o Núcleo Executivo de Processos Seletivos (Neps/Copeve) informam que, devido a um problema técnico, as provas do Concurso de Paripueira que seriam aplicadas na Escola Maria das Graças de Sá Teixeira, Escola Dom Otávio Barbosa de Aguiar e Escola Marcos Antonio Cavalcante Silva foram suspensas.

Nos locais seriam realizadas as provas para os cargos de Professor de Educação Infantil, Professor de Artes e Professor de anos iniciais mas, devido a uma falha técnica na impressão das provas, a organizadora, visando assegurar a igualdade entre os candidatos, optou por suspender a aplicação. Uma nova data será definida.

A Fundepes/Copeve assegura que nenhum candidato será prejudicado. Será estabelecido um prazo para os candidatos que optem pela restituição da inscrição e após este processo serão divulgados os locais e as datas das provas que não foram aplicadas neste domingo, dia 16.
Cerca de nove mil candidatos realizam neste domingo, 16, as provas do Concurso da Prefeitura de Paripueira. As provas transcorrem dentro do previsto e apenas 1.185 candidatos foram afetados pela suspensão.

Fonte: IG Nacional
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Crise do governo Macri aumenta após apagão geral deste domingo

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Mauricio MAcri
Divulgação

Mauricio Macri enfrenta protestos e crises na Argentina


O governo do presidente argentino, Mauricio Macri, já teve de lidar com a pior seca dos últimos 50 anos, uma desvalorização de mais de 300% do peso e continua às voltas com a sexta taxa de inflação mais alta do mundo, na região abaixo apenas da venezuelana. Agora, em palavras do próprio chefe de Estado, enfrentou um apagão “inédito” na História do país, que afetou todo o território nacional e estendeu-se ao Uruguai.

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O episódio aconteceu em momentos em que a Casa Rosada promove o potencial da jazida de Vaca Muerta, na província de Neuquén, pela qual a Argentina é considerado o segundo país do mundo com mais recursos gasíferos e o quarto em petróleo não convencional. O país governado por Macri ficou às escuras, ampliando a lista de dores de cabeça para um presidente que pretende reeleger-se no final de outubro. 

Nas redes sociais, os comentários irônicos e críticas ao governo se multiplicaram. “Para evitar que tenhamos de jogar fora a comida da geladeira por culpa do apagão , Macri esvaziou a geladeira primeiro. Um visionário”, escreveu o internauta Sebastián Fernández, no Twitter.

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Como era esperado, o kirchnerismo não perdeu tempo e rapidamente foi às redes culpar Macri e atacar um dos lemas de campanha do macrismo: “Se Cristina voltar ao poder, a Argentina se transformará na Venezuela”. O pré-candidato à Presidência Alberto Fernández, companheiro de chapa da senadora e ex-presidente Cristina Kirchner (2007-2015), foi o encarregado de dar a alfinetada: “Subiram as tarifas tanto como seus amigos pediram e geraram o maior apagão da História. Não é Venezuela. É Argentina. Já chegou a hora de perceber isso”, escreveu Fernández em sua conta no Twitter.

Na mesma mensagem, o pré-candidato presidencial do kirchnerismo postou um vídeo no qual Macri afirma que “se nós não tivéssemos aumentado as tarifas (subsidiadas pelo kirchnerismo), teríamos ficado a um passo de virar a Venezuela”. O chamado tarifaço foi uma das primeiras medidas aplicadas pelo presidente após vencer as eleições de 2015, com o argumento de que o sistema herdado de Cristina era insustentável.

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De fato, a maioria dos analistas locais concorda em que a Argentina não podia continuar bancando tarifas muito abaixo da média regional  e que representavam um custo impossível de suportar pelo Estado. Alguns reajustes superaram 400%, incluindo energia elétrica e gás. Foi um duro golpe no bolso dos argentinos, sobretudo da classe média urbana, setor em que Macri, mostraram recentes pesquisas, perdeu muitos votos.

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Como explicar, agora, para estes eleitores que estão em dúvida sobre voltar a apostar no macrismo que Vaca Muerta será a solução do futuro e que a política energética e tarifária de Macri tem lógica e resolverá os problemas que, segundo o atual governo, são responsabilidade do kirchnerismo? Mais um desafio para o presidente que, diante do real perigo de ser derrotado nas urnas, semana passada convidou um senador peronista para ser seu companheiro de chapa.

Vaca Muerta entusiasmou o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em sua recente visita a Buenos Aires. O ministro da Fazenda, Paulo Guedes, não se cansou de defender uma aliança energética entre os dois países para aproveitar a jazida argentina e tudo o que ela, segundo Guedes, pode favorecer o mercado brasileiro.

Ninguém imaginava que, menos de duas semanas depois, Macri estaria tentando explicar um apagão “inédito” na História argentina. E não faltaram os que relacionaram o desastre energético à aliança entre macrismo e um setor do peronismo. “A resposta na natureza à chapa Macri-Pichetto (senador Miguel Ángel Pichetto): chuvas, frio e apagão total”, brincou a internauta Ana Natalucci, no Twitter. 

Fonte: IG Nacional
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Witzel lamenta morte do pastor Anderson do Carmo e promete rigor na investigação

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Wilson Witzel
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Governador do Rio de Janeiro,Wilson Witzellamentou a morte do pastor


O governador Wilson Witzel (PSC) se manifestou em relação ao assassinato do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada federal Flordelis. Pelo Twitter, Witzel lamentou a morte e garantiu que o crime “será investigado com rigor”.

“Lamento a morte do Pastor Anderson Carmo, marido da deputada federal Flordelis. O crime será investigado com rigor pela Polícia Civil. Meus sentimentos à família, especialmente sua esposa e filhos.”, escreveu Witzel .

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Anderson foi alvejado, na madrugada deste domingo, quando embarcava em seu carro, em frente à sua casa, em Pendotiba, Niterói . A Polícia acredita que ele foi seguido até o local do crime. Anderson chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

Pelas redes sociais, outros políticos e evangélicos também se pronunciaram e lamentaram a morte de Anderson. Mais cedo, Damares Alves, ministra de Estado da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos escreveu em sua conta no Twitter:

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“Estou profundamente abalada com a notícia do assassino do meu querido amigo e pastor Anderson Carmo, esposo da minha também amiga deputada @Flordelismk. Uma pessoa ímpar, exemplo para tanta gente. Pai de 56 filhos, a maioria adotivos”.

A deputada estadual Alana Passos (PSL) lembrou que o pastor e a deputada desenvolviam um grande trabalho de ressocialização:

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“Lamento profundamente a morte brutal do Pastor Anderson do Carmo, marido da Deputada Federal Flordelis executado após o casal chegar na residência em Pendotiba. Flordelis foi a sexta deputada federal mais votada no estado do Rio de Janeiro. Pais de 55 filhos, entre biológicos e adotivos, o casal possui belíssimo trabalho social de ressocialização de drogados e viciados na Igreja Ministério Flordelis, no Galo Branco em São Gonçalo.”

O pastor Silmar Coelho, da Igreja Metodista Wesleyana, de Parque Vitória, em São Paulo afirmou que a morte atinge a igreja de Cristo:

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“Era um amigo leal que sempre apoiava o COMERJ, Conselho de Pastores do Rio de Janeiro e me fazia sentir respeitado e honrado. Consternado, abraço a família e os membros da Cidade do Fogo; abalado e triste por ver sua vida ceifada tão prematuramente. Perda irreparável, que nos faz chorar, lamentar e orar por sua esposa e filhos. Deus nos guarde e nos use para transformar o Brasil tão sofrido e que sangra por atos tão hediondos.

Conforme prometeu Witzel , a Delegacia de Homicídios de Niterói (DHNSG) investiga o assassinato de Anderson

Fonte: IG Nacional
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