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MP pede investigação de PM que disse que ia “brincar com comunas” em dia de ato

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PM publica foto com colegas e diz que vai
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PM publicou foto com colegas e disse que iria ‘brincar com comunas’ na Esplanada

O Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF) enviou um ofício à Polícia Militar pedindo que a conduta do policial que afirmou, em rede social, que ia “brincar com os comunas” seja investigada. De acordo com o MP, a fala do militar constitui “inequívoco discurso de ódio”.

O caso aconteceu nesta quarta-feira (15), quando o policial publicou uma foto com colegas dentro do veículo da corporação e disse que estava indo “brincar com comunas ” na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O local foi um dos que sediaram manifestações de estudantes e professores contra os cortes na Educação .

Ainda ontem, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF) informou que a postagem do policial militar não condizia com o padrão profissional da Polícia Militar do DF, além de contrariar normas de conduta preconizadas pela SSP/DF. A pasta determinou ainda que fosse aberto um procedimento administrativo para análise do caso.

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Após a onda de  protestos que marcaram o País ontem, entidades da sociedade civil já organizam novas manifestações para o dia 30 de maio. O tema das manifestações será o mesmo: em repúdio ao bloqueio de recursos para a educação anunciado pelo governo Jair Bolsonaro (PSL).

De ” comunas ” ou não, as mobilizações de ontem se espalharam por mais de uma centena de cidades em todos os 26 Estados e no Distrito Federal e reuniu estudantes, professores, entidades da sociedade civil e partidos políticos. Segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a greve nacional prevista na agenda de atos de ontem contou com o engajamento de ao menos dois milhões de trabalhadores.

Fonte: IG Nacional
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Vídeo feito em 2016 mostra farra de detentos em presídio no Rio de Janeiro

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prisão do Rio de Janeiro
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Seap identificou ao menos três presos que aparecem na filmagem em prisão do Rio de Janeiro

Um vídeo feito em 2016 e que circula nas redes sociais mostra uma verdadeira farra dentro do Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Na gravação, que dura 44 segundos, um dos presos filma os outros colegas de cela. Durante a gravação, um deles fuma dentro do cubículo, e outro exibe duas garrafas que afirma serem de uísque e energético. A Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) abriu uma sindicância para apurar o caso.

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Em determinado momento, o preso que está fazendo o vídeo acaba flagrando outro detento com celular na mão, também filmando os colegas. A gravação foi feita no fim de 2016, entre o Natal e o Ano Novo, dentro da cela B-5.

“Olha o Natan, Tavinho, Sidney. Olha o Sidney… chefe da milícia, chefe da milícia fuma, cheira e bebe. Olha o bigode colado com a barba. Tá com o braço só porque ele não bota a cara não, mané. É o bigode colado com a barba. Olha o braço do coroa”, diz o preso que faz a gravação.

A Seap identificou ao menos três presos que aparecem na filmagem: Otávio Lair Velozo Marques, conhecido como Tavinho, Marco Antônio Titoneli e Sidnei Alves da Silva. Os dois primeiros já estão em liberdade desde o fim de 2017. Já Sidnei havia saído para uma Visita Periódica ao Lar, em dezembro de 2017, e não retornou ao presídio. Em maio de 2018, ele foi recapturado e desde então está no Presídio Evaristo de Moraes, na Quinta da Boa Vista.

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Titoneli foi condenado a 25 anos de prisão, em março de 2018, quando já estava em liberdade, pela morte do vereador Lúcio Diniz Araújo, o Lúcio do Nevada. O crime aconteceu em outubro de 2012. Apesar da sentença, Titoneli conseguiu um habeas corpus para recorrer da condenação em liberdade.

Em nota, a assessoria de imprensa da Seap afirmou que “vídeos antigos estão sendo recorrentemente publicados com o claro objetivo de interromper o trabalho intenso de apreensões de materiais ilícitos que tem sido feito nas unidades prisionais”.

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Veja, abaixo, a íntegra da nota da Seap:

“É importante informar que, mesmo tendo sido feito e gravado em outra gestão, o autor do vídeo já foi identificado e a corregedoria irá iniciar uma sindicância para apurar os fatos.

A Seap lamenta que vídeos antigos estejam sendo, recorrentemente, publicados com o claro objetivo de interromper o trabalho intenso de apreensões de materiais ilícitos que tem sido feito nas unidades prisionais. Informamos, ainda, que as ações de repressão não serão interrompidas e não há prazo para o fim das operações “Asfixia”, “Iscariotes” e “Bloqueio”.

Ressaltamos que a atual gestão não compactua com qualquer tipo de ostentação de poder dos presos e vai intensificar, ainda mais, as ações em andamento, utilizando alta tecnologia, com o uso de três drones, que servem como apoio à fiscalização das unidades prisionais, ajudando na vigilância e segurança do perímetro prisional. Também haverá a compra denovos portais, aparelhos de scanners, câmeras, e bloqueadores de sinal de aparelhos telefônicos.

A operação “Asfixia”, por exemplo, realizada pelos próprios inspetores penitenciários, já apreendeu de Janeiro a Abril, 4.160 celulares. No mesmo período do ano passado, apenas 2.972 aparelhos foram encontrados.

A Seap também implantou, desde o início do ano, duas ações importantes: a operação “Iscariotes”, que já flagrou NOVEinspetores penitenciários tentando entrar com objetos ilícitos nas cadeias. Todos os casos estão sendo apurados pela corregedoria e podem ter a pena máxima de demissão. Já a operação “Bloqueio”, tem como objetivo impedir que visitantes de presos burlem as regras de segurança, prendeu 16 visitas tentando entrar com drogas e celulares em cadeias.

No mesmo período do ano passado, NENHUM servidor foi flagrado tentando entrar com qualquer tipo de material ilícito nas unidades. Isso mostra o empenho da atual gestão em combater este tipo de crime, “cortando na própria carne”, se for preciso.

É importante afirmar que todas as operações são realizadas pelo próprio corpo funcional da Seap.”

Fonte: IG Nacional
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Ministro promove seminário sobre “globalismo” em fundação ligada ao Itamaraty

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Relações Exteriores, Ernesto Araújo
Charles Sholl/Brazil Photo Press/Agencia O Globo Politica

Evento, marcado para o próximo 10 de junho, será aberto pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo

Expressão usada pelos movimentos de direita para definir o que chamam de “configuração atual do marxismo”, o“globalismo” será tema de um seminário na Fundação Alexandre Gusmão (Funag), órgão vinculado ao Itamaraty cujo objetivo é promover debates sobre temas ligados às relações internacionais. O evento, marcado para o próximo 10 de junho, será aberto pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

Além do chanceler, que em seu blog Metapolítica 17 definiu o globalismo como “a globalização econômica que passou a ser pilotada pelo marxismo cultural”, está confirmada a participação de outros expoentes da direita como Filipe Martins, assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República; Chris Buskirk, editor da revista “American Greatness”; e Alexandre Costa, autor dos livros “Introdução à Nova Ordem Mundial” e “O Brasil e a Nova Ordem Mundial”.

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“Entenda melhor o conceito e o fenômeno do globalismo, assim como suas implicações para as relações internacionais dos nossos dias”, destacam os organizadores do seminário.

Em vídeo divulgado em 2016 na internet, Alexandre Costa, define a nova ordem mundial como um conjunto de fenômenos políticos, sociais e culturais que tende a transformar a civilização “com o objetivo de implantar um governo mundial, substituir os princípios e valores que regem a nossa sociedade por outros e que vão levar obrigatoriamente à perda de liberdades individuais, à concentração de poder, à repressão psicológica e física e à exclusão do debate intelectual”.

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Segundo Costa, há três forças políticas que correm no sentido de estabelecer um governo mundial. A primeira delas são movimentos comunistas internacionais, notadamente o “império russo-chinês“, que estaria mais presente na América Latina e, portanto, no Brasil. A segunda é o islamismo e a terceira, o globalismo internacional. Este último seria formado por banqueiros, pelas grandes corporações e organizações não-governamentais.

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Fonte: IG Nacional
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Casal morto em tragédia no Chile começaria a construir a própria casa

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Casal morto em tragédia no Chile
Reprodução/Facebook

Casal morto em tragédia no Chile começaria a construir a própria casa

Antes de deixar Hortolândia para aproveitar fériasem Santiago, no Chile, no interior de São Paulo, o casal Jonathas Muniz e Adriana Kruger usou suas economias para comprar o
terreno onde construiria sua casa. Com o imóvel pago, os dois se empenhariam, assim que voltassem da viagem, em juntar mais dinheiro para construir a casa onde pretendiam morar.

Casados há menos de três anos, o casal frequentava a Igreja Adventista da Cidade. Ontem, fiéis estavam em choque com a tragédia que terminou na morte dos dois e de mais quatro
familiares após vazamento de gás no apartamento que alugaram para aproveitar as férias na capital chilena.

Segundo familiares, os dois dedicavam seu dia a dia à religião. Moravam na cidade do interior de São Paulo desde o casamento: ele era chefe do Departamento de Pessoal do
Instituto Adventista de Tecnologia (IATec), e ela acabara de se formar em Engenharia Civil. Moravam em um apartamento a cerca de 300 metros do do terreno que hoje abriga não
apenas o IATec, mas uma universidade ligada aos adventistas, uma escola e um templo.

Com o diploma de Engenharia nas mãos, o principal plano de Adriane seria a construção da nova casa, perto do local de trabalho. Ela estava trabalhando no projeto do imóvel. Os
dois ainda frequentavam outra Igreja Adventista , menor, também próxima à sua casa.

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Vizinhos e comerciantes lembram do casal, mas afirmam que eram reservados. O bairro é formado majoritariamente por fiéis da mesma denominação religiosa – quase 90%, segundo
moradores. Os dois se conheceram em um evento da própria Igreja, quando Jonathas ainda cursava Direito. As duas famílias são de Santa Catarina. Em novembro de 2016, se casaram e
foram para o interior de São Paulo, onde Jonathas já estava há um ano e meio.

Sem filhos, eram apaixonados pelos dois sobrinhos também vítimas da tragédia. Luciane Pinheiro Kruger, irmã de Adriane, lembra que os dois tinham um carinho especial pelos
jovens. Além do casal, também morreram na tragédia Debora de Souza (irmã de Jonathas) e Fabiano de Souza, além de seus filhos, Felipe e Karoliny. A viagem, segundo Luciane, era
uma promessa feita para a sobrinha pelo aniversário de 15 anos.


Família de brasileiros encontrada morta
Reprodução/Facebook

Família de brasileiros é encontrada morta por inalação de gás que vazou em apartamento alugado no Chile

A viagem quase foi cancelada em razão da situação clínica da mãe de Jonathas. A decisão de ir para o Chile ocorreu porque tudo já estava organizado. Um dia antes da morte dos
seis no Chile, a mãe de Jonathas morreu em Santa Catarina. A família estava planejando o retorno ao Brasil para acompanhar o velório .

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“Eles eram um casal exemplo. Nunca vi brigarem. E o Jonathas era sempre muito carinhoso. Eles eram apaixonados”, diz Luciane Kruger.

Nas redes sociais do casal, há várias imagens de viagens feitas por ambos, para cidades como Barra da Lagoa e Rio de Janeiro, além de cidades do interior de São Paulo. Jonathas
era fã de trilhas. As fotos mais recentes são justamente da viagem ao Chile: imagens nos Alpes e na capital chilena.

Em nota, o IATec lamentou o falecimento do funcionário. Segundo o instituto, ele estava em seu período de férias. O IATec afirmou ainda que está oferecendo todo tipo de apoio
aos familiares. “Como uma instituição cristã, confiamos em Deus e acreditamos na esperança da ressurreição e na breve volta de Jesus Cristo”, diz o comunicado.

No Brasil, familiares tentam convencer as autoridades brasileiras e chilenas a realizar o traslado de todos os corpos juntos, o que a família não teria condições de fazer, além
de realizar o velório. A empresa Airbnb, por onde a família reservou o apartamento no Chile, informou que pagará todas as despesas de traslado . Ainda não há informações sobre
data e local do velório e sepultamento do casal e das outras quatro pessoas.

Fonte: IG Nacional
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