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Não perca o prazo! Veja como tirar e regularizar o título de eleitor

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Agência Brasil/ Arquivo

Pessoas precisam estar em dia com suas obrigações eleitorais para poder votar nas próximas eleições.

No segundo semestre de 2020, serão realizadas as eleições municipais em todas as cidades do país. Nelas, os cidadãos deverão eleger os novos prefeitos e vereadores que ocuparão os cargos públicos até 2024. Entretanto, para poder votar, o cidadão precisa estar com seu título de eleitor em mãos e estar com suas obrigações eleitorais em dia. Confira abaixo como fazer para tirar o documento pela primeira vez:

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Quais são os documentos necessários?

Para emitir o título de eleitor , o cidadão deve comparecer a um Cartório Eleitoral ou em uma Unidade de Atendimento da Justiça Eleitoral com um dos seguintes documentos em mãos: carteira de identidade, carteira de trabalho, certidão de nascimento ou de casamento. Além disso, é necessário levar comprovante recente de residência original. Os homens com mais de 18 anos também deverão apresentar o certificado de quitação com o serviço militar.

Cadastro Online

Além de ser possível iniciar o processo presencialmente, o cidadão poderá realizar um cadastro online através do Título Net . Nele, o eleitor poderá agendar um horário para ir ao cartório eleitoral e solicitar o título depois. Após preencher todos os dados necessários, o cidadão receberá um número de protocolo e terá cinco dias para comparecer a alguma unidade da Justiça Eleitoral.

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Regularização de título cancelado

Eleitores que não tenham votado ou justificado a ausência nos últimos três turnos, poderão ter seus títulos cancelados. Para reaver o documento, o cidadão deverá pagar uma multa de R$ 3,71 por turno em que deixou de votar e ir a um cartório eleitoral com documentos de identificação e comprovantes de residência para regularizar o título.

O Tribunal Superior Eleitoral ainda não estabeleceu uma data limite para a regularização do título eleitoral para as eleições de 2020. Mas, para evitar possíveis transtornos, regularize sua situação o quanto antes. 

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O que acontece se eu não tirar ou regularizar o título?

O cidadão que atingiu a idade mínima obrigatória ou que deixou de regularizar o título de eleitor após o cancelamento sofrerá uma série de impedimentos, sendo eles:

  • Obter o passaporte ou carteira de identidade;
  • Participar de concursos públicos;
  • Obter empréstimos;
  • Renovar a matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo;
  • Realizar qualquer atividade que exija a quitação com as obrigações eleitorais.
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Biometria

Urna biométrica arrow-options
Wilson Dias/Agência Brasil

A biometria será obrigatória para várias cidades já nas eleições de 2020.

Apesar de não ser obrigatório em todas as cidades, o cadastro biométrico poderá impedir quem não estiver em dia de votar na eleições caso a cidade em que seu título está registrado exija a biometria. O prazo final para a realização do cadastro varia de cidade para cidade. Para saber qual é a data limite pra cadastrar sua biometria, consulte o site do Tribunal Eleitoral de seu Estado. 

Para realizar o cadastro, é necessário possuir os seguintes documentos: Comprovante de endereço, Documento de identificação, certificado de quitação do serviço militar e título de eleitor.

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Para saber se a biometria é obrigatória na sua cidade, basta consultar os sites dos Tribunais Regionais Eleitorais de cada Estado, que fornecerão uma lista de todos os munícipios onde a biometria será obrigatória para as eleições de 2020.

Fonte: IG Nacional
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Manifestação em apoio ao povo boliviano ocorre na avenida Paulista

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Cidoli/Fotos Públicas

Manifestantes se declaram contra o golpe na Bolívia e a favor da democracia

Um grupo de manifestantes tomou uma das faixas da avenida Paulista, na região Central da cidade de São Paulo na tarde deste domingo. (17). 

O ato foi em apoio e solidariedade ao povo boliviano e organizado Comitê Brasileiro de Solidariedade ao Povo Boliviano Contra o Golpe.  As informações são da Rede Brasil Atual (RBA).

Confrontos na Bolívia deixam 23 mortos; Evo Morales teme “guerra civil”

Pelas redes sociais, o comitê fez sua convocatória e citou “a luta do povo boliviano contra o golpe, contra o fascismo , o racismo e a extrema direita”.

“É uma luta que deve receber a solidariedade de todas as pessoas e da classe trabalhadora de todo o mundo que defendem as liberdades democráticas”, dizia o texto.

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O grupo também divulgou um manifesto onde afirma que “a ofensiva do exército, da polícia, e de bandos fascistas forçou a renúncia do presidente eleito Evo Morales e agora reprimem a população que defende a manutenção da legalidade e da constituição”.

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Cidoli/Fotos Públicas

Manifestantes levaram bandeiras da Bolívia e cartazes para a Paulista

No mesmo texto, o grupo declara não reconhecer a autoproclamada presidente da Bolívia, Jeanine Áñez. “Não reconhecemos como presidente da Bolívia a autoproclamada Jeanine Áñez, uma fraude, assim como Juan Guaidó, o autoproclamado presidente da Venezuela”, diz o documento.

Neste domingo (17),  o governo boliviano isentou as forças armadas do país de responsabilidade criminal. Apenas no último sábado (16), já tinham sido divulgados ao menos nove mortes e 100 feridos nos confrontos entre militares e população da Bolívia.

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Sobe para 9 número de manifestantes mortos em confronto com a polícia na Bolívia

O Alto Comissariado das Nações Unidas (ONU) também se manifestou no último sábado condenando os assassinatos de manifestantes na Bolívia pelas forças de segurança do novo governo. Em quase um mês de manifestações, o número de mortos chegou a 23,  conforme balanço da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).

crianças na manifestação arrow-options
Cidoli/Fotos Públicas

Crianças também participaram de ato em solidariedade ao povo boliviano

Leia a íntegra do manifesto do Comitê Brasileiro de Solidariedade ao Povo Boliviano Contra o Golpe

Abaixo o Golpe na Bolívia!
Em defesa da democracia e dos povos originários da América Latina!

Um golpe organizado pela extrema direita, com apoio do imperialismo norte-americano, está em curso na Bolívia. A ofensiva do exército, da polícia, e de bandos fascistas forçou a renúncia do presidente eleito Evo Morales e agora reprimem a população que defende a manutenção da legalidade e da constituição. Desde o Brasil, somos solidários à luta do povo trabalhador boliviano contra este golpe. Não reconhecemos como presidente da Bolívia a autoproclamada Jeanine Áñez, uma fraude, assim como Juan Guaidó, o autoproclamado presidente da Venezuela.
Este golpe ocorre em meio a lutas massivas contra o capitalismo na América Latina e no mundo. Acompanhamos no último período as manifestações no Equador, no Chile, e também no Iraque, Líbano, Catalunha, etc. A classe dominante e o imperialismo temem a revolta dos povos, por isso reagem endurecendo a repressão e avançando em suas ofensivas golpistas.
O povo boliviano reage com manifestações e exercendo seu direito à autodefesa tomando conta das ruas do país. Uma grande marcha foi organizada de El Alto até La Paz, e outras regiões também se mobilizam, demonstrando que o golpe não está consolidado. Somente a luta popular é capaz de impedir um golpe, como vimos na resistência do povo venezuelano contra as ofensivas golpistas da oligarquia e do imperialismo.
Os acontecimentos na Bolívia trazem também como lição de que um governo identificado com os setores populares não deve confiar nos capitalistas, nos empresários. Este é o caminho para a direita se rearmar e buscar esmagar a classe trabalhadora e suas conquistas.
Nenhuma confiança deve ser depositada também no imperialismo norte-americano e em seus instrumentos, como a Organização dos Estados Americanos (OEA). A OEA desatou o golpe levantando indícios infundados de fraudes nas eleições.
A luta do povo boliviano contra o golpe, contra Camacho, contra o fascismo, contra o racismo e a extrema direita, é uma luta que deve receber a solidariedade de todas as pessoas e da classe trabalhadora de todo o mundo que defendem as liberdades democráticas. Assim surge, no Brasil, o Comitê Brasileiro de Solidariedade ao Povo Boliviano contra o Golpe de Estado. Em primeiro lugar, denunciamos os objetivos reacionários deste golpe da direita boliviana, em aliança com o imperialismo norte-americano, e as ações bárbaras organizadas pela extrema-direita no país. Buscaremos dialogar com os trabalhadores brasileiros sobre a necessidade de barrar esse golpe na Bolívia como parte da luta para derrotar os ataques da própria burguesia brasileira e do odioso governo Bolsonaro, que também está alinhado com o imperialismo americano, e é um dos apoiadores deste golpe na Bolívia. Conclamamos a todas as organizações progressistas e democráticas a se somarem em defesa da luta do povo boliviano e se opor ao golpe em curso.

Abaixo o golpe na Bolívia! Viva a resistência popular!
Fora imperialismo da América Latina!



Fonte: IG Nacional
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Pedindo impeachment de Gilmar Mendes, protestos dominam diversas regiões do País

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Em diferentes regiões do Brasil, neste domingo (17), manifestantes foram às ruas com intenção de pedir o impeachment de Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, e defender o presidente da república, Jair Bolsonaro. 

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Manifestantes contra Gilmar Mendes e a favor de Bolsonaro em diversas regiões do País arrow-options
reprodução / Twitter

Manifestantes contra Gilmar Mendes e a favor de Bolsonaro em diversas regiões do País

Segundo o site A Gazeta , no Rio de Janeiro, o ato começou pela manhã, em Copacabana, na Zona Sul. Com gritos de “Fora Gilmar Mendes “, os presentes prostestaram contra o STF e a favorde Bolsonaro

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Enquanto isso, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, pesoas fizeram “adesivaço” de carros e “buzinaço” contra a decisão do STF que julgou inconstitucionais as prisões após condenação em segunda instância, até que se esgotem todos os recursos.

Já em Brasília, apoiadores do presidente se concentraram pela manhã próximo ao Palácio do Itamaraty. Segundo a Polícia Militar do DF, o público no local era pequeno. Uma nova convocação para a capital federal foi feita para as 16 horas, com um número maior de pessoas.

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Em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, a manifestação contra o ministro começou no final da manhã. Por outro lado, na capital, manifestantes estão concentrados desde as 15 horas na Avenida Paulista. 

Em Curitiba a manifestação acontece na Boca Maldita e também teve início às 15h00. No mesmo horário manifestantes se reuniram no Parcão, em Porto Alegre. Atos também foram registrados em cidades das regiões Norte e Nordeste.

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Enquanto manifestantes preenchiam as ruas, a hashtag “Brasil Contra Gilmar Mendes ” liderou rankings como Google Trends e Trending Topics do Twitter. Foram mais de 500 mil tuítes sobre o assunto.

Fonte: IG Nacional
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Vovó da coca: idosa é presa com mais de 2 mil geladinhos de cocaína no Rio

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Agentes da Operação Segurança Presente em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, apreenderam uma grande quantidade de drogas com uma mulher idosa durante uma abordagem a um ônibus neste domingo (17). Ao revistarem o coletivo eles notaram o nervosismo da passageira com a presença da patrulha.

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Reprodução

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Quando realizaram uma busca nas sacolas que a idosa carregava o material entorpecente foi localizado. Ela carregava 547 trouxinhas de maconha e 2382 geladinhos de cocaína . Às aturoridades, ela disse ter pegado as drogas em Vigário Geral e tinha como destino a comunidade conhecida como Inferninho, no bairro de Comendador Soares, em Nova Iguaçu. A mulher e o conteúdo apreendido foram levadas pra 52° DP. 

Fonte: IG Nacional
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