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“Nem na ausência e nem diante de nossos ‘erros’ podemos compensar com presentes”

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No texto anterior a gente falou de frustração . E se há um assunto bem ligadinho a esse é a compensação. Para evitar que a criança se frustre, os pais tentam dar tudo o que podem e o que não podem. E mais ainda quando são ausentes. Você trabalha demais e não consegue passar muito tempo com os filhos , aí tome presente, né? Faça isso não.

Sarah Eleutério arrow-options
Arquivo pessoal

Sarah Eleutério, colunista do Delas, já falou sobre a frustração dos filhos e, agora, é a vez de escrever sobre compensações

Quando perde a apresentação de balé da filha ou não consegue chegar a tempo no dia das mães da escola, você fica com o maior sentimento de culpa do mundo e acaba comprando um brinquedo super caro para compensar. Bem, a única coisa que vai conseguir com isso é aliviar, um pouco, o seu coração naquele momento. Eu digo o “seu”, não o do seu filho. A gente já falou sobre a importância da frustração, que faz parte, mas, mais que isso, compensar sua ausência com bens materiais é um péssimo ensinamento.

Isso também pode acontecer quando você perde a paciência e acaba chegando ao extremo, gritando ou, o que Infelizmente alguns fazem, batendo no filho. Se você não queria ter feito isso, certamente vai ser tomada por um grande arrependimento. Eu mesma já passei do limite gritando com meu filho – quem nunca, né? – e depois corri para o banheiro para chorar escondido. E, confesso, a vontade de compensar depois, de levá-lo ao shopping para escolher um presentinho, já bateu.

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Mas tem que segurar a onda. Nem na ausência e nem diante de nossos “erros” podemos compensar com presentes . Conheço uma mãe que viaja muito a trabalho e sempre que volta traz um presente para a filha. Ela já diz “minha mãe chega amanhã. E vai trazer uma boneca bem cara pra mim”. Ou seja, a felicidade da menina não é porque vai abraçar a mãe, mas a boneca. E isso é muito triste, porque a mãe pensa que está resolvendo um problema, mas está criando outro. Psicólogos dizem que a criança pode até vir a ter um comportamento de vingança depois, porque ela não vai se sentir recompensada. Não é a mesma coisa, sabe?

Presença se compensa com presença. Deixa o presente para o dia de dar presente (aniversário, Natal, Dia das Crianças…). Seu filho precisa de você. Só isso. Lembro quando tive meu primeiro filho e tive que voltar a trabalhar. Só parei de chorar quando uma psicóloga me disse “Não importa a quantidade de tempo que você vai passar com ele por dia. Importa a qualidade desse tempo. Se vocês só terão duas horas por dia juntos, por exemplo, que sejam duas horas bons momentos de compartilhamento de interesses”. E se eu tivesse que estar ausente nas outras 22 horas do dia, a compensação seria com mais intensidade no próximo reencontro. Sim, sem presentes.

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“Mas também não se pode levar isso ao outro extremo, como, depois de passar o dia trabalhando, chegar em casa e fazer mil e uma brincadeiras super divertidas, intensas. Isso também não se sustenta no dia a dia. Manter a criança em estado de alegria plena. É preciso ter o bom senso e entender o significado dessa qualidade de tempo. Por exemplo a escuta atenta às falas da criança, a compreensão dos seus problemas, mas tudo com moderação”, é o que diz a psiquiatra Rackel Martins.

Sobre ter perdido o balé ou o campeonato de futebol, explique que você queria muito ter ido e conte porque não foi. Daí, pergunte como foi a apresentação. Converse com ele sobre o assunto, mostre-se interessada, vibre com a história dele! Depois diga que você vai providenciar outros momentos para passarem juntos. E cumpra. Faça um programa. Compense o tempo perdido com mais tempo com seus filhos . E nunca com brinquedos e doces. Quando você substitui sua ausência por um presente, corre o risco de, quando adulto, ele encarar as relações do ponto de vista material, achando que o dinheiro compra tudo.

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Não compra, não é verdade? E como a gente falou em frustração, no texto anterior, vale lembrar que a perda é necessária para o desenvolvimento da criança . E lidar com a falta também. Faz parte. O que não pode, de jeito nenhum, é substituir seu abraço pelo da boneca.

Fonte: IG Delas
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Bebê nasce com quase 6 kg na Austrália: “Uma mini lutadora de sumô”

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O casal australiano Emma e Daniel Millar teve uma surpresa quando viu a filha deles, Remi, pela primeira vez. Isso porque o bebê nasceu com 5,88 kg na 38ª semana de gravidez, ou seja, sem ter completado as 40 semanas de getação. A menina foi considerada “grande” pelos médicos, pois o peso médio dos recém-nascidos na Austrália é 3,3 kg.

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Remi nasceu com 5%2C8 kg arrow-options
Reprodução/Today

Remi nasceu com 5,88 kg e foi considerada ‘grande’ por pesar quase o dobro da média dos recém-nascidos na Austrália

Em entrevista ao Illawarra Mercury , Emma disse que não esperava que a filha fosse tão grande. “Ela é como uma mini lutadora de sumô. Eu sabia que teria um bebê grande por causa da diabete gestacional, mas não assim. Com 35 semanas de gravidez, vimos no ultrassom que ela estava com quase 4kg, mas não achávamos que ela fosse crescer muito mais.”

O casal tem outros dois filhos, Willow, de dois anos, e Ace, de quatro anos, que também foram recém-nascidos com peso acima da média, 5,5kg e 3,8kg, respectivamente.

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Remi deitada no colo da mãe arrow-options
Reprodução/Today

Os pais tiveram que comprar novas roupas para o bebê, pois as que ganharam antes do nascimento são pequenas

Segundo o pai, as pessoas ficaram chocados com o tamanho de Remi no hospital. “Quando eu fui apresentá-la para as pessoas — obstetrizes, familiares e visitantes —, todos me perguntaram o tamanho dela, porque é muito maior do que os outros bebês”, diz. 

Emma também comenta que, como o parto aconteceu antes das 40 semanas, foi preciso fazer uma cesárea de emergência e que “não aguentaria” um parto normal. Em fase de recuperação, ela foi recomendada a não pegar nada que pese mais do que o bebê até os pontos cicatrizarem. 

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Os pais também precisaram comprar novas roupas para a menina, já que as peças que haviam ganhado antes do nascimento são pequenas demais para ela. 

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Fonte: IG Delas
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Mulher adepta do poliamor que vive relação a três afirma: “Não é apenas sexual”

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O técnico Cody Kurkowski, de 28 anos, e a professora de dança Kayla, de 27, são namorados desde o Ensino Médio e possuem três filhos. Em 2016, Kayla começou a conversar pelo Facebook com Katherine Zepernick, de 27, e logo de imediato sentiu uma conexão entre elas. Em pouco tempo, os três se tornariam adeptos do poliamor.

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Reprodução/Instagram/thektribe_

Eles são adeptos do poliamor e mostram que é possível viver um relacionamento a três; juntos, cuidam de três crianças

Depois do primeiro contato entre as mulheres, elas marcaram um encontro em um café e convidaram Kurkowski para participar. Os três se deram bem e, no ano seguinte, se tornaram oficialmente praticantes do poliamor . Katherine se mudou para a casa do casal e todos se tornaram uma só família. 

Naquela época, Kayla deu à luz seu terceiro filho, o primeiro que chegou já com a relação do trisal . As outras crianças, na qual a mais velha tem cinco anos, sabem sobre a natureza de seu relacionamento. Cody, Kayla e Katherine, que planejam se casar em 2022, também querem mais filhos. 

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“Tivemos muitos aprendizados no caminho, como qualquer relacionamento, mas sempre fazemos o possível para fazer a nossa família funcionar”, diz Katherine, de acordo com o metro.co.uk . “Foi amor à primeira vista para todos nós. Havia um sentimento que sabíamos que significava que tinha algo de especial”, destaca.

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“Para nós, o poliamor oferece a capacidade de construir a estrutura de relacionamento que realmente funciona para você. Uma formação de tríade é o que está funcionando para nós agora. Não temos planos de mudar isso no futuro, mas também não somos contra a expansão de nossa tribo no futuro. Mas estamos felizes como estamos agora”, continua.

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Reprodução/Instagram/thektribe_

“Foi amor à primeira vista”, diz Katherine, que ainda declara que sabia que havia um sentimento especial entre eles

Em janeiro de 2019, Cody e Kayla propuseram oficial Katherine, com velas, flores e balões, em um gesto romântico e especial, para deixá-la surpresa quando chegasse em casa do trabalho. Antes da proposta, o casal escreveu uma carta conjunta aos pais de Katherine detalhando seus planos de receber suas bênçãos. 

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“Nós três fazemos o possível para sermos abertos e honestos, demonstrando que nenhum relacionamento é perfeito, mas com bastante trabalho e dedicação, fazemos com que durasse”, pontua Katherine. Sobre ciúmes, ela diz que é preciso lidar com isso e comunicar os parceiros sobre esse sentimento para não fazer acusações. 

Trisal recebe críticas

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Reprodução/Instagram/thektribe_

Trisal passou a expor o relacionamento nas redes sociais e, por conta disso, passaram a receber diversas críticas de usuários

Desde que passaram a divulgar o relacionamento nas redes sociais, os três recebem diversas críticas. “Sabemos que o poliamor não é para todos, mas achamos que mais pessoas devem saber que é uma opção se você achar que é certo para você”, explica Katherine. “Não é apenas uma coisa sexual. Essa é uma das primeiras perguntas que recebemos”, continua. 

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Ela ainda ainda diz que recebe muitos olhares confusos de pessoas estranhas. “Nós só queremos que as pessoas saibam que o poliamor não é uma ameaça à monogamia”, diz. “Somos todos feministas e estamos criando nossos filhos para serem pessoas inclusivas e abertas e estamos muito orgulhosos disso”, finaliza.

Fonte: IG Delas
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Sucesso dos anos 80, as mangas bufantes voltarão com tudo neste verão

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Não é nenhuma novidade que as tendências de moda vão e voltam. Desde 2017 já vimos itens com influência dos anos 80 e 90 voltarem às passarelas e ruas com toques mais atuais e estilos repaginados. E é essa mistura oitentista e moderna que vamos ver nesta temporada, já que um dos destaques da primavera/verão são as mangas bufantes. 

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Reprodução/Pinterest

As mangas bufantes são uma tendência dos anos 80 que prometem fazer muito sucesso nesta temporada primavera/verão

Sim, as peças com modelagem de tecido abundante nos braços vão voltar com tudo e já estão caindo no gosto do street style. A diferença é que, enquanto antes era o exagero que chamava atenção sobre as mangas bufantes , agora elas trazem uma pegada descolada e romântica. 

Ao Delas , a especialista em moda e CEO da Bis Wear Leila Daher explica que apesar de dividir opiniões, essa não é uma tendência difícil de usar. “Os vestidos são uma alternativa para quem tem receio. Outra opção são as blusas cropped, que vão bem com jeans e linho”, explica.

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Dicas para apostar nas mangas bufantes

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Reprodução/Pinterest

As dicas para usar mangas bufantes é escolher peças complementares que tenham modelagens mais retas para equilibrar

Existe um segredo que faz toda a diferença na hora de usar peças com esse estilo de manga: evitar peças volumosas na parte de baixo. “Babados, pinças e laços devem ser deixadas de lado nesse momento e substituídos por modelagens mais retas para evitar excesso de informação”, diz.

Saias e calças jeans ou de couro, transparências ou estampas, além de peças mais modernas são ótimas opções para combinar com essa tendência e, ainda, não deixar o visual com a cara dos anos 80 . “A modelagem adotada deve ser uma mais reta, sendo ótima para quem deseja disfarçar o quadril e desviar a atenção para os ombros”, comenta a CEO da Bis Wear. 

Conhecer o seu tipo de corpo tambem pode ajudar na hora de fazer combinações e evitar que todo o foco fique na parte superior. Mulheres com o corpo tipo pêra, ou seja, que possuem os ombros mais estreitos que os quadris, ou ampulheta, que têm quadris mais largos, por exemplo, podem usar e abusar das mangas bufantes. 

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Já para aquelas com corpo em formato de pirâmide invertida, com ombros e peitos mais largos que o quadril, que querem seguir a tendência, a sugestão da especialista em moda é equilibrar com peças mais soltar na parte de baixo. “Existem inúmeras possibilidade de combinação, basta encontrar o estilo que mais se adapta e compor da maneira que preferir”, finaliza. 

Fonte: IG Delas
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