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Economia

Netflix decepciona investidores ao crescer menos que o esperado no trimestre

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Receita subiu de US$ 3,91 bilhões para US$ 4,92 bi. Analistas esperavam US$ 4,93 bilhões

A Netflix adicionou menos assinantes trimestrais do que Wall Street esperava e sua base de clientes nos Estados Unidos encolheu à medida que sua programação não conseguiu atrair novos clientes, alertando investidores para a crescente concorrência.

As ações da Netflix caíram 13% no after-market desta quarta-feira (17), após a companhia divulgar resultados trimestrais e informar que perdeu 130 mil clientes dos EUA.

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O serviço de streaming de vídeo dominante do mundo informou que atraiu 2,83 milhões de novos assinantes fora dos EUA, abaixo das expectativas de analistas que era de 4,8 milhões, segundo dados do IBES da Refinitiv. Analistas previam ganho de 352 mil nos Estados Unidos.

A Netflix previu crescimento de 7 milhões de clientes pagos no terceiro trimestre, com a ajuda de uma nova temporada do thriller sobrenatural “Stranger Things”, lançada em 4 de julho. Isso é mais otimista do que os 6,6 milhões previstos pelos analistas consultados pela Refinitiv.

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O lucro líquido caiu para US$ 270,7 milhões (US$ 0,60 por ação) no trimestre encerrado em 30 de junho, ante US$ 384,3 milhões (US$ 0,85 por ação) um ano antes. Já a receita total subiu de US$ 3,91 bilhões para US$ 4,92 bilhões. Analistas, em média, esperavam receita de US$ 4,93 bilhões.

Segundo o estrategista-chefe da Avenue Securities, William Castro Alves, um dos pontos de preocupação do mercado em relação à Netflix é que um menor crescimento coloca em xeque a solidez de seu balanço. Ele lembra que a empresa possui uma dívida total de US$ 12,6 bilhões e uma caixa de US$ 5 bilhões. Só neste primeiro semestre, a empresa queimou  mais de US$ 1 bilhão em atividades operacionais e investimento.  

“Quando há crescimento, é mais fácil contar com a leniência dos credores, mas e quando esse crescimento não vem? Como ficam as promessas de reverter a queima de caixa?  A empresa justificou a falta de crescimento pelo aumento de preços  que fez em algumas regiões e não vê problema na concorrência. Mas como fica a rentabilidade futura se a base de assinantes não cresce?” questiona Castro Alves.

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Fonte: IG Economia
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Bolsonaro assina medida provisória para transferir Coaf para Banco Central

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Antonio Cruz/Agência Brasil

Com decisão de Jair Bolsonaro, controle do Coaf passa para o Banco Central

O presidente Jair Bolsonaro assinou na noite desta segunda-feira uma medida provisória (MP) para transferir o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o guarda-chuva do Banco Central (BC). O órgão foi rebatizado de Unidade de Inteligência Financeira e deixa o Ministério da Economia, ao qual estava subordinado. O ato será publicado na edição desta terça do Diário Oficial da União.

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O texto estabelece que a unidade é responsável por “produzir e gerir informações de inteligência financeira para a prevenção e o combate à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo e ao financiamento da proliferação de armas de destruição em massa e promover a interlocução institucional com órgãos e entidades nacionais, estrangeiros e internacionais que tenham conexão com a matéria”.

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A MP, que vincula o órgão administrativamente ao BC, confere “autonomia técnica e operacional e atuação em todo o território nacional”.

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A mudança foi discutida por Bolsonaro ao longo do dia em reuniões com os ministros da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, e da Economia, Paulo Guedes.

Fonte: IG Economia
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Economia

Bolsonaro pressiona e Receita Federal troca segundo no comando do órgão

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Wilson Dias/Agência Brasil – 21.8.17

Marcos Cintra aprovou a saída de João Paulo Fachada; decisão pode fazer o governo desistir de dividir

A Receita Federal anunciou nesta segunda-feira (19), por meio de nota, a saída do subsecretário-geral do órgão, João Paulo Ramos Fachada Martins da Silva. Ele será substituído pelo auditor fiscal José de Assis Ferraz Neto, que, de acordo com a Receita, atua na área de fiscalização da Delegacia da Receita Federal em Recife.

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A demissão acontece depois de uma semana de pressões por parte de auditores fiscais que se colocaram contra uma suposta interferência política no trabalho de fiscalização dos auditores. 

A saída de Fachada  deve fazer o governo desistir de transformar o órgão em autarquia , como chegou a ser estudado pela equipe econômica.

Segundo uma fonte próxima ao ministro da Economia, Paulo Guedes , a troca na cúpula vai ajudar a “baixar a pressão” sobre o órgão. Assim, perdeu força a ideia de fazer uma reestruturação completa.

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Receita alerta Bolsonaro sobre risco de intervir em postos-chave no Rio

Até semana passada, o governo avaliava dividir a Receita em duas estruturas. A área de fiscalização se transformaria em uma espécie de autarquia, dirigida por um técnico de carreira e com mandato fixo.

Nesse desenho, Marcos Cintra, atual chefe do Fisco, passaria a comandar apenas o setor responsável pela formulação de políticas econômicas, como a reforma tributária .

O afastamento do Fachada foi considerado uma “ solução institucional ” para solucionar a crise interna do órgão que, na avaliação do governo, atrasaria o encaminhamento da reforma tributária.

Apesar de ser o número 2, era Fachada quem tocava de fato o dia a dia da Receita, enquanto Cintra sempre dedicou mais energia ao debate sobre a reforma tributária. Por isso, ele era tido como alvo das críticas de autoridades insatisfeitas com procedimentos usados pelos auditores responsáveis pela fiscalização.

Nas últimas semanas, integrantes dos três Poderes criticaram o que consideram “excessos” do Fisco. Segundo fontes ouvidas pelo jornal “O Globo” nos últimos dias, outros subsecretários também estariam na mira dessas autoridades.

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Fonte: IG Economia
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Economia

5 formas de ser ágil em uma organização em crescimento

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Uma empresa em crescimento pode se deparar com uma série de situações novas. Resolvê-las rapidamente é importante para manter a competitividade num mercado que não para. Max Strand, Diretor Executivo da  IG Corporate (distribuidora master da GitLab no Brasil), afirma que “As empresas cada vez mais buscam pela metodologia ágil ” e que “O crescimento da popularidade desta metodologia ocorre principalmente pela sua afinidade com o mercado atual, que é configurado pela transformação digital”.

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Não é fácil tomar decisões rápidas em empresas em crescimento

Mas, como ser ágil com eficiência no cenário de expansão? Jeremy Watson, gerente de produtos da Gitlab, listou 5 respostas para essa pergunta.

1. Tome decisões rápidas, mas conscientes

Usar os recursos disponíveis de forma eficiente e tomar ações antes dos concorrentes é fundamental. Para que isso aconteça é preciso evitar constantes pedidos de permissão, processo que atrasa tudo. Jeremy indica um sistema de decisões Tipo 1/Tipo 2, onde as ações irreversíveis que precisam de atenção especial são do Tipo 1 e passam por aprovação, e as ações reversíveis que fazem algo melhorar são as do Tipo 2, e podem ser colocadas em prática sem burocracia.

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Em uma empresa em crescimento, muitas ações são classificadas como Tipo 1, podendo ser também do Tipo 2, agilizando assim os processos. Assim, saber classificar as ações é muito importante e determinante para o sucesso.

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2. Contrate as pessoas certas

Muitas empresas (grandes e pequenas) já reconheceram a importância da forma de trabalho ágil e tentam colocá-la em prática, mas nem todas fazem da forma correta por contratar profissionais que tornam a prática mais uma mesa de apostas do que uma diferença competitiva.

Um bom profissional ágil deve entender que nem todo problema deve gerar um processo para resolvê-lo ou evitá-lo. Normalmente, processos adicionais tornam todas as ações mais ineficientes e o problema afeta apenas uma delas. A pergunta “O que perdemos ao introduzir esse processo?” deve ser feita sempre.

3. Mantenha as equipes pequenas e focadas

Para Jeremy, a ideia do crescimento da empresa estar diretamente ligado ao aumento dos processos não é o melhor caminho. Sem as equipes menores focadas nos próprios problemas, os interesses começam a ter conflitos e as tomadas de decisões passam a ser mais demoradas. A forma de evitar isso é manter as equipes pequenas e focadas.

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4. Permita que as equipes façam seus próprios processos

A empresa pode ter equipes pequenas organizadas em times separados, mas se elas não tiverem a autonomia de atuação independente não adianta, já que a velocidade será perdida. Jeremy acredita que equipes diferentes possuem necessidades diferentes e que alguns processos funcionam melhor em determinados times – tudo pode ser baseado na personalidade das pessoas ou na maturidade do projeto.

5. Tenha certeza de que todos estão na mesma página

É importante que todas as pessoas envolvidas no processo entendam que a palavra “ágil” não é apenas mais um termo chique utilizado no mercado, mas algo muito importante para o sucesso da empresa. O dono da empresa, o presidente, e quem estiver no comando deve saber todos os passos do processo ágil, fornecer as ferramentas e contratar as pessoas necessárias para ter sucesso. Até o melhor profissional precisa do apoio dos executivos.

Fonte: IG Economia
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