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Neymar é homenageado e ganha escultura de quase 3 metros em Paris

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Twitter/Reprodução/LEquipe

Neymar

Acostumado a protagonizar “obras de artes” dentro das quatro linhas, Neymar recebeu uma escultura em sua homenagem. A obra de quase três metros de altura foi feita pelo artista brasileiro Marcos Marin, e será exibida a partir da próxima quarta-feira em Paris.

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A escultura inspirada no camisa 10 do PSG, se juntará a outras 51, de quatro artistas diferentes, que também retratam outras personalidades na exposição ‘George V Monumental’, que acontecerá até o dia 14 de novembro na capital francesa.

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Reprodução

Neymar ganha escultura em Paris


Responsável pela criação de 20, das 52 obras expostas, Marcos já trabalha há mais de uma década como retratista oficial de Albert II, o príncipe de Mônaco.

“Faço retratos de vários ícones e recentemente fiz o Neymar para a exposição da Copa do Mundo da Rússia, então não poderia deiá-lo de fora na mostra de Paris, além de ser fã do atleta e orgulho por ser brasileiro”, contou Marin.

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Após a exposição de Paris , a escultura de Neymar segue para a Mostra Oficial da Copa do Mundo do Qatar.

Fonte: IG Esportes
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Flamengo vence Bahia e abre 10 pontos do Palmeiras

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O Flamengo venceu o Bahia por 3 a 1, neste domingo (10), no Maracanã, pela 32° rodada do Campeonato Brasileiro.

No primeiro tempo o volante Willian Arão, aos 38 minutos, marcou contra para o Bahia. No segundo, veio a virada do Flamengo. Aos 8 minutos, Reinier empatou. Bruno Henrique, aos 26, colocou os cariocas na frente. E Gabigol, aos 42, fechou o placar.

Com este resultado a equipe rubro-negra amplia a vantagem de 8, do início da rodada, para 10, em relação ao Palmeiras, vice-líder do Brasileirão. 

Mesmo com o empate, o tricolor baiano se manteve na nona posição, com 43 pontos conquistados. 

O Flamengo volta a campo nesta quarta-feira (13), contra o Vasco, no Maracanã. O jogo será válido pela 34° rodada, que foi antecipada em função da final da Copa Libertadores da América. 

O clássico inicialmente estava marcado para o dia 23, justamente a data da decisão da competição internacional.

Já o Bahia volta a campo no próximo domingo (17), no Estádio Fonte Nova, em Salvador-BA.

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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De volta, Arthur Nory explica estratégia que rendeu título mundial

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Arthur Nory fez história ao conquistar o título Mundial na barra fixa, inédito para a ginástica artística brasileira. Mas não foi só esse pioneirismo que tornou o feito especial para o atleta de 26 anos. A medalha de ouro que trouxe de Stuttgart (Alemanha) tem a assinatura de um de seus ídolos, o alemão Fabian Hambüchen, campeão olímpico do aparelho em 2016.

“Tenho a foto dele no armário aqui do clube [Pinheiros]. Quando descobri que ele fez a medalha, tive mais vontade ainda de querer ganhar, pois ela é única, exclusiva”, revela o ginasta em entrevista à Agência Brasil.

O brasileiro chegou à final em Stuttgart como candidato à medalha. Para brigar pelo ouro planejava uma série diferente da executada na fase classificatória, com um grau de dificuldade maior. A estratégia mudou à medida que os rivais se apresentaram.

“Vínhamos trabalhando essa outra série já pensando na Olimpíada. Para a final ele tinha as duas prontas. Mas final é algo tenso. Não se pode cometer erros médios. E os adversários que foram antes dele foram cometendo esses erros. Analisamos e concluímos que não precisaríamos da série mais difícil, mas a apresentação [com a série da classificatória] teria que ser impecável”, diz o técnico Cristiano Albino.

“Eu treinei a série mais difícil aquela semana toda, pois queria ganhar, queria ser campeão. Fui lá para isso. Então eu poderia correr esse risco ou fazer bem a da classificatória, que me garantiria uma nota boa. Fui para cima e deu tudo certo”, completa Arthur, que obteve 14.900 pontos, contra 14.666 do croata Tin Srbic (segundo colocado) e 14.533 do russo Artur Dalaloyan (terceiro colocado).

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A medalha conquistada na Alemanha enriqueceu a bagagem de Arthur nos dois meses que ficou longe do Brasil. Antes foram três nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru (ouro por equipes e duas pratas, na barra fixa e no individual geral). O brasileiro ainda esteve em Wuhan, na China, mas foi poupado nos Jogos Mundiais Militares por causa de dores no ombro.

Arthur Nory.

Arthur Nory em ação no Mundial de Ginástica de Stuttgart (Alemanha) – Ricardo Bufolin/CBG Confederação Brasileira de Ginástica

As conquistas vieram após a constatação, em maio, de que as dores no joelho esquerdo que incomodam Arthur há dois anos não tinham cura. Elas são causadas por uma condromalácia, um desgaste crônico na cartilagem. Por causa disso, apesar de já ser medalhista olímpico de bronze no solo, em 2016, a preparação visando a Olimpíada de Tóquio, no ano que vem, passou a priorizar de vez a barra fixa.

“Isso [lesão no joelho] dificulta a evolução no solo. [A apresentação] é boa, pode levá-lo à final, mas [disputar] medalha complica. Como ele sempre foi muito bom de barra, desde o início do ano demos um foco maior nesse aparelho. Vamos adotar estratégias para o Arthur fazer os demais aparelhos, até porque tem a competição por equipe e, provavelmente, ele pode disputar o individual geral. Porém, o planejamento será voltado para a barra”, explica Albino.

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Arthur é o quarto brasileiro campeão mundial de ginástica. Antes dele venceram Daiane dos Santos (2003), Diego Hypolito (2005 e 2007) e Arthur Zanetti (2013). Deles, porém, apenas Zanetti também subiu ao pódio olímpico no ciclo, com a prata nas argolas nos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro. Para repetir o “xará” em 2020, Nory aposta no trabalho da equipe com a qual trabalha diariamente no Pinheiros, em São Paulo.

“No ano que vem também tenho que estar bem, competindo bem, preparar a cabeça para lidar com a pressão, entre aspas, de ser campeão mundial, de defender um título olímpico. Tenho acompanhamento com psicóloga, a Carla, desde 2009. São anos de trabalho com ela. São detalhes que podem fazer a diferença. Venho treinando técnicas de respiração, mentalização, de sentir a emoção na hora da série, da comemoração. E é tudo trabalhado em conjunto. O fisioterapeuta fala com o treinador, que fala com o médico. A nutrição também entra. Tudo para chegar ao resultado”, conclui.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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Um olho na Superliga e outro em Tóquio

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Começa neste sábado (9) a mais importante edição da Superliga dos últimos tempos. É claro que para os clubes participantes, no final das contas, o que vale é o título. Só que para as seleções brasileiras feminina e masculina a principal competição interclubes do país vai servir como uma espécie de preparatório para Tóquio 2020. Tanto Renan Dal Zotto quanto José Roberto Guimarães estarão ligados no desempenho dos atletas que ainda buscam uma vaga nas seleções brasileiras. Um bom desempenho na competição pode carimbar a vaga de algum deles. Um desempenho vacilante pode tirar um atleta da Olimpíada.

No feminino este é o caso de Sheilla. Mais novo reforço do Itambé/Minas, a oposta estará sob pressão. Se não conseguir retomar à velha forma que lhe rendeu a glória na seleção brasileira, dificilmente estará no time que vai tentar o tricampeonato olímpico em Tóquio 2020. Entre os homens a briga pela posição de ponteiro da equipe nacional é boa. Leal e Lucarelli parecem ter vaga garantida. Maurício Borges e Douglas Souza têm preferência na posição. Mas se Lucas Lóh, do Sesi São Paulo, arrebentar na Superliga, será que Renan vai deixá-lo de fora da lista olímpica?

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Mesmo regulamento para homens e mulheres

A Superliga Masculina conta com doze equipes que jogam em turno e returno. As oito mais bem colocadas avançam às quartas-de-final, e o mata-mata continua até a final, que vai ser disputada em melhor de três jogos. Participam desta edição o atual campeão EMS Taubaté Funvic, o América Vôlei, o Apan Blumenau, o Denk Academy Maringá, o Fiat/Minas, o Pacaembu Ribeirão Preto, o Sada Cruzeiro, o Sesc Rio, o Sesi São Paulo, o Vôlei Renata e o Vôlei Um Itapetininga. O Ponta Grossa Vôlei entrou na última hora em substituição ao Botafogo, que desmontou o time e desistiu de participar da competição.

Comandado por Renan Dal Zotto, o Taubaté aparece como o principal favorito. Reunindo uma verdadeira seleção brasileira em quadra, o vencedor do ano passado começou bem a atual temporada levando os títulos da Supercopa e do Campeonato Paulista. Outras três equipes podem ser consideradas postulantes à taça: O supercampeão Sada/Cruzeiro, o Sesc Rio e o Sesi São Paulo. O Fiat/Minas e o Vôlei Renata devem comer pelas beiradas para tentar uma vaga na grande decisão.

Disputa feminina

A Superliga feminina tem o mesmo regulamento da masculina. Participam doze clubes: Flamengo, Curitiba Vôlei, Dentil/Praia Clube, Pinheiros, Fluminense, Osasco/Audax, São Cristóvão Saúde/São Caetano, São Paulo/Barueri, Sesc Rio, Sesi Bauru, Valinhos, além do atual campeão Itambé/Minas.

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Ao menos cinco equipes surgem em condições de disputar o título. Nenhuma delas têm o status de favorita absoluta. Neste início de temporada o Dentil/Praia Clube aparece com força. A equipe de Uberlândia foi campeã mineira e também da Supercopa, os dois títulos foram obtidos em cima do rival Itaimbé/Minas, outro que deve dar trabalho às adversárias. Além dos times mineiros, Sesc Rio (do técnico Bernardinho), Osasco/Audax e Sesi Bauru também são candidatos ao título. Outras equipes podem surpreender. É o caso do São Paulo Barueri. A equipe é formada por jovens jogadoras, mas conta com o comando do tricampeão olímpico José Roberto Guimarães e já mostrou força ao chegar à final do Campeonato Paulista.

As dúvidas ainda são muitas, e as respostas devem aparecer rodada a rodada na Superliga. A promessa é de muita emoção e disputas acirradas em quadra.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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