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Nintendo anuncia Switch Lite; mais barato, menor e somente portátil

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Olhar Digital

A Nintendo anunciou o Nintendo Switch Lite, uma versão com menos recursos que a versão padrão, e que foca na somente na portabilidade – ele não pode ser ligado à TV. O novo console chega ao mercado no dia 20 de setembro e estará disponível em três cores: amarelo, cinza e azul turquesa.

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Divulgação
Switch Lite chega em setembro por US$ 200 e vai estar disponível em três cores: amarelo, cinza e azul turquesa

Ele é menor do que o Switch convencional – a tela tem 5,5 polegadas, enquanto o primeiro modelo tinha 6,2 polegadas. A resolução é a mesma: 720p, embora isso varie dependendo do jogo que está rodando.

Ao contrário do console padrão, o Switch Lite não oferece a opção de desacoplar os controles, conhecidos como joy-cons, para que games que usam o sensor de movimento sejam jogados. Para jogar títulos como Pokémon Let’s Go, por exemplo, que necessitam que o controle esteja na mão dos usuários, os consumidores devem adquirir um par de joy-cons a parte.

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Para saber quais jogos rodam perfeitamente na nova versão portátil do Nintendo Switch, as capas dos jogos serão atualizadas com um símbolo que destaca essa compatibilidade. Os jogos que não puderem ser totalmente aproveitados no novo modelo também devem vir com algum tipo de identificação, para que o consumidor não seja induzido ao erro.

Por conta desse foco em jogabilidade portátil, o console não possui o dock para ser conectado na TV. Além disso, foram removidas algumas funções como o sistema de vibração e o sistema de reconhecimento de movimento.

Além dos Joy-Con fixos, outra alteração do console é a substituição dos quatro botões D-Pad presentes em um dos controles por um direcional digital padrão.

No vídeo de apresentação, Yoshiaki Koizumi, um dos principais responsáveis pela concepção do Nintendo Switch, explica as vantagens do console e mostra que o Switch Lite funciona da mesma forma que o console original, inclusive no que diz respeito ao sistema multiplayer.

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Como dito, o Nintendo Switch Lite chega em setembro. Seu preço, obviamente, será menor do que a versão convencional. Ele custará US$200 (aproximadamente R$754 em conversão direta). A Nintendo vende jogos oficialmente no Brasil, mas até agora não trouxe unidades do Switch para vender por aqui – resta saber se, com o novo modelo Lite, essa história vai mudar.

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Confira o vídeo de apresentação do console:

Via: MS Power User

Fonte: IG Tecnologia
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Instagram sem likes: aspirantes na rede perdem, mas bem-estar aumenta

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Alcançar a fama de um “instragramer”, o influenciador que tem no Instagram sua principal vitrine, vai ficar mais difícil com a retirada do  número de curtidas que cada foto recebe na rede social. A avaliação é de Júnior César, da Brasilera Digital Agenciamento de Influenciadores Digitais.

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Divulgação
Viih Tube tem 10 milhões de seguidores no Instagram

A agência é responsável pela carreira de jovens rostos conhecidos na internet como Camila Loures, 24, que tem 6 milhões de seguidores no aplicativo de fotos, Viih Tube, 18, com 10 milhões de seguidores só no Instagram e Gregory Kessey, 19, seguido por 2,3 milhões de usuários da plataforma.

“Para novos influenciadores, que têm no Instagram a sua principal rede , ficou um pouco mais complicado provar o engajamento. Quem está começando vai ter que dobrar o trabalho”, avalia César.

Segundo ele, quem já está consolidado não terá a vida muito alterada. “Basta manter o ‘analytics’ (relatórios de presença e comportamento de visitantes em uma página da internet) atualizado. Isso já era feito, por exemplo, com os Instagram Stories, que também não mostram o número de visitantes publicamente”, explica.

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Se por um lado, a decisão pode afetar os planos de alguns usuários da rede social , por outro será benéfica para diminuir a ansiedade de outros, na avaliação da psicóloga Karen Scavacini, do Instituto Vita Alere, que atua na prevenção e posvenção (quando se perdeu alguém) do suicídio.  “O número de influenciadores que monetizam com a rede social é bem menor do que de usuários que podem ser beneficiados”, argumenta Karen.

Ela avalia que redes sociais como o Instagram podem gerar ansiedade e alteração no sono. “Muitos jovens acordam à noite para conferir quantas curtidas receberam. Por isso, a medida provavelmente vai ajudar na saúde mental dos usuários da rede, estimulando um jeito mais saudável de se relacionar com ela”, pondera.

Karen explica, inclusive, a relação entre as redes sociais e o suicídio. “O suicídio sempre é multifatorial. A gente precisa montar um quebra-cabeças complexo para entendê-lo, mas dependendo de como um usuário se relaciona com a rede, ela pode sim, ser mais uma peça desse quebra-cabeças”, alerta.

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Júnior César também vê fatores positivos na nova regra. “A preocupação agora vai ser mais com o conteúdo e menos com os números . Tinha muita gente na rede investindo em uma estética exacerbada e esquecendo o mundo real. Isso pode mudar e quem quiser se destacar deve apostar na criatividade”, aconselha.       

Sobre a mudança, o Instagram informa que se trata de um teste que começou no Canadá. “Não queremos que as pessoas sintam que estão em uma competição dentro do Instagram e nossa expectativa é entender se uma mudança desse tipo poderia ajudar as pessoas a focar menos nas curtidas e mais em contar suas histórias”, afirma a rede social por nota.

Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

É golpe! Promessa de tratamento odontológico gratuito via WhatsApp é falsa

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Reprodução
Captura de tela de golpe que tenta enganar brasileiros com tratamento gratuito odontológico

A promessa de um tratamento odontológico gratuito enganou pelo menos 162 mil usuários do WhatsApp no Brasil que receberam, acessaram ou compartilharam o link malicioso desde o mês de maio deste ano.

Por dia, são registrados, pelo menos, 2500 novos acessos ao golpe . As informações são do dfndr lab, site que checa se um link é verdadeiro ou não, e identifica golpes como phishings. 

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A fraude simula um programa social do governo falso intitulado “Brasil Sorridente”. Ao tocar no link do golpe, o usuário é incentivado a informar seu estado, cidade e tipo de tratamento que deseja realizar.

Depois, ele precisa fornecer dados pessoais – como nome completo, telefone e e-mail – além de compartilhar o link do ataque com mais cinco contatos do WhatsApp. O usuário é induzido, em seguida, a conceder permissão para receber futuras notificações com outros golpes e ainda é direcionado para páginas falsas e visualizar anúncios fraudulentos

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“Golpes que se aproveitam de programas reais do governo como temática são bastante comuns e, infelizmente, são os que mais fazem vítimas, já que tem bastante apelo da população”, avalia o diretor do dfndr lab, Emilio Simoni.

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Reprodução
Mensagens enviadas por whatsapp em tentativa de golpe do Brasil Sorridente

Simoni explica o funcionamento do golpe. “Neste ataque em especial, o hacker direciona o usuário para páginas com publicidades suspeitas e, a cada nova visualização, o cibercriminoso ganha mais dinheiro”, diz o especialista.

“A grande lucratividade do golpe para o hacker acaba explicando o porquê ele continua ativo desde o mês de maio”, acrescentou Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab.

Para não cair em ataques como esse, o especialista afirma que o usuário deve tomar algumas medidas como sempre checar se o link é verdadeiro ou não, o que pode ser feito pelo site do dfndr lab e ficar atento a promessas muito vantajosas ou preços muito abaixo do valor original, pois é grande a probabilidade de ser um golpe .

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Fonte: IG Tecnologia
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FaceApp declara que não armazena fotos carregadas por seus usuários

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Olhar Digital

App se envolveu em polêmica após denúncia de que dados eram vazados arrow-options
Reprodução/Instagram
Assim como a Xuxa, outros famosos entraram na brincadeira e usaram o FotoApp para “ficar idoso”


Na última semana, o  FaceApp , aplicativo que promete criar selfies com filtros que envelhecem por meio de Inteligência Artificial, viralizou nas redes sociais. Porém, surgiram inúmeras preocupações acerca da privacidade, como o armazenamento de fotos nos servidores em nuvem da empresa, sem deixar claro para o usuário que o processamento não estava ocorrendo localmente, no próprio dispositivo.   

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O aplicativo , administrado por uma uma startup russa, afirma que a maior parte do processamento necessário para potencializar os efeitos de embelezamento, gênero e aceleração de idade de seu aplicativo é realizado na nuvem, mas alega que carrega apenas as fotos selecionadas pelo usuários para edição. 

Testes de segurança também não encontraram evidências de que o aplicativo envia o rolo completo da câmera de um usuário.

Em posicionamento oficial, o FaceApp especifica que “pode” armazenar as fotos que os usuários escolheram carregar na nuvem por um curto período, justificando que isso é feito para “desempenho e tráfego” — como garantir que um usuário não faça uploads repetidamente da mesma foto para realizar outra edição. “A maioria das imagens é excluída dos nossos servidores dentro de 48 horas a partir da data de envio”, explica.

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A empresa também afirma que nenhum dado do usuário é “transferido para a Rússia”, apesar de sua equipe de pesquisa e desenvolvimento estar localizada lá.    

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Segundo o fundador do aplicativo, o processamento em nuvem é executado usando infraestrutura com base fora da Rússia. Seu fundador Yaroslav Goncharov disse utilizar os servidores da AWS (Amazon Web Services) e do Google Cloud , e acrescenta: “não vendemos nem compartilhamos dados de usuários com terceiros”. 

O FaceApp também diz que os usuários podem solicitar que seus dados sejam excluídos. Embora ainda não tenha uma maneira muito fácil de fazê-lo, o aplicativo pede que os usuários enviem solicitações de exclusão pelo próprio app móvel (” Configurações -> Suporte -> Informar um bug ” com a palavra ” privacidade ” na linha de assunto. A startup acrescenta que já está “trabalhando em uma interface melhor para isso”.

Reprodução

Fonte: TechCrunch

Fonte: IG Tecnologia
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