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O que vale a pena comprar no Dia dos Solteiros? Fizemos a pesquisa para você

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Dia dos Solteiros traz descontos que prometem ser melhores que os da Black Friday

O Dia dos Solteiros chegou até o Brasil para animar qualquer coração solitário com promoções que prometem ser melhores que as da Black Friday . Nesta segunda-feira (11) a data é comemorada na China e, tradicionalmente, vem acompanhada de promoções em todos os setores. Pela primeira vez, o site de compras Aliexpress traz a comemoração – e as promoções – para o Brasil. 

As promoções, que estão no ar no site do Aliexpress desde às 4h de hoje, se estendem até às 3h59 do dia 13 de novembro, pelo horário de Brasília. Segundo a empresa, durante o período serão cerca de US$300 milhões em descontos em todo o mundo.

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iPhone, Huawei e Xiaomi têm bons descontos

Para ter garantia de que está pegando bons preços durante o Dia dos Solteiros , a principal dica é segurar um pouco a empolgação e pesquisar. Alguns itens realmente estão com valores bastante atraentes, enquanto outros podem ser encontrados mais em conta aqui no Brasil. 

Em comparação com o preço mais baixo encontrado pela reportagem no Brasil, o iPhone 11 , por exemplo, pode ser comprado por R$514 a menos no Dia dos Solteiros do Aliexpress . As diferenças de valores ficam ainda maiores quando procuramos por produtos chineses, como os da Huawei ou da Xiaomi . O Mi 9 pode ser encontrado custando R$652 a menos que no Brasil, enquanto o P30 Pro tem R$685 de diferença. 

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Motorola e Samsung nem tanto

Para marcas mais consolidadas no Brasil , a diferença de preço fica mais baixa, deixando de compensar. Vale lembrar que o Aliexpress é um site chinês e que, portanto, os prazos de entrega podem ser longos e a assistência técnica dos aparelhos pode não ser válida por aqui. Como exemplos de dispositivos que não valem tanto a pena, o Moto G7 Plus foi encontrado no Dia dos Solteiros custando apenas R$95 a menos do que no Brasil. O Galaxy S9 está R$68 mais caro durante a promoção chinesa do que em seu preço habitual no Brasil

Oportunidade em importados

No Dia dos Solteiros , os principais produtos para ficar de olho são aqueles que ainda são comercializados em menor escala no Brasil. Já que a importação é interessante nesses casos, que ela seja feita em um dia de menor custo. 

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Em seu site, o Aliexpress destaca as principais promoções da data no mundo dos eletrônicos. Entre os melhores descontos, produtos bastante famosos e queridos por brasileiros aparecem, como smartwatches . O Amazfit Bip e o Amazfit Stratos 3, por exemplo, estão com 41% e 40% de desconto, respectivamente. 

Para quem gosta de fones de ouvido , o Redmi Airdots, da Xiaomi, está com 38%, enquanto o Qcy Qs1 está com 81% de desconto. Para os amantes de tecnologias inovadoras , o aspirador de pó inteligente da Xiaomi , o Roborock S5 Max, está com 18% de desconto. 

É promoção de verdade?

Quando a esmola é demais, o santo desconfia. Para os brasileiros que já estão acostumados com descontos falsos na Black Friday, a ideia de uma promoção ainda melhor gera desconfiança. O Alibaba, grupo que detém o e-commerce chinês, porém, garante que as promoções do Dia dos Solteiros são reais

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Em entrevista publicada na revista VEJA, a empresa afirmou que usa tecnologia para fazer o monitoramento dos preços dos produtos. Dessa forma, só podem participar das promoções da data aqueles itens que estiverem com um valor realmente mais baixo do que o anterior. No site do Aliexpress, os produtos com descontos estão marcados com uma etiqueta vermelha

Fonte: IG Tecnologia
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O que é Deepfake? Saiba como funciona e porque tecnologia pode afetar a política

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Reprodução/Youtube/Bruno Sartori

Políticos como Jair Bolsonaro são alvos constantes de deepfake


Jair Bolsonaro cantando Xibom Bombom. Mark Zuckerberg admitindo que “quem controla os dados controla o futuro”. Nicolas Cage encenando personagens em centenas de filmes. Gal Gadot estrelando uma cena pornográfica.

Nada disso aconteceu de fato. Mas, na internet, há vídeos perfeitos de todos esses acontecimentos falsos, graças a uma técnica chamada deepfake

Como o próprio nome já diz, a tecnologia faz uso de deep learning para gerar conteúdos falsos em vídeo.

Através de inteligência artificial , rostos de pessoas são unidos a vídeos já existentes, em uma combinação altamente realista que faz parecer que alguém tenha dito ou feito algo que, na realidade, jamais aconteceu. 

Os deepfakes começaram a se tornar populares no final de 2017, quando rostos de atrizes famosas foram colocados em vídeos pornográficos. Depois disso, a técnica passou a ser utilizada para produzir vídeos de humor ou de conteúdo político.

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Como é produzido um vídeo com deepfake

Aqui no Brasil, os vídeos com deepfake se popularizaram sobretudo pelo humor. Nesse sentido, um dos canais mais famosos no YouTube é o de Bruno Sartori, o responsável por fazer  Jair Bolsonaro cantar “O pintinho, piu”Luiz Inácio Lula da Silva ganhar o corpo, voz e gingado de Pabllo Vittar no clipe de “Parabéns”.

Bruno conta que o primeiro passo para fazer um deepfake é montar um extenso banco de dados da pessoa que terá o rosto copiado.

“São cerca de duas a quatro mil imagens”, revela. Depois, essas imagens são entregues a uma biblioteca de código aberto que processa os dados. Existem várias bibliotecas desse tipo disponíveis e Bruno, por exemplo, mistura algumas delas, pegando o melhor de cada uma. 

A inteligência artificial presente nas bibliotecas reconhece padrões nas imagens do rosto, entendendo como funcionam os movimentos de olho, boca e face, faz uma cópia dele e, então, a disponibiliza para a imitação.

Como a técnica usada é o deep learning – em português, aprendizagem profunda -, a própria aplicação vai aprendendo e se treinando no processo de análise dos dados.

Por isso, “quanto maior for o tempo de treinamento, ou seja, da análise desse banco de dados por nossa inteligência artificial, melhores vão ser os resultados”, conforme explica Bruno. “Quanto mais ele analisa os dados, melhor ele vai ter a capacidade de reproduzir aqueles dados”.

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O produtor de vídeos conta que, no geral, o processo de copiar um rosto demora cerca de dois dias , mas que isso varia de acordo com o processamento do computador utilizado.

Antes o tempo era mais longo: em 2017, quando começou a utilizar a técnica, Bruno levou quase quatro meses para gerar seu primeiro rosto copiado.

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Para produzir um vídeo completo, porém, o tempo pode variar de acordo com o roteiro – se ele precisa gravar dublagens, por exemplo, o tempo tende a ser mais longo. Um dos vídeos mais famosos do canal de Bruno, o de Bolsonaro cantando Xibom Bombom, com quase 400 mil visualizações, demorou cerca de 20 dias para ficar pronto. 


Para além do humor

Apesar de o trabalho de Bruno ser focado em humor e crítica política, nem todo deepfake tem esse objetivo.

Com a técnica tornando os vídeos cada vez mais realistas, não é tão difícil fazer alguém acreditar que uma pessoa tenha dito ou feito algo que não disse ou fez. É o caso, por exemplo, da inserção de rostos em vídeos pornográficos ou a inserção de falas na boca de políticos ou empresários influentes. 

Alexandre Atheniense, advogado especializado em Direito da Tecnologia da Informação, explica que, apesar de não existir uma legislação específica sobre deepfakes no Brasil, é possível punir quem faz o mau uso da tecnologia.

“Nós temos, hoje, instrumentos legais suficientes para poder punir eventuais infratores que partam para fazer deepfake para divulgar uma informação falsa de uma pessoa atacando sua reputação ou divulgando um fato falso”, afirma.

Ele explica que o ponto de partida é, geralmente, o uso de imagem não autorizada mas que, de acordo com as consequências do conteúdo produzido, as implicações legais podem ser diversas. “Cada caso é um caso”, enfatiza. 

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Deepfake no cenário eleitoral

Um dos grandes casos de uso ilegal da tecnologia de deepfake é para a produção de conteúdos que prejudiquem a imagem de políticos, sobretudo em contexto eleitoral.

Muitos especialistas já colocam a tecnologia no patamar mais elevado da lista de desafios para as próximas eleições , tendo um combate ainda mais difícil que o feito sobre as fake news .

“Se a gente já tem esse hábito em relação à disseminação de notícias falsas, quando você tem uma inovação tecnológica como deepfake, essa automação só potencializa aquele ato anterior que já existia”, afirma Alexandre. 

Para ele, que acredita que as deepfakes podem ser uma ameaça à democracia, as consequências do uso da tecnologia nas campanhas eleitorais pode ser ainda mais grave com o avançar dela.

“Nada me tira da cabeça que daqui a pouco nós vamos ter a popularização dos deepfakes, e depois isso irá se tornar um instrumento de campanha eleitoral”, afirma.

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O advogado explica que, aqui no Brasil, as questões mais novas são geralmente abordadas nas leis, pela primeira vez, no contexto eleitoral, e espera-se que isso ocorra em relação às deepfakes nas próximas eleições presidenciais de 2022.

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“A Justiça Eleitoral no Brasil tem uma característica muito interessante: assuntos de vanguarda, aspectos tecnológicos, normalmente são tratados pela primeira vez por lá. Por esse motivo, eu acho que se tiver surgimento a respeito de uma normatização quanto a fake news e deepfake, eu apostaria que de repente isso pudesse começar pela área eleitoral”, opina Alexandre.

Combate às deepfakes no mundo

O tema tem gerado tanta polêmica no mundo todo que algumas empresas e governos já se preocuparam em criar regulamentações para o uso de deepfakes. Twitter , Google e Facebook começaram a pensar em medidas para diminuir o uso indevido de vídeos falsos na plataforma.

O Twitter exibirá avisos de que determinados conteúdos são deepfake, enquanto o Facebook e Google vêm desenvolvendo métodos e ferramentas para detectar os vídeos manipulados.

Além das empresas, governos já buscam algum tipo de regulamentação sobre a tecnologia. A China, por exemplo, proibiu o uso de inteligência artificial para a produção de vídeos falsos e exige que a divulgação de deepfakes venha acompanhada de um aviso claro de que se trata de um conteúdo fictício. 

No estado da Califórnia, nos Estados Unidos, dois projetos de lei foram assinados recentemente acerca do tema. Um deles torna ilegal a distribuição de vídeos manipulados que visam desacreditar um candidato político dentro de 60 dias após eleições, e o outro permite que os cidadãos processem pessoas que criam deepfakes para inserir rostos em materiais pornográficos sem consentimento.

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Para Alexandre, é essencial que os governos entrem nessas discussões, e não apenas as empresas de tecnologia. “Tem que coibir abusos, sobretudo porque a gente sabe que isso foi utilizado muito na época eleitoral [em 2016, nos EUA] e, por esse motivo, certamente a gente precisa ter uma legislação que possa coibir”, opina. 

É só uma brincadeira

Apesar de ser favorável à coibição do uso indevido de deepfakes, Alexandre afirma que o humor dificilmente será prejudicado por essas possíveis novidades nas legislações.

“A paródia em si e o humor são sempre permitidos, desde que não ultrapasse limites extremos que possa estar vinculado à imagem da pessoa envolvida com fatos falsos ou mesmo com ofensas. Isso a legislação não admite. Mas a gente tem sempre uma zona de conforto, digamos assim, em relação ao humor”, esclarece o especialista. 

Para Bruno, que deixa claro em todos os seus vídeos que o conteúdo se trata de deepfake , tentar censurar as produções humorísticas não é uma saída inteligente para lidar com a disseminação de deepfakes.

“Censura não vai me parar, principalmente se vier de governos. A censura só tende a piorar o que querem censurar. O que tem que haver é uma política de educação da população, aliada a uma política de repreensão ao uso inadequado da tecnologia”, opina.

Fonte: IG Tecnologia
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De graça! Veja 17 aplicativos e games gratuitos para Android por tempo limitado

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Unsplash/Luke Porter

Confira aplicativos e jogos gratuitos para Android


Os aplicativos permitem que os smartphones façam as tarefas mais inusitadas. Quando é possível obtê-los de graça, é melhor ainda. De tempos em tempos, os desenvolvedores distribuem suas criações gratuitamente para atrair novos usuários, já que muitos têm receio de experimentar conteúdo pago.

A lista a seguir contém apps e games que estavam disponíveis gratuitamente na Play Store e foram verificados pelo Olhar Digital . Esses programas estão gratuitos por tempo limitado, mas depois de instalados ficam vinculados à conta do Google para sempre. Ou seja, eles podem ser baixados a qualquer momento sem que seja preciso pagar.

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Vale observar, ainda, que as promoções podem ser encerradas a qualquer momento . Então, ao abrir um app da lista na loja de aplicativos e o botão de aquisição não mostrar a palavra “Instalar”, mas o preço original do app, significa que ele voltou a ser pago: se você baixá-lo, será cobrado por isso.

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Aplicativos

Jogos

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Fonte: IG Tecnologia
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Empresa desenvolve robô que faz faxina no banheiro

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Olhar Digital

A empresa norte-americana  Altan Robotic s  desenvolveu  um rob ozinho  para uma tarefa não tão nobre: realizar a limpeza de privadas .

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Foto: Divulgação

Máquina possui uma haste retrátil para facilitar a limpeza de diferentes categorias de vasos sanitários; o investimento no dispositivo é de R$ 2.080




O Giddel é equipado com um esfregão retrátil, que se adapta às curvas dos vasos sanitários. O dispositivo possui um compartimento para água e produtos de limpeza, além de um adaptador com suporte para diferentes categorias de escovas.

Após concluir a limpeza do vaso, o robô emite um sinal sonoro para alertar sobre a finalização da tarefa. De acordo com a empresa, sua instalação é simples, e bastam alguns minutos para que os suportes sejam acoplados ao vaso.

O Giddel pode representar a solução dos problemas para alguns, mas isso tem um preço, o robô é vendido nos Estados Unidos por US$ 500, cerca de R$ 2 mil em uma conversão direta.

Fonte: IG Tecnologia
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