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O retorno de John Wick, “Hellboy” e romance adolescente chegam aos cinemas

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Nessa quinta-feira (16) chegam aos cinemas grandes produções nacionais e internacionais. O retorno de John Wick, o super-herói “Hellboy” e o romance adolescente “O Sol Também é uma Estrela” são algumas das estreias dessa semana.

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Cinemas: estreias dessa quinta-feira (15)
Montagem

Cinemas: estreias dessa quinta-feira (15)


  • John Wick


Keanu Reeves em ação em  cena de luta do novo John Wick
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Keanu Reeves em ação em cena de luta do novo John Wick

Após dois anos, “ John Wick 3: Parabellum” chega aos cinemas para dar continuidade à história que começou em 2014. Interpretado por Keanu Reeves, John é perseguido por homens e mulheres depois de matar um importante membro de uma organização de assassinos internacionais e quem conseguir a cabeça dele, ganhará o valor de US$ 14 milhões.

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  • Super-herói


Hellboy
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Hellboy

Um super-herói um tanto diferente do que estamos acostumados, Hellboy foi criado como um filho por Trevor Bruttenholm após chegar à Terra ainda criança e ser invocado por um feiticeiro contrato pelo governo nazista. Já adulto, ele se torna aliado dos humanos na batalha contra monstros de todos os tipos e é convocado a enfrenta-la Nimue, conhecida como Rainha Sangrenta.

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  • Romance adolescente


Adaptação do livro
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Adaptação do livro “O Sol Também é uma Estrela” estreia nessa quinta (16)

A adaptação do livro de Nicole Yoon trata a história de Natasha, uma jovem que não acredita em destinos, apenas em fatos explicados pela ciência, que em menos de doze horas ela e sua família serão deportados para a Jamaica. A jovem tenta fazer de tudo para não voltar para sua cidade natal, até que durante o caminho conhece Daniel e coloca todas as suas convicções a prova ao se apaixonar por ele.


  • Biografias


Judi Dench em
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Judi Dench em “A Espiã Vermelha”

“Kardec” narra à trajetória de Allan Kardec, pseudônimo de Hippolyte Léon Denizard Rivail, desde quando trabalhava como educador em Paris, passando pelo processo de codificação da Doutrina Espírita, até a publicação e repercussão de “O Livro dos Espíritos”.

Em “A espiã vermelha”, o filme retrata a vida da britânica Joan Stanley em 1938, que estudava física em Cambridge quando se apaixonou por um jovem comunista. No mesmo período ela foi convocada pelo Comitê de Segurança Russo (KGB) para atuar como espiã do Governo de Stallin no Reino Unido e depois de mais de cinquenta anos de serviços bem-sucedidos, ela foi descoberta e presa pelo Serviço de Inteligência Britânico.

  • Outras estreias


Filme
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Filme “45 dias sem você”

“A Grande Dama do Cinema” é uma comédia dramática sobre uma antiga estrela do cinema que firma uma amizade improvável com um ator nos últimos anos de vida, um roteirista frustrado e um diretor das antigas para preservar o universo lúdico que criaram dentro de uma mansão clássica. “UglyDolls” é uma animação onde Moxy e seus amigos Ox, Ugly Dog, Wage, Babo e Lucky Bat partem para uma aventura no Instituto da Perfeição e descobrem que não é preciso ser perfeito para ser incrível.

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Em “45 dias sem vocês” Rafael espera por um amor que jamais volta. Para curar seu coração partido, decide exilar‐se de si mesmo e parte rumo a três diferentes destinos. O documentário “Antártica por um ano” chega aos cinemas para mostrar a experiência de um grupo de brasileiros que permaneceu por um ano ininterrupto na Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), integrando o projeto antártico brasileiro vinculado a Marinha do Brasil.

Fonte: IG Gente
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Mentor da Vaza Jato, Glenn Greenwald recebe prêmio de jornalismo no Brasil

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Foi anunciada na última quarta-feira (21) que Glenn Greenwald, jornalista do The Intercept Brasil , reberá o Prêmio Especial Vladimir Herzog neste ano. A honraria chega após o jornalista divulgar diálogos entre os procuradores da Lava Jato com Sergio Moro, atual ministro da Justiça que à época era o Juiz responsável pela maior investigação contra corrupção do País.

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Glenn Greenwald arrow-options
Divulgação

Glenn Greenwald


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Apelidada de Vaza Jato por internautas, os diálogos de Glenn Greenwald resultaram em uma alta repercussão na imprensa e na abertura de um inquérito para contestar a veracidade das mensagens de Sergio Moro que, se dadas como verdadeiras, mostrariam que o Juiz responsável pela Lava Jato estava agindo de maneira irregular. Conduta essa antiética.

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Além de Glenn Grennwald também será homenageada no Prêmio Vladimir Herzog de jornalismo, que acontece no dia 24 de outubro, Patrícia Campos Mello, da Folha .

Fonte: IG Gente
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Organizadores de mostra veem censura em exclusão de filmes anti-Bolsonaro

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Após serem comunicados de que três filmes da Mostra do Filme Marginal seriam retirados da programação no Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), no Rio de Janeiro, os organizadores do evento resolveram cancelar o evento na instituição. Ele será mantido no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.

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Cena do curta-metragem arrow-options
Reprodução/FestTaguá

Cena do curta-metragem “Mente Aberta”

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Conforme antecipado pela coluna de Ancelmo Gois, os três filmes censurados são “Mente aberta”, “Rebento” e “Nosso sagrado”. Nos dois primeiros, há referências ao presidente Jair Bolsonaro.

“Mente aberta”, de Getúlio Ribeiro, cineasta de Nova Iguaçu, trata de “um sujeito que se autodenomina um ‘cidadão de bem’, tem uma relação opressora com a família e tenta nos convencer de que é a vitima”.

Nele, Getúlio usa três declarações do Jair Bolsonaro  , não editadas, e de diferente momentos da carreira dele. “Não existe homofobia no Brasil”, “Nenhum pai gostaria de chegar em casa e ver seu filho brincando de boneca” e “eu sou a favor da tortura, você sabe disso. E o povo brasileiro também”.

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O filme foi aprovado na mostra, mas na terça-feira (20) o diretor foi convocado para uma reunião no CCJF, em que a exclusão foi comunicada.

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“Após o envio da programação, a instituição nos comunicou sobre a impossibilidade de exibição de três filmes selecionados. Não concordamos com o entendimento da instituição e nos posicionamos contrário a postura da mesma”, explicaram os organizadores da mostra em comunicado, acrescentando que viram a decisão como censura.

“O filme já passou em outros festivais e isso nunca aconteceu comigo. Vi coisa muito mais radical que não foi censurada. É um filme de oito minutos, que passaria, a galera ia ver e ficaria por isso”. Os diretores dos outros curtas preferiram não se manifestar.

Procurado, o Centro Cultural da Justiça Federal respondeu com um comunicado em que diz que “a restrição das temáticas propostas ao CCJF dá-se estritamente pelo dever constitucional de imparcialidade a que está submetido o Poder Judiciário Federal”.

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O comunicado diz ainda: “O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) tem, dentre seus critérios estabelecidos para sediar eventos culturais e artísticos, o de não promover produções de cunho corporativo, religioso ou político-partidário, independentemente de que pessoa, instituição ou conceito ideológico esteja sendo defendido ou criticado.”

Fonte: IG Gente
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José Paulo Martins assume Secretaria Especial de Cultura

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Experiente, técnico e mediador em momentos de crise. É assim que profissionais da área da culltura descrevem o atual secretário de fomento e incentivo à Cultura, José Paulo Martins, que assumirá a secretaria especial de Cultura após a demissão de Henrique Pires, conforme adiantou Ancelmo Gois. Ele assume o cargo em meio à crise na pasta deflagrada pelo Governo Bolsonaro que suspender um edital para TVs públicas por conter obras LGBTs.

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José Paulo Martins arrow-options
Reprodução/Facebook

José Paulo Martins


De perfil discreto, José Paulo Martins já atuou em áreas de gestão do setor cultural e tem trânsito e diálogo com entidades e profissionais da indústria da cultura. Segundo pessoas próximas ao secretário ouvidas pelo GLOBO , Martins já serviu de anteparo em outras crises na relação do setor com o Governo.

Currículo variado

Após décadas na iniciativa privada, José Paulo Soares Martins migrou para a administração pública em 2016, quando foi convidado pelo então ministro da Cultura, Marcelo Calero, para a Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). A pasta é responsável pela aplicação da Lei Rouanet  (agora chamada pelo Governo de Lei de Incentivo à Cultura) e pela gestão do Fundo Nacional de Cultura.

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Martins já foi diretor de organizações empresariais e culturais como o Instituto Gerdau, a Fundação Iberê Camargo, e a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Discreto nas redes sociais, ele não publica posições políticas e ideológicas — ao contrário de outros titulares dos ministérios do Governo Bolsonaro , entre eles seu chefe direto, o ministro da Cidadania Osmar Terra.

Defesa da Lei Rouanet

Ele também faz parte da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), colegiado formado por integrantes governo e da sociedade civil que acompanha, em reuniões mensais, as decisões sobre a aprovação de projetos culturais que pleiteiam incentivo fiscal por meio da Lei Rouanet.

Em entrevista ao R7,  publicada em 2018, o secretário defendeu a Lei Rouanet das críticas recorrentes feitas por parcela da sociedade e defendeu o mecanismo: “É um dos instrumentos mais transparentes”. Procurado pelo GLOBO para uma entrevista, Martins pediu que a reportagem encaminhasse o pedido à assessoria de imprensa do Ministério da Cidadania, que informou que a solicitação está “sob análise”.

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Fonte: IG Gente
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