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Orgulho geek: conheça as 10 cidades mais nerds do Brasil

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A cultura nerd movimenta a economia mundial e, no Brasil, não é diferente. Com base nas vendas de produtos em cidades brasileiras com mais de cem mil habitantes, considerando a base per capita (por pessoa), a Amazon então listou as dez cidades mais nerds do país, para celebrar o dia do Orgulho Geek , que cai no próximo sábado, dia 25.


Funkos de heróis
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Funko!, comic books, quadrinhos, jogos e videogames: lista mostra onde esses produtos foram mais vendidos

Em primeiro lugar, aparece São Caetano do Sul, em São Paulo; depois vem Florianópolis, em Santa Catarina; e em terceiro, a única representante do Estado do Rio de Janeiro, Niterói.

A lista contempla as vendas feitas entre abril de 2018 e abril de 2019, de diversos produtos geeks, incluindo livros, eBooks, quadrinhos e comic books, brinquedos, jogos e videogames , além de itens de decoração e para a casa associados à cultura nerd .

As temáticas preferidas, no entanto, variam de cidade para cidade: enquanto Vila Velha, no Espírito Santo, comprou mais cards de Pokémon por habitante, em Bagé, no Rio Grande do Sul, foi maior o número de canecas de Game of Thrones.

Veja Também:  5 dicas para usar menos dados móveis do seu pacote de internet

Em São Paulo, Carapicuíba foi a cidade líder em compras de bonecos Funko! Pop, enquanto Itu teve o maior número de aquisições de itens de decoração dos Vingadores por habitante.

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Veja o ranking de cidades que mais consomem produtos geek:

  1. São Caetano do Sul
  2. Florianópolis
  3. Niterói
  4. Santos
  5. Barueri
  6. Porto Alegre
  7. Brasília
  8. Curitiba
  9. Balneário Camboriú
  10. São Paulo

Fonte: IG Tecnologia
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5 dicas para usar menos dados móveis do seu pacote de internet

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Não importa se o seu plano é pré ou pós-pago, todos já recebemos uma mensagem da operadora de celular avisando que 100% de dados móveis foram utilizados. Isso significa, basicamente, que você gastou toda a sua internet e ficará dependente do Wi-Fi para acessar redes sociais e outros aplicativos que exigem uma conexão online. 

celular
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É preciso ter um controle e saber economizar para que os dados móveis não acabem antes do fim do mês

Mas será que é possível economizar e fazer os  dados móveis  durarem até o fim do mês? Sim, tanto que vários aplicativos e os próprios smartphones já oferecem a alternativa de diminuir o uso do pacote de dados. Veja algumas dicas que podem te ajudar: 

1. Aposte na função “economia de dados”

Redes sociais que carregam fotos e vídeos, apps de música e séries, além de jogos para celular que precisam de conexão com a internet são alguns exemplos que exigem muitos dados do seu pacote mensal. Porém, é possível selecionar a opção “economia de dados” nas configurações de alguns apps, como é o caso do Instagram e Spotify, por exemplo.

Apesar de carregar o conteúdo mais devagar e não permitir que você acesse vídeos — já que estes gastam mais internet —, você pode usar seu 3G ou 4G sem se preocupar se a franquia vai acabar antes da hora. Além disso, assim que você se conecta ao Wi-Fi, a funcionalidade dos apps voltam ao normal e o carregamento não depende mais dos dados celulares. 

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Aplicativos com versão “lite”, como Facebook e Facebook Messenger, também são alternativas para gastar menos internet. 

2. Desligue os dados móveis

Os próprios smartphones também dão uma opção para economizar dados: desligando-os. É possível desativar o uso de apenas alguns aplicativos que você não usa enquanto está fora de casa ou os dados celulares gerais e ficar totalmente sem conexão 3G ou 4G. 

No iPhone, vá em “Ajustes”, “Celular” e desative o botão “Dados celular”; já no Android, é só ir em “Configurações”, “Uso de dados” e desativar a opção “Dados Móveis”. Nos dois sistemas também dá para escolher quais aplicativos podem usar o seu pacote de internet

3. Só faça downloads pelo Wi-Fi

Além de tentar usar o Wi-Fi para acessar a internet e redes sociais na maior parte do tempo, procure fazer download só se estiver conectado à rede. Não gaste seu 3G ou 4G para baixar nenhum aplicativo novo ou conteúdo, já que isso gasta muito mais os seus dados. 

A Netflix é um dos aplicativos que já permite que os usuários  baixem filmes e episódios de séries  no aplicativo como uma forma de economizar dados. Porém, existe uma função nas configurações, que é o botão “Somente Wi-Fi”m para garantir que nenhum download comece sem que o aparelho esteja conectado à uma rede. 

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Atualizações de aplicativos em segundo plano são outras formas de ter certeza que as novas versões dos seus apps só serão baixados caso você acesse a internet pelo Wi-Fi. 

4. Baixe o conteúdo e use apps no modo offline

Além das séries da Netflix, também é fácil baixar músicas através do Spotify, Deezer e outros apps de música que consomem muita internet. Já quando falamos de funcionalidades, temos o Google Maps e o Maps.Me, que permitem baixar mapas personalizados e acessá-los sem 3G. 

A alternativa de acessar apps pelo “modo offline” é ótima para economizar dados, já que você pode baixar todo o conteúdo que quer consumir pelo Wi-Fi e não vai gastar a franquia do seu celular para isso. Só não esqueça de fazer download antes de se desconectar! 

5. Tenha um controle de dados móveis

Uma boa ideia para saber quanto de dados de internet você já gastou e ter um controle de quanto ainda pode usar até o fim do mês é usar aplicativos

Algumas alternativas são o My Data Manager (disponível para Android e iOS), 3G Watchdog (apenas para Android) ou o DataFlow (só para iOS) Eles conseguem acompanhar todo o seu gasto de internet, além de notificar quando os dados móveis estão perto de acabar ou quando sua franquia da operadora foi renovada. 

Fonte: IG Tecnologia
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Criptografia de ponta a ponta protege conversas no WhatsApp; mas como funciona?

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A questão da privacidade do usuário em aplicativos de troca de mensagens se tornou o assunto do momento depois que conversas entre o Ministro da Justiça Sérgio Moro e procurador do Ministério Público Federal Deltan Dallagnol no Telegram vazaram recentemente. Esse app, assim como o WhatsApp, usa criptografia de ponta a ponta como meio de segurança. 

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O WhatsApp funciona através de uma criptografia de ponta a ponta e não é preciso ativá-la para proteger suas conversas

A diferença da privacidade oferecida pelo Telegram e Whatsapp está ligada, na realidade, pela forma que essa criptografia de ponta a ponta é oferecida. No caso do aplicatico usado por Moro e Dallagnol, existe uma opção, chamada Chat Secreto, que codifica as mensagens enviadas. 

Assim, quando alguém envia um texto, foto ou vídeo dentro dessa conversa secreta, o sistema “embaralha” as palavras a ponto que só o remetente e destinarário possam ler o conteúdo. A ideia do “ponta a ponta” é exatamente essa questão da proteção estar disponível para cada um dos usuários envolvidos — ou seja, em cada “ponta” da conversa. 

Essa alternativa de segurança funciona basicamente da mesma forma no WhatsApp e está disponível para todos os contatos da sua lista. Assim, a criptografia funciona através de uma “chave privada” e é protegida por um código de segurança indivual. Isso impede que  hackers acessem a informação e até mesmo que o sistema do aplicativo leia o que foi enviado. 

Veja Também:  Criptografia de ponta a ponta protege conversas no WhatsApp; mas como funciona?

Entenda melhor o funcionamento da “chave privada” oferecida pela criptografia do WhatsApp através do infográfico divulgado pela empresa ao iG Tecnologia  ; veja abaixo: 

A grande questão dessa alternativa “de ponta a ponta” é que ela é ativada automaticamente, diferente do Telegram. “Não é preciso ativar configurações ou conversas secretas especiais para assegurar suas mensagens. A criptografia de ponta a ponta está sempre ativada. Não há nenhuma maneira de desativá-la”, diz as informações do app sobre o serviço. 

Ainda assim, existe uma maneira opcional de confirmar que as mensagems que você envia estão sendo criptografadas de ponta a ponta e tornar a troca de conteúdo ainda mais seguro. 

Confirmando a criptografia de ponta a ponta no WhatsApp

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Reprodução/WhatsApp

Confirmar a criptografia de ponta a ponta do WhatsAppp pode tornar a troca de mensagens com seus contatos mais segura

Essa confirmação pode ser encontrada na tela de dados dos seus contados. Clicando no botão “criptografia”, é possível ver um  QR code e uma sequência de 60 dígitos. Esses números são o código únicoque, que são gerados para cada conversa.

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Para  confirmar a criptografia , você pode tanto compartilhado esse número com a pessoa que está conversando (que é igual para você e parqa o seu contato) ou, se estiver próximo à ela, clicar em “escanear código” para permitir que ela leia o seu QR e vice-versa. Um tique verde irá aparecer depois desse escaneamento para confirmar a proteção.

Depois da confirmação, vocês poderão ter certeza de que ninguém está interceptando suas mensagens ou chamadas e, se os códigos não conferirem, é importante verificar se o número dessa pessoa está correto. Caso o contato tenha reinstalado o app ou trocado de aparelho, é só enviar uma nova mensagem para ele que o código será atualizado. 

É importante lembrar que apesar dessa sequência de números da criptografia de ponta a ponta  ficar visível para você, o WhatsApp afirma que ela é apenas uma versão da chave especial — já que esta continua em segredo dentro do sistema do aplicativo. 

Fonte: IG Tecnologia
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Afinal de contas, o Telegram é seguro?

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Olhar Digital

Desde domingo passado, as pessoas estão querendo saber se o Telegram é um aplicativo seguro. A resposta é simples, assim como todo aplicativo de mensagens que usa criptografia de ponta a ponta e verificação em suas etapas, o Telegram é seguro. Porém, é ultrapassada a ideia de que o Telegram seria mais seguro do que o WhatsApp.

Leia também: Telegram x Whatsapp: como funciona a privacidade desses aplicativos?

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O Telegram mostra-se como um app seguro por conta da criptografia de ponta e verificação em suas etapas

Trabalho no editorial de tecnologia há tempo suficiente para poder afirmar que “velhos hábitos são difíceis de mudar”. Bem antes de falarmos sobre a codificação de mensagens em aplicativos de bate-papo, a disputa entre o WhatsApp e o Telegram se dava dentro dos fóruns e comunidades tech mundo afora. E a grande discussão era sobre qual dos serviços era o mais seguro.

Durante muito tempo, o Telegram levava a melhor no quesito segurança, com seus chats efêmeros e outros recursos inexistentes no WhatsApp que, até então, era um aplicativo realmente simples de se usar.

Contudo, a criptografia de ponta a ponta chegou ao WhatsApp e a mesa virou, pois além da empresa não ter acesso às conversas das pessoas que utilizam o mensageiro, nenhuma conversa hoje é armazenada nos servidores do Facebook, proprietário do WhatsApp. Agora, o mesmo não pode ser dito do Telegram.

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Mesmo criptografando as mensagens trocadas dentro do app, o Telegram salva os dados das conversas na nuvem. Isso acontece porque, ao contrário do WhatsApp, a experiência do Telegram no PC é diferente. Enquanto o primeiro apenas espelha as mensagens recebidas no celular, no segundo, o PC se conecta diretamente à nuvem. Logo, mesmo que o seu smartphone estiver desligado, todos os dispositivos vinculados à conta poderão utilizar o chat do Telegram sem problemas. Contudo, por conta dessa ideia antiga de que o Telegram é mais seguro do que o WhatsApp, muitos usuários ignoram certas ferramentas de segurança oferecidas pelo serviço.

Esta foi, muito provavelmente, a questão no caso do suposto hackeamento dos celulare s do ministro da Justiça, Sérgio Moro, e do promotor do Ministério Público Federal (MPF), Deltan Dallagnol. Digo “suposto”, pois o caso ainda está sob investigação da Polícia Federal (PF), que ainda não emitiu parecer sobre a questão.

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Sérgio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública, alegou que seu celular pessoal foi hackeado

Na semana passada,  Moro alegou que seu celular pessoal havia sido hackeado e, coincidentemente ou não, no domingo, o canal The Intercept Brasil divulgou alguns diálogos trocados entre Moro e Dallagnol via Telegram, na época em que a PF e o MPF tocavam a operação Lava Jato.

Sem entrar no mérito do conteúdo das mensagens, a bem da verdade é que para um hacker ter acesso às conversas destes dois juristas e mesmo de qualquer outro usuário do serviço, teria que utilizar brechas. Como o Telegram utiliza criptografia de ponta a ponta, acessar as mensagens é basicamente impossível, exigiria um grande conhecimento técnico e uma máquina poderosa. Porém, assim como a Death Star, fazendo uma referência ao Star Wars, o aplicativo possui uma abertura.

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Ao armazenar os dados das conversas na nuvem e oferecê-los em tempo real em múltiplos dispositivos, se os usuários não utilizarem a verificação em duas etapas, estão sujeitos a ter suas conversas vazadas.

Entretanto, isso não significa que o aplicativo seja menos seguro, muitas vezes, são as pessoas que não sabem como usá-lo. Isso virou, inclusive, motivo de deboche entre a equipe do Telegram essa semana no twitter:

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Lembre-se, quanto maior for a camada de proteção, menores serão as chances de quebra de privacidade, em qualquer serviço. Por fim, sim, o Telegram é um aplicativo seguro , assim como o WhatsApp, o Signal e o Threema, porém, você precisa saber usar as ferramentas de segurança que a plataforma oferece para você.

Fonte: IG Tecnologia
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