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Parou de menstruar? Saiba o que é menopausa precoce e como tratar esse problema

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Women's Health

Muito se fala sobre a menopausa na vida das mulheres, porém pouco se aborda sobre a menopausa precoce que como o próprio nome já diz, acontece antes da idade considerada comum.

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Ausência de menstruação é um dos sinais da menopausa precoce

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Fernanda Nassar, formada em Medicina pela Universidade Lusíada com especialização em Ginecologia e Obstetrícia e pós-graduação em Estética Intima Ginecológica, reúne os principais pontos sobre o assunto:

O que é menopausa precoce

A menopausa precoce é o quadro clínico que se apresenta quando a mulher entra na menopausa antes dos 32 anos, ou seja, período em que ela fica um ano ou mais sem menstruar com sintomas específicos.

A menopausa precoce não é um distúrbio hormonal, mas a falência ovariana em uma mulher jovem, que por sua vez representa a perda temporária ou definitiva da função gonadal (de produzir hormônios) que acontece após a menarca (primeira menstruação) e antes dos 40 anos de idade. Ela é caracterizada pela diminuição do número de folículos ovulatórios (óvulos) e é exatamente essa condição que vai gerar alteração hormonal.

A diferença para a menopausa comum

A diferença básica é a idade em que ela ocorre, visto que o período em média da chegada da menopausa na mulher brasileira é por volta dos 50 anos. Nesse momento, quando não há mais ovulação e cessa a menstruação, a chegada da menopausa pode ser decretada.

Durante a menopausa, a mulher experimenta uma série de mudanças físicas, psicológicas e sociais importantes que começam no climatério . Porém, para algumas mulheres, a menopausa chega com, pelo menos, 15 anos de antecedência, bem no período em que a maioria ainda pode ter filhos. Quando isso acontece, ela pode estar entrando em um quadro de menopausa precoce.

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Como prevenir e detectar a menopausa precoce

Não existe uma causa determinante para o surgimento do problema. A menopausa precoce pode ocorrer por vários fatores, como o histórico familiar, por exemplo. Na verdade, a idade da menopausa não está relacionada à época da primeira menstruação, mas, sim, quando a mãe e as irmãs da paciente entraram em menopausa e o histórico familiar não se pode prevenir.

É possível detectar através dos sintomas que a paciente se refere, além de apresentar irregularidades menstruais, com intervalos entre os ciclos mais extensos.

Existem trabalhos científicos que mostram interligação das idades da mãe com a da filha, porém esta não é a regra geral. Há também fatores externos que podem antecipar a menopausa, como a remoção dos ovários ou de grande parte deles e os tratamentos contra o câncer, por exemplo.

A radioterapia e a quimioterapia têm como objetivo impedir o crescimento celular. Porém, estes tratamentos não atingem apenas as células malignas, mas as que estão sadias também. Por isso, dentre outros efeitos colaterais, os tratamentos contra o câncer podem levar a uma falência prematura dos ovários.

Como tratar a menopausa precoce

Confirmado o diagnóstico, a regra para tratamento é a Modulação Hormonal e assim conseguirmos amenizar os efeitos colaterais da ausência hormonal.

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O uso desta Modulação é imprescindível nos casos de menopausa de origem cirúrgica ou provocada por quimioterapia, em virtude da intensidade dos sintomas como: ondas de calor, irritabilidade, diminuição da libido, secura vaginal, queda de cabelo, dificuldade para dormir, dificuldade para perder peso, entre outros.

Além disto, a menopausa precoce precisa da Modulação Hormonal porque essas mulheres apresentam risco quatro vezes maior de desenvolver doenças cardíacas e sete vezes maior de desenvolver osteoporose.

*Fernanda Nassar é formada em Medicina pela Universidade Lusíada com especialização em Ginecologia e Obstetrícia e pós-graduação em Estética Intima Ginecológica.

Fonte: IG Delas
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4 ideias para inovar nos embrulhos de Natal e surpreender com os presentes

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Nesta época do ano, além de decorar a casa, muita gente aproveita para presentear os amigos e familiares. Sabemos que, na verdade, o que importante é o que está dentro do embrulho, mas caprichar nas embalagens de presentes e nos itens que o compõem mostra que você se dedicou de forma especial para agradar a pessoa que irá receber o mimo.

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O Natal já está chegando, então que tal aproveitar o momento para ver ideias criativas de embrulhos de presentes?

Segundo o relatório de Fim de Ano do Pinterest 2019, a procura por vídeos na plataforma sobre como embrulhar presentes tiveram uma alta de 80%. Para inspirar, selecionamos quatro ideias criativas. Confira!

1. Dobra de tecido

Dobra de tecido arrow-options
Reprodução/Pinterest

Imagem do Pinterest mostra como fazer uma dobra de tecido

Na imagem, você confere um passo a passo de como fazer uma dobra de tecido funcional e prática. O processo, como podemos perceber, é simples e, ao mesmo tempo, fica elegante. O resultado, com certeza, vai surpreender a pessoa que irá receber o presente.

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2. Laço simples

O laço já é tradição nas embalagens de presente, inclusive no Natal . No entanto, muita gente ainda encontra dificuldade para fazer um que fique bonito. No vídeo acima, você aprende, em poucos segundos, como criar um laço simples que vai deixar a embalagem ainda mais encantadora.

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3. Laço lateral

O laço lateral também fica elegante e é super fácil de fazer. Basta seguir o passo a passo do vídeo e pronto!

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4. Tecido pintado e amarração

Com um tecido branco, é possível criar desenhos personalizados e únicos nos presentes . No vídeo acima, a ideia é fazer bolinhas coloridas. No entanto, você pode apostar em outras estampas também. Depois de fazer a própria arte, você faz o embrulho. No caso do livro, o resultado fica delicado e promete surpreender quem for recebê-lo. 

Fonte: IG Delas
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Ninfoplastia: Conheça como e qual é a cirurgia plástica íntima para as mulheres

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Os pequenos lábios têm por função proteger a vagina das mulheres contra o ataque de fungos e outras infecções. No entanto, há casos em que, com o tempo, essa região do corpo feminino acaba ganhando volume e gera desconforto para algumas mulheres.  Isso ocorre devido a influência hormonal, ou fatores genéticos. 

As alterações na região da vagina podem ficar visíveis nos pequenos, nos grandes lábios vaginais e na região do púbis, também conhecido como Monte de Vênus, decorrentes de gravidez e também por conta de um perfil de vida mais sedentário, obesidade ou lipodistrofia (gordura localizada). Daí que, muitas vezes, as mulheres se veem constrangidas tanto na prática sexual como também no dia a dia, no uso de roupas mais justas e de trajes de banho, por exemplo.

Para corrigir esse problema muitas mulheres procuram o consultório do cirurgião plástico para se submeterem à ninfoplastia, um procedimento estético que é indicado para as pacientes que apresentam hipertrofia (aumento do tamanho) dos pequenos lábios vaginais. 

A cirurgia tem como objetivo a redução dos pequenos lábios devolvendo-lhes ao tamanho normal, porém, sem reduzi-los de forma exagerada. 

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Quando o acúmulo de gordura nessa região do corpo é muito grande, as mulheres têm como alternativa fazer procedimentos associados, como uma lipoaspiração nos lábios vaginais e no púbis. 

Quando existe atrofia nos grandes lábios, aí o procedimento é ao contrário. Pode ser feita a lipoenxertia, que consiste na retirada de gordura de outra parte do corpo (como abdômen ou flancos) e colocação nos grandes lábios ou púbis com o objetivo de deixar com uma anatomia normal e também em alguns casos rejuvenescer essa região. 

O resultado definitivo normalmente pode ser observado seis meses após a  cirurgia seguindo a evolução natural do processo de cicatrização.

Procedimento e pós-operatório

A cirurgia intima normalmente é realizada com anestesia local ou peridural e sedação, enquanto a cirurgia demora em torno de uma a duas horas. A internação é de caráter ambulatorial, ou seja, com a paciente recebendo alta entre seis e doze horas após o procedimento.

Se a cirurgia não toma muito tempo, o pós-operatório pode ser muito mais tranquilo ainda, desde que obedecidas as recomendações médicas. A redução dos pequenos lábios vaginais não costuma ser dolorosa e, quando há algum desconforto, são prescritos apenas analgésicos comuns para o controle da dor.

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Durante o processo pós-cirúrgico, a paciente pode apresentar um edema (inchaço) na região, mas ele tende regredir 21 dias após a intervenção. Também pode ocorrer equimose (roxos) no local, mas este também regride num prazo de 14 dias. 

Se a paciente sair da linha em relação às recomendações do cirurgião plástico, a região pode sofrer com hematomas, infecção e deiscência (abertura de pontos).

Na cama

Feita a cirurgia intima, as relações sexuais devem ser evitadas por, no mínimo, 30 dias após a cirurgia. A parte boa é que não há necessidade de retirar pontos, já que a sutura é realizada com fios absorvíveis (os pontos caem sozinhos).

A sensibilidade dos lábios vaginais pode ser alterada transitoriamente em função da evolução do processo de cicatrização. Já a  sensibilidade do clitóris normalmente não é afetada, visto que, não há manipulação desta estrutura durante essa cirurgia.

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Fonte: IG Delas
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Como fazer a criança deixar a chupeta? Especialista ensina 5 dicas

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Para muitas crianças, a chupeta é um acessório que tranquiliza e contribui na hora do sono. Apesar de ajudar em alguns aspectos, as consequências do hábito não são nem um pouco positivas. Segundo a fonoaudióloga Ana Lúcia Duran, ele pode prejudicar o desenvolvimento das estruturas da face e da fala.

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Tirar a chupeta antes dos três anos é fundamental para que o hábito não atrapalhe o desenvolvimento da criança

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A especialista explica que o ideal é suspender o uso da chupeta e da mamadeira a partir do um ano e meio até os três anos , quando o acessório passa a ser muito prejudicial.

Nem sempre é fácil fazer isso, já que a tarefa exige paciência e cuidado, afinal, a criança está apegada ao acessório. Para ajudar os pais na missão de fazer a criança deixar a chupeta , a fonoaudióloga ensina cinco dias simples, mas muito importantes. Confira:

Como ajudar meu filho a deixar a chupeta? 

1. Diminua o tempo de uso aos poucos

Ana Lúcia fala que o melhor a fazer é diminuir o tempo de uso da chupeta aos poucos. Assim, o processo será menos traumático para as crianças . “Uma vez que eles se acostumaram com os bicos para se acalmarem quando eram bebês, é importante que se sintam protegidos e não sintam esse momento como algo ruim e que desencadeie insegurança e sentimento de abandono”, comenta. 

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2. Tire a chupeta quando pegarem no sono

Assim que a criança adormecer, os pais devem retirar a chupeta da boca. A especialista explica que isso ajuda os pequenos não se sentirem tão dependentes do acessório.

3. Ensine a tirar a chupeta para falar

Ensine ao seu filho que para ele falar é preciso tirar a chupeta e deixar a boca livre. “No momento em que ainda estão desenvolvendo a fala, eles sentem necessidade de serem entendidos, então vale explicar que os adultos só compreendem as frases quando são ditas livres dos bicos de chupetas e mamadeiras na boca”, ensina a fonoaudióloga.

4. Troque o foco

Construa um ambiente em que os pequenos tenham outras distrações e estímulos, como brincar de um jogo novo e desafiador. Isso os ajuda a aprender sobre novas formas de lidar com as situações sem precisar recorrer aos bicos quando se deparam com uma frustração.

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5. Aposte no paladar

Use o paladar como um aliado para a criança deixar a chupeta . Ana Lúcia comenta que como ainda estão construindo o paladar, vale usar a tática do ‘gosto ruim’. Para isso, a especialista sugere lambuzar o bico da chupeta com algo que a criança não goste de comer.

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Fonte: IG Delas
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