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Policia Federal

PF combate fraudes a programa Fome Zero em cidades do Mato Grosso do Sul

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Campo Grande/MS – A Polícia Federal, em parceria com a Controladoria Geral da União, deflagrou nesta quarta-feira (9/10) a Operação Pesticida, para investigar a ocorrência de fraudes no PAA – Programa de Aquisição de Alimentos da Ação de Compra Direta da Agricultura Familiar com Doação Simultânea, oriundo o programa FOME ZERO do Governo Federal. 

O programa busca ser um instrumento de políticas públicas de garantia de renda e de apoio à comercialização de alimentos produzidos pelos agricultores familiares, assentados e povos e comunidades tradicionais, ao passo em que oportuniza a aquisição dos produtos agrícolas por eles produzidos e a destinação a entidades de assistência a pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar (creches, escolas, igrejas, dentre outras).

Estão sendo cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em Campo Grande, Corumbá, Terenos, Bodoquena e Caracol, além da realização de oitivas simultâneas de seis testemunhas. Também foram determinadas nove ordens de afastamento de funções de agentes públicos. A ação conta com a participação de aproximadamente 70 policiais federais.

Os atos fraudulentos teriam ocorrido entre os anos de 2011 e 2016, com envolvimento de representantes de cooperativas ou associações sediadas nos municípios sul-mato-grossenses de Terenos, Bodoquena, Caracol e Jardim, de servidores públicos, além de representantes municipais do PAA em Corumbá/MS.

A PF e a CGU verificaram casos de cadastramentos no programa em nomes de produtores que desconheciam o fato ou lastreados em propriedades rurais que não tinham capacidade produtiva. Também foram descobertos simulação na entrega de produtos às associações/cooperativas e delas para as entidades destinatárias dos alimentos, obtendo-a liberação de valores correspondentes à aquisição de produtos não entregues. O esquema contaria com a participação e conivência de agentes públicos.

COLETIVA DE IMPRENSA – A coordenação da OPERAÇÃO ‘PESTICIDA’ estará recebendo os jornalistas para uma entrevista coletiva no AUDITÓRIO da sede da PF/MS, às 10h.

 

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Fonte: Polícia Federal
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PF deflagra segunda fase da Operação Métis

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (16/10) a segunda etapa da Operação MÉTIS, com objetivo de combater difusão de arquivos contendo exploração sexual de crianças por meio da internet.

 A operação contou com a participação de 10 policiais federais, sendo realizado o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados nos municípios de Cariacica/ES e Anchieta/ES.

 ENTENDA O CASO

Em face de rastreamento da rede mundial de computadores promovido por policiais federais, foram detectados usuários compartilhando arquivos com o conteúdo supracitado, durante as investigações referentes à operação.

O inquérito policial foi instaurado a partir de um trabalho permanente de vigilância na rede mundial de computadores, sendo verificado que os indivíduos, durante o período de investigação, compartilharam arquivos que continham exploração sexual e pornografia de crianças e adolescentes.

Deve-se registrar que um dos alvos investigados foi identificado na Operação Glasnost, deflagrada pela Polícia Federal na cidade de Curitiba.

No cumprimento do mandado de busca, foram apreendidas diversas mídias dos investigados que serão agora submetidas à perícia para elaboração de laudo, com o fim de identificar os arquivos desta natureza armazenados e compartilhados e se existe algum indicativo de abuso sexual ou outros suspeitos praticando o delito.

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 CRIMES INVESTIGADOS

Os investigados responderão pelos crimes de compartilhamento de arquivos contendo pornografia infantil, presente no art.241-A da Lei 8.069/90, cuja pena varia de 2 a 6 anos de reclusão; e poderão ainda responder pelo crime de posse de arquivos, no caso de flagrante, presente no art.241-B, com penas que variam de 1 a 4 anos de reclusão.

  

 

Fonte: Polícia Federal
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PF combate disseminação pela internet de pornografia infantojuvenil

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Florianópolis/SC – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (16/10) a Operação Pesadelo, de repressão à produção, armazenamento e divulgação na internet de imagens e vídeos de exploração sexual de crianças e adolescentes, desta vez praticada por investigado com residência em Palhoça/SC.

Participaram da ação de hoje oito policiais federais, que, após diligências de busca em imóveis nas proximidades da praia do Sonho, prenderam em flagrante um funcionário de lanchonete, de 23 anos, e apreenderam equipamentos eletrônicos utilizados nas condutas criminosas.

 

As investigações foram iniciadas há pouco mais de 4 meses, a partir de relatório produzido pela Polícia Federal, em cooperação com autoridades do Canadá (National Child Exploitation Coordination Centre da Royal Canadian Mounted Police), que identificaram um usuário de aplicativo de mensagens que realizou a transmissão de diversos arquivos contendo cenas de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.

O nome da operação faz alusão à aflição causada pela transgressão à dignidade sexual de crianças e adolescentes, bem como à perturbação associada à sensação opressiva.

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A PF segue continuamente realizando ações, a fim de reprimir o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes em todas as suas modalidades.

As penas somadas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente para os crimes de produção, posse e transmissão desses arquivos ilegais podem chegar a 18 anos de prisão.

 

Fonte: Polícia Federal
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PF prende suspeito de integrar facção criminosa no RN

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Natal/RN – A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (16/10) contra um homem de 33 anos, em Mossoró, Região Oeste Potiguar, um mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara da Justiça Estadual daquela cidade. Ele havia sido alvo da Operação Extração, deflagrada pela PF no último mês de setembro e, desde então, se encontrava foragido.

O cumprimento da ordem judicial ocorreu nas dependências da Cadeia Pública Manoel Onofre de Souza, onde o acusado se encontra custodiado após ter sido detido por policiais militares no final de semana, envolvido numa ocorrência de roubo.

Indiciado anteriormente em inquérito da PF, o preso é suspeito de integrar a filial de uma facção criminosa paulista com atuação no Rio Grande do Norte. Segundo apurado durante as investigações, ele agia como uma espécie de gerente financeiro da organização, sendo o responsável pela contabilidade da contribuição mensal dos seus membros.
                            

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte
Fone (84) 3204.5588
 cs.srrn@dpf.gov.br | @pfnorn | www.pf.gov.br

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Fonte: Polícia Federal
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