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Policia Federal

PF e Secretaria Especial de Previdência e Trabalho desarticulam organização criminosa especializada em fraudes contra o INSS

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Salvador/BA – A Polícia Federal, em ação conjunta com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, integrantes da força-tarefa previdenciária, deflagra nesta quarta-feira (9/10) a Operação Caduceu, que visa desarticular uma organização criminosa atuante nos Estados da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco, voltada à prática de fraudes em desfavor do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.

Estão sendo cumpridos 15 mandados judiciais, sendo 3 de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão, em Salvador e Camaçari, na Bahia, e em Aracaju, Sergipe.

Conforme apurado, o grupo criminoso é liderado por um dos maiores fraudadores da história do INSS, na área de benefícios. Há registros da conduta criminosa deste estelionatário desde a década de 1980, pela qual responde a diversos processos penais e dezenas de inquéritos policiais, sempre por fraudes à Autarquia Federal.

Comprovou-se, durante as investigações, que as fraudes eram executadas em dois momentos: a) criação de vínculos empregatícios fictícios, inseridos no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) por meio de GFIP’s extemporâneas, para comprovação da qualidade de segurado; b) uso de documentos médicos falsos com o objetivo de simular patologias para obtenção de benefícios previdenciários, em especial o auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez. Para tanto, participavam da organização criminosa, dentre outros, um técnico em contabilidade – daí o nome da Operação –, um servidor do INSS, além de uma pessoa responsável por falsificar os laudos e relatórios médicos utilizados pelos criminosos.

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O prejuízo estimado aos cofres públicos supera os R$ 7 milhões, relativos a pelo menos 140 benefícios com constatação de fraude, números estes que, com o avançar das investigações, poderão se revelar muito superiores.

Os envolvidos responderão por diversos crimes, dentre eles integrar organização criminosa, estelionato previdenciário, uso de documento falso, falsidade ideológica e falsificação de documento público, com penas que, se somadas, podem chegar a mais de 30 anos de prisão.

Será concedida entrevista coletiva, às 10h, na sede da Superintendência Regional da Polícia Federal na Bahia, Av. Engenheiro Oscar Pontes, 339, Água de Meninos, Salvador.

 

Fonte: Polícia Federal
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PF deflagra segunda fase da Operação Métis

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (16/10) a segunda etapa da Operação MÉTIS, com objetivo de combater difusão de arquivos contendo exploração sexual de crianças por meio da internet.

 A operação contou com a participação de 10 policiais federais, sendo realizado o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados nos municípios de Cariacica/ES e Anchieta/ES.

 ENTENDA O CASO

Em face de rastreamento da rede mundial de computadores promovido por policiais federais, foram detectados usuários compartilhando arquivos com o conteúdo supracitado, durante as investigações referentes à operação.

O inquérito policial foi instaurado a partir de um trabalho permanente de vigilância na rede mundial de computadores, sendo verificado que os indivíduos, durante o período de investigação, compartilharam arquivos que continham exploração sexual e pornografia de crianças e adolescentes.

Deve-se registrar que um dos alvos investigados foi identificado na Operação Glasnost, deflagrada pela Polícia Federal na cidade de Curitiba.

No cumprimento do mandado de busca, foram apreendidas diversas mídias dos investigados que serão agora submetidas à perícia para elaboração de laudo, com o fim de identificar os arquivos desta natureza armazenados e compartilhados e se existe algum indicativo de abuso sexual ou outros suspeitos praticando o delito.

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 CRIMES INVESTIGADOS

Os investigados responderão pelos crimes de compartilhamento de arquivos contendo pornografia infantil, presente no art.241-A da Lei 8.069/90, cuja pena varia de 2 a 6 anos de reclusão; e poderão ainda responder pelo crime de posse de arquivos, no caso de flagrante, presente no art.241-B, com penas que variam de 1 a 4 anos de reclusão.

  

 

Fonte: Polícia Federal
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PF combate disseminação pela internet de pornografia infantojuvenil

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Florianópolis/SC – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (16/10) a Operação Pesadelo, de repressão à produção, armazenamento e divulgação na internet de imagens e vídeos de exploração sexual de crianças e adolescentes, desta vez praticada por investigado com residência em Palhoça/SC.

Participaram da ação de hoje oito policiais federais, que, após diligências de busca em imóveis nas proximidades da praia do Sonho, prenderam em flagrante um funcionário de lanchonete, de 23 anos, e apreenderam equipamentos eletrônicos utilizados nas condutas criminosas.

 

As investigações foram iniciadas há pouco mais de 4 meses, a partir de relatório produzido pela Polícia Federal, em cooperação com autoridades do Canadá (National Child Exploitation Coordination Centre da Royal Canadian Mounted Police), que identificaram um usuário de aplicativo de mensagens que realizou a transmissão de diversos arquivos contendo cenas de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.

O nome da operação faz alusão à aflição causada pela transgressão à dignidade sexual de crianças e adolescentes, bem como à perturbação associada à sensação opressiva.

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A PF segue continuamente realizando ações, a fim de reprimir o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes em todas as suas modalidades.

As penas somadas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente para os crimes de produção, posse e transmissão desses arquivos ilegais podem chegar a 18 anos de prisão.

 

Fonte: Polícia Federal
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PF prende suspeito de integrar facção criminosa no RN

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Natal/RN – A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (16/10) contra um homem de 33 anos, em Mossoró, Região Oeste Potiguar, um mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara da Justiça Estadual daquela cidade. Ele havia sido alvo da Operação Extração, deflagrada pela PF no último mês de setembro e, desde então, se encontrava foragido.

O cumprimento da ordem judicial ocorreu nas dependências da Cadeia Pública Manoel Onofre de Souza, onde o acusado se encontra custodiado após ter sido detido por policiais militares no final de semana, envolvido numa ocorrência de roubo.

Indiciado anteriormente em inquérito da PF, o preso é suspeito de integrar a filial de uma facção criminosa paulista com atuação no Rio Grande do Norte. Segundo apurado durante as investigações, ele agia como uma espécie de gerente financeiro da organização, sendo o responsável pela contabilidade da contribuição mensal dos seus membros.
                            

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte
Fone (84) 3204.5588
 cs.srrn@dpf.gov.br | @pfnorn | www.pf.gov.br

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Fonte: Polícia Federal
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