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Plataforma de segurança digital do Portal IG funciona em todos os dispositivos

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Quase metade dos brasileiros acessam a internet pelo celular, de acordo com pesquisa feita no ano passado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil. O problema é que, diferente do que acontece com os desktops e laptops, os smartphones não costumam estar protegidos por antivírus e os dados pessoais podem ficar expostos facilmente.


Celular com vírus
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Muitas pessoas não usam antivírus no celular e acabam tendo seus dados expostos

Para atender a essa demanda, o Portal IG lançou o IG Segurança Digital que tuliza a melhor ferramenta disponível no mercado, o Living Safe endpoint McAffe powered. A inovação é uma plataforma de segurança digital que protege PCs, Macs, smartphones e até tablets de vírus e roubos. Tudo isso por apenas R$ 6,90 por mês.

“Procuramos trazer para os internautas do iG as melhores soluções de acordo com as suas necessidades. Com este serviço, o nosso público tem à disposição uma poderosa ferramenta que permite desfrutar das possibilidades oferecidas no mundo digital com total segurança dos seus dispositivos e dos seus dados”, informou Luiz Mendes, CEO do iG. 

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Como funciona o IG Segurança Digital?              

O IG Segurança Digital é uma plataforma que o usuário cadastra todos os dispositivos – smartphones, computadores e tablets. Além de ser um antivírus que protege contra vírus, malwares e fraudes, a plataforma se expande a toda experiência do usuário na rede: protege a navegação do dispositivo contra redes Wi-Fi não seguras, downloads de risco, ataques de phishing, etc.

Outras possibilidades dadas pela plataforma são proteger senhas e informações usando uma senha mestra; bloquear o quanto apps podem acessar fotos e vídeos; e até gerenciar o uso da internet por parte das crianças através do controle parental apropriado para cada idade.

Tudo funciona através de backup e rastreamento na nuvem, o que também pode ser um benefício para o usuário. Em casos de roubos, por exemplo, o IG Segurança Digital rastreia, bloqueia e restaura os dados pessoais para a nuvem.

Como fazer uma conta no IG Segurança Digital?

Para criar sua conta no IG Segurança Digital basta acessar a aba serviço do Portal IG e escolher opção segurança digital . Feito isso, é só realizar o cadastro com um e-mail e senha válidos, definir a forma de pagamento e pronto. Você já terá sua assinatura desse serviço de proteção, que também fornece uma conta do IG Mail.

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Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Afinal de contas, o Telegram é seguro?

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Olhar Digital

Desde domingo passado, as pessoas estão querendo saber se o Telegram é um aplicativo seguro. A resposta é simples, assim como todo aplicativo de mensagens que usa criptografia de ponta a ponta e verificação em suas etapas, o Telegram é seguro. Porém, é ultrapassada a ideia de que o Telegram seria mais seguro do que o WhatsApp.

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telegram
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O Telegram mostra-se como um app seguro por conta da criptografia de ponta e verificação em suas etapas

Trabalho no editorial de tecnologia há tempo suficiente para poder afirmar que “velhos hábitos são difíceis de mudar”. Bem antes de falarmos sobre a codificação de mensagens em aplicativos de bate-papo, a disputa entre o WhatsApp e o Telegram se dava dentro dos fóruns e comunidades tech mundo afora. E a grande discussão era sobre qual dos serviços era o mais seguro.

Durante muito tempo, o Telegram levava a melhor no quesito segurança, com seus chats efêmeros e outros recursos inexistentes no WhatsApp que, até então, era um aplicativo realmente simples de se usar.

Contudo, a criptografia de ponta a ponta chegou ao WhatsApp e a mesa virou, pois além da empresa não ter acesso às conversas das pessoas que utilizam o mensageiro, nenhuma conversa hoje é armazenada nos servidores do Facebook, proprietário do WhatsApp. Agora, o mesmo não pode ser dito do Telegram.

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Mesmo criptografando as mensagens trocadas dentro do app, o Telegram salva os dados das conversas na nuvem. Isso acontece porque, ao contrário do WhatsApp, a experiência do Telegram no PC é diferente. Enquanto o primeiro apenas espelha as mensagens recebidas no celular, no segundo, o PC se conecta diretamente à nuvem. Logo, mesmo que o seu smartphone estiver desligado, todos os dispositivos vinculados à conta poderão utilizar o chat do Telegram sem problemas. Contudo, por conta dessa ideia antiga de que o Telegram é mais seguro do que o WhatsApp, muitos usuários ignoram certas ferramentas de segurança oferecidas pelo serviço.

Esta foi, muito provavelmente, a questão no caso do suposto hackeamento dos celulare s do ministro da Justiça, Sérgio Moro, e do promotor do Ministério Público Federal (MPF), Deltan Dallagnol. Digo “suposto”, pois o caso ainda está sob investigação da Polícia Federal (PF), que ainda não emitiu parecer sobre a questão.

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Sérgio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública, alegou que seu celular pessoal foi hackeado

Na semana passada,  Moro alegou que seu celular pessoal havia sido hackeado e, coincidentemente ou não, no domingo, o canal The Intercept Brasil divulgou alguns diálogos trocados entre Moro e Dallagnol via Telegram, na época em que a PF e o MPF tocavam a operação Lava Jato.

Sem entrar no mérito do conteúdo das mensagens, a bem da verdade é que para um hacker ter acesso às conversas destes dois juristas e mesmo de qualquer outro usuário do serviço, teria que utilizar brechas. Como o Telegram utiliza criptografia de ponta a ponta, acessar as mensagens é basicamente impossível, exigiria um grande conhecimento técnico e uma máquina poderosa. Porém, assim como a Death Star, fazendo uma referência ao Star Wars, o aplicativo possui uma abertura.

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Ao armazenar os dados das conversas na nuvem e oferecê-los em tempo real em múltiplos dispositivos, se os usuários não utilizarem a verificação em duas etapas, estão sujeitos a ter suas conversas vazadas.

Entretanto, isso não significa que o aplicativo seja menos seguro, muitas vezes, são as pessoas que não sabem como usá-lo. Isso virou, inclusive, motivo de deboche entre a equipe do Telegram essa semana no twitter:

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Lembre-se, quanto maior for a camada de proteção, menores serão as chances de quebra de privacidade, em qualquer serviço. Por fim, sim, o Telegram é um aplicativo seguro , assim como o WhatsApp, o Signal e o Threema, porém, você precisa saber usar as ferramentas de segurança que a plataforma oferece para você.

Fonte: IG Tecnologia
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Google, Microsoft e Bethesda se preparam para baratear os jogos eletrônicos

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IstoÉ

A expectativa é de uma revolução no acesso aos videogames . Pena que ainda não há data para ela chegar ao Brasil. A Bethesda e o Google anunciaram que vão lançar o Orion e o Stadia, respectivamente, produto e serviço de streaming de alto desempenho. Em outubro, deve entrar no ar o xCloud, da Microsoft . O potencial desse segmento é de dezenas de bilhões de dólares.

pessoa jogando videogame
shutterstock

Novos serviços pretendem criar catálogo de jogos eletrônicos, como um Netflix dos games


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As novas plataformas vão permitir que os jogadores acessem imensos servidores operados em nuvem por meio de seus smartphones, smartTVs, tablets e computadores. Assim, poderão jogar games que antes exigiam consoles próprios e caros, como os Xbox One, Nintendo Switch e PlayStation 4 — este com versão básica em torno de R$ 1,7 mil.

Os serviços por demanda já existem, mas agora a tecnologia vai permitir que jogos eletrônicos melhores estejam disponíveis para quem tiver uma boa conexão, já que a “memória” e os gráficos de cada partida ficarão na rede.

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Outra vantagem será o acesso por meio de assinaturas ou compras específicas, sem necessidade de CDs ou downloads pesados. Na prática, serão como um Netflix, exigindo no máximo um acessório remoto ou acoplável.

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Ação gráfica

Jogo Assassins Creed Odissey
Divulgação

Assassin’s Creed Odissey é um dos títulos disponíveis no serviço no Stadia, serviço do Google

Divulgado no domingo (9) e sem data de lançamento, o Orion é um acelerador, pois promete aumentar o desempenho em até 20% de qualquer jogo em streaming , não importando o dispositivo, sendo ideal para quem tem conexão mais lenta.

Já o Stadia foi anunciado em 19 de março e deve chegar ao mercado em novembro. O xCloud surgiu no final de 2018, já teria 3,5 mil jogos em catálogo.

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O Stadia vai transmitir imagens em tempo real com resolução de 4k e a 60 quadros por segundo, afirmou o chefe de engenharia do Google, Majd Bakar. Uma assinatura básica custará US$ 10 e poderá contar com títulos como “Doom Eternal”, “Assassin’s Creed Odissey” e a franquia “Tomb Raider”.

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Para atrair fãs, o xCloud terá uma versão gratuita para quem possuir o seu Xbox One. É quase certo que o catálogo terá “Forza Horizon 4”, “Halo 5” e “Gears of War 4”. Para Sandro Manfredini, diretor de negócios da desenvolvedora de games brasileira Aquiris, os jogos de console não vão acabar, pois ganharão gráficos ainda mais complexos.

Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Como um celular é hackeado? Conheça as técnicas e saiba se proteger

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Olhar Digital

 Sergio Moro
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Brasileiros ficaram preocupados após o celular do ministro Sergio Moro ser hackeado
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Fonte: IG Tecnologia
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