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Procura por carros chineses no Mercado Livre cresce 10% em 2019

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JAC J3
Divulgação

JAC J3: o hatch chinês têm a maior procura entre os carros chineses usados no Mercado Livre

Levantamento feito pela área de Classificados do Mercado Livre mostra que a busca por carros chineses cresceu 10% de janeiro a abril de 2019. A pesquisa, que faz comparação ao mesmo período do ano passado, traz ainda que JAC C3, Chery Tiggo e o Lifan X60 estão entre os modelos preferidos pelos usuários.

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Quando chegaram ao Brasil, os carros chineses chamaram a atenção do público por oferecerem equipamentos de carros mais caros a preços mais baixos, mas o problema da má reputação não convencia o consumidor a fechar negócio. Entretanto, cada vez mais este cenário muda com a maturidade que adquiriram em nosso mercado. Entre os produtos novos, a todos os Chery são fabricados no Brasil, nas fábricas do Grupo Caoa em Jacareí (SP) e Anápolis (GO), enquanto os carros da JAC e da Lifan são importados.

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Segundo Luis Paulo Santos, Diretor do Mercado Livre  Brasil, as marcas chinesas vem ganhando o espaço no mercado brasileiro frente às marcas americanas e alemãs, com o JAC J3 na liderança das buscas. “As montadoras chinesas vêm investindo em qualidade, novas funcionalidades e preços acessíveis. O brasileiro ainda tem uma preocupação com a troca e o pós-venda, mas com o avanço na exportação de peças para o Brasil, essa lacuna vai sendo preenchida e a percepção do consumidor acaba mudando”.

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Confira abaixo o ranking de marcas asiáticas e seus modelos mais buscados de janeiro a abril de 2019:

Chines
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Marcas mais buscadas no site do Mercado Livre, com JAC na liderança


Chines
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Os carros chineses mais procurados no Mercado Livre, que entre os dez, estão 5 modelos da JAC


Fonte: IG Carros
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VW Polo Beats: versão vem com som mais caprichado. Mas será que vale a pena?

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VW Polo Beats preto
Carlos Guimarães/iG

VW Polo Beats pode vir com retrovisores pintados de vermelho e rodas de aro 17 oferecidas como opcional

Quem não gosta de música? É sempre bom curtir um som no carro e, não por acaso, as fabricantes costumam caprichar nesse tipo de sistema. No caso do VW Polo Beats, a Volkswagen oferece um pacote opcional que inclui quatro alto-falantes, 2 tweeters, amplificador e subwoofer, itens que vêm com outros detalhes como rede no porta-malas, que passa a ter volume variável.

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O preço? São R$ 2.360 que devem ser somados aos R$ 75.820 do VW Polo Highline básico, chegando nos R$ 78.180. E vale a pena? Bem, se você é exigente e espera uma qualidade de som realmente superior ao da versão básica, vai acabar se decepcionando. Foi o que concluímos depois de ouvir estilos de músicas diversas no carro, seja no pendrive ou no Spotify.

Claro, com o som da Beats , os graves e agudos são reproduzidos com mais clareza na comparação com o sistema que vem no Polo Highline convencional. Mas a diferença não justifica a diferença de preço. O subwoofer poderia surtir um efeito mais significativo. É pequeno e escondido no encosto do banco traseiro. Além disso, deveriam ter mais cuidado na escolha dos materiais de acabamento, levando em conta o som mais potente.

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São 300 W de potência do som ao todo e inclui amplificador de oito canais. Com isso, nem precisa aumentar muito o volume para a vibração das caixas de som começar a reverberar nas laterais das portas e no próprio painel, que na unidade avaliada veio pintada de vermelho como parte de outro pacote opcional, o “High Tech”, de R$ 4.230.

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Por esse preço, o carro vem com central multimídia de 8 polegadas com GPS embutido, sensor de estacionamento e câmera de ré, retrovisor anti-ofuscante, faróis automáticos, detector de fadiga, sensores (chuva e de luz) e rodas de aro 17 polegadas (R$ 1.070). Com tudo isso e o som Beats, o Polo Highline chega a custar R$ 85.050. 

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A nossa dica é: caso esteja pensando em comprar um Polo Highline, pelo menos o pacote com som Beats, não vale a pena, ao contrário do restante do carro, que está repleto de qualidades e com conjunto bem acertado. Isso inclui o motor 1.0, turbo, de três cilindros e sobrealimentação, capaz de gerar 128 cv e bons 20,4 kgfm de torque a meros 2.000 rpm.

 Além do som do VW Polo Beats

interior do VW Polo Beats
Divulgação

VW Polo Beats vem com painel pintado de vermelho quando vem com o pacote “high tech”, de R$ 4.230

O câmbio automático, de seis marchas, tem hastes atrás do volante e relações bem escalonadas. Em baixas rotações, porém, em situações em que é preciso ter mais força, como em subidas, o melhor é usar as trocas sequenciais, reduzir um ou duas marchas e seguir em frente, com o carro respondendo com vigor.

A estabilidade nas curvas é outro ponto alto do carro, ainda mais com as rodas de aro 17 montadas em pneus 205/50R. Com boa rigidez torcional da carroceria, suspensão bem calibrada e baixo vão livre do solo (14,9 cm), o carro sempre transmite segurança. Mas é bom ter certa cautela em valetas e lombadas.

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A eficiência do Polo Highline também inclui a direção com assistência elétrica, leve e precisa nas manobras. Bom também é que o carro consegue aliar bom desempenho com economia de combustível. Conforme dados do Inmetro, faz 11,4 km/l de gasolina na cidade e 13,9 km/l na estrada, números que passam para 7,9 km/l e 9,5 km/l com etanol respectivamente.

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O espaço interno é suficiente para cinco ocupantes e a ergonomia é boa, com comandos bem posicionados e fáceis de serem acionados. No porta-malas, vão razoáveis 300 litros. O isolamento acústico é adequado para filtrar os ruídos incômodos e não há do que reclamar da visibilidade, inclusive a proporcionada pelos retrovisores.

Conclusão

Não vale a pena pagar os R$ 2.360 pelo pacote que inclui o som da Beats. Como apreciadores da boa música, esperávamos bem mais da qualidade do som oferecida. Mas, o VW Polo Highline em si, esse vale, pelo conjunto bem acertado e eficiente, entre outras qualidades.  

Preço: a partir de R$ 75.820 (R$ 78.180 com pacote Beats)

Motor:  1.0, três cilindros, turbo flex

Potência:  128 cv (E) / 115 cv (G) a 5.500 rpm

Torque:  20,4 kgfm a 2.000 rpm

Transmissão:  Automático, seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo de torção (traseira)

Freios:  Discos ventilados (dianteiros) / discos sólidos (traseiros)

Pneus:  195/55 R16 (205/50R 17 opcional)

Dimensões: 4,06 m (comprimento) / 1,75 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,57 m (entre-eixos)

Tanque: 52 litros

Porta-malas: 300 litros 

Consumo etanol: 7,9 km/l (cidade) / 9,5 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 11,4 km/l (cidade) / 13,9 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 9,6 segundos

Velocidade máxima: 192 km/h

Fonte: IG Carros
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Novo Range Rover Evoque chega às lojas no fim do mês com várias mudanças

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Evoque
Cauê Lira/iG Carros

Range Rover Evoque se transforma em “mini-Velar” na nova geração. Confira as novidades do SUV

O Range Rover Evoque chega ao Brasil com mais estilo e tecnologia em sua segunda geração. Com fortes influências do irmão Velar, o SUV compacto da marca inglesa já pode ser encomendado nas concessionárias por R$ 312.900. Haverá uma versão limitada de lançamento de R$ 322.300, onde o Evoque trará acabamento especial, pintura metálica e coluna de direção elétrica.

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O motor é o conhecido 2.0 Ingenium de 300 cv, com um novo sistema híbrido leve que deixa o Range Rover Evoque cerca de 6% mais econômico. De acordo com a marca, o SUV pode acelerar de 0 a 100 km/h em apeas 6,6 segundos, com 242 km/h de velocidade máxima.

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A bateria está acoplada na nova plataforma PTA, feita de materiais ultra-resistentes. Sua estrutura totalmente renovada (apenas as dobradiças das portas foram reaproveitadas do modelo antigo) permite que o Evoque atravesse até 600 mm de água, sendo que o aventureiro Defender poderia fazer a travessia com apenas 500 mm. “Perfeito para as enchentes de São Paulo”, brinca Paulo Manzano, diretor de marketing da Jaguar Land Rover.

Apesar de ser um veículo urbano, o Evoque traz diversos modos de condução para o off-road. É possível selecionar entre as categorias grama, cascalho, neve, lama e areia. Cheio de tecnologia, o modelo traz controle de cruzeiro adaptativo, assistente de ponto cego, monitor de tráfego reverso e de fadiga.

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Range Rover Evoque: maior e melhor

Além do visual, o Evoque também importa as maçanetas retráteis do Velar . São 4,37 metros de comprimento, 2,10 m de largura e 1,64 m de altura. De acordo com os executivos, uma das grandes reclamações dos proprietários do Evoque antigo dizia respeito ao espaço interno. Por conta disso, a marca ampliou o entre-eixos para 2,68 metros (+21 mm).

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Conforme apurado pela reportagem do iG Carros, há planos de nacionalizar o Range Rover Evoque em Itatiaia (RJ), ainda que os executivos estejam discutindo a possibilidade. No momento, o complexo é responsável apenas pela montagem do Discovery Sport, com previsão de 3 mil unidades emplacadas em 2019.

Fonte: IG Carros
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Aston Martin de 007 Thunderball será leiloado com as armas e acessórios do carro

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Aston Martin DB5
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Aston Martin DB5 de James Bond em 007 Thunderball é uma das peças de coleção mais exclusivas para a série de filmes

O Aston Martin DB5 de James Bond será leiloado em agosto, em Monterey (Califórnia). Foi este exato exemplar que estreou no filme Thunderball (1965), com base no “irmão” utilizado em Goldfinger (1964). E isso quer dizer que vem equipado com uma série de dispositivos dignos do agente 007, incluindo metralhadoras retráteis. No total, conta com 13 modificações especiais, como encomendadas pelo MI6, e todas elas são funcionais, segundo o leilão Sotheby’s. A casa estima que seja vendido por até US$ 6 milhões (R$ 23 milhões). Esse exemplar é um de apenas dois, e o que tem o menor histórico de danos.

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Entre os “brinquedinhos”, esse Aston Martin DB5 conta com aríetes hidráulicos nos para-choques traseiros e dianteiros, metralhadoras Browning calibre .30 nos para-lamas, retalhadores de pneus instalados nos cubos de roda, uma tela retrátil à prova de balas na traseira, um radar instalado no painel, lançadores de óleo, estrepes e fumaça, placas giratórias e um banco de passageiro ejetável. Se fosse o do filme Goldfinger, adicionaria um telefone na porta do motorista para comunicação com o quartel central do MI6 e um compartimento secreto debaixo do banco do motorista com diversas armas.

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Melhor que o carro usado no filme

Aston Martin DB5
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Todos os acessórios presentes no filme, pertencentes a James Bond, serão leiloados junto ao carro

Mesmo que seja o carro do filme, não foi ele quem de fato atuou, e sim um “dublê” seu — que é a segunda e última unidade mencionada anteriormente. Entretanto, vale mais do que se realmente fosse o usado nas gravações, uma vez que a unidade leiloada foi construída pela própria Aston Martin, como encomendado pela produtora Eon Productions, para fins apenas publicitários. A maior vantagem com isso é a de que feito para ser mais durável que o destinado ao set.

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O Aston Martin DB5 em questão teve apenas três donos em mais de 50 anos, incluindo 35 anos de exibição em museus. O modelo também foi restaurado pelo estúdio suíço Roos Engineering, especializado em modelos clássicos da marca. O carro de James Bond ( 007 ) será vendido junto a mais de 30 outros veículos da fabricante como parte do evento An Evening with Aston Martin, que vai ocorrer no dia 15 de agosto, e será seguido por outros leilões na semana de Pebble Beach, incluindo mais de 120 veículos, até o dia 17.

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Fonte: IG Carros
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