conecte-se conosco


Tecnologia

Quer ter uma casa inteligente? Saiba como deixá-la cada vez mais conectada

Publicado

Já pensou em ter uma casa inteligente que possibilita, com o emprego de tecnologias, tornar automáticas determinadas tarefas do dia a dia? Cada vez mais, esse conceito de automação residencial se aproxima do consumidor . Para quem deseja entrar nesse universo, saiba que é possível automatizar – e integrar – cada um dos ambientes.


mulher segura celular com a mão
shutterstock

Ter uma casa inteligente permite que o usuário use a tecnologia em diversas tarefas do dia a dia – e de forma fácil

Roberto Vichinsky, professor do curso de Engenharia Elétrica e Mecânica da Universidade Cruzeiro do Sul, ações cotidianas, como, por exemplo, acender uma lâmpada, controlar o nível de temperatura de um ambiente ou ligar uma cafeteira elétrica podem ser programadas em uma casa conectada

De acordo com o especialista, essas ações podem ser realizadas automaticamente por meio de um sistema programado ou comandos enviados remotamente pelo morador através de dispositivos como smartphones, tablets ou computadores. Tudo isso desde que tecnologias adequadas sejam empregadas para tais finalidades.

“Atualmente, em virtude das novas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), o conceito de automação residencial vai mais além do que simplesmente ligar e desligar aparelhos. Podemos, hoje, interconectar aparelhos domésticos e dispositivos diversos em uma rede de informações baseada na internet”, destaca Vichinsky.

Como exemplo, a implementação de um simples sistema para acender e apagar uma lâmpada por meio de um celular já caracteriza esse processo. No entanto, ele vai mais além. Para entender, a aplicação da automação em alto nível traz eletrodomésticos, sensores e atuadores que são, geralmente, interconectados em rede.

Vichinsky ressalta que todo esse processo é gerenciado por um sistema computacional, o qual oferece ferramentas para que o próprio usuário possa monitorar e controlar remotamente, e em tempo real, os equipamentos da sua residência. Uma vantagem é a possibilidade de se manter um histórico com as informações relevantes sobre cada um dos equipamentos conectados.

O que é possível automatizar?

Segundo Arthur Igreja, professor da FGV e especialista em tecnologia e inovação, é possível automatizar uma infinidade de processos hoje em dia. “Temos TV inteligente, portão, aspirador, robôs que fazem a limpeza, sensores de passagem, de som, de temperatura e umidade. É um ecossistema muito amplo”, aponta. 

De fato, as possibilidades são amplas. “Qualquer aparelho ou dispositivo existente em uma residência é passível de automação, desde que exista viabilidade técnica para a implementação de uma interface que possibilite a integração desse equipamento com o ambiente de rede do sistema de automação”, completa Vichinsky. 

Para entender melhor, a interface é um circuito eletrônico que atua sobre o equipamento. “Ele executa comandos enviados pelo usuário por meio de um dispositivo (celular, tablet ou computador) conectado à rede, ou transmitindo dados desse equipamento para o ambiente de rede”, aponta o professor da Cruzeiro do Sul. 

Com um sistema adequado, quaisquer dispositivos podem ser controlados. Alguns exemplos são: controlar os níveis de intensidade luminosa de uma lâmpada; acionar motores para a abertura ou fechamento de portões, cortinas ou posicionamentos de câmeras de vigilância; e ligar ou desligar eletrodomésticos.

Veja Também:  Novo iPhone terá três câmeras e será lançado em setembro, diz site

Em um evento realizado pelo Google em São Paulo, a empresa demonstrou como é ter uma casa conectada. Na sala, por exemplo, a instrutora ensinou como ligar e desligar um aspirador de pó apenas com o acionamento através da voz. Confira no vídeo abaixo essa e outras funções: 

Por onde começar?

Para aqueles que desejam entender, ou até mesmo implementar sistemas simples de automação residencial, o primeiro passo, segundo Vichinsky, é conhecer tecnologias que podem ser aplicadas para o nível de automação desejada, assim como possuir algumas noções básicas sobre eletrônica e programação.

O professor explica que, em um sistema básico de automação, existem duas pontas. “O aparelho que se deseja automatizar (incluindo o circuito eletrônico de interfaceamento) e o dispositivo utilizado pelo usuário para interagir com o aparelho (smartphone, tablet ou computador)”, destaca.

Em ambas as pontas, um aplicativo deve existir com a função de promover a comunicação entre os elementos envolvidos e a atuação sobre o aparelho a ser controlado. No dispositivo do usuário, um app deve receber os comandos e enviá-los para o circuito eletrônico de interfaceamento do aparelho, que deve executá-los.

De acordo com Maia Malu, Head de Marketing de Parcerias do Google Assistente, a tecnologia pode ser usada em diversos em ambientes – e há uma gama de diferentes parceiros justamente para isso. “A gente dá liberdade para o usuário começar da forma que ele quiser e do jeito que achar mais confortável”, ressalta. 

Hoje em dia, já existem à venda no Brasil mais de 30 dispositivos de cerca de dez marcas com integração com o Google Assistente – e que permitem ter uma  casa conectada.  Desde 2017, o assistente virtual já está disponível em celulares Android e iOs e, agora, já fala português em aparelhos com caixas de som inteligentes. 

Em abril de 2019, as novidades foram as produzidas pela fabricante americana JBL . Isso significa que os brasileiros já podem dizer “OK, Google” para simplificar as funções rotineiras, como ligar a TV, acender a luz, ativar um alarme, acionar o aspirador, mandar um e-mail, colocar uma música e abrir ou fechar a cortina.

As caixas da JBL se juntam a Android TVs de marcas como Sony e TCl, e outros dispositivos como a Hue, lâmpada inteligente da Philips, o Roomba 890, aspirador-robô da iRobot, e a DCS-8000LH, câmera da D-Link, capazes de se conectar à internet e que contam com o Google Assistente como elemento de integração.

O que há além?

De acordo com o profissional da FGV, as alternativas são infinitas – e elas vão de acordo com o bolso do usuário. “As possibilidades são as mais variadas, como de reconhecimento de iris para entrar numa casa, uso da voz, de gestos, contagem de pessoas dentro de uma residência para poder melhorar o fluxo de ar e temperatura”, diz.

O especialista recomenda os dispositivos da Amazon e afirma que eles são muito simples e práticos. “Para dar um exemplo, hoje, é possível comprar uma lâmpada nos Estados Unidos que é inteligente. O que isso quer dizer? Na hora que ela é colocada no soquete, já pergunta em qual wi-fi deve conectar. E todos os comandos são feitos por voz”, exemplifica Igreja.

Veja Também:  WhatsApp: aprenda a usar negrito, itálico, rasurado e mudar a fonte

O professor da FGV ainda explica que até mesmo um dispositivo que não tem inteligência, como é o caso de um abajur, pode ser conectado em uma tomada smart e receber comandos por voz. “Ou seja, é possível agregar a capacidade de inteligência a dispositivos que já fazem parte da casa”, expõe.

Segundo ele, essa é uma analogia com o que acontecia com as TVs na década de 1960. “Tínhamos que levantar e ir até elas para aumentar ou diminuir o volume, mudar de canal. Isso então passou a ser feito com controle remoto e, depois, começou a ter aplicativos e, hoje, já é feito por meio de gestos ou voz”, explica.

Quais as vantagens de ter uma casa inteligente?


casa conectada
shutterstock

Especialistas apontam os benefícios – e as vantagens – de ter uma casa conectada; segurança e comodidade são citadas


1. Segurança

Conforme explica Vichinsky, ter equipamentos conectados à rede doméstica permite proteger o nosso patrimônio, como, por exemplo, detectar pessoas estranhas que possam, eventualmente, entram na residência. “O sistema pode automaticamente acionar um alarme e enviar uma mensagem à polícia”, explica.

Outro ponto importante e que a automação residencial é útil é a capacidade de fazer a detecção de um vazamento de gás, capaz de colocar todos os moradores em perigo. “O sistema pode enviar um alerta para o celular do morador e, simultaneamente, acionar uma válvula para o corte do fornecimento de gás”, ressalta o profissional.

2. Praticidade e conforto

Isso se deve ao fato de tarefas recorrentes que podem ser realizadas automaticamente de maneira programada ou por meio de ação remota, como por exemplo, o acionamento de equipamentos por meio de smartphone, tablet ou computador conectados à internet (ação remota) ou o acionamento de equipamentos em horários programados (ação programada).

De acordo com Dárcio Silvestre Sabbadin, professor do curso de Engenharia da Computação da Universidade Anhembi Morumbi, algumas atividades rotineiras também ficam mais fáceis. “Fazer um café, descongelar uma comida, lavar roupas e etc, tudo isso comandado à distância, permitindo ao usuário mais qualidade de vida para poder dedicar-se à sua saúde”, diz.

3. Controle

Aqui, a vantagem está no fato de que o sistema pode manter uma base de dados com o histórico, por exemplo, do consumo de energia e do tempo de uso de cada equipamento conectado à rede. Esse histórico poderá ser utilizado pelo morador como relatório gerencial para a administração do seu sistema.

Casa inteligente tem a ver com integração, conveniência e inteligência dos dispositivos para que o usuário tenha comodidade, conforto e maior segurança. Ela vai até a interpretação de algortimos do que está acontecendo na imagem de uma câmera para poder prover segurança , mas sem que o morador tenha que atuar. Isso tudo graças à inteligência artificial”, finaliza Igreja.

Fonte: IG Tecnologia
publicidade

Tecnologia

Estudo revela o que acontece se um drone cair na sua cabeça

Publicado

source

Olhar Digital

drone arrow-options
Divulgação/University of Witchita

Estudo revela o que acontece se um drone cair na sua cabeça

Uma pesquisa conduzida pela Universidade do Alabama (ASSURE), Hunstville e a Universidade Estadual do Mississipi, Instituto Nacional de Pesquisa em Aviação da Universidade Estadual de Wichita e vários outros, analisou quais possíveis ferimentos decorrentes de colisões entre pequenos sistemas de aeronaves não tripulados, também popularmente conhecidos por drones, e pessoas.

O Estudo Fase II de Colisão de Terra da Assure, como foi chamado, analisou possíveis ferimentos que as pessoas sofreriam caso drones chocassem contra a cabeça das pessoas, mas não só, os pesquisadores queriam desenvolver uma metodologia de testes de segurança e fazer recomendações à FAA (Administração de Aviação Federal norte-americana) para a elaboração de regras. O presente estudo abrangente é o único baseado em ciências do gênero no mundo.

Leia também: Novo iPhone terá três câmeras e será lançado em setembro, diz site

Perigos de uma colisão

A Assure descobriu que os drones menores, em geral fabricados com plástico, são flexíveis e bastante possuem muita elasticidade. Segundo o pesquisador da Universidade David Arterburn, ao contrário do senso comum, eles tendem a absorver uma quantidade significativa da energia de impacto. “Um equívoco comum é que todo drone é uma rocha, então quando ele atinge você, vai te machucar como uma rocha; tanto a construção quanto a energia têm um papel na definição do potencial de ferimentos”, desmistificou Arterburn.

No total, foram 512 testes de impacto e simulações utilizando 16 veículos diferentes, incluindo drones populares (Phantom da DJI e o Mavic Pro) e vários objetos e cargas úteis, como baterias e blocos de madeira (em média pesando de 300 gramas a 6 kg). Todos os testes de impacto antropomórfico e simplificado de cabeça e pescoço foram realizados, assim como testes de impacto com substituto cadáver.

Veja Também:  Patinete elétrico autônomo? Modelo volta à estação de recarga sozinho

A razão pela qual os vídeos do estudo se parecem com testes de colisões de automóveis é explicado, um dos objetivos da Assure é adaptar a metodologia comprovada ao voo comercial de drones. Em conjunto como as recomendações feitas à FAA, a organização também está buscando padrões globais de segurança.

Os ferimentos mais comuns foram lacerações, cortes e contusões. Arteburn disse que a ciência inexata das concussões impediu uma avaliação mais precisa do risco desse tipo de lesão. Houve apenas um incidente de lesões oculares graves, embora Assure reconheça que as lâminas rotativas em drones quad-copter onipresentes levarão a lesões oculares. Entre suas recomendações para a FAA, estão os protetores de rotor/lâmina para esses drones e o desenvolvimento de procedimentos de mitigação médica.

No geral, os resultados mostram que as fatalidades exigiram um grande impacto. Um tamanho de amostra maior do mundo real pode mudar a equação, mas as indicações são de que a morte acidental por drone deve ser bastante rara. O mais perigoso era ser atingido pelo veículo entre os braços do rotor, com o impacto contundente do corpo do drone causando o dano. Drones tendem a cair quando o controle é perdido e ser atingido por um drone de cabeça para baixo causou mais danos também.

Veja Também:  WhatsApp: aprenda a usar negrito, itálico, rasurado e mudar a fonte

A conclusao é que a orientação é importante, juntamente com a velocidade e o peso, o que ajudará a ilustrar as regras para drones sobrevoando multidões de pessoas – uma necessidade absoluta se a indústria de drones de consumo tiver alguma esperança de crescimento.

Mudanças no mercado de drones

Não é apenas o público que é curioso sobre a gravidade das colisões entre drones e humanos. Fabricantes de drones também estão bastante interessadas na questão. “As empresas estão realmente respondendo ao fato de que agora têm padrões claros e metodologia para testes que podem levar a mudanças de projeto que podem ser feitas para melhorar a segurança de seus produtos para o público”, explica Arterburn.

Com a popularidade das entregas realizadas por drones em ambientes urbanos e suburbanos, a indústria e as regras que regem esses veículos não tripulados afetarão diretamente às empresas. As informações obtidas no relatório da Assure já afetam diretamente o design de pequenos drones. Até recentemente, velocidade e carga eram os principais ‘ditadores’ do design – agora, a segurança parece estar tomando primazia.

Regulamentos que regem o tipo de cargas, pesos e configurações que os drones de entrega podem carregar parecem muito prováveis. O uso potencial de pára-quedas de drones pode reduzir o risco, mas muito mais testes em condições menos controladas serão necessários.

Leia também: Samsung deve lançar celular com bateria que carrega em menos de 30 minutos

Uma das principais descobertas dos testes do estudo foi que as cargas úteis dos drones tendem a ter uma construção mais rígida e mais massa, aumentando o potencial da lesão.

Via: Popular Mechanics

Fonte: IG Tecnologia
Continue lendo

Tecnologia

Novo iPhone terá três câmeras e será lançado em setembro, diz site

Publicado

source

IstoÉ Dinheiro

Tim Cook arrow-options
Divulgação

CEO da Apple, Tim Cook vai apresentar as novidades da empresa em evento marcado para setembro

A Apple está planejando o lançamento de um novo pacote de novidades, incluindo três modelos de iPhone e novas versões do iPad, MacBook e Apple Watch.

Cabo ‘pirata’ caseiro da Apple é capaz de hackear computadores; conheça

As informações são do site de notícias Bloomberg.com. O evento de apresentação dos novos produtos deve ocorrer até o fim de setembro . Logo depois, os lançamentos chegam às lojas para garantir o faturamento do último trimestre do ano.

Devem ser apresentados três modelos de iPhone, como vem sendo feito desde 2017. Os modelos chegarão para substituir as versões XS, XS Max e XR. A principal mudança será no sistema de câmera na parte de trás, com a adição de um terceiro sensor para capturar fotos e vídeos ultra-angulares.

A câmera extra permitirá que os usuários diminuam o zoom e capturem um campo de visão maior. Os modelos também terão um novo software de inteligência artificial para corrigir automaticamente as imagens.

Veja Também:  Estudo revela o que acontece se um drone cair na sua cabeça

Apple oferece US$ 1 milhão para quem conseguir hackear iPhone

A Apple também atualizou o sistema de identificação para desbloquear o aparelho de forma mais eficaz, inclusive quando ele estiver em uma superfície plana. Os novos modelos de iPhone também devem ser mais resistentes à água e poderão ficar submersos por até 30 minutos.

Segundo a Bloomberg, a parte frontal não deve sofrer muitas alterações e o tamanho dos aparelhos será igual aos da última geração. Todos os novos iPhones terão processadores A13 mais rápidos, com um novo componente no chip para lidar com algumas tarefas pesadas.

A reportagem também cita prováveis atualizações para dos principais acessórios de áudio da Apple, incluindo AirPods e o HomePod. 

Como a Apple está se preparando para lançar seus serviços de assinatura de vídeo  Apple TV +  e de games com o  Apple Arcade , novidades nessas áreas são esperadas em setembro.

Fonte: IG Tecnologia
Continue lendo

Tecnologia

WhatsApp: aprenda a usar negrito, itálico, rasurado e mudar a fonte

Publicado

source

Olhar Digital

smartphone com whatsapp arrow-options
shutterstock

WhatsApp permite enviar textos com itálico, negrito, rasurado e até trocar a fonte; aprenda

Muitos usuários não sabem, mas o  WhatsApp disponibiliza alguns truques que podem deixar a troca de mensagens mais interessante, como a opção de colocar o texto em negrito , itálico , com efeito rasurado  e até mesmo com outra fonte .

Proteja-se: golpe rouba conta WhatsApp e já afetou 8,5 milhões de brasileiros

Veja aqui como usar cada um dos recursos:

Alterar a fonte

O app permite que o usuário altere a fonte tradicional para uma monoespaçada, ou seja, que as letras ocupam o mesmo espaço. 

Para utilizar esse recurso é necessário localizar o ícone de acento grave, e colocar três antes e depois da mensagem. Exemplo: “`insira seu texto aqui“`.

Negrito

O texto em negrito é muito utilizado para enfatizar uma palavra ou frase.

Tudo o que o usuário deve fazer é colocar um asterisco em cada extremo da palavra ou frase de destaque. Exemplo: *insira seu texto aqui*.

Whatsapp vai banir usuários que não tenham idade mínima permitida para usá-lo

Veja Também:  Patinete elétrico autônomo? Modelo volta à estação de recarga sozinho

Itálico

Ele funciona da mesma forma que o truque do negrito, mas utiliza símbolos diferentes. Para essa função é usado o underscore (mais conhecido como underline ). Exemplo:  _insira seu texto aqui_.

Texto riscado

Para criar um texto com efeito riscado , o usuário deve inserir o símbolo do til no começo e final do texto. Exemplo: ~insira seu texto aqui~.

Fonte: IG Tecnologia
Continue lendo

Links Úteis

Rondonópolis

Policial

Política MT

Entretenimento

Mais Lidas da Semana