conecte-se conosco


Economia

Soja fica mais cara no Paraná e milho tem queda em três praças

Publicado

source
plantação de milho arrow-options
Arquivo/Agência Brasil

A queda do preço dom milho em três mercados foi um dos destaques na cotação de grãos desta terça-feira

A saca de 60 quilos da soja começou a terça-feira (13) com alta de 0,23% no Paraná, onde grão é vendido a R$ 77,71. Na cidade de Bebedouro, em São Paulo, o produto é comercializado a R$ 88. Enquanto em Dourados, no Mato Grosso do Sul a mercadoria é vendida a R$ 76, a cidade goiana de Rio Verde negocia a soja a R$ 78.

Já a saca de 50 quilos do arroz vendido do Rio Grande do Sul teve elevação de 0,32% no preço. O produto em terras gaúchas é negociado a R$ 43,37. Enquanto isso, o valor do açúcar registra aumento de 1,63% na cidade de São Paulo e chega a R$ 60,47.



No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve redução de 0,14% e é negociada a R$ 36,56. Em Campinas, em São Paulo, o produto registrou baixa de 0,19% no valor e a saca é comercializada a R$ 36,09. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 34. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o produto é vendido a R$ 29. Em Barreiras, na Bahia, o preço à vista é R$ 31. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Veja Também:  Saques do FGTS elevam expectativa do mercado para economia de 2019

Fonte: IG Economia
publicidade

Economia

Bolsonaro assina medida provisória para transferir Coaf para Banco Central

Publicado

source
banco central arrow-options
Antonio Cruz/Agência Brasil

Com decisão de Jair Bolsonaro, controle do Coaf passa para o Banco Central

O presidente Jair Bolsonaro assinou na noite desta segunda-feira uma medida provisória (MP) para transferir o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o guarda-chuva do Banco Central (BC). O órgão foi rebatizado de Unidade de Inteligência Financeira e deixa o Ministério da Economia, ao qual estava subordinado. O ato será publicado na edição desta terça do Diário Oficial da União.

Leia também: Bolsonaro pressiona e Receita Federal troca segundo no comando do órgão

O texto estabelece que a unidade é responsável por “produzir e gerir informações de inteligência financeira para a prevenção e o combate à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo e ao financiamento da proliferação de armas de destruição em massa e promover a interlocução institucional com órgãos e entidades nacionais, estrangeiros e internacionais que tenham conexão com a matéria”.

Leia também: Amadorismo do governo paralisa negócios de mais de R$ 100 bilhões

A MP, que vincula o órgão administrativamente ao BC, confere “autonomia técnica e operacional e atuação em todo o território nacional”.

Veja Também:  Reforma tributária: arrecadação acima de tudo, simplificação acima de todos

A mudança foi discutida por Bolsonaro ao longo do dia em reuniões com os ministros da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, e da Economia, Paulo Guedes.

Fonte: IG Economia
Continue lendo

Economia

Bolsonaro pressiona e Receita Federal troca segundo no comando do órgão

Publicado

source
Marcos Cintra arrow-options
Wilson Dias/Agência Brasil – 21.8.17

Marcos Cintra aprovou a saída de João Paulo Fachada; decisão pode fazer o governo desistir de dividir

A Receita Federal anunciou nesta segunda-feira (19), por meio de nota, a saída do subsecretário-geral do órgão, João Paulo Ramos Fachada Martins da Silva. Ele será substituído pelo auditor fiscal José de Assis Ferraz Neto, que, de acordo com a Receita, atua na área de fiscalização da Delegacia da Receita Federal em Recife.

Após críticas, ‘entorno’ de Bolsonaro pede saída de delegado da Receita no Rio

A demissão acontece depois de uma semana de pressões por parte de auditores fiscais que se colocaram contra uma suposta interferência política no trabalho de fiscalização dos auditores. 

A saída de Fachada  deve fazer o governo desistir de transformar o órgão em autarquia , como chegou a ser estudado pela equipe econômica.

Segundo uma fonte próxima ao ministro da Economia, Paulo Guedes , a troca na cúpula vai ajudar a “baixar a pressão” sobre o órgão. Assim, perdeu força a ideia de fazer uma reestruturação completa.

Veja Também:  Saques do FGTS elevam expectativa do mercado para economia de 2019

Receita alerta Bolsonaro sobre risco de intervir em postos-chave no Rio

Até semana passada, o governo avaliava dividir a Receita em duas estruturas. A área de fiscalização se transformaria em uma espécie de autarquia, dirigida por um técnico de carreira e com mandato fixo.

Nesse desenho, Marcos Cintra, atual chefe do Fisco, passaria a comandar apenas o setor responsável pela formulação de políticas econômicas, como a reforma tributária .

O afastamento do Fachada foi considerado uma “ solução institucional ” para solucionar a crise interna do órgão que, na avaliação do governo, atrasaria o encaminhamento da reforma tributária.

Apesar de ser o número 2, era Fachada quem tocava de fato o dia a dia da Receita, enquanto Cintra sempre dedicou mais energia ao debate sobre a reforma tributária. Por isso, ele era tido como alvo das críticas de autoridades insatisfeitas com procedimentos usados pelos auditores responsáveis pela fiscalização.

Nas últimas semanas, integrantes dos três Poderes criticaram o que consideram “excessos” do Fisco. Segundo fontes ouvidas pelo jornal “O Globo” nos últimos dias, outros subsecretários também estariam na mira dessas autoridades.

Veja Também:  Auditora é condenada à prisão por exigir 140 kg de picanha a liberar importação

Fonte: IG Economia
Continue lendo

Economia

5 formas de ser ágil em uma organização em crescimento

Publicado

source

Uma empresa em crescimento pode se deparar com uma série de situações novas. Resolvê-las rapidamente é importante para manter a competitividade num mercado que não para. Max Strand, Diretor Executivo da  IG Corporate (distribuidora master da GitLab no Brasil), afirma que “As empresas cada vez mais buscam pela metodologia ágil ” e que “O crescimento da popularidade desta metodologia ocorre principalmente pela sua afinidade com o mercado atual, que é configurado pela transformação digital”.

pessoas em uma reunião arrow-options
Shuttersock

Não é fácil tomar decisões rápidas em empresas em crescimento

Mas, como ser ágil com eficiência no cenário de expansão? Jeremy Watson, gerente de produtos da Gitlab, listou 5 respostas para essa pergunta.

1. Tome decisões rápidas, mas conscientes

Usar os recursos disponíveis de forma eficiente e tomar ações antes dos concorrentes é fundamental. Para que isso aconteça é preciso evitar constantes pedidos de permissão, processo que atrasa tudo. Jeremy indica um sistema de decisões Tipo 1/Tipo 2, onde as ações irreversíveis que precisam de atenção especial são do Tipo 1 e passam por aprovação, e as ações reversíveis que fazem algo melhorar são as do Tipo 2, e podem ser colocadas em prática sem burocracia.

Veja Também:  Auditora é condenada à prisão por exigir 140 kg de picanha a liberar importação

Em uma empresa em crescimento, muitas ações são classificadas como Tipo 1, podendo ser também do Tipo 2, agilizando assim os processos. Assim, saber classificar as ações é muito importante e determinante para o sucesso.

Leia também: Empresas acessíveis: a importância da inclusão nas organizações

2. Contrate as pessoas certas

Muitas empresas (grandes e pequenas) já reconheceram a importância da forma de trabalho ágil e tentam colocá-la em prática, mas nem todas fazem da forma correta por contratar profissionais que tornam a prática mais uma mesa de apostas do que uma diferença competitiva.

Um bom profissional ágil deve entender que nem todo problema deve gerar um processo para resolvê-lo ou evitá-lo. Normalmente, processos adicionais tornam todas as ações mais ineficientes e o problema afeta apenas uma delas. A pergunta “O que perdemos ao introduzir esse processo?” deve ser feita sempre.

3. Mantenha as equipes pequenas e focadas

Para Jeremy, a ideia do crescimento da empresa estar diretamente ligado ao aumento dos processos não é o melhor caminho. Sem as equipes menores focadas nos próprios problemas, os interesses começam a ter conflitos e as tomadas de decisões passam a ser mais demoradas. A forma de evitar isso é manter as equipes pequenas e focadas.

Veja Também:  Nascidos em agosto já podem sacar abono salarial a partir desta quinta-feira

4. Permita que as equipes façam seus próprios processos

A empresa pode ter equipes pequenas organizadas em times separados, mas se elas não tiverem a autonomia de atuação independente não adianta, já que a velocidade será perdida. Jeremy acredita que equipes diferentes possuem necessidades diferentes e que alguns processos funcionam melhor em determinados times – tudo pode ser baseado na personalidade das pessoas ou na maturidade do projeto.

5. Tenha certeza de que todos estão na mesma página

É importante que todas as pessoas envolvidas no processo entendam que a palavra “ágil” não é apenas mais um termo chique utilizado no mercado, mas algo muito importante para o sucesso da empresa. O dono da empresa, o presidente, e quem estiver no comando deve saber todos os passos do processo ágil, fornecer as ferramentas e contratar as pessoas necessárias para ter sucesso. Até o melhor profissional precisa do apoio dos executivos.

Fonte: IG Economia
Continue lendo

Links Úteis

Rondonópolis

Policial

Política MT

Entretenimento

Mais Lidas da Semana