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Toyota Yaris da linha 2020 estreia multimídia com Android Auto

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Além da atualização na multimídia, o Toyota Yaris X Way agora traz pintura em dois tons para não ficar para trás

Disponível a partir da versão XL Plus Tech dos Toyota Yaris Hatch e Sedã, a central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay é uma das novidades da linha 2020 do compacto premium da marca japonesa. Os preços partem de R$ 66.490 (Hatch) e R$ 68.490 (Sedã) (confira abaixo a tabela completa).

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Atualização na central multimídia adiciona conectividade Android Auto pela primeira vez na marca

De acordo com a Toyota, a atualização do software do sistema multimídia e a instalação do microfone compatível com comando de voz também estará disponível para os Toyota Yaris da linha 2019. O serviço poderá ser agendado na rede de concessionários da marca, por R$ 429,99 (peça e mão-de-obra).

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Além da multimídia atualizada, outra novidade do Toyota Yaris 2020, desta vez exclusiva para a versão X-Way aventureira, são as opções de pintura em dois tons (preto e branco, preto e vermelho e preto e cinza) para a carroceria e as rodas diamantadas.

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Confira abaixo as versões e preços do Toyota Yaris 2020:
YARIS HATCH
1.5L
XLS
CVT
R$ 83.990
X-WAY
R$ 81.990
XS
R$ 77.990
1.3L
XL Plus Tech
R$ 71.990
XL
CVT
R$ 68.590
MT
R$ 66.490
YARIS SEDÃ
1.5L
XLS
CVT
R$ 85.990
XS
R$ 80.990
XL Plus Tech
R$ 75.190
XL
R$ 69.990
MT
R$ 68.490

Fonte: IG Carros
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Vendas para locadoras e PcD ganham muita força em 2019

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Vendas para locadoras aumentam bastante no Brasil durante 2019 levadas pelo alto custo de ter um carro no País

A indústria automotiva está se transformando, em uma tentativa de adaptar-se aos novos tempos. Na próxima década, a queda do interesse dos jovens em ter um carro será acentuada, muitas pessoas descobrirão que podem ser proprietárias de veículos PCD e modelos elétricos terão mais destaque. É o que Sérgio Habib, presidente da JAC Motors do Brasil, prevê para 2020 e os anos subsequentes.

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Durante a apresentação do novo SUV T60 , o executivo revelou detalhes que normalmente ficam ocultos em análises de mercado mais rasas. Afinal, será que a indústria realmente está retomando o volume de vendas, ou os números estão equivocados? Habib propõe que o assunto seja avaliado por tópicos. 

Mudança de comportamento

Um estudo divulgado pelo Denatran aponta que o número de jovens habilitados entre 18 e 21 anos caiu 20,61% no período de 2014 a 2017. Muitos atribuem o fenômeno à crise econômica, uma vez que tirar a habilitação exige um grande esforço financeiro por parte do cidadão. Mas a comodidade de apps de carona como Uber, 99 e Cabify também influencia na decisão de abandonar o carro.

Pedindo uma corrida por aplicativo, o usuário estará blindado do desgaste de pneus, manutenção, seguro, combustível e a desvalorização. Esses custos, na teoria, seriam repassados para o motorista que dirige pelo app. Por conta disso, muitos também abandonaram a ideia de ter um carro próprio e passaram a apostar nos veículos de locadora .

Fenômeno do carro alugado

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Hoje em dia, apenas 56,2% dos carros vendidos vêm das concessionárias ante 73,9% entre 2011 e 2014

“No período entre 2011 e 2014, veículos de locadoras representavam, em média, 5,4% das vendas nacionais”, destaca Habib. “Em 2019, este número já atingiu 18% do mix. O comportamento do consumidor mudou, e os números seguem a mesma lógica”.

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Da mesma forma, Habib mostra que 73,9% dos carros emplacados entre 2011 e 2014 eram vendidos por concessionárias. Hoje, o número corresponde a apenas 56,2%. Se entre 2011 e 2014 as concessionárias venderam, em média, 2.580.024 automóveis, em 2019 o número caiu para 1.517.400. 

Ou seja, com a crescente na preferência por carros alugados, as concessionárias estão emplacando cada vez menos. Isso acaba refletindo em outro fenômeno que influencia diretamente na arrecadação de imposto por parte da montadora, algo que Sérgio Habib classifica como uma “brecha” jurídica.

Pão de queijo e alfajor

Habib diz que as leis mais “mansas” para carros de locadora causam disparidade no emplacamento de veículos por Estado e, consequentemente, um impacto na arrecadação do Governo. É por conta da alíquota de 1% no IPVA para veículos dessa categoria que carros emplacados em Belo Horizonte (MG) ganharam as ruas de todo o Brasil.

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Enquanto os emplacamentos de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Curitiba e Goiânia caíram na comparação entre 2014 e 2019, Belo Horizonte teve alta de 144%. Apenas neste ano, é estimado que a capital mineira contará com o emplacamento de 470 mil automóveis – superando por muito os 240 mil veículos de São Paulo (SP). 

Para se ter uma ideia da dimensão, Habib diz que Belo Horizonte, sozinha, deverá superar as vendas de toda a Argentina em 2019. Não à toa, o dono da Localiza bancou 44% da campanha do atual governador de Minas Gerais, Romeu Zema, de acordo com o jornal mineiro “O Tempo.”

PCD

O levantamento divulgado pelo presidente da JAC Motors do Brasil também coloca uma luz sobre os números de vendas para pessoas com deficiência. “Praticamente qualquer um pode ser considerado PCD”, disse Habib aos jornalistas. “Tenho certeza que 90% de vocês poderia comprar um veículo PCD. Eu posso, pois sou idoso e minha mãe, que tem Alzheimer, depende de mim. Mas se você quebrar o pulso jogando bola, ou fizer cateterismo, também poderá comprar um carro para deficientes por dois anos”.

Veículos PCD são mais baratos, pois estão isentos de IPI, ICMS e IPVA. Entre 2011 e 2014, as vendas da categoria correspondiam a 1,6% dos emplacamentos nacionais (54 mil carros por ano). Em 2019, o número já atingiu 13,2% da fatia do mercado (356 mil, anuais). “Pela isenção de imposto, 360 mil brasileiros vão comprar carros PCD”, destaca Habib.

O futuro dos elétricos

No quarto semestre de 2019, carros elétricos correspondem a 10% das vendas na China, 2,5% nos Estados Unidos, 5% em Portugal e 80% na Noruega. No país escandinavo, a isenção de impostos na categoria faz com que um VW Golf 1.4 TSI tenha o mesmo preço de um e-Golf 100% elétrico.

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Carros elétricos chegaram para ficar, mas esse mercado ainda caminha devagar no Brasil

Mas mesmo em um mercado emergente e cheio de complexidades como o brasileiro, Habib acredita na queda inexorável dos carros movidos apenas a combustão. E isso causará um novo impacto na indústria como conhecemos.

“O carro elétrico não tem caixa de transmissão, virabrequim, correias, pistão e outras partes móveis. Isso acarreta na profunda disrupção da cadeia automotiva como conhecemos, influenciando nos fornecedores de autopeças, serviços de pós-venda e na distribuição de combustíveis”, diz Habib. “Isso acontecerá em meados de 2040, quando carros elétricos corresponderem a 50% das vendas em todo o mundo”.

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O executivo também acredita que o preço dos elétricos deverá baixar com o tempo. “Vai demorar, mas um dia os elétricos terão o mesmo preço de carros térmicos, como já acontece nos países nórdicos” destaca Habib. “Muitos países estão comprometidos em eliminar gás carbônico de sua geração de eletricidade. Na Europa, fala-se muito sobre energia eólica e solar. É questão de tempo”.

Fonte: IG Carros
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Yamaha XSR 900: versão conceitual é capaz de atingir 100 km/h em 3 segundos

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Yamaha XSR 900: linhas futuristas e componentes avançados poderão ser usados em novos projetos da fabricante

A Yamaha apresenta o protótipo XSR900, pensada para otimizar a ergonomia esportiva com ares futuristas. Com estilo café racer, a motocicleta traz um tanque de combustível estilizado que desce acima e abaixo do guidão, envolvendo-o como uma cápsula. E suas linhas terminam em uma rabeta curta e afiada. O resultado é algo que parece ser uma mistura de drone com arraia.

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O objetivo do modelo com pegada esportiva é de, a partir de agora, oferecer uma quantidade limitada para o público encomendar. Desse modo, é uma das Yamaha mais exclusivas entre as fora-de-série. Seu motor de 900cc e 113 cv tem capacidade de fazê-la acelerar até 100 km/h na casa dos 3 segundos e ultrapassar os 250 km/h, apesar da fabricante não ter especificado essas informações com precisão.

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Curiosamente, o farol arredondado — típico das café racers   clássicas — foi mantido, o que gera um efeito antagônico. Entre outros componentes mecânicos da Yamaha XSR 900 , usa garfos e amortecedores Öhlins, escapamento de aço, estofamento de couro Alcântara no assento peças pintadas de preto e radiador feito de nylon-carbono. Vale ressaltar a parceria com a britânica Auto Fábrica, que ficou famosa por seu estilo e construção de ônibus.

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Segundo os projetistas: “A Yamaha XSR900, ou projeto Type 11 , explora os limites do artesanato e do design conceitual. Vemos seus recursos de design e produção aplicados ao próximo nível, conforme as motos mais progressivas e cativantes. O melhor de tudo é que os clientes podem contar com a rede para todo o suporte que precisarem.” Confira abaiaxo o vídeo oficial do novo protótipo da marca japonesa.



Fonte: IG Carros
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RAM 1500 chega ano que vem para competir com as picapes médias

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RAM 1500 não obrigará o condutor a tirar o tipo C da CNH, como ocorre na já vendida RAM 2500

A picape RAM 1500 está anunciada para chegar ao Brasil em meados do ano que vem. A alta do dólar pode influenciar na data de sua chegada, uma vez que o modelo será importado. Sua missão será desbancar as rivais Hilux, S10, Ranger e Amarok, para citar as quatro mais vendidas, custam na casa dos R$ 200 mil.

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Por aqui, deve chegar a variante intermediária Laramie, que visa o equilíbrio entre custo e benefício. E, ao contrário da “irmã” RAM 2500 , que já é encomendada há algum tempo no Brasil, a RAM 1500 não obriga o condutor a ter a habilitação do tipo C. Isso porque é mais compacta. Ela mede 5,91 metros de comprimento, tem 2 m de largura e 1,96 m de altura. Ela tem uma versão ainda maior, com 6,14 m de comprimento, que não virá.

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Equipamentos

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Interior aposta em uma lista recheada de equipamentos, algo esperado pelo público de seu segmento

A picape média chegará com rodas de 18 polegadas de liga-leve, central multimídia U-Connect com integração a Apple CarPlay e Android Auto com tela de 8,4 polegadas, seis airbags, freios a disco nas quatro rodas, controle de tração e estabilidade, controle de velocidade adaptativo, alerta de ponto cego, retrovisores com escurecimento automático, sensor de chuva e frenagem automática de emergência.

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Sob o capô, terá o motor 3.0 V6 Pentastar, a diesel, de 241 cv e 56,1 kgfm. É um motor antigo e que vai abrir espaço para o EcoDiesel V6 3.0 da Cummins, que entrega 240 cv e 58,1 kgfm. Enquanto isso, o câmbio automático de oito marchas terá opção de trocas manuais com 4×4 para alta velocidade e 4×4 reduzida.

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A suspensão dianteira da RAM 1500 , por sua vez, é do tipo independente double wishbone (ou duplo A), com amortecedores duplos e barra estabilizadora. A suspensão a ar é um opcional que deve ficar de fora da versão importada ao Brasil por questões de custo. Enquanto isso, na traseira, a opção é por uma suspensão independente de multilink com amortecedores progressivos e barra estabilizadora e eixo rígido.

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Fonte: IG Carros
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