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Xiaomi lança impressora de bolso que será vendida por menos de R$ 200

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Olhar Digital

A Xiaomi lançou mais um novo produto de terceiros pela plataforma YouPin. O dispositivo chamado de Youdao Memobird G4 é uma impressora de bolso que funciona através de um aplicativo no smartphone e é capaz de imprimir documentos via Bluetooth. 

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Reprodução/Xiaomi

Mini impressora de bolso da Xiaomi não usa tinta para impressão

Youdao Memobird G4 não depende de tinta para funcionar. O equipamento utiliza o método de impressão térmica e produz documentos em alta definição, com 360dpi. Segundo a Xiaomi, a única grande limitação é imprimir apenas em preto e branco. 

O app para smartphone oferece uma série de conteúdos educacionais prontos para impressão. A ideia é que ele facilite a visualização e resolução de exercícios para estudantes. 

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Reprodução/Xiaomi

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A impressora de bolso Youdao Memobird G4 tem uma dimensão de 86,8 × 79,3x39mm e pesa apenas 165g. Ela também possui uma bateria de lítio de 900mAh que pode ser carregada em apenas 2 horas, suportando impressão contínua de 8 rolos de papel.

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O dispositivo está atualmente disponível para pré-encomenda no Xiaomi Youpin por 299 yuans, cerca de 170 reais. 

Via: GizmoChina

Fonte: IG Tecnologia
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Segurança para mulheres em um clique: conheça a tecnologia Malalai

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Unsplash/Clayton Fidelis

Malalai visa dar mais segurança a pessoas que andam sozinhas


No final de novembro, o prêmio GOL Novos Tempos teve como principal homenageada a arquiteta e urbanista Priscila Gama , por sua contribuição para a segurança na mobilidade urbana com o aplicativo Malalai ( Android e iOS ).

Essa não é a primeira vez que Priscila é premiada por seu app , e provavelmente não será a última. “A coisa tomou uma proporção que nem se eu quisesse eu conseguiria largar tudo hoje”, brinca a mineira, se lembrando de quando teve a primeira ideia sobre a Malalai, no final de 2015. 

Malalai , que significa “atingida pela dor” e homenageia Malalai de Maiwand e Malala Yousafzai, é um aplicativo de mobilidade urbana que permite que os usuários – sobretudo mulheres – compartilhem suas rotas e enviem sinais de emergência para contatos próximos, a fim de gerar mais segurança. “Minha ideia era só oferecer companhia virtual para as mulheres”, conta Priscila. 

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A ideia surgiu depois que Priscila presenciou uma mulher sendo seguida de madrugada em uma rua próxima à sua casa, em Belo Horizonte, MG.

Na mesmo época, o coletivo Think Olga lançou a hashtag #PrimeiroAssédio , na qual mulheres eram convidadas a compartilharem situações de assédio nas redes sociais. Lendo muito relatos relacionados à mobilidade, a arquiteta teve certeza de que era hora de criar algo que mudasse a situação. 

Com apenas uma ideia em mente, Priscila se inscreveu em um concurso de startups , sem sequer sonhar que chegaria onde está hoje. “Nesse evento, normalmente, a galera ou é de business, ou é de tecnologia, ou é de design, eu não era de nenhum dos três”, brinca. 

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Foi nesse concurso que ela conheceu seu atual sócio, Henrique Mendes, e a ideia foi, aos poucos, entre altos e baixos, saindo do papel.

“O Henrique levou um ano para aprender a fazer aplicativo para fazer o nosso”, lembra a arquiteta, rindo. “Então, tirar o negócio do papel incluiu aprender a desenvolver aplicativo”. 

Henrique e Priscila, sócios da Malalai arrow-options
Mario Ladeira/Divulgação

Henrique e Priscila, sócios da Malalai


Como funciona a Malalai

O objetivo da tecnologia Malalai é oferecer mais segurança para pessoas que querem ser livres para se deslocarem sozinhas . Através do aplicativo, os usuários podem adicionar até três pessoas de confiança, que são chamados de keepers .

Uma delas (que também precisa ter o app instalado) pode acompanhar as rotas que o usuário quiser compartilhar, enquanto as outras duas recebem apenas avisos de emergência. 

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Toda vez que for iniciar um trajeto, o usuário pode pedir para que o keeper principal o acompanhe, e ele receberá o mapa com a rota em tempo real em seu celular.

Também dá para configurar um tempo após o fim da rota para enviar uma mensagem de emergência ao keeper principal. Caso se passe o tempo esperado para a conclusão do caminho e você ainda não tiver concluído, quem está acompanhando sua rota receberá um aviso de emergência. 

Além disso, o aplicativo possui um botão vermelho (que pode ser adicionado como atalho na tela principal do smartphone). Com apenas um clique nele, é possível avisar os três keepers que você se encontra em uma situação de emergência. 

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Mapa da segurança

Outro aspecto bastante interessante do aplicativo é que ele funciona como um mapeamento coletivo . Todos os usuários do aplicativo podem visualizar e adicionar aos mapas das cidades avisos como “rua movimentada”, “assédio recorrente” e “má iluminação”. 

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Captura de tela

Telas do aplicativo Malalai da esquerda para a direita: mapa colaborativo, configurações de emergência e configurações dos keepers


Priscila conta que um dos maiores objetivos da empresa hoje é conseguir melhorar esse mapeamento, incluindo informações que não dependam dos usuários e adicionando a possibilidade de pessoas incluírem dados diretamente na web , sem precisarem baixar o aplicativo.

Para encontrar boas soluções a esse desafio, eles planejam um hackathon no início de 2020. “O grande desafio é conseguir mostrar onde há movimento nas ruas e onde não há em tempo real”, conta. 

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Mais do que um aplicativo

Outra novidade bastante interessante que Malalai traz é que a empresa não se trata apenas de um aplicativo .

Priscila, Henrique e sua equipe já desenvolvem jóias inteligentes , capazes de enviarem alertas discretos para celulares cadastrados. 

A principal delas é o anel, que está em produção e já tem cerca de 50 pessoas na fila de espera – é possível encomendá-lo pelo site da Malalai .

Conectado ao celular via Bluetooth , o anel consegue enviar mensagens de emergência para contatos cadastrados com apenas uma pressão sobre ele. 

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Divulgação/Malalai

Quando pressionado, o anel envia uma mensagem de emergência aos contatos cadastrados


A expectativa é que a peça esteja disponível para venda no meio do ano que vem. Priscila conta que a equipe já pensa em outras opções também, como colares e chaveiros, que devem ter custos menores.

Fonte: IG Tecnologia
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Brasileiro amoroso? Veja os emojis mais usados no país e no mundo em 2019

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Olhar Digital

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Unsplash/Bernard Hermant

Veja os emojis mais utilizados em 2019


O uso de emojis se tornou extremamente popular nos últimos anos, seja em postagens no Twitter ou em conversas no WhatsApp e outros aplicativos . Pensando nisso, o Twitter revelou os dez emojis mais usados no Brasil e no mundo em 2019. Entre os brasileiros, a lista mostra que os símbolos relacionados ao amor foram os mais presentes. O emoji mais usado pelos usuários é o do rosto sorridente com olhos de coração,  seguido pelo coração vermelho.

O levantamento do Twitter mostrou que, globalmente, os emojis mais usados foram outros. O líder no ranking mundial foi o rosto chorando de tanto rir, e o segundo lugar ficou com o ícone do rosto “chorão”.

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Mundialmente, o emoji mais usado no Brasil ficou apenas na terceira colocação. Já o rostinho chorando de rir, ícone mais usado no mundo, aparece na terceira posição entre usuários brasileiros.

Emojis mais usados no Brasil em 2019


Emojis mais usados no mundo em 2019

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Divulgação/Twitter

Emojis mais usados no mundo em 2019


De forma geral, os emojis mais populares são aqueles que expressam emoções e sentimentos, como sorrir, chorar, estar apaixonado e entediado. Nas duas listas o ícone de fogo também está presente.

Fonte: IG Tecnologia
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Então é Natal: a partir de R$ 967, compare Motorola G8 Play, G8 Plus e One Macro

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Dimítria Coutinho

Veja o que achamos de cada um dos três smartphones


No final de outubro, a Motorola lançou três novos smartphones , o Moto G8 Play , o Moto G8 Plus e o One Macro .

Com a justificativa de que cada dispositivo atende um público diferente, a fabricante deixa muita gente na dúvida na hora de escolher, já que os três são celulares intermediários e com preços nem tão diferentes assim.

Atualmente, os preços oficiais do G8 Play, One Macro e G8 Plus são, respectivamente, R$967,12, R$1231,12 e R$1495,12. 

Testei os três smartphones e, no review abaixo, te conto com sinceridade tudo o que achei de cada um deles, assim como as principais diferenças entre os três modelos.

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Dimítria Coutinho

Testamos os três smartphones

Design e tela

Os três smartphones têm designs quase idênticos – causando até confusão. Na parte da frente, todos têm tela na proporção 19:9 com o notch centralizado no topo.

Motorola One Macro e Moto G8 Play têm tela de 6,2 polegadas, enquanto o Moto G8 Plus tem 6,3 polegadas. 

Na parte traseira, o conjunto de câmeras fica alinhado na vertical do lado esquerdo em todos os três dispositivos.

O sensor de impressão digital fica na parte central superior, em uma ótima localização. A altura é suficiente para o indicador alcançar sem precisar fazer nenhum malabarismo, e a distância da câmera é boa – não passei o dedo nas lentes nenhuma vez procurando o sensor, o que costuma acontecer em alguns outros celulares. 

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Falando na parte traseira, a Motorola inovou nas cores dos smartphones . Cada um deles tem duas opções de cores, e os dispositivos que eu testei eram nos tons Vermelho Magenta , no Moto G8 Play, Azul Safira , no Moto G8 Plus, e Azul Espacial , no One Macro.

Todas as cores são bem bonitas, e aí é questão de gosto – minha preferida foi o Azul Espacial. Eu só reclamaria um pouco do degradê em todos os três tons, que acabou ficando bem marcado no terço inferior do celular. 

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Dimítria Coutinho

A Motorola inovou nas cores dos smartphones


A respeito da tela, Moto G8 Play e One Macro tem tela HD+, enquanto G8 Plus tem tela Full HD+, todas com tecnologia Max Vision . Na prática, não dá para notar muita diferença.

A resolução é boa nos três smartphones, e a do G8 Plus fica um pouquinho melhor nos vídeos mais detalhados e jogos . Mas a diferença não é grande o suficiente para dar muita atenção a esse tópico na hora de escolher entre um dos três modelos. 

Software e hardware

Quando o assunto são as especificações técnicas dos três aparelhos, eles têm algumas diferenças. Veja a lista dos principais detalhes dos três celulares:

Moto G8 Play

  • Processador Helio P70M – Octa-core – 2GHz
  • 2 GB de memória RAM e 32GB de armazenamento
  • Android Pie 9.0
  • 4.000 mAh de bateria

Moto G8 Plus

  • Processador Snapdragon 665 – Octa-core – Quad-core 2.0 GHz + Quad-core 1.8 GHz
  • 4GB de memória RAM e 64GB de armazenamento
  • Android Pie 9.0
  • 4.000 mAh de bateria

Motorola One Macro

  • Processador Helio P70M – Octa-core – 2GHz
  • 4Gb de memória RAM e 64GB de armazenamento
  • Android Pie 9.0
  • 4.000 mAh de bateria

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Analisando friamente, teríamos uma escala de “melhor” para “pior” da seguinte forma: Moto G8 Plus, One Macro e Moto G8 Play . Mas, na prática, como os três celulares se comportam?

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A verdade é que se você tiver um uso moderado, o que é esperado de um consumidor de celulares intermediários como esses, qualquer um dos três dá conta.

Se você for o tipo de pessoa que exige mais do processamento e do armazenamento, aí nenhum dos três deve ser a opção ideal. 

Durante os testes, os três celulares desempenharam bem, sem nenhum travamento.

Mas é claro que, ao longo do tempo, os 2GB de RAM e os 32GB de armazenamento do G8 Play ou o processador do G8 Play ou do One Macro podem deixar a desejar se você for um usuário que exige um pouco mais do celular. 

Por falar em exigir mais do celular, testei games “pesados” , com bons gráficos, nos três modelos e confesso que nenhum dos três decepcionou.

Primeiro, testei o jogo Dead Trigger 2 , que tem gráficos complexos mas que é um pouco menos dinâmico. Os três smartphones rodaram o jogo muito bem, sem travar nenhuma vez. 

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Depois, testei o Asphalt 9 , que também tem gráficos complexos, mas já é um jogo mais dinâmico, de corrida.

Nesse caso, os três smartphones apresentaram pequenas travadas em alguns momentos, mas nada que tenha comprometido o andamento do jogo.

Mas é importante pontuar que durante os testes os celulares não estavam com muitos aplicativos baixados e nem com muitos arquivos comprometendo a memória. Com o uso mais contínuo do dispositivo, esse tipo de falha nos jogos tende a ser mais recorrente. 

A respeito do software , os três smartphones vêm com Android 9 Pie , e a interface é aquela já conhecida da Motorola : com pouco trabalho em cima do Android puro, se tornando bastante limpa e intuitiva de mexer.

Não tenho o que reclamar das baterias de 4.000 mAh, que duram o dia todo. 

Câmera

A câmera de um smartphone costuma ser o recurso queridinho dos brasileiros, e esses lançamentos da Motorola prometeram trazer lentes interessantes.

Como foi isso na prática? Primeiro, vamos destacar quais são as lentes presentes em cada um dos celulares:

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Moto G8 Play

  • Câmera frontal de 8MP
  • Câmeras traseiras: 
  • Principal de 13MP e f/2
  • Lente de 117º ultra-wide de 8MP e f/2.2
  • Sensor de profundidade de 2MP e f/2.2

Moto G8 Plus

  • Câmera frontal de 25MP e f/2
  • Câmeras traseiras:
  • Principal de 48MP e f/1.7
  • Sensor de profundidade de 5MP
  • Câmera de ação com f/2.2
  • Sensor de foco automático a laser

Motorola One Macro

  • Câmera frontal de 8MP
  • Câmeras traseiras:
  • Principal de 13MP
  • Câmera macro de 2MP
  • Sensor de profundidade de 2MP
  • Sensor de foco automático a laser

Recursos especiais

Primeiro, vamos falar sobre os recursos especiais que cada um dos smartphones têm. No caso do Moto G8 Play, o destaque é a câmera ultra-wide , que faz fotos com o campo de visão mais aberto.

Confesso que esse recurso é um dos meus preferidos nas câmeras, então estava empolgada. Mas a lente decepciona um pouco. 

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Dependendo do ambiente, a abertura de campo causa uma distorção nas laterais da fotografia , como se o ambiente estivesse arredondado – isso não acontece em outros modelos de celular com esse recurso, por exemplo.

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E jamais tire fotos do chão com essa lente, a não ser que queira que sua perna pareça ter dois metros. Brincadeiras e críticas à parte, se o enquadramento for certo, como em uma paisagem, o recurso funciona bem e cumpre seu papel. 

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Dimítria Coutinho

A sala ficou com o canto um pouco arredondado e as pernas ficaram gigantes


No caso do Moto G8 Plus, o destaque é o recurso Night Vision que, em palavras simples, torna fotos feitas à noite mais claras. Eu gostei bastante do resultado.

Para paisagens, pode ser que a imagem fique clara demais, mas o efeito final é bem legal. O destaque mesmo é para fotos de pessoas tiradas em ambientes escuros. Nesse caso, as imagens ficam com a claridade ideal, sem ficar com aquele branco exagerado do flash. Aprovado. 

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Dimítria Coutinho

À esquerda, foto com modo normal. À direita, com recurso Night Vision


Já o destaque do Motorola One Macro, como o próprio nome diz, é a lente macro, que consegue focar em objetos bem próximos . Para fazer o teste, fiz duas fotos do meu brinco a partir da mesma distância, uma com a câmera normal e a outra com a câmera macro.

O resultado é ótimo. A lente macro consegue focar bem em objetos próximos e entrega imagens com riqueza de detalhes. 

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Dimítria Coutinho

À esquerda, foto com a lente normal. À direita, foto com a lente macro.


Outros recursos especiais são o foco a laser no Moto G8 e no One Macro e os sensores de profundidade nos três celulares.

O foco a laser dá, sim, uma diferença em relação ao G8 Play, que não tem o recurso. Mas, dependendo do objeto e da iluminação, o foco a laser não funciona muito bem. Eu diria que ele é bom, mas não excelente.

Já os sensores de profundidade funcionam bem para as fotos em modo retrato , desfocando o fundo.

As imagens entregues pelo One Macro e pelo G8 Play são bem parecidas, e o desfoque do G8 Plus é um pouco melhor, inclusive com mais opções de níveis de desfoque no momento de fazer a fotografia. Mas os três estão aprovados nesse quesito.

Os recursos de time-lapse e câmera lenta também funcionam bem em todos os celulares testados. 

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Comparando as três câmeras

Na câmera traseira, as fotos feitas com o Moto G8 Plus são indiscutivelmente melhores que as dos outros dois celulares.

A nitidez é maior e o celular capta as cores e iluminação de forma mais fiel à realidade. Vale comentar que as fotos do G8 Play ficam um pouco forçadas na nitidez.

Quando você abre a câmera, parece que a foto vai sair toda pixelada e sem qualidade.

Depois de clicar, o software do celular processa a foto e dá uma bela arrumada nela, mas em alguns casos a nitidez fica exagerada, como se a foto tivesse embelezada demais. 

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Dimítria Coutinho

Comparação da câmera principal traseira dos três celulares


Na câmera frontal, os três smartphones entregam boas selfies , mas há diferenças de cores e iluminação.

Eu diria que isso vai do gosto de cada um, mas minha câmera de selfie preferida foi a do One Macro, que fica com a definição melhor que a do G8 Play mas não fica tão “embelezada” quando a selfie do G8 Plus. 

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Dimítria Coutinho

Comparação das câmeras frontais dos três celulares


Veredicto final

Para quem quer um celular intermediário , eu recomendaria qualquer um desses três com facilidade.

Ficou claro que o Moto G8 Plus desempenhou melhor em diversos aspectos, mas ele também é o dono do preço mais salgado entre os três, então a escolha também depende do bolso de cada um. 

Não só do bolso, mas também do gosto: desde as especificações técnicas, que devem ser olhadas com carinho de acordo com o quanto seu uso exige do celular, até os recursos de câmera, que dependem da preferência de cada usuário.

Fonte: IG Tecnologia
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