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10 receitas para provar que frango com Catupiry® é uma combinação infalível

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10 receitas para provar que frango com Catupiry® é uma combinação infalível
Reprodução: Alto Astral

10 receitas para provar que frango com Catupiry® é uma combinação infalível

Na gastronomia, existem muitas combinações de sucesso que tornam os pratos ainda mais gostosos. No entanto, uma dupla é, sem dúvidas, a responsável pelos recheios salgados mais saborosos e procurados: o frango com Catupiry®!

Essa mistura protagoniza iguarias como tortas, pães, coxinhas , pizzas e muitas outras. Então, para celebrar esses dois queridinhos da culinária brasileira, separamos 10 receitas deliciosas e fáceis de preparar! Bom apetite!

Torta de frango com Catupiry® na frigideira

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 1 ovo
  • 1 xícara (chá) de leite
  • 4 colheres (sopa) de óleo
  • 6 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de maisena
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • Sal a gosto
  • Óleo para untar

Recheio

  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 2 xícaras (chá) de frango cozido e desfiado
  • 1 tomate picado
  • 1/2 lata de molho de tomate
  • Sal e cheiro-verde picado a gosto
  • 200g de queijo muçarela ralado
  • 1 xícara (chá) de Catupiry®

Modo de preparo

Aqueça uma panela com o óleo, em fogo médio, e frite a cebola e o alho até dourar. Junte o frango, o tomate, o molho, sal, cheiro-verde e refogue por 3 minutos. Deixe amornar. Bata no liquidificador o ovo, o leite, o óleo, a farinha, a maisena, o fermento e sal até homogeneizar. Despeje em uma frigideira grande untada e leve ao fogo baixo até firmar. Vire com cuidado e, sobre a massa, espalhe o refogado de frango, o queijo e o Catupiry®. Tampe e volte ao fogo baixo até derreter e firmar. Sirva em seguida.

Empadão de frango tradicional com Catupiry®

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 4 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) rasa de sal
  • 150g de manteiga
  • 2 ovos
  • 10 colheres (sopa) de água gelada (aproximadamente)

Recheio

  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • 1 cebola picada
  • 1 tomate picado
  • 1 cubo de caldo de galinha
  • 2 colheres (sopa) de extrato de tomate
  • 3 xícaras (chá) de frango cozido e desfiado
  • 1/2 lata de milho verde escorrido
  • 1/2 lata de ervilha escorrida
  • 1 colher (chá) de farinha de trigo
  • 1/2 xícara (chá) de água
  • Sal e salsa picada picada a gosto
  • 1 xícara (chá) de Catupiry®

Modo de preparo

Aqueça o azeite, em fogo médio, e doure a cebola. Junte o tomate, o caldo, o extrato e refogue por 2 minutos. Junte o frango, o milho, a ervilha e refogue por 3 minutos. Junte a farinha dissolvida na água, sal e salsa, mexendo até engrossar. Reserve.

Misture a farinha, o sal e a manteiga. Adicione 1 ovo e a água, misturando até formar uma massa. Se necessário, pingue mais água. Embrulhe em filme plástico e leve à geladeira por 30 minutos. Abra com um rolo entre 2 folhas plásticas e forre uma forma de 24cm de diâmetro de aro removível com parte da massa.

Espalhe o recheio e o Catupiry® por cima. Cubra com a massa restante em tiras, decorando. Pincele com o ovo restante e leve ao forno médio, preaquecido, por 30 minutos ou até dourar. Desenforme morna e sirva.

Croquete de frango com Catupiry®

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 4 xícaras (chá) de frango cozido e desfiado
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 1 colher (sopa) de margarina
  • 1 cubo de caldo de galinha
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo
  • 2 gemas
  • 1/3 de xícara (chá) de cheiro-verde picado
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 200g de requeijão tipo Catupiry®
  • 2 claras
  • 2 colheres (sopa) de água
  • 2 xícaras (chá) de farinha de rosca
  • Óleo para fritar

Modo de preparo

Passe o frango pela máquina de moer e reserve. Em uma panela, em fogo médio, aqueça o leite com a margarina e o caldo de galinha. Quando ferver, junte a farinha de uma vez, mexendo sem parar até engrossar. Retire do fogo e adicione as gemas, o frango desfiado, o cheiro-verde, sal e pimenta. Quando esfriar, abra um pouco da massa nas mãos, coloque o Catupiry® e feche modelando o croquete. Passe pelas claras ligeiramente batidas com a água, pela farinha de rosca e frite em óleo quente, aos poucos, até dourar. Escorra sobre papel-toalha e sirva em seguida.

Minipizza de frango com Catupiry®

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 2 tabletes de fermento biológico fresco (30g)
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1/2 colher (sopa) de sal
  • 1 e 1/2 xícara (chá) de água
  • 1/3 de xícara (chá) de óleo
  • 1 ovo
  • 500g de farinha de trigo (aproximadamente)
  • Farinha de trigo para enfarinhar
  • Óleo para untar
  • 1 xícara (chá) de molho de tomate
  • Orégano para polvilhar

Recheio

  • 3 xícaras (chá) de frango cozido e desfiado
  • 1 xícara (chá) de queijo mussarela ralado
  • 1 lata de milho verde escorrido
  • 2 tomates sem sementes picados
  • 1/2 cebola picada
  • 1 bisnaga pequena de Catupiry® (250g)

Modo de preparo

Em uma tigela, dissolva o fermento com o açúcar e o sal. Adicione a água, o óleo, o ovo e misture. Acrescente a farinha, aos poucos, e sove até formar uma massa homogênea e que desgrude das mãos. Se necessário, acrescente mais farinha. Cubra com um pano limpo e deixe descansar por 30 minutos. Divida a massa em 25 bolinhas, cubra e deixe descansar por mais 40 minutos. Em uma superfície lisa e enfarinhada, abra as bolinhas com o auxilio de um rolo até que formem discos de 8cm de diâmetro. Coloque, lado a lado, em uma fôrma grande untada, faça furos com um garfo, divida o molho entre elas e leve ao forno médio, preaquecido por 15 minutos, sem deixar dourar. Reserve. Para o recheio, em uma tigela, misture o frango, a mussarela, o milho, o tomate e a cebola. Divida o recheio entre as minipizzas e cubra com o Catupiry®. Volte ao forno por mais 10 minutos ou até derreter o queijo. Transfira para uma travessa, polvilhe com orégano e sirva.

Purê recheado com frango e Catupiry®

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 cebola em cubos
  • 1 dente de alho amassado
  • 2 xícaras (chá) de frango cozido e desfiado
  • 4 colheres (sopa) de extrato de tomate
  • 4 tomates sem sementes em cubos
  • 1 lata de milho verde escorrido
  • 5 colheres (sopa) de azeitona verde picada
  • Sal, pimenta-do-reino e cheiro-verde picado a gosto
  • 1 xícara (chá) de requeijão tipo Catupiry®
  • 1/2 xícara (chá) de queijo mussarela ralado
  • 5 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

Purê

  • 4 batatas
  • 1 xícara (chá) de leite quente
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Para o purê, cozinhe as batatas inteiras com casca em água fervente com sal por 15 minutos ou até amaciar, em fogo médio. Retire a casca e passe ainda quente pelo espremedor. Acrescente o leite, a manteiga, sal, pimenta e misture. Aqueça uma panela com o óleo, em fogo médio, e refogue a cebola e o alho por 2 minutos. Adicione o frango, o extrato, o tomate, o milho, a azeitona, sal, pimenta e cozinhe por 5 minutos. Retire do fogo e coloque cheiro-verde. Espalhe metade do purê no fundo de um refratário médio, distribua o refogado e coloque colheradas de Catupiry®. Cubra com o restante do purê e polvilhe com os queijos. Leve ao forno médio, preaquecido, por 25 minutos ou até gratinar. Sirva em seguida.

Canelone de berinjela com frango e Catupiry®

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 1/2 xícara (chá) de azeite
  • 25 fatias finas de berinjela na horizontal
  • Sal e manjericão fresco a gosto
  • 100g de queijo parmesão ralado

Recheio

  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1/2 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 peito de frango cozido e desfiado
  • 1/2 lata de milho verde escorrido
  • 1/2 lata de ervilha escorrida
  • 2 tomates picados
  • 2 xícaras (chá) de Catupiry®
  • Sal e salsa picada a gosto

Molho

  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1/2 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 lata de tomate pelado em cubos
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Em uma frigideira, em fogo médio, aqueça o azeite e doure as fatias de berinjela dos dois lados. Tempere com sal e deixe esfriar. Para o molho, em uma panela, em fogo médio, aqueça o óleo e frite a cebola e o alho por 3 minutos. Junte o tomate, sal, pimenta e cozinhe por 3 minutos, após levantar fervura. Reserve.

Aqueça uma panela com o óleo, em fogo médio, e frite a cebola e o alho por 2 minutos. Adicione o frango, o milho, a ervilha, o tomate e refogue por 5 minutos. Junte o Catupiry®, sal, salsa e deixe esfriar.

Em cada fatia de berinjela, coloque uma porção do recheio e enrole como rocamboles. Coloque em um refratário e cubra com o molho aquecido. Polvilhe com o parmesão e sirva decorado com manjericão.

Pão de batata de frango com Catupiry®

Reprodução / Guia da Cozinha

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Ingredientes

  • 1 colher (sopa) de sal
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 3 tabletes de fermento biológico fresco (45g)
  • 1 xícara (chá) de óleo
  • 2 xícaras (chá) de água morna
  • 2 batatas cozidas e espremidas
  • 1kg de farinha de trigo
  • Margarina para untar
  • 1 ovo para pincelar
  • Salsa desidratada para polvilhar

Recheio

  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 cebola picada
  • 1 tomate picado
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 1 colher (sopa) de salsa picada
  • 1 peito de frango cozido e desfiado
  • 250g de requeijão tipo Catupiry®

Modo de preparo

Em uma tigela, coloque o sal, o açúcar, o fermento e misture até dissolver por completo. Acrescente o óleo, a água morna, a batata espremida e misture. Adicione a farinha de trigo, aos poucos, amassando até a massa ficar firme e não grudar nas mãos. Sove a massa e modele bolinhas. Deixe descansar por 20 minutos ou até dobrar de volume e reserve.

Para o recheio, aqueça uma panela com azeite, em fogo médio, e frite a cebola até ficar macia e levemente dourada. Junte o tomate e refogue por 5 minutos. Tempere com sal, pimenta e a salsa. Acrescente o frango e refogue por mais 5 minutos. Desligue o fogo e deixe esfriar. Coloque o Catupiry® e misture.

Abra cada bolinha de massa na palma da mão e coloque 1 colher (chá) de recheio no centro. Feche em formato de bolinha, transfira para uma fôrma untada e deixe descansar por mais 20 minutos ou até dobrar de volume. Pincele com o ovo batido, polvilhe com salsa e leve ao forno médio, preaquecido, por 25 minutos ou até dourar. Espere esfriar e sirva.

Omelete de frango com Catupiry®

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 4 ovos
  • Sal a gosto
  • 1 colher (sopa) de cebola picada
  • 1 colher (sopa) de manteiga

Recheio

  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1/4 de cebola picada em cubos
  • 1 e 1/2 xícara (chá) de frango cozido e desfiado
  • 1 tomate sem pele e sem semente picado em cubos
  • 1 colher (sopa) de salsa picada
  • 1/2 xícara (chá) de requeijão tipo Catupiry®
  • Sal a gosto

Modo de preparo

Em um recipiente, bata os ovos com um garfo, até ficar homogêneo e misture com sal e a cebola. Em fogo médio, derreta a manteiga em uma frigideira, de preferência antiaderente. Despeje o conteúdo batido na frigideira e frite por 3 minutos de cada lado. Reserve. Em uma panela, em fogo baixo, derreta a manteiga e frite a cebola e o frango. Deixe dourar bem e junte o tomate e a salsa. Desligue o fogo e acrescente o requeijão. Acerte o sal. Coloque o recheio e dobre a omelete ao meio. Corte a omelete ao meio e sirva em um prato acompanhada de salada verde e tomate-cereja.

Coxinha de batata com frango e Catupiry®

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 3 xícaras (chá) de leite
  • 1 xícara (chá) de água
  • 4 colheres (sopa) de margarina
  • 1/2 colher (sopa) de sal
  • 2 xícaras (chá) de batata cozida e amassada
  • 1/2 xícara (chá) de maisena
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • Óleo para untar e fritar
  • 2 ovos batidos
  • 2 xícaras (chá) de farinha de rosca

Recheio

  • 3 colheres (sopa) de óleo
  • 1 cebola picada
  • 3 xícaras (chá) de frango cozido desfiado
  • 1 tomate picado
  • Sal e cheiro-verde a gosto
  • 2 xícaras (chá) de requeijão cremoso tipo Catupiry®

Modo de preparo

Para o recheio, aqueça uma panela com o óleo, frite a cebola e o frango, em fogo médio, por 3 minutos. Adicione o tomate, tempere com sal, cheiro-verde e refogue por mais 2 minutos. Acrescente o Catupiry®, misture, desligue e reserve.

Para a coxinha, aqueça em uma panela grande o leite, a água, junte a margarina, o sal e cozinhe em fogo médio, por 5 minutos ou até que comece a ferver. Adicione a batata cozida, a maisena e a farinha de trigo de uma só vez e misture com uma colher de pau até formar uma massa firme e soltar do fundo da panela. Se necessário adicione mais farinha. Desligue, transfira para uma superfície untada com óleo e espere esfriar.

Abra pequenas porções da massa com a mão, recheie com porções do recheio e feche, modelando as coxinhas. Passe nos ovos, empane na farinha de rosca e frite, aos poucos, em óleo quente até dourarem. Retire, escorra em papel-toalha e sirva.

Lasanha de frango com Catupiry®

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de margarina
  • 1 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 3 xícaras (chá) de peito de frango pré-cozido
  • 3 tomates picados
  • 1/2 xícara (chá) de cheiro-verde picado
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 500g de massa para lasanha pré-cozida
  • 400g de queijo mussarela ralado
  • 100g de queijo parmesão ralado

Molho de Catupiry®

  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 3 xícaras (chá) de leite
  • 300g de requeijão cremoso tipo Catupiry®
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo Derreta a margarina em uma panela e frite a cebola e o alho até dourar. Junte o frango desfiado, os tomates e cozinhe por 5 minutos em fogo baixo. Misture o cheiro-verde, tempere com sal e pimenta a gosto e reserve. Para o molho, em outra panela, derreta a manteiga, frite a farinha por 2 minutos e adicione o leite, aos poucos, mexendo sempre, até engrossar. Acrescente o catupiry, aos poucos, mexendo até derreter por completo. Desligue o fogo e tempere com sal e pimenta a gosto. Espalhe um pouco do molho em um pirex, cubra com a massa, o refogado, mussarela e molho, intercalando as camadas até terminar em massa e molho. Polvilhe com o parmesão e leve ao forno médio, preaquecido, por 35 minutos. Deixe descansar 15 minutos antes de servir.

Fonte: Guia da Cozinha

Fonte: IG Mulher

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8 provas de que você é cringe!

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8 provas de que você é cringe!
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8 provas de que você é cringe!

Em tradução literal, o termo inglês “cringe” quer dizer vergonhoso(a). No entanto, recentemente, a palavra tomou a internet para se referir a certos hábitos dos millennials que são considerados vergonhosos, dignos da chamada “vergonha alheia” pela geração Z.

Tudo começou quando a publicitária e influenciadora digital Carol Rocha , também conhecida como Tchulim, fez a seguinte publicação no Twitter:

Desde a publicação do tweet, a internet foi à loucura e os usuários protagonizaram um verdadeiro duelo entre millennials e geração Z. Afinal, o que um dia foi considerado descolado pelos millennials tem sido tachado como brega pela gen Z.

Quem é millennial e quem é geração Z?

De acordo com o Pew Research Center , os millennials, ou geração Y, são as pessoas nascidas entre 1980 e 1996. Já a geração Z, engloba os nascidos entre 1997 e 2010, ou seja, pessoas entre 24 e 11 anos.

Assim, o que separa os millennials da gen Z é considerado cringe , vergonhoso e até mesmo cafona.

Locadora de filmes VHS ou DVD? Cringe . Postar Stories de aniversário para os amigos? Cringe . Minimalismo? Muito cringe ! Abaixo, confira outros fatores que entregam, sim, que você é cringe .

8 provas de que você é cringe

1 – Harry Potter, Friends, Rouge e princesas da Disney fazem parte da sua vida!

Opa! Se você é fãs dos itens que listamos acima, saiba que você é cringe . Afinal, quais outros produtos midiáticos marcaram tanto uma geração quanto a obra de J.K.Rowling e as clássicas heroínas dos desenhos animados?

2 – “FDS” (abreviação de “fim de semana”) e “boletos” fazem parte do seu dia a dia

Admita: você não dispensa um bom fds ao falar sobre os planos de sábado e domingo no grupo de WhatsApp. E, claro, qual a melhor forma de se referir às contas senão dizer simplesmente “boletos”?

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3 – Você usa #, emojis e diz “rs”

Se você ilustra seus posts nas redes com hashtags (#), emojis e ainda diz “rs”, como abreviação da palavra “risos”, tenha certeza de que você faz parte do lado cringe da força!

4 – “Calça skinny, sapatilha e cabelo de lado? Quero!”

A famosa calça skinny e as sapatilhas são peças clássicas do guarda-roupa de um millennials. Já o famoso cabelo de lado foi, por muito tempo, marca registrada daqueles que hoje são considerados cringe .

5 – Não dispensa o café da manhã (nem o litrão)

Pois é! Segundo os usuários jovens do Twitter, um café da manhã completo e aquele litrão para terminar o dia denunciam uma coisa: o fato de você ser cringe .

7 – Adora saber tudo sobre os signos!

Se você é “a louca dos signos” e não sai nunca da nossa editoria de Mundo Místico , só existe uma explicação: você é millennial e, por consequência, cringe .

8 – Não sabe o que é “cringe”

Por fim, se você chegou até aqui e ainda não faz ideia do que signifca ser cringe , saiba que você com certeza absoluta é cringe !

No entanto, lembre-se que tendências vêm e vão e, portanto, o que é cool hoje pode ser cringe amanhã.

Fonte: IG Mulher

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Vale a pena remover uma tatuagem?

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Vale a pena remover uma tatuagem?
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Vale a pena remover uma tatuagem?

As tatuagens são cada vez mais comuns, sendo difícil encontrar alguém que não tenha pelo menos um pequeno desenho escondido pelo corpo. Aliás, há quem diga que a prática é “viciante”: após a primeira arte ser feita, fica difícil resistir à vontade de fazer outras!

Brincadeiras à parte, o mercado de tatuagens cresce cerca de 25% ao ano conforme dados divulgados pelo Sebrae, e permaneceu em alta mesmo com a pandemia. As buscas no Google pelo termo “primeira tatuagem” aumentaram no ano passado, justificando, assim, a alta procura pelo serviço.

Mas com o passar dos tempos, olhar para as marcas no corpo pode trazer um sentimento bastante indesejado: o arrependimento . Seja pelo impulso na hora de tatuar ou simplesmente por aquele desenho não fazer mais sentido com a sua vida atual, pode bater aquela vontade de voltar no tempo.

A causa do arrependimento

Na maioria das vezes, a pessoa se arrepende do desenho devido ao significado atribuído a ele ou por remeter a algum momento específico de sua vida. Quando esses dois possíveis motivos deixam de fazer sentido, é normal querer retirar a tatuagem do corpo, para esquecer daquilo.

Mas será que isso é mesmo necessário? Em alguns casos, pensar melhor e refletir sobre a decisão pode ser fundamental para entender que aquele registro fez parte de sua história e deve ficar ali, recordando algo que um dia foi bom.

No entanto, esse exercício de reflexão não terá o mesmo resultado para todos, visto que depende muito das particularidades de cada um. Então, se a escolha final for se livrar da tattoo, vá em frente!

Embora a máquina do tempo ainda não tenha sido inventada, existem recursos suficientes para resolver essa questão, que vão desde procedimentos estéticos para a remoção permanente da arte até mudar o desenho, ressignificando-o. Entenda mais!

Contornando o problema

Em 2015, Maria Antônia fez uma tatuagem em homenagem ao seu namorado da época, desenhando a letra inicial de seu nome “K”. O desenho resistiu aos anos, mas o relacionamento não. Com o término consolidado e um novo amor, não fazia mais sentido permanecer com a lembrança no pulso.

Ao conversar com um tatuador, a paulistana decidiu refazer a arte, escrevendo a continuação de uma palavra. “Kindess”, que significa “gentileza”, é a nova escrita de Maria. “Eu já tinha vontade de fazer essa tatuagem para ser como um lembrete sobre ser gentil, então, no final tudo deu certo”, comemora.

Cobertura

Outra forma de lidar com desenhos que não agradam mais é cobrindo-os por outros traços. Dessa forma, a tatuagem inicial será coberta por uma nova arte que virá em cima dela. Esse método, chamado Cover Up, é usado também para encobrir cicatrizes e marcas. A alternativa é valida para quem não deseja enfrentar técnicas mais invasivas e/ou possua desenhos que não podem ser complementados.

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Portanto, caso você não queira optar pela remoção total e se submeter aos métodos estéticos, vale pensar em alternativas que mudem ou complementem o desenho, de modo a alterar o significado atrelado a ele.

Quando vale a pena fazer a remoção?

Com tantos avanços, tornou-se bem mais fácil, prático e pouco dolorido remover uma arte permanente do corpo. Para esclarecer as principais dúvidas sobre a técnica, conversamos com a dermatologista Letícia Bortolini. Confira!

Alto Astral: Como funciona o processo de remoção da tatuagem?

Letícia Bortolini: Através do laser Pico Ultra 300, uma tecnologia ultrarrápida, a cor, seja qual for, é fragmentada em pedaços muito pequenos, facilitando sua eliminação. O alvo do laser é apenas o pigmento, então o procedimento é mais suave e não tem tempo de recuperação, ou seja, o paciente pode voltar imediatamente às atividades normais. Até mesmo tatuagens pré-tratadas e de difícil remoção podem ser eliminadas.

AA: Como são as sessões?

LB: Cada sessão dura entre 10 e 20 minutos, dependendo da superfície a ser tratada e do tamanho da tatuagem. Desde a primeira já é possível notar algum resultado. Mas as tatuagens mais coloridas e maiores precisarão de mais sessões para garantir uma eliminação adequada. Geralmente, são feitas entre 6 e 10 consultas com intervalos mensais, porém, vale lembrar que cada caso apresentará um grau de dificuldade diferente, estipulando um prazo individual.

AA: O procedimento causa dor?

LB: Sim. Assim como para fazer a tatuagem, a técnica é dolorida, mas aplicamos anestesia injetável, a qual melhora o conforto do paciente.

AA: A remoção deixará alguma cicatriz?

LB: Não. É muito incomum que o paciente fique com uma cicatriz na região, a menos que ela já existisse antes da tatuagem. Nesses casos, entretanto, após o procedimento, aplicamos uma espessa camada de pomada cicatrizante na área tratada e o paciente deve seguir algumas recomendações, como: evitar saunas, piscina e banheiras; após 48 horas, a área pode ser molhada, mas não deve ser esfregada, sempre usando sabonete neutro. A preocupação mais importante é não expor a área ao sol e, após a cicatrização, usar sempre protetor solar na região para não manchar.

Lembre-se que é fundamental conversar com um médico dermatologista antes de realizar qualquer intervenção para receber orientações corretas e evitar prejuízos à saúde!

Fonte: Letícia Bortolini, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD).

Fonte: IG Mulher

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DIU: entenda como funciona o método anticoncepcional

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DIU: entenda como funciona o método anticoncepcional
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DIU: entenda como funciona o método anticoncepcional

Há algumas semanas, a ex-BBB Hana Khalil comentou em suas redes sociais que colocou o dispositivo intrauterino, popularmente conhecido como DIU, para tratar a endometriose . A influenciadora revelou que investiu nesse método contraceptivo para aliviar os sintomas da doença, que incluem fortes cólicas , ciclos menstruais desregulados e uma tensão pré-menstrual ( TPM ) intensa.

Segundo a apresentadora, o modelo mais indicado pelo médico foi o Kyleena Hormonal, uma vez que a endometriose precisa ser tratada através de hormônio . “Como não me adaptei ao anticoncepcional, quando usei três anos atrás, preferi botar o Kyleena”, disse.

Porém, não foi só Khalil que aderiu ao DIU. A cantora Marília Mendonça , por sua vez, usou as redes para relatar sobre seu problema com a acne, que surgiu desde que começou a utilizar o DIU Hormonal.

A sertaneja contou em seu Instagram: “Seca uma e nascem oito. Não paro de ter espinha. Eu uso DIU por motivos de fluxo, e [a acne ] não para. Minha pele, mesmo cuidando direitinho, fazendo tudo certinho, todos os protocolos, não para. Ah, e cuidando da alimentação também, e bebendo muita água, porque eu bebo água o dia inteiro”, explica.

Dessa forma, através dos relatos das celebridades , é possível perceber que esse método anticoncepcional tem diversos prós e contras. Como milhares de mulheres passam pelas mesmas situações que as famosas ao optar pelo DIU, é muito importante entender seus impactos no organismo e sua atuação no tratamento de doenças, como a endometriose.

Com isso, primeiramente, é necessário assimilar o que é de fato o DIU. Segundo a ginecologista e obstetra Evelyn Prete, o DIU é um método anticoncepcional que tem sua aplicação invasiva, sendo colocado no útero . “É considerado um procedimento e pode ser feito no próprio consultório médico, sem anestesia, ou em um ambiente hospitalar, com sedação. Tudo depende da escolha da paciente e da sua tolerância à dor. Ele tem como função a anticoncepção”, explica.

Trata a endometriose?

De acordo com César Paezo, ginecologista e obstetra, o DIU atua no alívio dos sinais da endometriose. “É um distúrbio em que o tecido que normalmente reveste o útero cresce fora do órgão. Na endometriose, o tecido pode estar presente nos ovários, nas tubas uterinas, na bexiga , no intestino e em outros órgãos. O DIU, pequeno objeto de plástico em formato de T que funciona como contraceptivo, é eficaz no tratamento dessa condição”, aponta.

O profissional afirma que o modelo hormonal de levonorgestrel, mais conhecido como Mirena, libera pequenas quantidades de progesterona no útero, o que causa a regressão do tecido endometrial e gera um efeito significativo na diminuição dos sintomas de portadoras da doença ou mesmo o desenvolvimento da endometriose.

E a acne?

Prete afirma que é possível sofrer de acne com o DIU Mirena. “Esse tipo de DIU é feito com o hormônio progesterona, e ele é muito ruim para a pele e o cabelo das mulheres. O progesterona deixa a pele um pouco mais oleosa, causando a tendência de obter acnes”, afirma.

Ela também alerta que para as que já possuem essa tendência, podem sofrer um pouco mais nesse quesito, mas não é uma regra. “Há mulheres que colocam, se adaptam nos primeiros meses e, depois, ficam com a pele normal”, clarifica.

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Benefícios do DIU

Segundo a ginecologista, o DIU é um dos métodos contraceptivos com maior eficácia, possui uma taxa de falha muito pequena em relação, por exemplo, à pílula anticoncepcional , ao preservativo e ao anel vaginal. “Além disso, ele tem a opção de ser um método não hormonal, como no caso do DIU de cobre, que não vai nenhum tipo de hormônio”, ela alerta.

Porém, ainda temos a opção com hormônio, o DIU Mirena, para aquelas pacientes que desejam um melhor controle sobre a menstruação e ainda uma eficácia maior em relação à proteção contra gravidez.

Além disso, o DIU Mirena diminui a incidência de câncer de endométrio, mas isso é algo discutível, porque de acordo com a obstetra, não é algo que seja a sua função primordial. “A questão não é se ele previne doenças, mas, sim, o fato de que ele não causa nenhuma, não tem relação com trombose ou outros efeitos cardiovasculares que o anticoncepcional combinado tem”, esclarece.

No entanto, de maneira geral, não é possível prevenir doenças com eles. E também não previnem infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Portanto, lembre-se: a função primordial deles é a contracepção.

Malefícios

Segundo a profissional, os malefícios vão de acordo com cada tipo de DIU. Os tipos de DIU não hormonal, como o de cobre, causam uma inflamação um pouco mais acentuada da camada interna do útero, fazendo com que as mulheres tenham mais cólicas e um fluxo menstrual aumentado. “Inclusive, para minimizar alguns desses efeitos colaterais, foi criado também o DIU de cobre com prata, sendo uma alternativa para mulheres que já menstruam bastante e já sofrem de cólica, mas, mesmo assim, querem usar um método não hormonal”, explica.

Os malefícios dele são cólicas discretas e aumento do fluxo menstrual. Ele não serve para controle de TPM e também não reduz o ciclo.

O Mirena também não vai servir para controle de TPM, até porque não inibe a ovulação em todas as mulheres. “Mesmo as que venham a ficar amenorreias podem ter os chamados “escapes menstruais”, que são pequenos sangramentos irregulares, que podem durar dias ou mais de uma semana”, alerta.

Dessa forma, não vai haver um controle de 100% do fluxo menstrual, porque vai ficar imprevisível quando ela ira menstruar ou não. Além disso, Evelyn Prete explica que não é um bom método para tratamento de efeitos colaterais, como melhora de pele e cabelo .

Fontes: Evelyn Prete, ginecologista e obstetra, formada em Medicina pela Universidade Cidade de São Paulo, com residência em Ginecologia e Obstetrícia pela Maternidade Jesus; César Patez, ginecologista obstetra especialista em laparoscopia, histeroscopia, endometriose e cirurgia íntima feminina.

Fonte: IG Mulher

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