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12 filmes indicados por Vera Fischer, a cinéfila mais querida do Twitter

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Se você está entediado nesta quarentena, comece a seguir a atriz Vera Fischer agora mesmo. Por lá, ela tem se tornado a cinéfila mais querida da web porque dá várias dicas de filmes, livros e séries para os seus seguidores. Além de uma belíssima foto sua, Vera também posta a foto da obra e faz uma breve resenha sobre ela. 

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O iG fez uma lista com 12 filmes indicados por  Vera Fischer para todos os gostos – tem filme de época, de ação, comédia, terror e até animação. Confira:

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1. “Judy”, de 2019

Reprodução/Twitter

“July”


“É devastador. O longa se passa em 1968, quando Judy, sem conseguir mais trabalho em Hollywood, aceita estrelar uma turnê em Londres. Enfrenta, além de crise financeira, problemas amorosos e a dependência em álcool e remédios”, resume Vera. 

Ela ainda reflete sobre ser um artista famoso: “A máquina não pára, temos que seguir sempre trabalhando, não importa a dor que isso causa ao nosso corpo e à nossa alma.” 

“Às vezes, conseguimos dar a volta por cima, às vezes não. Judy não conseguiu. Morreu aos 47 anos. Vida dura à dela”, disse, referindo-se à vida real de Judy Garland , que inspira o filme. 

2. “La La Land”, de 2016

La La Land
Reprodução/Twitter

La La Land


“E porque não ver um musical glorioso?! Cheio de luz e cores. Músicas lindas. Para os senhores que acreditam no amor.  Para os apaixonados que acreditam nos sonhos. ” La La Land ” é um apaixonante tesouro cinematográfico para todas as idades.”

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3. “Parasita”, de 2019

Parasita
Reprodução/Twitter

Parasita


A atriz comemorou a vitória de ” Parasita ” no Oscar e recomendou que todos assistissem. “Finalmente, o Oscar acordou. ‘Parasita’, o grande vencedor da noite, começou dando o prêmio de roteiro original para Bong Joon Ho, que agradeceu: ‘Esse é o primeiro Oscar da Coreia do Sul'”.

4. “Toy Story 4”, de 2019

Toy Storie 4
Reprodução/Twitter

Toy Storie 4


“Adorei ‘ Toy Story 4 ‘ ter ganho como melhor animação. Lembro, com carinho, das aventuras de Woody e Buzz, nos primeiros filmes que eu e meu filho Gabriel víamos, quando criança, quase todas as noites. Amei Elton John ao piano levantando a galera.”

5. “Contágio”, de 2011

Contágio
Reprodução/Twitter

Contágio


“De quarentena, como todos, vi 1 filme muito bom chamado ‘Contágio’ com Arnold Schwarzenegger e Abigail Breslin . É a história de uma adolescente que é contaminada por um zumbi, numa pequena cidade americana. Mas a sua transformação demora seis meses para se completar.”

6. “A Qualquer Preço”, de 2014

A Qualquer Preço
Reprodução/Twitter

A Qualquer Preço


“Às vezes eu vejo um filme que é amargo. Quer dizer que não é bom? Não”, reflete a atriz, que logo depois dá uma resenha detalhada do filme:

“É filmado de uma forma estranha, diferente e árida. ‘À qualquer preço’ (no original ‘I am Here’), defendido com força por Kim Basinger e Peter Dinklage, é um filme bastante perturbador. Trata-se de uma empresária bem-sucedida que já conseguiu tudo na vida, menos uma coisa: ter um filho. Depois de sofrer mais um aborto, o médico a informa que ela está velha demais pra carregar uma criança. Devastada e incapaz de aceitar o seu destino, ela sai numa busca desesperada e perigosa para realizar o seu maior desejo: ser mãe.
Bom, à partir daí, acontecem coisas que… Ah, só vendo o filme!”

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7. “Cinderela em Paris”, de 1957

Cinderela em Paris
Reprodução/Instagram

Cinderela em Paris


“Que tal começarmos uma semana dedicada à querida atriz Audrey Hepburn ?
Para hoje ‘Cinderela em Paris’. É um filme que, hoje e sempre, mantém o encantamento”, declara Vera.

8. “ O Piano”, de 1993

O Piano
Reprodução/Twitter

O Piano


“Quem ainda não viu o filme ‘O Piano’, da diretora Jane Campion, tem que ver.
Filmado nas praias e nas florestas da Nova Zelândia, com Holly Hunter (maravilhosa) e Harvey Keitel , também excelente. Amo este filme!”

9. “1900”, de 1976

1900
Reprodução/Twitter

1900


“Pessoal, hoje vamos com 1 filme forte, emocionante e comovente.
‘1900’ de Bernardo Bertolucci. A natureza humana e sua constante luta contra a tirania e opressão. Robert de Niro, Gérard Depardieu, Donald Sutherland, etc..
Grande filme!”

10. “Florence”, de 2016

Florence
Reprodução/Twitter

Florence


“E no sabadão, vamos amenizar o clima, com um filme leve e divertido, com a maravilhosa Meryl Streep e Hugh Grant .  Já viram ‘Florence, Quem é essa Mulher?'”

11. “A Orfã”, de 2009

A Orfã
Reprodução/Twitter

A Orfã


“Nesta época, vale à pena ver um filme de terror ? Eu acho que vale.
Principalmente, quando se trata de uma narrativa trágica e magnética, onde o horror físico e mental se confundem. Mistério, suspense e terror psicológico. É pra quem gosta do gênero.”

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12. “Simplesmente Amor”, de 2003

Simplesmente Amor
Reprodução/Twitter

Simplesmente Amor


“Perguntaram se eu não gosto de comédias… É claro que eu gosto!
Vi um filme imperdível, de 2003, ‘ Simplesmente Amor ‘, muita emoção, paixão e bom humor. Eu simplesmente adoro o Hugh Grant! o amor assume todas as formas. Não tem definição. Tem que ver.”


Fonte: IG GENTE

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A luta antirracista narrada em 5 livros de autores negros

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As recentes manifestações  contra o racismo, principalmente nos Estados Unidos e Brasil, nos convidam a refletir sobre essa questão e a apoiar o movimento antirracista . E algumas das principais formas de fazer isso é estudando e, sobretudo, prestigiando o trabalho de artistas negros. 

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Por isso, o iG Gente reuniu alguns livros que abordam a questão do racismo e, o mais importante: que foram escritos por negros e contam a história de negros.

1. “Úrsula”, de Maria Firmina dos Reis

Livro de Marina Firmina dos Reis
Reprodução/EditoraTaverna

Livro de Marina Firmina dos Reis


O livro é considerado o primeiro romance publicado por uma mulher no Brasil. De 1859, é também o primeiro romance abolicionista da literatura brasileira e o primeiro romance da literatura afro-brasileira. Maranhense, Maria Firmina dos Reis escreveu sobre a história de amor impossível entre Úrsula e Tancredo, denunciando injustiças sociais da época – que ainda são bastante atuais.

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2. “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro

Livro de Djamila Ribeiro
Reprodução/Companhia das Letras

Livro de Djamila Ribeiro


Muito mais jovem e didático que “Úrsula”, o livro de Djamila Ribeiro reúne várias dicas para combater o racismo – elas são preciosas, sobretudo, para pessoas brancas. “No Brasil, há a ideia de que a escravidão aqui foi mais branda do que em outros lugares, o que nos impede de entender como o sistema escravocrata ainda impacta a forma como a sociedade se organiza”, diz em um dos capítulos. 

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3. “Bucala: A pequena princesa do quilombo do cabula”, de Davi Nunes

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana
Reprodução/UNEB

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana


Para que a mensagem antirracista chegue também às crianças , várias obras infantis valorizam a cultura negra. Escrita por Davi Nunes, a obra resgata a história de um quilombo de Salvador, o Cabula, através da figura de uma princesa. Com o cabelo crespo em formato de coroa de rainha, ela possui poderes que protegem o quilombo dos escravocratas e capitães do mato.

4. “Na Minha Pele”, de Lázaro Ramos

Reprodução/Instagram/Acervo Literário

“Na Minha Pele” mostra a trajetória de Lázaro Ramos na arte e como lutar contra o preconceito


Já bastante conhecido por atuar em várias novelas e filmes, Lázaro já escreveu alguns livros. Um deles é “Na Minha Pele”, de 2017. Mesmo não sendo propriamente uma autobiografia, o autor narra as memórias de sua vida, propondo muitas reflexões. Ele chega a citar, inclusive, sua esposa, a atriz Taís Araújo , que também é negra e que já passou por cituações parecidas com as suas por causa do racismo.

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5. “Quando me descobri negra”, de Bianca Santana

Bianca Santana
Reprodução/SESI-SP

Bianca Santana


A escritora e professora Bianca Santana reúne uma série de relatos sobre experiências pessoais e ouvidas de outras mulheres e homens negros. “Tenho 30 anos, mas sou negra há dez. Antes, era morena .” começa o livro, que denuncia o racismo velado e narra um processo de descoberta que pode ser doloroso, mas que também é libertador. 

Fonte: IG GENTE

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Youtuber que devolveu filho adotivo autista perde patrocínios

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Nos Estados Unidos, um casal de youtubers anunciou recentemente uma decisão polêmica.  Myka Stauffer e o marido, James, devolveram um filho adotado há três anos por eles após descobrirem que o grau de autismo do garoto chinês, hoje com cinco anos, era maior do que suspeitavam.

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Myka Stauffer e James
Reprodução/Youtube

Myka Stauffer e James


Myka Stauffer e o marido explicam o motivo que levou à decisão em um vídeo no canal do Youtube. O pequeno, chamado Huxley, foi adotado em 2017, quando ele tinha quase dois anos.

“A adoção internacional, às vezes tem o desconhecido, coisas que não estão transparentes na ficha. Quando o Huxley chegou em casa havia muito mais necessidades especiais que não sabíamos. Nos últimos anos ele esteve em uma série de terapias e nós tentamos ajudá-lo como pudemos. Nós nunca quisemos ficar nessa posição, nós tentamos ajudá-lo o máximo possível, nós o amamos de verdade”, disse James.

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Segundo o vídeo, a criança já está com uma nova família. “Após uma série de avaliações, vários profissionais de saúde disseram que ele precisa de mais. Tem sido muito difícil. Eu quero dizer para vocês o que está acontecendo. Eu me sinto um fracasso como mãe? Sim, 500%. Esta jornada foi a coisa mais difícil que eu já passei. Após colocar nosso coração nesse menino”, afirmou a youtuber Myka.

O casal, que tem outros quatro filhos biológicos, fez vários vídeos com o garoto chinês nestes três anos que estiveram juntos. Por isso, muita gente tem acusado Myka e James de terem usado a criança para ganhar visibilidade e likes nas redes sociais.

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A notícia repercutiu negativamente e Myka acabou perdendo muitos patrocinadores. Kate Hudson , atriz e dona de uma marca de roupas, falou nas redes sociais que a parceria com a youtuber acabou. A Mattel  informou que não trabalha mais com a família Stauffer. Outras marcas como, Playtex Baby, Suave, Big Lots e Chili’s também encerraram as parcerias com Myka.

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Fonte: IG GENTE

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Lombardi fala de comentários “equivocados” sobre Nanda Costa em “Salve Jorge”

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Nesta segunda-feira (1), Rodrigo Lombardi bateu um papo numa live com Nanda Costa , com quem contracenou na novela ” Salve Jorge “, em 2012. Os atrores, que deram vida ao casal Theo e Morena, aproveitaram a conversa para relembrar bastidores e dificuldades vividas durante as gravações.

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Novelas brasileiras no exterior


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Eles falam sobre como foi intepretar um casal na telinha. “Imagina, primeira novela protagonista! Nunca tinha nem pensado, nem sonhado, para mim era uma coisa distante. Estava fazendo uma carreira no cinema, mas não tinha pensado que seria uma mocinha de novela”, disse Nanda.

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“Eu via uma preocupação em você de saber ‘não posso errar’, porque às vezes a oportunidade passa uma vez só. Acho que, quando a novela foi para Portugal, o título era melhor, porque ‘A Guerreira’ é a história dessa novela, sobre o seu personagem, que teve uma história incrível, uma trajetória muito difícil de ser realizada. Você tinha a preocupação de não deixar a história cair”, conta Rodrigo.

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Os dois ainda lembraram que a novela recebeu muitas críticas na época em que foi exibida, mas que conseguiram terminar a trama com um saldo positivo. “Você conduziu essa história lindamente, de uma maneira que poucas atrizes carregariam esse movimento nas costas. Sempre conseguia se reinventar”, elogiou Rodrigo. “Você pegou a novela nas costas e carregou um elenco de cento e tantas atores, sem deixar essa história cair. Você aguentou tantos olhares desviados e comentários equivocados a respeito do seu trabalho”, completou o ator, que atribui a volta por cima ao talento de Nanda.

Confira o bate-papo completo entre Nanda Costa e Rodrigo Lombardi

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Episódio 6 @nandacosta

Uma publicação compartilhada por Rodrigo Lombardi (@rodrigolombardi) em 1 de Jun, 2020 às 5:35 PDT



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