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214 milhões de usuários do Facebook, Instagram e LinkedIn têm dados vazados

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Olhar Digital

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Dados foram expostos por banco vulnerável

Uma falha de configuração em um banco de dados causou o vazamento de mais de 400 GB de informações públicas e privadas de 214 milhões de usuários do Facebook , Instagram , LinkedIn e outras redes sociais. De acordo com o site Threatpost , contas de celebridades e influenciadores também foram atingidas.

Os dados incluíam fotos de perfil, número de seguidores e de comentários, configurações de localização, informações de contato (e-mail e telefone) e profissionais (nome da empresa e cargo) e hashtags mais usadas, entre outros.

O servidor, de propriedade da empresa chinesa SocialArks, estava sem proteção de senha ou criptografia , revelaram pesquisadores do Safety Detectives. A falha foi descoberta durante uma checagem de rotina em endereços IP de bancos de dados potencialmente vulneráveis. Este, em particular, continha mais de 318 milhões de registros de usuários:

“Nosso time de pesquisadores conseguiu identificar que toda a informação vazada foi extraída de plataformas de redes sociais, o que é antiético e também uma violação dos termos de serviço do Facebook, Instagram e LinkedIn”, afirmaram os integrantes do Safety Detective, após investigar o vazamento nas redes.

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Ao todo, foram detectados 11.651.162 perfis de usuários do Instagram, 66.117.839 do LinkedIn e 81.551.567 do Facebook. Outros 55.300.000 perfis da rede social de Mark Zuckerberg foram deletados horas depois que o servidor vulnerável foi descoberto.

Os pesquisadores ficaram surpresos ao descobrir que o banco de dados armazenava informações privadas, que os usuários optaram por não revelar publicamente. “Não sabemos como a SocialArks conseguiu ter acesso a essas informações, obter dados privados de várias fontes seguras. Além disso, o servidor da companhia estava totalmente desprotegido”, informaram.

A empresa implementou medidas de segurança no banco de dados que originou o vazamento dos dados das redes sociais no mesmo dia em que a equipe do Safety Detectives alertou sobre a falha.

Falha semelhante

Esta não foi a primeira vez em que um servidor da SocialArks é afetado por vazamento. Em agosto de 2020, uma falha semelhante afetou 150 milhões de usuários do Facebook , LinkedIn e Instagram . Também foram coletados dados públicos, como nomes, país de residência, informações profissionais e de contato.

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Megavazamento pode trazer prejuízos a todos os brasileiros; saiba o que fazer

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Dados vazados expuseram quase todos os brasileiros
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Dados vazados expuseram quase todos os brasileiros

O vazamento que expôs dados de quase todos os brasileiros , ultrapassando 220 milhões de CPFs tem deixado muita gente preocupada. E não é para menos: muito pior do que se esperava , o banco de dados inclui várias informações de cada uma dessas pessoas – vivas ou mortas -, como foto, endereço, telefone, e-mail e salário.

O problema é que, com tanta gente exposta, fica difícil saber quem está no meio e pode sofrer as possíveis consequências. Marco DeMello, presidente executivo da PSafe, empresa que foi a primeira a reportar o caso, disse ao Estadão que, dada a magnitude do vazamento , é difícil que algum brasileiro tenha ficado de fora. “A essa altura, todos os CPFs brasileiros estão nessa base de dados roubada. Estão lá meus familiares, meus sócios, minha equipe e qualquer coisa que eu pesquiso nos extratos. É assustador”, afirmou.

De acordo com apuração do Tecnoblog, todos os 223 milhões  CPFs estão expostos gratuitamente, enquanto o restante dos dados está à venda na internet por valores que variam de US$ 0,075 a US$ 1 por CPF.

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Isso significa que as informações podem ser compradas por cibercriminosos , que podem usá-las para aplicar diversos tipos de golpes, sobretudo os financeiros.

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Com os tipos de dados presentes no vazamento, é possível que os golpistas assumam a identidade da vítima para fazer uma dívida, por exemplo. Além disso, é possível que as informações sejam usadas para praticar a chamada engenharia social, convencendo a vítima de que ela precisa passar mais dados – ou até dinheiro. Um CPF e um endereço roubados podem, por exemplo, serem usados para gerar um boleto tão legítimo que a vítima vai acreditar que deve pagá-lo.

Outra opção é que os criminosos usem dados de pessoas com mais visibilidade, como políticos ou executivos de alto cargo para extorquir dinheiro.

Por isso, é preciso que todas as pessoas estejam atentas a movimentações em contas e contatos por telefone, e-mail ou mensagem que sejam suspeitos. Caso algo fora do comum aconteça, o ideal é formalizar um boletim de ocorrência.

Por enquanto, ainda não se provou de onde vieram os dados vazados . Informações presentes no banco ligam as informações à empresa de análise de crédito Serasa Experian . A companhia nega relação e diz investigar o caso.

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YouTube bloqueia vídeo de Eduardo Bolsonaro sobre ivermectina

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YouTube deleta vídeo de Eduardo Bolsonaro
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YouTube deleta vídeo de Eduardo Bolsonaro

O YouTube bloqueou um vídeo do canal do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL) sobre o uso de ivermectina para o tratamento de Covid-19 . O próprio deputado foi quem divulgou o ocorrido em sua conta no Twitter.

No vídeo, um médico fala sobre o uso de ivermectina no tratamento da Covid-19. Em seu perfil no Instagram , Eduardo publicou o mesmo conteúdo e escreveu: “ivermectina para tratamento profilático e precoce tem tido altíssimo sucesso de cura”. Vale lembrar que o medicamento não possui eficácia comprovada para curar ou prevenir a doença causada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Apesar do vídeo estar ativo no Instagram do deputado, o mesmo não aconteceu no YouTube , que bloqueou o conteúdo. A plataforma vem  demonstrando esforço em excluir vídeos que desinformem os usuários a respeito da pandemia.

Ainda no Twitter, Eduardo Bolsonaro disse que está estudando com sua advogada “o que pode ser feito acerca desta e de outras situações semelhantes”.

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Mulher é sequestrada nos EUA e encontrada graças ao Apple Watch que usava

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Mulher sequestrada nos EUA é encontrada graças ao Apple Watch
André Lucena

Mulher sequestrada nos EUA é encontrada graças ao Apple Watch

Uma mulher que havia sido sequestrada em um estacionamento foi encontrada pela polícia de Selma, no Texas, Estados Unidos, graças a uma funcionalidade do  Apple Watch que permite rastrear a localização .

A mulher havia discutido com um homem chamado Adalberto Longoria no dia 16 de dezembro de 2020 pois ele se recusou a entregar a chave de um caminhão e disse a ela para tirar suas coisas da carroceria do veículo. Quando ela foi fazer isso, Longoria teria se sentado no banco do motorista e ido embora com ela ainda na caçamba do caminhão. A vítima disse à polícia que ele parecia estar bêbado.

Cerca de 10 a 15 minutos depois, a mulher ligou para sua filha pelo Apple Watch dizendo que um homem a havia sequestrado e queria machucá-la. Enquanto ela falava com a filha, o relógio inteligente foi repentinamente desconectado.

A mulher afirmou que gritou para Adalberto Longoria parar enquanto ele pisava no freio várias vezes, fazendo-a cair na caçamba do caminhão. Ela contou à polícia que o motorista ria toda vez que fazia isso.

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Ao dizer para ele que havia falado para a filha chamar a polícia, Longoria encostou o caminhão e finalmente a deixou sair. Ela, no entanto, disse que estava desorientada e não sabia exatamente onde estava. A filha chamou a polícia e disse que ouviu gritos vindos do estacionamento, mas não sabia para onde sua mãe foi levada.

Os policiais usaram um ping de emergência no celular para rastrear o Apple Watch da mulher. O relógio inteligente mostrou a localização da vítima, mas quando a polícia chegou o motorista do caminhão saiu correndo e pulou uma cerca para escapar. Ele só foi localizado e preso pela polícia na última quarta-feira (20), e agora enfrenta a acusação de sequestro.

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