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A nova Honda CBR 650R na pista

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A esportiva Honda CBR 650R em ação no circuito Haras Tuiuti. O novo farol duplo tem inspiração na superesportiva Honda CBR 1000RR Fireblade

Apresentada no Salão Duas Rodas no ano passado, finalmente a nova Honda CBR 650R pôde ser avaliada na pista, depois que seu lançamento oficial, que seria em abril deste ano, foi adiado.

Durante a apresentação oficial da Honda CBR 650R , que  ocorreu em uma live pela internet , as alterações no modelo que permitiram a troca da letra “F” no seu nome anterior pelo “R” – letra essa que indica uma boa disposição as pistas (Racing) -, foram descritas, mas só mesmo pilotando em uma pista essas novidades poderiam ser verificadas.

Antes de sair com a Honda CBR 650R para avaliação de pista, o papo entre os jornalistas e os técnicos da Honda foi meio nostálgico, lembrando a chegada da icônica Honda CB 600F Hornet , ainda com carburador e farol convencional circular. Apesar de suas características que atualmente seria consideradas deficiências, a Hornet era uma motocicleta muito agradável e popularizou o motor de quatro cilindros modernos entre os brasileiros.

Sua evolução, com visual renovado, farol streetfighter e injeção de combustível, realmente era muito melhor, mas ficava a saudade da carburada anterior. A motocicleta foi tão bem aceita que o Brasil foi o mercado onde mais se vendeu Hornet no mundo.

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Foi em 2014 que chegou a sua substituta, a Honda CB 650F, juntamente com sua versão esportiva CBR 650F. Lembro que cheguei a achar que a nova motocicleta, mesmo com seu motor de maior cilindrada e mais tecnologia, era mansa demais para substituir a fogosa Hornet, que tinha o motor derivado da superesportiva Honda CBR 600RR. Mas essa imagem foi corrigida com a chegada da nova geração das 650, em 2017, quando pude experimentá-las no ótimo circuito dos Cristais , em Curvelo, Minas Gerais.

Desta vez, no entanto, a família Honda 650 está ainda melhor, com muitas alterações tecnológicas importantes. A naked Honda CB 650F, que cedeu seu lugar para a nova CB 650R NSC, passa a integrar também a família Neo Sports Café, inaugurada pela Honda CB 1000R , e que estará aqui na próxima semana, em uma avaliação de estrada. Hoje teremos a esportiva Honda CBR 650R, em uma avaliação no circuito Haras Tuiuti.

Bem diferentes em sua concepção, o circuito de Tuiuti é estreito, com curvas fechadas e cheio de aclives e declives, enquanto que o circuito dos Cristais é largo, longo e plano, com muitas curvas muito longas e abertas. Mesmo assim foi possível perceber a melhor dirigibilidade esportiva da nova Honda CBR 650R, que fez por merecer o “R” ao final do seu nome.

O circuito me pareceu bastante favorável à nova Honda CBR 650R, pois ela se mostrou extremamente estável mesmo em uma sequência de curvas fechadas. Um dos motivos pela melhor adaptação às pistas foi a alteração da parte posterior do quadro tubular de aço, onde é acoplada a balança da suspensão traseira. Essa modificação foi também responsável pela redução de 1,9 kg no peso total da motocicleta.

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Mais importante, no entanto, foi a adoção da suspensão dianteira com garfo invertido, uma Showa SSF (Separated Function Fork, uma bengala age como amortecedor e a outra age como mola). Nos freios, a Honda CBR 650R passa a ter cáliperes de quatro pistões fixados radialmente na roda dianteira. Com essas alterações, a posição de pilotagem ficou levemente mais esportiva, e também mais confortável na pista, com o avanço de 30 mm na posição dos dois novos semi-guidões.

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Melhor posição de pilotagem em um novo banco de duas partes

A Honda CBR 650R passa a ter também o sistema de controle eletrônico de tração HSTC – Honda Selectable Toque Control, que limita a perda de aderência na roda traseira em acelerações mais fortes em pisos de baixa aderência (desligável por um botão no punho equerdo do guidão), e a embreagem deslizante de acionamento assistido. Tem ainda o sistema de emergência Emergency Stop Control, que aciona o pisca-alerta por alguns segundos em frenagens fortes acima de 56 km/h.

Visualmente, a Honda CBR 650R está fácil de ser diferenciada da anterior CBR 650F, principalmente pelos novos faróis inspirados na superesportiva maior da marca, a Honda CBR 1000RR Fireblade. O painel de instrumentos, do tipo blackout LCD, tem agora shift light, que indica a melhor rotação para a troca de marcha, configurada pelo piloto, e indicador digital de marchas. A Honda CBR 650R está disponível nas cores vermelho e cinza e tem preço de R$ 41.080.

Fonte: IG CARROS

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Conheça os novos elétricos da Volkswagen, como o novo VW ID.3

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A Volkswagen começa a entrega do modelo hatch ID.3 elétrico para consumidores europeus com una meta de 70 mil veículos/ano

A Volkswagen está prestes a iniciar as entregas do hatch VW ID.3 e, ao mesmo tempo, vai iniciar a produção do SUV IID.4 na Europa. São dois dos principais modelos da nova linha VW desenvolvida especialmente para serem elétricos. E devem ser os principais veículos eletrificados que poderão ser lançados pela empresa no Brasil a partir de 2022.

O VW ID.3 Pro-Performance, principal versão, está equipado com uma bateria de 58 kWh e sistema de tração traseira com 200 cv de potência. O modelo terá outras duas opções de baterias: 46 kWh ou 77 kWh, sempre com motor de 200 cv. A autonomia pode variar entre 330, 420 e 550 quilômetros, conforme a bateria. De acordo com a marca, é possível realizar em 30 minutos uma recarga para rodar aproximadamente 290 quilômetros.

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O CEO da VW, Herbert Driess, na foto com a filha, testou o ID.3 numa viagem de férias da Alemanha para a Itália

A montadora alemã vai produzir cerca de 70.000 veículos elétricos ID.3 este ano. Em julho, a VW entregou 150 carros elétricos ID.3 aos funcionários para um teste de resistência final antes da remessa aos clientes. Um dos testes foi realizado pelo presidente mundial da VW, Herbert Driess, que aproveitou o modelo ID3 para uma viagem de férias à Itália.

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Agora, as atenções da montadora voltam-se também para o VW ID.4 , o futuro SUV elétrico da Volkswagen. Os seus dados já confirmados indicam a velocidade de 160 km/h, utilizando um motor elétrico de aproximadamente 200 cv de potência. O carro é capaz de rodar até 500 km com apenas uma carga.

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O SUV elétrico ID.4 terá sua produção iniciada neste segundo semestre na Europa para entrega no início de 2021

As suas dimensões mostram que ele mede: 4,59 m de comprimento, 1,85 m de largura, 1,63 de altura e tem entre-eixos de 2,76 m. A título de comparação, ele será um pouco maior que o Nivus, o mais recente lançamento da marca no segmento de utilitários esportivos.

O ID.4 terá também uma versão com tração integral no modelo chamado ID.Crozz. Será equipado com dois motores elétricos, sendo um para cada eixo, que vão possibilitar 302 cv e chegar a uma velocidade máxima de 180 km/h.

Os dois carros elétricos são os primeiros modelos com a nova linguagem de design da Volkswagen. Sem a necessidade de ter grades para ventilação, a dianteira é marcada pelos faróis que remetem a dois “olhos”, que piscam quando o proprietário se aproxima do veículo com a chave.

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O ID.Cross será um crossover esportivo de alto desempenho da linha de elétricos da Volkswagen

A Volkswagen vive um momento importante: a construção da “Nova Volkswagen,” depois dos problemas enfrentados pela empresa nas emissões de poluentes de seus veículos diesel. “Essa mudança busca desenvolver produtos, soluções de mobilidade e novos negócios que definam tendências. A sigla ID representa um “rebranding” da marca”, diz a empresa.

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A Volkswagen confirmou as vendas do VW ID.3 e do ID.4 na Europa, na China e nos Estados Unidos. Por ora, oficialmente ainda não anunciou os veículos na América Latina. Resta saber se as inovações tecnológicas, principalmente com dois veículos eletrificados chegarão de forma mais rápida para os consumidores brasileiro.

Fonte: IG CARROS

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Mercedes-Benz aumenta participação no mercado durante a pandemia

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Mercedes Sprinter
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Mercedes-Benz Sprinter 2020 na versão recém-apresentada para passageiros 19 + 1 vendida atualmente

Aquecido pelo desempenho do comércio eletrônico durante a pandemia do Covid-19, o mercado de vans no Brasil sofreu menos com a crise e surpreendeu até as montadoras. A Mercedes-Benz, que previa retração de até 40% do mercado, registrou até julho uma queda de 16% na comparação com o mesmo período de 2019.

Foram 5.320 unidades comercializadas nos sete meses de 2020, ante os 6.323 emplacamentos registrados até julho de 2019. Resultado melhor do que a média do segmento de vans, furgões e chassi até cinco toneladas (queda de 18% e vendas totais de 14.817 veículos) e que contribuiu para que a participação da Mercedes-Benz subisse de 34,8% para 35,6%.

“Chama a atenção a evolução do mercado nos últimos dois meses: em julho, houve crescimento de 30% com relação a junho e os primeiros dias de agosto mostram que o mercado continua neste ritmo de recuperação”, afirmou o diretor geral de vans da Mercedes-Benz, Jefferson Ferrarez, que destacou ainda que, além do comércio eletrônico, outro segmento que ganhou vendas neste período de crise sanitária foi o de ambulâncias.

Olhando para o mercado pós-pandemia, a Mercedes-Benz apresentou recentemente a Sprinter na nova configuração Van Passageiro 19+1 . Pensada para uso como veículo escolar e também nos aplicativos de transporte alternativo, a van leva 20 pessoas e é configurada como um microônibus, com a eliminação da porta corrediça lateral e o acesso à cabine sendo feito pela porta dianteira.

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Equipada com um motor 2.2 biturbo diesel de 163 cv e 36,4 kgfm de 1.200 a 2.400 rpm e um câmbio mecânico de seis marchas, a Mercedes-Benz Sprinter traz em sua lista de equipamentos itens como controlador automático de velocidade de cruzeiro e monitor de fadiga, além da opção do sistema multimídia MBUX e volante multifuncional. Os preços partem de R$ 246.600.

Fonte: IG CARROS

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Com o motor maior, a Triumph Tiger 900 está ainda melhor de guiar

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As rodas de liga leve distinguem a Triumph Tiger 900 GT da versão Rally

Lançada em junho em apenas duas versões, a família Triumph Tiger 900 está agora com o line-up completo, disponível para os adeptos das grandes aventuras em uma motocicleta. Sua antecessora, a Tiger 800, já havia conquistado o posto de aventureira mais desejada em sua categoria, e, como a nova motocicleta está ainda mais equipada, a previsão é que a Tiger 900 se torne um sucesso ainda maior.

Praticamente ninguém discute quando os usuários de Tiger 800 elencam suas qualidades, entre elas a extrema facilidade de pilotagem, face ao seu tamanho avantajado, e a ótima disposição de seu motor tricilíndrico em resposta ao acelerador. E a novidade na Triumph Tiger 900 não é apenas o aumento de cilindrada, pois trata-se de uma nova motocicleta, com novo quadro e muito mais tecnologia em todos os sistemas mecânicos.

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Guilherme Marazzi

A potência do novo motor foi mantida, mas o torque aumentou em 10%

Basicamente são duas as versões da nova Triumph Tiger 900, a GT, que tem rodas de liga leve (19 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira), e a Rally, que tem rodas raiadas (21 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira). Muitas outras características distinguem a Tiger GT, que tem maior disposição para o asfalto, da Rally, que é configurada para máximo desempenho no fora de estrada.

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Com variações em detalhes, tanto a GT quanto a Rally ainda têm as suas respectivas versões Pro, que acrescentam funcionalidades à pilotagem. Complementando a família, em um total de seis opções para o usuário, há ainda uma versão básica, de entrada, com rodas de liga leve, e uma versão GT com menor altura do banco, para maior conforto na pilotagem urbana.

Experimentando a Triumph Tiger 900 GT Pro em percursos exclusivamente asfaltados, não tenho como negar que a motocicleta realmente melhorou bastante, principalmente no conforto e na facilidade de condução. A Tiger GT Pro tem, de série, painel de instrumentos de sete polegadas de TFT, conectado ao telephone celular do usuário ao sistema My Triumph, por meio do Bluetooth.

Tem, ainda, sistema de freios ABS otimizado para curvas e controle de tração, com cinco modos eletrônicos de pilotagem (Rain, Road, Sport, Off-Road e “Configurável pelo Piloto”), novo sistema de troca de marchas Shift Assist, interruptores iluminados, assento e manoplas aquecidas e monitoramento da pressão dos pneus.

O motor tricilíndrico, que passou de 800 cm3 para 888 cm3, manteve os 95 cv de potência, só que com um acréscimo de até 9% nas faixas intermediárias, o que pude sentir nitidamente durante uma semana com a motocicleta.

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Guilherme Marazzi

Ainda mais leve e ágil, a nova Tiger 900 é bastante ágil, mesmo em uso urbano

É claro que o principal motive da melhora nas curvas características desse motor se deve, principalmente, ao maior torque máximo, que passou de 79 Nm, na Tiger 800, para 87 Nm, na Tiger 900. Com as melhorias internas desse motor, que incluem novo sistema de refrigeração com dois radiadores e nova caixa de ar, até o ronco ficou mais bacana.

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E esse é apenas um dos motivos do grande prazer ao pilotar a nova Tiger 900. A posição impecável do piloto, mesmo os de maior estatura, a perfeita visibilidade das funções do painel de instrumentos e a razoável proteção do para-brisa ajustável complementam a experiência de pilotagem.

Quanto ao visual da nova Triumph Tiger 900, já há algum tempo que noto que as mudanças estéticas das motocicletas modernas só podem ser analisadas com precisão comparando as versões uma ao lado da outra. A nova Tiger mudou bastante, mas manteve seu estilo de big trail contemporânea.

A Triumph Tiger GT Pro avaliada tem preço fixado em R$ 59.990, sendo que a versão Tiger GT custa bem menos, R$ 52.990 (tanto a normal quanto a Low). Já a Triumph Tiger 900 Rally custa R$ 55.990, com sua versão “top” Tiger 900 Rally Pro custando R$ 60.990.

A versão de entrada, a Triumph Tiger 900 , é bem mais acessível, custando R$ 48.990, só que abre mão de muitos sistemas e componentes importantes, como o Shift Assist e o controle de tração otimizado para curvas. O painem de instrumentos é um pouco menor (5 polegadas, também de TFT) e os modos eletronicos de pilotagem são apenas dois. Mas pode ser uma boa opção para entrar no mundo das Triumph Tiger 900.

Fonte: IG CARROS

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