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Amazon pode ser multada em R$ 2 bilhões na UE por violar privacidade, diz jornal

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Amazon pode ser multada na Europa
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Amazon pode ser multada na Europa

Amazon pode ser multada em US$ 425 milhões (cerca de R$ 2,1 bilhões em conversão direta) na União Europeia (UE). A multa foi proposta por um órgão regulador de privacidade do bloco e faz parte de um processo que poderia resultar na maior penalidade de acordo com a lei de privacidade de dados local, disseram fontes ao Wall Street Journal.

A comissão de proteção de dados de Luxemburgo, a CNPD, divulgou um projeto de decisão sancionando as práticas de privacidade da Amazon e propondo a multa entre as outras 26 autoridades nacionais de proteção de dados do bloco, afirmaram as fontes.

O CNPD é o principal regulador de privacidade da Amazon na UE, porque a sede da empresa no bloco se encontra no país.

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O caso de Luxemburgo está relacionado a supostas violações do Regulamento Geral de Proteção de Dados da Europa, ou GDPR , vinculado à coleta e uso de dados pessoais de indivíduos pela Amazon, e não está relacionado ao seu negócio de computação em nuvem, Amazon Web Services , informou o jornal.

A fonte ouvida pelo Wall Street Journal se recusou a dar mais detalhes sobre as alegações específicas contra a Amazon .

Um porta-voz da gigante de tecnologia não quis comentar. A empresa afirmou anteriormente que a privacidade dos seus clientes é uma prioridade e cumpre a legislação em todos os países onde opera. Um porta-voz da CNPD disse que o regulador não tem permissão para comentar casos individuais.

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Discussão geopolítica sobre 5G no Brasil está superada, diz ministro

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Intel vai trabalhar com empresa indiana para desenvolvimento de tecnologias 5G
Igor Shimabukuro

Intel vai trabalhar com empresa indiana para desenvolvimento de tecnologias 5G


O ministro das Comunicações, Fábio Faria , afirmou, nesta segunda-feira (21), que todos os problemas geopolíticos relacionados à implantação da rede 5G já foram superados.

Em entrevista à GloboNews, Faria disse que as regras da implantação da rede privativa, que será utilizada por órgãos públicos, solucionou o problema diplomático após o governo brasileiro indicar que não gostaria da participação de empresas da China no leilão .


Pelas regras colocadas pelo Ministério, empresas que tenham dirigentes partidários de qualquer país do mundo no seu quadro societário não poderão conceder equipamentos para a rede privativa, que irá oferecer acesso 5G para a Presidência, Supremo Tribunal Federal, Congresso Nacional e outros órgãos públicos que tratam de informações sensíveis.

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“A gente só colocou uma regra de equipamentos dentro desses box seguro (rede privativa) que está totalmente resolvido com esses países e com essas empresas. Não tem nenhuma discussão geopolítica em relação a isso, está superado”, afirmou o ministro.

Em abril, o GLOBO revelou que um levantamento feito pelo Itamaraty apontava que quase metade dos países do G-20 (grupo de reúne as 20 maiores economias do mundo) tem algum tipo de restrição aos chineses nessa área de telecomunicações.

Entre os que excluíram a Huawei dos projetos do 5G estão Austrália, Itália e Japão. Canadá, Índia e França cogitam banir ou limitar a participação da China, em um movimento plenamente favorável ao que defendem os EUA.

Em março deste ano, Faria já tinha antecipado que a chinesa Huawei não poderia participar dessa rede privativa, exatamente por causa de sua ligação com o governo chinês. Por outro lado, a companhia poderá atuar nas redes privadas da quinta geração de comunicações móveis no país. para a rede privativa, as empresas fornecedoras dos equipamentos deverão observar “padrões de governança corporativa compatíveis com os exigidos no mercado acionário brasileiro”.

Os Estados Unidos pressionaram para que países como o Brasil vetem a Huawei na construção das redes de infraestrutura com o argumento da segurança de informações. O 5G é um dos temas centrais da guerra comercial entre Estados Unidos e China.

“Quem entra no leilão são as teles, quem vai entrar é a Claro, a Vivo e a TIM. Quando elas adquirirem os espectros, o 5G é como se fossem avenidas no ar, que você compra aquele espectro para fornecer o 5G, nos estados teremos um desses espectros para os regionais. Depois que eles vão comprar equipamentos, vão na Europa, na Ásia, comprar equipamentos”, disse.

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TikTok e WeChat deixam de ser proibidos pelo governo dos EUA

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A bigtech pode ultrapassar Facebook, dizem especialistas
Divulgação / TikTok

A bigtech pode ultrapassar Facebook, dizem especialistas


O Departamento de Comércio dos Estados Unidos anunciou, nesta segunda-feira (21), a revogação de uma lista publicada em setembro que proibia transações com TikTok e WeChat .

A medida ocorre após o presidente Joe Biden revogar, no começo deste mês, várias ordens executivas do ex-presidente Donald Trump , que buscavam proibir novos downloads dos aplicativos do WeChat e do TikTok, de donos chineses, e ordenar uma revisão pelo Departamento de Comércio das questões de segurança apresentadas por esses aplicativos e outras.


O Departamento de Comércio durante o governo Trump também tentou banir o WeChat nos EUA e restrições semelhantes que teriam barrado o uso do TikTok.

O decreto de Biden instruiu o Departamento de Comércio a monitorar aplicativos como o TikTok que possam afetar a segurança nacional, bem como a fazer recomendações dentro de 120 dias para proteger os dados dos EUA adquiridos ou acessíveis por empresas controladas por adversários estrangeiros.

Ameaça

Em agosto de 2020, sob alegação de segurança nacional, Trump baixou um decreto que proibia qualquer americano residente nos EUA ou empresa no país a fazer negócios com os donos dos apps.

Chegou a dar um prazo de 90 dias para que a ByteDance, dona do TikTok, se desfizesse de suas operações nos EUA. Trump chegou a declarar apoio à compra das operações do TikTok nos EUA pela Microsoft, desde que o governo americano recebesse um percentual do valor do negócio.

Na prática, a decisão bania dois populares aplicativos nos EUA. O WeChat, uma plataforma com mais de 1 bilhão de usuários, é usado para comunicação, pagar contas e até chamar um táxi.

É também o canal usado por empresas para fazer negócios com companhias chinesas, já que o WhatsApp não é permitido no país asiático.

Segundo os EUA, segundo o governo, a Tencent, dona do WeChat, mantém laços com o Partido Comunista Chinês, que poderia usar o aplicativo para disseminar propaganda, rastrear usuários e roubar informações pessoais e privadas.

Em setembro do ano passado, liminar concedida pela juíza Laurel Beeler suspendeu o banimento do WeChat das lojas de aplicativos nos EUA.

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Apple é investigada na Alemanha por prejudicar a concorrência

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Apple é investigada
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Apple é investigada

A Apple entrou na mira do Bundeskartellamt (Escritório Federal de Cartéis, em tradução), órgão responsável por regular a concorrência da Alemanha . A instituição iniciou um processo para investigar a gigante da TI por “comportamento anticoncorrencial” na App Store , loja de aplicativos da marca.

Em nota oficial, o órgão alemão afirmou que vai “examinar se, com o sistema operacional proprietário iOS, a Apple criou um ecossistema digital em torno do iPhone que se estende por vários mercados”.

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“A Apple produz tablets, computadores e vestíveis, e fornece uma série de serviços relacionados a dispositivos. Além de fabricar vários produtos de hardware, a empresa de tecnologia também oferece ‌[os serviços] App Store, iCloud, AppleCare, Apple Music, Apple Arcade, Apple TV+, bem como outros serviços como parte do negócio”, continua a nota.

O Bundeskartellamt pretende investigar a integração da Apple nesses diversos mercados e entender se a App Store permite que a empresa influencie de diversas maneiras o negócio de terceiros. Além disso, o órgão também investigará compras internas de aplicativos pela Apple, além da cobrança de 30% sobre todas as vendas feitas por aplicativos hospedados na App Store.

As denúncias contra a Apple começaram a surgir em abril deste ano, quando nove associações que representam companhias, incluindo o Facebook e a editora Axel Springer – uma das maiores editoras da Europa e responsável por um dos principais jornais da Alemanha, o Die Welt -, abriram uma reclamação antitruste , alegando quer a  App Tracking Transparency (Transparência do Rastreamento de Apps, na tradução) poderia afetar os resultados financeiros dos negócios.

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