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ARROZ/CEPEA: Indicador retoma patamar de R$ 50/sc

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Cepea, 25/03/2020 – As cotações do arroz estão em alta no mercado gaúcho, devido, especialmente, ao aumento na demanda por parte de agentes que estão buscando lotes para cumprir contratos. O Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros (média ponderada), avançou 2,4% entre 17 e 24 de março, fechando a R$ 50,36/sc de 50 kg nessa terça-feira, retornando à casa dos R$ 50,00/sc. Atualmente, a preocupação com questões de saúde pública tem levado varejistas e/ou supermercadistas a anteciparem suas compras de arroz beneficiado, com o intuito de fazer estoques, uma vez que houve aumento na procura por produtos básicos. Este fator estimulou maiores comercializações do arroz em casca em todo o estado gaúcho. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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FRANGO/CEPEA: Competitividade da carne de frango cai frente à suína, mas aumenta frente à bovina

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Cepea, 9/4/2020 – Passados 15 dias de quarentena oficial decretada em São Paulo, os preços das principais carnes consumidas no estado registraram comportamentos distintos no atacado da capital paulista. Enquanto o valor da carcaça casada bovina seguiu estável no período, as cotações do frango inteiro e da carcaça especial suína recuaram. Segundo colaboradores do Cepea, no mercado de frango, após a valorização no final de março (por conta do aumento das compras da população), o enfraquecimento da demanda interna pressiona as cotações em abril. Para a carne suína, a lentidão nos negócios e a dificuldade de escoar a produção têm pressionado os valores de todos os produtos do setor, da carne ao vivo. Assim, a carcaça especial registrou forte desvalorização. Já os preços da carne bovina seguiram firmes, principalmente por conta da demanda de varejistas para manter seus estoques. Dessa forma, a carne de frango perde competitividade na comparação com a suína, mas ganha na relação com a concorrente bovina. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA
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SUÍNOS/CEPEA: Volume exportado é o 3º maior da série; no BR, menor consumo pressiona valores

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Cepea, 9/4/2020 – As vendas de produtos suinícolas ao mercado internacional seguem firmes. Em março, os embarques totais somaram 71,5 mil toneladas, o terceiro maior volume da série histórica elaborada pelo Cepea com dados da Secex, iniciada em 1997, 9,4% acima do registrado em fevereiro e 31,8% maior que o de março/19. A receita média em Reais gerada pelo setor, por sua vez, atingiu o maior valor da série, de R$ 809,67 milhões, impulsionada pelo dólar em patamar recorde, em termos nominais. Apesar da pandemia de coronavírus na China já entre o fim do ano passado e o início de 2020, o país seguiu demandando altos volumes de carne suína, favorecendo os embarques brasileiros da proteína. Em março, o país asiático foi destino de 35,7 mil toneladas do produto nacional, conforme dados da Secex, aumentando em 2,3 pontos percentuais sua participação nos embarques e responsável por quase metade do total enviado pelo Brasil no período. Já no mercado brasileiro, a redução das vendas na ponta final da cadeia tem travado todo o setor suinícola. A produção da indústria não consegue ser escoada para atacadistas e varejistas, diminuindo a venda de novos lotes de suínos para abate e fazendo com que os preços do animal acumulem queda neste mês. Segundo colaboradores do Cepea, caso esse ritmo permaneça, não haverá espaço físico para alojar os lotes não comercializados e os novos. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA
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BOI/CEPEA: Apesar de cenário incerto devido à covid-19, exportações seguem firmes

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Cepea, 9/4/2020 – Apesar de a pandemia de coronavírus trazer grandes incertezas quanto ao andamento da economia mundial e do agronegócio brasileiro, as exportações nacionais de carne bovina in natura continuam registrando bom desempenho. Os volumes embarcados em março e também no primeiro trimestre deste ano foram recordes para os respectivos períodos. Esse cenário, atrelado ao dólar elevado, garantiu receita mensal com as exportações de carne bovina acima de R$ 2 bilhões nos três primeiros meses deste ano. Em março, quando a pandemia começou a avançar com força no Brasil e a reduzir a intensidade na China – o principal destino da carne nacional –, frigoríficos embarcaram quase 126 mil toneladas da proteína in natura, conforme dados da Secex. Essa quantidade superou em 13,88% a de fevereiro/2020 e em 6,25% a de março do ano passado. De janeiro a março deste ano, foram embarcadas ao exterior 353,52 mil toneladas de carne bovina in natura, 5,09% a mais do que o exportado no primeiro trimestre de 2019 (Secex). No mercado brasileiro, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 registra média de R$ 200,29 nesta parcial de abril (até o dia 8), praticamente estável frente à de março (R$ 200,35). Segundo pesquisadores do Cepea, os preços da arroba têm apresentado pequenas oscilações, influenciados pela entrada e saída de operados do mercado, que negociam apenas quando há necessidade. Além disso, muitos frigoríficos têm trabalhado com escalas mais curtas. Nessa quarta-feira, 8, o Indicador fechou a R$ 201,80. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA
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