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ARROZ/CEPEA: Orizicultor segue focado no semeio e liquidez é baixa

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Cepea, 16/10/2019 – A comercialização de arroz em casca está lenta no Rio Grande do Sul. Com o clima favorável, orizicultores estão focados nas atividades de semeio – que avançam rapidamente no estado – e não têm demostrado interesse em negociar para “fazer caixa” – apenas aqueles com compromissos bancários estiveram ativos nos últimos dias. Além disso, segundo colaboradores do Cepea, parte dos agentes tem relatado preferência por utilizar estoques próprios. Entre 8 e 15 de outubro, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros, que envolve a média ponderada para o estado, permaneceu praticamente estável (+0.1%), fechando a R$ 46,08/saca de 50 kg nessa terça-feira, 15. Diante de um cenário de baixa liquidez, inclusive do beneficiado, devido à dificuldade de repasse dos custos, o beneficiamento e as vendas de arroz no RS recuaram 4,1% de janeiro a setembro de 2019, no comparativo com o mesmo período do ano passado, somando 5,5 milhões de toneladas, segundo dados do Irga (Instituto Rio Grandense de Arroz). Na parcial do ano-safra (entre março e setembro), as negociações totalizaram 4,3 milhões de toneladas, 6,6% abaixo da quantidade registrada nos mesmos meses do ano passado. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA
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Aprosoja espera que Brasil acompanhe os EUA e não libere Dicamba

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Sustentabilidade

Aprosoja espera que Brasil acompanhe os EUA e não libere Dicamba

Esta semana, um tribunal de recursos dos Estados Unidos decidiu proibir a venda no país

05/06/2020

A proibição judicial do uso do Dicamba nos Estados Unidos foi comemorada pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja). A entidade foi percussora no levantamento de discussão quanto ao uso do herbicida no Brasil e espera que a o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) siga o exemplo norte americano e não permita o uso do produto no país.

Presidente da Aprosoja Mato Grosso e vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Antonio Galvan, conta que acompanhou de perto os estudos científicos do Dicamba desde o início, inclusive visitando lavouras e universidade nos Estados Unidos.

“Trouxemos esse alerta ao Brasil, fomos direto ao Ministério da Agricultura, numa iniciativa da Aprosoja MT, na sequencia seguida pela Aprosoja Brasil, porque essa questão é bastante grave. Uma tecnologia que foi instalada numa resistência na soja com a promessa de que seria, em tese, para ajudar a controlar as folhas largas, por sua eficiência. Esperamos agora que o Mapa reveja essa autorização que foi dada para essas pesquisas para uma possível liberação dele já em 2022, para que isso não venha a acontecer aqui no Brasil”, dispara Galvan

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Presidente explica ainda que o herbicida preocupa os produtores brasileiros principalmente pela ineficiência e volatilidade. “Nos deparamos com a ineficiência dele, porque só age no estágio em que a planta está muito pequena, fase inicial. Lançamos esse alerta aqui no Brasil e deixamos dito que ele não funcionaria aqui, pois ainda tem problema da deriva que seria a volatilização”, contou o presidente.

Na mesma linha, o presidente da Aprosoja Brasil, Bartolomeu Braz, lembrou das consequências do uso do Dicamba nas lavouras vizinhas, especialmente no plantio de soja convencional e reafirma que os produtores brasileiros de soja são totalmente contra o uso do herbicida.

“Nos Estados Unidos vimos que liberaram este produto por uma necessidade muito grande porque estavam sem controle dos amarantos. Mas nos deparamos com consequências gravíssimas, com injúrias a propriedades vizinhas. Injúrias aonde não são as mesmas variedades, não são as mesmas tecnologias do Dicamba. A gente está vendo até hoje nos Estados Unidos vários produtores que plantam soja convencional ou outra soja que não possui essa tecnologia, estão sendo prejudicados. Nós discordamos totalmente dessa tecnologia, não é necessária, ela vai trazer somente custo de produção. Somos contra o uso desse produto no Brasil, o produtor que fizer vai ter problemas. É um produto inadequado as condições do Brasil. Temos que tomar cuidado porque vai trazer muito mais prejuízo que benefício ao produtor”, afirmou Bartolomeu Braz.

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Proibição nos EUA – Esta semana, um tribunal de recursos dos Estados Unidos decidiu proibir a venda no país de produtos com o princípio ativo Dicamba, que é um herbicida utilizado na produção de soja. Um painel de três juízes decidiu que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) subestimou significativamente os riscos relacionados ao uso da tecnologia.

Dicamba – É um herbicida que a indústria dos Estados Unidos tem buscado estudos para usar e torna-lo substituto do glifosato, utilizado na produção da soja transgênica.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Guardião das Águas já mapeou 26 municípios e aponta 95% das nascentes preservadas

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Sustentabilidade

Guardião das Águas já mapeou 26 municípios e aponta 95% das nascentes preservadas

Paranatinga é o que tem mais nascentes, 12.742, com 99% conservadas

05/06/2020

O Projeto Guardião das Águas, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), já mapeou 26 municípios, identificou 41.548 nascentes e apontou que, em média, 95% das nascentes localizadas em áreas agricultáveis estão intactas, no Estado. A ação, que identifica e classifica nascentes em área de agricultura, foi iniciada em 2018 com a finalidade de orientar e apoiar o produtor rural na manutenção, preservação e restauro das nascentes em Mato Grosso. 

Apontado até o momento com o maior número de nascentes identificadas, o município de Paranatinga tem 12.742 nascentes, com 99% conservadas em área de agricultura. Nova Mutum também preserva o bem natural, com 99% das nascentes encontradas em área de plantio, em bom e ótimo estado de conservação. Dados da Aprosoja apontam ainda os municípios Primavera do Leste e Gaúcha do Norte e Diamantino com 97% das fontes conservadas. Em Sorriso são 96% conservadas. A identificação passou também por Tapurah (95%).

Gerente de Sustentabilidade e responsável pelo projeto, Marlene Lima, explica que por meio da ação tem sido possível apresentar à sociedade dados concretos do quanto o produtor preserva e cuida do meio ambiente e mostrar que a produção de alimentos de Mato Grosso é aliada à preservação. “O que identificamos até o momento é um número muito bom de nascentes conservadas, demonstra que aqui se pratica uma agricultura com responsabilidade ambiental comprovada”, enfatizou Marlene.

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Marlene destaca ainda, que por meio da ação é possível engajar os produtores rurais a recuperarem as nascentes degradadas, fomentar a regularização e implementar o Código Florestal. “É uma ação contínua que serve para instruir o produtor associado sobre os trabalhos de restauro florestal que precisam ser realizados nas fazendas”, informou.

Para o produtor e diretor financeiro da Aprosoja, Carlos Sfreddo, que tem nascente preservada em sua propriedade, o Guardião é um aliado importante. “O Brasil detém mais de 12% de toda água doce do planeta. Uma riqueza que Deus nos deu. Nosso estado tem mais de 95% de nascentes preservadas, mas Aprosoja entende que isso pode ser melhorado, por isso desenvolve o projeto Guardião das Águas em parceria com os produtores rurais. Orientando para que cada um possa conservar cada vez mais as nascentes dentro da propriedade e com isso produzir mais alimento para o mundo com sustentabilidade e respeito ao meio ambiente”, frisou Sfreddo.

Ivan Marx Hoffmann, produtor do município de Cláudia, onde 99% das nascentes estão preservadas, conta que tem rios e nascentes preservadas nas propriedades da família. “Precisamos cuidar das nossas nascentes e preservar o meio ambiente, pois é dele que tiramos o nosso sustento e o do planeta”, acentuou.

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Para o produtor de Campo Novo do Parecis, Antonio Brolio, através do Guardião das Águas a entidade mostra para sociedade o bom trabalho do agricultor. “É extremamente importante preservar nascentes e rios. Sabemos que a água é um recurso insubstituível para manutenção dos seres vivos, preservando e protegendo nossas nascentes garantimos um futuro para as próximas gerações. Parabéns a todos produtores mato-grossenses por serem sustentáveis e produzirem em equilíbrio com a natureza”, destacou.

Este ano serão levantados os dados das nascentes de mais sete municípios: Tabaporã, Porto dos Gaúchos, Bom Jesus do Araguaia, São Félix do Araguaia, Brasnorte, Cuiabá e Chapada dos Guimarães.

Clique e veja a porcentagem de preservação dos municípios já mapeados pelo Guardião das Águas:

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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CITROS/CEPEA: Preços da tahiti podem continuar firmes em junho

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Cepea, 05/06/2020 – A oferta de lima ácida tahiti esteve controlada no mercado paulista em maio, de acordo com pesquisas do Cepea, cenário que deve permanecer sendo observado em junho. Assim, a expectativa é de que os preços da fruta sigam firmes em junho, principalmente se a demanda do mercado externo continuar aquecida. Anteriormente, a expectativa de agentes consultados pelo Cepea era de que a colheita das frutas provenientes de segunda florada elevasse a disponibilidade de tahiti no mercado de mesa neste mês – mesmo que em volume inferior ao do pico de safra. Contudo, o baixo índice pluviométrico no cinturão citrícola entre abril e maio atrasou o desenvolvimento da variedade, elevando o tempo de permanência das frutas nos pés. A diminuição da oferta de lima ácida tahiti no estado de São Paulo já vinha resultando em alta de preços no mercado de mesa. No final de maio, segundo colaboradores do Cepea, algumas negociações chegaram a R$ 45,00/cx de 27 kg, colhida, a depender da qualidade do fruto, contra R$ 20,00/cx em semanas anteriores. Dessa forma, as cotações do mercado interno encerraram maio com alta de 64,16% em comparação a abril, com média de R$ 28,66/cx. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA

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