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Política Nacional

Arthur Weintraub deixa governo e vai assumir cargo na OEA

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Bolsonaro ao lado de Arthur Weintraub
reprodução / Twitter

“Conversei com o presidente desde o começo”, afirma Arthur Weintraub

Arthur Weintraub deixará o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para assumir novo posto na Organização dos Estados Americanos (OEA). O irmão de  Abraham Weintrab  ocupava o cargo de assessor-chefe adjunto da Assessoria Especial da Presidência.

Weintraub se despediu de Bolsonaro em um vídeo publicado em suas redes sociais: “Foi uma honra ter trabalhado com o senhor. Estou indo para a OEA, um cargo na área do Direito, conversei com o presidente desde o começo”, afirma.

Segundo Arthur Weintraub, não é um adeus, e sim, um até logo. O presidente Jair Bolsonaro garantiu que as portas do governo estarão sempre abertas para ele.

“Dois anos antes das eleições, o Arthur e seu irmão acreditaram na gente, fizeram uma viagem ao Japão, Coréia do Sul e Taiwan e também conversamos muito. Num momento em que quase ninguém acreditava na gente”, relembrou o presidente.

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“Quando quiser retornar, as portas estão abertas”, reiterou.

Abraham Weintraub, seu irmão, também deixou o cargo no governo federal para ocupar um posto em uma instituição internacional. Antes ministro da Educação, Weintraub está agora no Banco Mundial.

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Política Nacional

Bolsonaro diz que brasileiro é conservador e fala em cristofobia; entenda

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Bolsonaro
TV Brasil/Reprodução

Bolsonaro foi o primeiro a discursas na Assembleia Geral da ONU.

Em um discurso de 14 minutos e trinta segundos gravado com antecedência e transmitido ao vivo na 75ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, falou nesta terça-feira (22) sobre o combate ao novo coronavírus (Sars-Cov-2), classificou as queimadas na Amazônia e no Pantanal como “consequências inevitáveis”, classificou, o brasileiro como “conservador” e falou em combate à cristofobia.

Como a tradição manda, o Brasil foi o primeiro país a discursar na assembleia. Após pouco mais de 40 minutos de discursos feitos pelo Secretário-Geral da organização, António Guterres, e pelo presidente da Assembleia Geral, o embaixador turco Volkan Bozkir, o vídeo do presidente foi anunciado por um representante brasileiro.

O presidente começou o discurso lamentando as vítimas do novo coronavírus e falando sobre o combate à doença no país, que já registrou mais de 4,5 milhões de contaminados e 137 mil mortes. Ele lembrou que as medidas de isolamento social e “restrições de liberdade” ficaram fora da alçada do governo federal e foram destinadas aos governadores, lembrou do auxílio emergencial – o qual classificou como “talvez um dos maiores” programas de assistência sociais do mundo – e garantiu que mais de US$ 100 bilhões (equivalente a R$ 500 bilhões) foram destinados para saúde, auxílio a médio e pequeno empreendedor e para reparar gastos de municípios e estados.

Ao falar das queimadas na Amazônia e no Pantanal, Bolsonaro foi categórico e afirmou que o Brasil é vítima “de uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal”. Segundo o presidente, os incêndios criminosos são investigados e deverão ser punidos, mas o fogo também é presente em regiões “onde o caboclo e o índio queimam os seus roçados em busca de sobrevivência em áreas desmatadas”.

Após falar sobre relações com países internacionais, prestar solidariedade ao líbano e repudiar o terrorismo, Bolsonaro falou sobre liberdade religiosa, mas escolheu focar nas doutrinas cristãs ao repudiar ataques. “A liberdade é o bem maior da humanidade. Faço um apelo a toda comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia”, pontuou.

“O Brasil é um país cristão e conservador e tem na família sua base”, afirmou o presidente do Brasil, antes de finalizar o discurso desejando que “Deus abençoe a todos”. Em seguida, representando os Estados Unidos, Donald Trump foi o segundo chefe de estado a discursar.

Veja, abaixo, discurso completo de Jair Bolsonaro na 75ª edição da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas: 

“É uma honra abrir esta Assembleia com os representantes de nações soberanas, num momento em que o mundo necessita da verdade para superar seus desafios.

A Covid-19 ganhou o centro de todas as atenções ao longo deste ano e, em primeiro lugar, quero lamentar cada morte ocorrida. Desde o princípio, alertei, em meu país, que tínhamos dois problemas para resolver, o vírus e o desemprego, e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade.

Por decisão judicial, todas as medidas de isolamento e
restrições de liberdade foram delegadas a cada um dos 27
governadores das unidades da federação. Ao presidente, coube o envio de recursos e meios a todo o país.

Como aconteceu em grande parte do mundo, parcela da
imprensa brasileira também politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população. Sob o lema “fique em casa” e “a economia a gente vê depois”, quase trouxeram o caos social ao país. Nosso governo, de forma arrojada, implementou várias medidas econômicas que evitaram o mal maior. Concedeu auxílio emergencial em parcelas que somam aproximadamente mil dólares para 65 milhões de pessoas, o maior programa de assistência aos mais pobres no Brasil e talvez um dos maiores do mundo. Destinou mais de 100 bilhões de dólares para ações de saúde e socorro a pequenas e microempresas, assim como compensou a perda de arrecadação dos estados e municípios.
Assistiu a mais de 200 mil famílias indígenas com produtos alimentícios e prevenção à Covid. Estimulou, ouvindo profissionais de saúde, o tratamento precoce da doença.
Destinou 400 milhões de dólares para pesquisa, desenvolvimento e produção da vacina de Oxford no Brasil.
Não faltaram, nos hospitais, os meios para atender aos pacientes da Covid.

A pandemia deixa a grande lição de que não podemos depender apenas de umas poucas nações para a produção de insumos e meios essenciais para nossa sobrevivência. Somente o insumo da produção de hidroxicloroquina sofreu um reajuste de 500% no início da pandemia. Nesta linha, o Brasil está aberto para o desenvolvimento de tecnologia de ponta e inovação, a exemplo da Indústria 4.0, da inteligência artificial, da nanotecnologia e da tecnologia 5G, com quaisquer parceiros que respeitem nossa soberania e prezem pela liberdade e pela proteção de dados.

No Brasil, apesar da crise mundial, a produção rural não parou.

O homem do campo trabalhou como nunca e produziu, como  sempre, alimentos para mais de 1 bilhão de pessoas. O Brasil contribuiu para que o mundo continuasse alimentado.

Nossos caminhoneiros, marítimos, portuários e aeroviários mantiveram ativo todo o fluxo logístico para distribuição interna e exportação.

Nosso agronegócio continua pujante e, acima de tudo, possuindo e respeitando a melhor legislação ambiental do planeta. Mesmo assim, somos vítimas de uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal.

A Amazônia brasileira é sabidamente riquíssima. Isso explica o apoio de instituições internacionais a essa campanha, escorada em interesses escusos que se unem a associações brasileiras, aproveitadoras e impatrióticas, com o objetivo de prejudicar o
governo e o próprio Brasil.

Somos líderes em conservação de florestas tropicais. Temos a matriz energética mais limpa e diversificada do mundo. Mesmo sendo uma das 10 maiores economias do mundo, somos responsáveis por apenas 3% da emissão de carbono.

Garantimos segurança alimentar a um sexto da população mundial, mesmo preservando 66% de nossa vegetação nativa e usando apenas 27% do nosso território para a pecuária e a agricultura – números que nenhum outro país possui.

O Brasil desponta como o maior produtor mundial de alimentos. Por isso, há tanto interesse em propagar desinformações sobre o nosso meio ambiente.

Estamos abertos para o mundo naquilo que de melhor temos para oferecer, nossos produtos do campo. Nunca exportamos tanto.

O mundo cada vez mais depende do Brasil para se alimentar. Nossa floresta é úmida e não permite a propagação do fogo em seu interior. Os incêndios acontecem praticamente nos mesmos lugares, no entorno leste da floresta, onde o caboclo e o índio queimam seus roçados em busca de sua sobrevivência, em áreas já desmatadas.

Os focos criminosos são combatidos com rigor e determinação.
Mantenho minha política de tolerância zero com o crime ambiental.

Juntamente com o Congresso Nacional, buscamos a regularização fundiária, visando identificar os autores desses crimes.

Lembro que a região amazônica é maior que toda a Europa Ocidental. Daí a dificuldade em combater não só os focos de incêndio, mas também a extração ilegal de madeira e a biopirataria.

Por isso, estamos ampliando e aperfeiçoando o emprego de tecnologias e aprimorando as operações interagências, contando, inclusive, com a  participação das Forças Armadas.

O nosso Pantanal, com área maior que muitos países europeus, assim como a Califórnia, sofre dos mesmos problemas. As grandes queimadas são consequências inevitáveis da alta temperatura local, somada ao acúmulo de massa orgânica em decomposição.

A nossa preocupação com o meio ambiente vai além das nossas florestas. Nosso Programa Nacional de Combate ao Lixo no Mar, um dos primeiros a serem lançados no mundo, cria uma estratégia para os nossos 8,5 mil quilômetros de costa.

Nessa linha, o Brasil se esforçou, na COP25, em Madri, para regulamentar os artigos do Acordo de Paris que permitiriam o estabelecimento efetivo do mercado de carbono internacional.

Infelizmente, fomos vencidos pelo protecionismo. Em 2019, o Brasil foi vítima de um criminoso derramamento de óleo venezuelano, vendido sem controle, acarretando severos danos ao meio ambiente e sérios prejuízos nas atividades de pesca e turismo.

O Brasil considera importante respeitar a liberdade de navegação estabelecida na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar. Entretanto, as regras de proteção ambiental devem ser respeitadas e os crimes devem ser apurados com agilidade, para que agressões como a ocorrida contra o Brasil não venham a atingir outros países.

Não é só na preservação ambiental que o país se destaca. No campo humanitário e dos direitos humanos, o Brasil vem sendo referência internacional pelo compromisso e pela dedicação no apoio prestado aos refugiados venezuelanos, que chegam ao Brasil a partir da fronteira no estado de Roraima. A Operação Acolhida, encabeçada pelo Ministério da Defesa, recebeu quase 400 mil venezuelanos, deslocados devido à grave crise político-econômica gerada pela ditadura bolivariana.

Com a participação de mais de 4 mil militares, a Força-Tarefa Logística Humanitária busca acolher, abrigar e interiorizar as famílias que chegam à fronteira.

Como membro fundador da ONU, o Brasil está comprometido com os princípios basilares da Carta das Nações Unidas: paz e segurança internacional, cooperação entre as nações, respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais de todos. Neste momento em que a Organização completa 75 anos, temos a oportunidade de renovar nosso compromisso e fidelidade a esses ideais.

A paz não pode estar dissociada da segurança. A cooperação entre os povos não pode estar dissociada da liberdade. O Brasil tem os princípios da paz, da cooperação e da prevalência dos direitos humanos inscritos em sua própria Constituição, e tradicionalmente contribui, na prática, para a consecução desses objetivos.

O Brasil já participou de mais de 50 operações de paz e missões similares, tendo contribuído com mais de 55 mil militares, policiais e civis, com participação marcante em Suez, Angola, Timor Leste, Haiti, Líbano e Congo.

O Brasil teve duas militares premiadas pela ONU na Missão da Republica Centro-Africana pelo trabalho contra violência sexual. Seguimos comprometidos com a conclusão dos acordos comerciais firmados pelo Mercosul com a União Europeia e com a Associação Europeia de Livre Comércio. Esses acordos possuem importantes cláusulas que reforçam nossos compromissos com a proteção ambiental.

Em meu governo, o Brasil finalmente abandona uma tradição protecionista e passa a ter, na abertura comercial, ferramenta indispensável de crescimento e transformação. 

Reafirmo nosso apoio à reforma da Organização Mundial do Comércio, que deve prover disciplinas adaptadas às novas realidades internacionais.

Estamos igualmente próximos do início do processo oficial de acessão do Brasil à OCDE. Por isso, já adotamos as práticas mundiais mais elevadas em todas as áreas, desde a regulação financeira até os domínios da segurança digital e da proteção ambiental.

No meu primeiro ano de governo, concluímos a reforma da Previdência e, recentemente, apresentamos ao Congresso Nacional duas novas reformas: a do sistema tributário e a administrativa.

Novos marcos regulatórios em setores-chave, como o saneamento e o gás natural, também estão sendo implementados. Eles atrairão novos investimentos, estimularão a economia e gerarão renda e emprego.

O Brasil foi, em 2019, o quarto maior destino de investimentos diretos em todo o mundo. E, no primeiro semestre de 2020, apesar da pandemia, verificamos um aumento do ingresso de investimentos, em comparação com o mesmo período do ano passado. Isso comprova a confiança do mundo em nosso governo.

O Brasil tem trabalhado para, em coordenação com seus parceiros sul-atlânticos, revitalizar a Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul.

O Brasil está preocupado e repudia o terrorismo em todo o mundo. Na América Latina, continuamos trabalhando pela preservação e promoção da ordem democrática como base de sustentação indispensável para o progresso econômico que desejamos.

A liberdade é o bem maior da humanidade. Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia.

Também quero reafirmar minha solidariedade e apoio ao povo do Líbano pelas recentes adversidades sofridas.

Cremos que o momento é propício para trabalharmos pela abertura de novos horizontes, muito mais otimistas, para o futuro do Oriente Médio. Os acordos de paz entre Israel e os Emirados Árabes Unidos, e entre Israel e o Bahrein – três países amigos do Brasil, com os quais ampliamos imensamente nossas relações durante o meu governo -, constituem excelente notícia.
O Brasil saúda também o Plano de Paz e Prosperidade lançado
pelo Presidente Donald Trump, com uma visão promissora para,
após mais de sete décadas de esforços, retomar o caminho da tão desejada solução do conflito israelense-palestino.

A nova política do Brasil, de aproximação simultânea a Israel e aos países árabes, converge com essas iniciativas, que finalmente acendem uma luz de esperança para aquela região.

O Brasil é um país cristão e conservador, e tem na família sua base.

Deus abençoe a todos. Muito obrigado.”

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Política Nacional

Damares não diz se aborto de menina de 10 anos foi certo: “aguardo investigação”

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Damares
Carolina Antunes/PR

Ministra Damares Alves não diz se aborto foi o certo a fazer

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves , não falou se o aborto legal realizado pela  menina de 10 anos foi certo a ser feito. As declarações foram feitas na manhã desta terça-feira (22). Agora ela aguarda as investigações sobre o suposto vazameto dos dados da criança pelo ministério.

Damares  disse que está interessada em saber quem esteve na casa e quem espalhou as informações pessoais da criança que foi abusada sexualmente.

Sara Winter trabalhou três meses, disse que tem como provar que nome estava vazado. Ela não poderia ter gravado o nome, mas alguém vazou. Quero saber quem foi. Minha secretaria é um jogo sujo, nojento. O deputado Lorenzo Pazolini é um delegado recordista em prisão de pedófilo e me avisou que iria à cidade investigar, foi junto com os meus técnicos”.

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A ministra reforçou que o foco do assunto deve ser o crime cometido contra a criança. “Só no Espírito Santo foram 157 meninas estupradas e grávidas, cadê as outras?”, questionou.

“Sou a favor de salvar as duas vidas. Será que o procedimento não tinha possibilidade de colocar a vida dela em risco? Neste caso, não li o prontuário, não sei o que a criança tinha. Temos que esperar. Estou sendo acusada de estupradora e pedófila “.

Sobre os impactos que a sustentação da gravidez poderia causar à menina de 10 anos, Damares respondeu que a criança estava grávida há seis meses e que isso justificaria aguardar mais um tempo para que o parto pudesse acontecer.

“Aborto causou dor à menina. Arriscado dar qualquer resposta agora. As pessoas pensam que tem uma ministra maluca. Estávamos acreditando que seria tomada a decisão certa. O que eu quero é proteger as crianças”.

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Política Nacional

Levy Fidelix é o candidato entrevistado pelo iG nesta quarta

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Lexy Fidelix de terno com plantas ao fundo
Divulgação

Levy Fidelix é o candidato do PRTB à Prefeitura de São Paulo

Levy Fidelix  (PRTB) é o entrevistado desta quarta-feira (23), às 11h, na série de lives do portal iG com os candidatos à Prefeitura de São Paulo nas eleições municipais de 2020.

Fidelix é jornalista e tem 68 anos. Ele entrou na política em 1985, quando participou de sua primeira eleição e disputou uma vaga para deputado federal pelo PL, mas não acabou eleito.

Em 1989, se filiou ao PTR e atuou como assessor da campanha de Fernando Collor para presidente. No ano seguinte, tentou mais uma vez vaga na Câmara dos Deputados, mas novamente não foi eleito. Dois anos depois ele criou o PRTB e se tornou presidente do partido.

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Essa já é a quinta vez que Fidelix vai entrar para a disputa da Prefeitura de São Paulo. As tentativas anteriores anteriores foram em 1996, 2008, 2012 e 2016. Em nenhuma delas ele teve sucesso. Em 2010 e 2014 ele também disputou a presidência.

Um sua última empreitada para conseguir ser eleito para um cargo público, em 2018, ele concorreu ao cargo de deputado federal, mas não conseguiu.

Ao entrevista ao ar no  canal do YouTube ou na  página do Facebook do portal. Todas as entrevistas serão transmitidas nas duas plataformas a partir de hoje, sempre às 11h.

Durante a entrevista, os internautas poderão interagir e mandar perguntas. Essa é a hora para esclarecer todas as dúvidas e votar de forma consciente. Somente com informação de qualidade e democracia caminhando lado a lado que se toma a melhor decisão nas urnas.

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