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Esportes

Áustria recebe os dois primeiros GPs da temporada da F1

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A Formula One Management – empresa responsável pela organização da Fórmula 1 (F1) -anunciou nesta terça-feira (2), as oito primeiras provas do calendário de 2020, que compõem a fase europeia da temporada. Os pilotos vão largar, pela primeira vez no ano no dia 5 de julho, no circuito de Spielberg, na Áustria. Inicialmente o campeonato estava marcado para começar em março, mas devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), a data do primeiro Grande Prêmio teve de ser alterada. Ao todo, 11 provas foram afetadas pela insegurança sanitária, sendo que quatro delas –  Austrália (estreia), Mônaco, França e Holanda – foram canceladas. Já outros seis GPs foram adiados: Bahrein (Vietnã), China, Holanda, Espanha, Azerbaijão e Canadá.

Em comunicado oficial no site da F1, o Presidente e CEO, o americano Chase Carey, comemorou o começo das disputas, que inicialmente vai acontecer sem a presença de público.

“Estamos satisfeitos por podermos definir nosso calendário de oito corridas de abertura e esperamos publicá-lo completo nas próximas semana. Temos trabalhado incansavelmente com todos os nossos parceiros, a FIA e as equipes para criar um calendário de abertura revisado para 2020, permitindo-nos reiniciar as corridas da maneira mais segura possível. Embora, a temporada comece sem fãs em nossas corridas, esperamos que nos próximos meses a situação nos permita recebê-los de volta quando for seguro. Mas sabemos que o retorno da F1 será um impulso bem-vindo para fãs de esportes de todo o mundo”, disse.

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CEO da Liberty Media, grupo que comanda a Fórmula 1, Chase Carey, durante encontro com o presidente da República, Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto. CEO da Liberty Media, grupo que comanda a Fórmula 1, Chase Carey, durante encontro com o presidente da República, Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto.

Chase Carey confia na volta do público às corridas até o fim da temporada de 2020 – Valter Campanato/Agência Brasil

 

De 15 a 18 provas em 2020

De acordo com o novo cronograma, os austríacos serão os responsáveis por sediar duas corridas, assim como os ingleses. Desta forma, a organização da F1 alterou o nome dos GPs extras. Na Áustria será chamado de Estíria, que é a região onde está localizado Spielberg. Na Inglaterra levará a denominação de 70° aniversário, em memória da primeira prova ocorrida no autódromo de Silverstone. As provas anunciadas são:

GP da Áustria (Spielberg): 5 de julho

GP da Estíria (Spielberg): 12 de julho

GP da Hungria (Hungaroring): 19 de julho

GP da Inglaterra (Silverstone): 2 de agosto

GP 70º aniversário (Silverstone): 9 de agosto

GP da Espanha (Barcelona): 16 de agosto

GP da Bélgica (Spa-Francorchamps): 30 de agosto

GP da Itália (Monza): 6 de setembro

Com o calendário comprimido em razão da pandemia, a F1 trabalha para realizar entre 15 e 18 provas, das 22 programadas inicialmente. No início de abril, o diretor técnico da F1, Ross Brawn, explicou que o limite para o começo das corridas seria o mês de outubro, de modo a respeitar o estatuto da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que limita um mínimo de oito provas para realização de um campeonato mundial.

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Edição: Sergio du Bocage

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Esportes

Fluminense transmite final da Taça Rio e confia em superação

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A final da Taça Rio tem hora marcada, local confirmado e transmissão divulgada. O Fluminense emitiu uma nota oficial nesta terça (7) informando que recebeu autorização da TV Globo e vai exibir a partida contra o Flamengo, no Maracanã, às 21h30min. A FluTV, canal oficial do clube no Youtube, passará o jogo de forma gratuita e irrestrita.

Para a torcida tricolor, será a chance de finalmente ver o time fazer uma boa exibição desde o retorno do Campeonato Carioca. Em três partidas, foram dois empates e uma derrota. Com o posicionamento contra a disputa da competição neste momento, o Fluminense teve menos dias de treinamento, e isso pode ter influenciado nos resultados.

Para o jogo desta quarta (8), a diferença física em relação ao Flamengo precisa ser superada em campo, como explica o meia Nenê: “Isso a gente vai ter que fazer valer dentro de campo, na força mental, na nossa qualidade, na nossa união. A pressão realmente é muito grande, mas eles são favoritos. Podemos demonstrar que dentro de campo tudo é diferente, tudo pode acontecer. São 11 contra 11 e tá 0 a 0 ainda o jogo. Então teremos que saber tirar essa parte e não pensar no que estamos em dificuldade, e sim no que estamos progredindo e podemos fazer em relação ao jogo para conquistar a Taça Rio”.

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Outra explicação para o rendimento abaixo do esperado do Fluminense é a fase de adaptação. Sem Evanílson e com Fred em campo, o time muda a forma de jogar. Se antes o Flu apostava na velocidade, agora utiliza mais a experiência do camisa 9 para jogar de costas para o gol e confia no seu poder de finalização. Entretanto, o time precisa se acostumar com o novo esquema de jogo.

“Já tínhamos um entrosamento grande, sabemos como jogar, fizemos muitos gols, e agora é uma maneira dele encontrar formas variadas no caso de precisar em um jogo do Brasileiro ou até do Carioca mesmo. Para termos mais opções de ataque e não ficar apenas em um sistema de jogo é a maior mentalidade dele. É normal essa falta de entrosamento ainda com o Fred, o que não dá pra ser treinado, tentamos conversar, tentamos organizar. Isso é uma coisa normal, é pouco a pouco, fisicamente também ainda estamos entrando no ritmo, temos menos tempo de treino. Então é totalmente normal termos mais dificuldade neste começo”, disse Nenê.

Flamengo e Fluminense jogaram duas vezes pelo Campeonato Carioca de 2020. No primeiro encontro, vitória tricolor contra um time alternativo do rubro-negro por 1 a 0, com gol de Nenê, de calcanhar. Na semifinal da Taça Guanabara, já com a equipe titular, o Fla venceu, mas o jogo foi mais difícil do que muitos imaginavam. Após sair perdendo por 3 a 0 ainda no primeiro tempo, o Fluminense reagiu e quase conseguiu o empate.

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Nenê afirma que a partida serve de exemplo para o confronto desta quarta: “Não tem time imbatível no Brasil nem no mundo. Chega dentro do campo é 11 contra 11. Tudo bem, eles estão melhores preparados fisicamente, o time realmente é muito técnico, qualificado, mas sabemos como o futebol funciona, tudo é possível. Pego exemplo nosso mesmo, no segundo tempo do jogo que perdemos por 3 a 2, demos muita dificuldade para o time deles, soubemos sair da pressão deles, que é muito boa, são muito organizados. Mas demos muitos problemas, então também sabemos onde podemos atacar, onde podemos utilizar nossas armas. Metade do primeiro tempo e o segundo tempo inteiro jogamos de igual para igual, fizemos três ou quatro gols, e o VAR [árbitro de vídeo] tirou dois gols nossos. Tem que acreditar que podemos vencer como qualquer outro time”.

Flamengo e Fluminense se enfrentam às 21h30min, no Maracanã, pela final da Taça Rio. Se o Flamengo vencer, conquista o Campeonato Carioca, uma vez que já levantou a Taça Guanabara e possui a melhor campanha no geral. Em caso de vitória do Fluminense, a dupla vai decidir o Estadual em outras duas partidas.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Barcelona anuncia vitória sobre Santos em disputa jurídica por Neymar

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O Barcelona divulgou nota nesta terça (7) informando que a Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês) deu ganho de causa ao clube espanhol na disputa jurídica travada com o Santos pela contratação de Neymar. O Peixe ainda não se pronunciou sobre a decisão.

O Alvinegro Praiano exigia o pagamento de 61,29 milhões de euros (R$ 371,3 milhões), por entender que os pagamentos feitos pelo Barça à empresa que pertence a Neymar da Silva Santos, pai do atacante, que ajudaram a viabilizar a contratação, deveriam constar no valor total do negócio, fechado em maio de 2013. O clube paulista entrou com o processo em 2015, exatamente dois anos após a venda do jogador.

Pela transferência, o Santos recebeu 17,1 milhões de euros (R$ 56 milhões, na cotação da época), tendo que dividir o valor com os fundos DIS e Teisa, que detinham 45% dos direitos econômicos, ficando com os 55% restantes. Já à empresa de Neymar pai, os europeus pagaram 40 milhões de euros (R$ 128,6 milhões, também na cotação da época).

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No comunicado, o Barcelona diz que, no entendimento do CAS, o contrato entre Santos e Neymar foi encerrado “por mútua concordância” e que o clube espanhol “não infringiu nenhum acordo de transferência quando pagou uma quantia adicional ao pai do jogador e à sociedade N&N”. Ainda segundo a nota, a Corte Arbitral do Esporte teria avaliado que o Barça “não se comportou de maneira fraudulenta quando firmou um pré-contrato com Neymar Jr, nem quando assinou o acordo de transferência com o Santos”.

Por fim, o posicionamento do time europeu diz que o Santos terá que pagar ao Barcelona os custos do processo: 20 mil francos suíços (R$ 114 mil).

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Coluna – Clubes e paradesporto

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O último edital lançado pelo Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), em maio, com aporte total de R$ 130 milhões, previu um acréscimo de 15% – sobre valores já executados nos esportes olímpicos – a clubes cujos projetos abracem o paradesporto. Em entrevista à Agência Brasil, o vice-presidente de Formação de Atletas da entidade, Fernando Cruz, afirmou que o objetivo é “incentivar que clubes sociais e esportivos também passem a contar com o paralímpico”. Os recursos provêm das loterias da Caixa Econômica Federal. O Comitê tem direito a 0,5% dessa arrecadação, com destinação “única e exclusivamente para a formação de atletas olímpicos e paralímpicos”.

A porcentagem, conforme o edital, representa em torno de R$ 25 milhões desse total. Para se ter acesso ao repasse, há algumas exigências. O item 6.1.3 do chamamento, por exemplo, indica que os clubes “poderão valer-se de parcerias técnicas formais com entidades de prática esportiva de esportes paralímpicos” e desenvolver atividades paradesportivas “em espaços de terceiros, desde que expressamente autorizado pelo detentor dos direitos de posse direta ou domínio do espaço objeto de cessão, durante toda a vigência da parceria”.

Ainda segundo o edital, que foi direcionado à contratação e manutenção de profissionais e recursos humanos, o item 6.1.4 versa que “espera-se que todos os clubes adotem um esporte paralímpico até o final do ciclo 2021-2024, para que estejam aptos a participar dos próximos editais”. A projeção do CBC, de acordo com o documento, é que os próximos “atos convocatórios” sejam unificados para esportes olímpicos e paralímpicos. A previsão, adiantada por Cruz à Agência Brasil, é que um novo edital saia em novembro.

O modelo esportivo no Brasil é desenvolvido, principalmente, nos clubes. De lá, vieram 84% dos integrantes da delegação brasileira nos Jogos do Rio de Janeiro. Já a predominância clubística no paradesporto tem suas peculiaridades. Há, de fato, agremiações tradicionais que englobam modalidades paralímpicas. O velocista Petrúcio Ferreira, campeão mundial e paralímpico, por exemplo, é do Pinheiros, de São Paulo. O Grêmio Náutico União, de Porto Alegre, possui atletas importantes da natação adaptada, como Susana Schnardorf e Carol Santiago. Já o Sesi, na região metropolitana da capital paulista, mantém times fortes de goalball e vôlei sentado. Mas, a maior parte dos esportistas é ligada a associações voltadas a pessoas com deficiência.

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Em entrevista à Agência Brasil, em junho, o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado, estimou em “quase mil” o número de clubes paralímpicos do país. “Eles têm uma característica diferente dos clubes olímpicos, que são condições já bastantes modestas”, descreveu, à ocasião. “Essa pandemia [do novo coronavírus, a covid-19] é mais um problema, mas os nossos clubes, infelizmente, no dia a dia, enfrentam dificuldade de falta de recurso. Permanece uma prioridade nossa trabalhar para que esses clubes também possam ter financiamento para suas atividades”, completou.

Esse edital de maio do Comitê de Clubes foi antecipado exatamente devido à covid-19. A intenção, segundo a entidade, foi auxiliar as agremiações atingidas pelo impacto econômico da pandemia. O processo foi aberto às instituições filiadas à entidade – ou seja, que tenham certificação da Secretaria Especial do Esporte, certidões regulares e aprovação no processo de analise de capacidade técnica e operacional do CBC.

O chamamento teve questionamento na imprensa justamente por limitar a participação a clubes filiados, devido ao parágrafo primeiro do artigo 16, da Lei 13.576/2018, que diz: “O CBC aplicará no mínimo 15% dos recursos (…) em atividades paradesportivas: diretamente, sem possibilidade de restringir a participação nos editais de chamamento público em função de filiação das entidades de práticas desportivas”.

Em nota à Agência Brasil, o CBC justificou que “por razões de transparência e governança, separa as contas dos recebimentos dos recursos provenientes da arrecadação do produto das loterias, distribuindo os recursos pela sua natureza, bem como em relação à própria legislação que baliza a aplicabilidade deles”. Ainda segundo o Comitê, como os dispositivos da Lei Pelé (9.615/98) “que tratavam da destinação e forma de aplicabilidade dos recursos das loterias” foram revogados e a Lei 13.756/2018 “disciplinou integralmente a sua maneira os recursos das loterias para o esporte, o CBC abriu novas contas, separando os recursos recebidos no contexto normativo da Lei 9.615/1998, daqueles previstos no contexto da Lei 13.756/2018”.

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Na entrevista à Agência Brasil, Fernando Cruz explicou que os R$ 130 milhões do edital de maio “são remanescentes da antiga lei, então, não sofrem essa obrigatoriedade [de não serem restritos a filiados]”. Conforme o dirigente, o Comitê pretende reunir clubes e federações, em especial os voltados ao segmento paralímpico, “para que se faça um diagnóstico e se possa ver a real situação. Só que, nesse momento, esses recursos estão estritamente vinculados à lei anterior”.

A mensalidade dos clubes filiados (R$ 3,9 mil), por sua vez, é considerada elevada por algumas agremiações do paradesporto. Segundo o vice-presidente do CBC, instituições filiadas que participam com apenas uma modalidade, inclusive paralímpicas, têm redução de 50% na contribuição. “Se realmente [o valor] essa mensalidade faz diferença, o clube tem que fazer a reflexão, se realmente tem a condição técnica de receber esses recursos, ou se realmente está em busca de uma contribuição, vamos dizer, que o ajude na sobrevivência. Não é esse o objetivo do CBC. Nossa missão é formar atletas olímpicos e paralímpicos através dos clubes. Temos a obrigação perante os órgãos públicos, de colocar recursos e obter resultados”, concluiu Cruz.

Edição: Verônica Dalcanal

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