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Economia

Auxílio emergencial: 200 mil foram pagos neste sábado, apenas 14% dos pedidos

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Tatiana Thomé
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Tatiana Thomé, vice-presidente de Governo da Caixa explica depósitos deste sábado (6)

De 1,4 milhão de pedidos de auxílio emergencial feitos ao governo federal nos últimos dias, apenas 200 mil foram aprovados para receberem o benefício. O crédito foi depositado neste sábado (6). 

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A informação foi dada pela vice-presidente de governo da Caixa, Tatiana Thomé, neste sábado (6), durante entrevista coletiva. “Duzentas mil famílias tiveram o crédito feito hoje (sábado) pela Caixa. De 1,4 milhão de registros, em torno de 200 mil foram considerados elegíveis, então foram feitos os créditos para essas pessoas na data de hoje”, afirmou Tatiana. 

A diretora do banco estatal também informou que  58,6 milhões de pessoas já receberam duas parcelas do auxílio emergencial e 108,5 milhões pelo menos uma das parcelas. O valor total pago até o momento, segundo a Caixa  já chega a R$ 76,6 bilhões. 

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Explicação

A Caixa tem reiterado em suas entrevistas coletivas que não é responsável pelo processo de aprovação dos pedidos de auxílio emergencial . Neste sábado, a vice-presidente de governo da Caixa foi questionada por uma solicitante.

Ela leu a pegunta: “Caixa, estou desde 7 de abril aguardando meu auxílio já fiz duas correções e a últuma foi há 10 dias e (meu pedido) ainda está em análise, com quem eu falo, o que eu faço?”.

“A Caixa faz papel de agente pagador, não somos responsáveis pela análise do seu cadastro, pela elegibilidade, pela cruzamento das bases. O caso está em análise pela Dataprev . Pode direcionar sua questão para o Ministério da Cidadania ou aguardar mais um pouco”, respondeu.



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Economia

Mega-Sena valendo R$ 23 milhões: veja os números sorteados nesta quarta-feira

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Prêmio desta semana é de R$ 23 milhões
Agência Brasil

Prêmio desta semana é de R$ 23 milhões

O concurso 2275 da Mega-Sena desta quarta-feira (1), tem um prêmio estimado em R$ 23 milhões. As dezenas sorteadas foram:

02-04-25-36-50-53

A Caixa ainda não informou se houve ganhadores neste sorteio.

Como apostar

Para apostar na Mega, o participante deve escolher de seis a 15 números nas lotéricas credenciais pela Caixa , ou no site especial de loterias do banco.

Segundo a Caixa , ninguém acertou as seis dezenas sorteadas no último sábado (27). Os números sorteados foram: 08-11-17-33-40-55

A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 4,50. Nesse caso, a chance de acerto (probabilidade estatística) é de uma em mais de 50 milhões. Os sorteios da Mega-Sena são realizados, normalmente, duas vezes por semana, às quartas e aos sábados.

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Dólar tem queda e fecha em R$ 5,31 nesta quarta-feira

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Dólar teve queda. mas movimentação no Brasil ainda é incerta

O dólar teve queda na primeira sessão de julho, nesta quarta-feira (1). A moeda americana fechou em R$ 5,318, com recuo de 2,24%.


A Bolsa de valores brasileira, sinalizada pelo principal indicador (Ibovespa), teve movimento positivo, com alta de 1,21%, fechando aos 96.203,20 pontos.

A queda do dólar nesta quarta-feira se explica pelos dados positivos na economia dos Estados Unidos.zona do euro também deu bons sinais, mostrando que a  contração industrial na Europa foi mais fraca do que o esperado. Na China, a indústria mostrou crescimento com a suspensão das medidas de isolamento contra a Covid-19.

No Brasil, o movimento do dólar é incerto, e os movimentos de alta e queda têm sido associadas por especialistas ao cenário de  juros baixos e instabilidades econômicas e políticas.

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Economia

Dá para viver com o auxílio emergencial? Especialista conta o que priorizar

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Auxílio emergencial foi renovado por mais dois meses pelo governo, mas R$ 600 não dão conta de todas as despesas familiares no Brasil

O governo aprovou a prorrogação do  auxílio emergencial por mais dois meses , ainda com parcelas de R$ 600, para os meses de julho e agosto. O auxílio busca diminuir os impactos financeiros causados em famílias de baixa renda durante a crise provocada pela pandemia de Covid-19.

No entanto, o  auxílio emergencial de R$ 600 representa apenas pouco mais da metade do salário mínimo (R$ 1.045).

O iG conversou com Jefferson Mariano, professor de economia e doutor em desenvolvimento econômico pela Unicamp, sobre como é a sobrevivência de famílias de baixa renda neste momento.

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Reprodução BandNews

‘Questão de sobrevivência e não de uma vida com mínimo de dignidade’, diz Jefferson Mariano, doutor em desenvolvimento econômico, sobre o auxílio emergencial


Dá para sobreviver com o auxílio emergencial (R$ 600)?

Evidentemente que é impossível pensar em manter um domicílio com o auxílio. Mas é uma questão de sobrevivência, e não de uma vida com mínimo de dignidade. Vamos lembrar que esse valor corresponde a  pouco mais da metade do salário mínimo.

Por outro lado, há um número significativo de pessoas que residem em domicílios com esse valor de rendimento médio por pessoa. Aqueles que são elegíveis conseguem obter transferências do governo, como o  Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada. No entanto, há um enorme contingente de famílias que não tem acesso a esses recursos, especialmente os que moram nas ruas ou residem em domicílios improvisados.

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O que as pessoas devem priorizar, com uma renda tão baixa?

A prioridade passa ser a alimentação, higiene pessoal e limpeza e pelo menos um mínimo provisionamento para medicamentos. Além disso, se possível, é importante ter recursos para aquisição de itens que garantam o mínimo de conforto no domicílio como  água, luz e gás.

Mas não é possível falar em gastos com habitação de modo mais abrangente, uma vez que, pessoas com nível de renda tão baixo só teriam acesso a domicílios cedidos, ocupados ou improvisados. Vale destacar que quanto menor a renda das famílias, maior é o percentual gasto com  itens de alimentação.

Como pesquisar preços de alimentos e itens essenciais (como de higiene pessoal e de limpeza) neste momento?

Em um cenário de redução de mobilidade sociais as opções de despesas ficam mais restritas. Nos casos das famílias com faixas de maior poder aquisitivo, a opção tem sido o e-commerce. O reflexo tem sido a prática de preços mais elevados.

Enquanto estamos em  cenário de deflação, os alimentos seguem com variações positivas. Para o grupo de pessoas com menores rendimentos, resta, além dos riscos da pandemia, a alternativa de buscar a aquisição em redes maiores, pois em razão da escala os preços tendem a ser menores do que nos pequenos estabelecimentos.

No caso específico de itens de  alimentação e higiene, a alternativa de fato acaba sendo as grandes redes (hiper, supermercados e os “atacarejos”).

Nesse caso, as pesquisas via internet acabam ajudando. Nem sempre todos os itens são mais baixos em um único estabelecimento. Assim, tende a ocorrer o fracionamento das despesas por estabelecimento comercial.

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No caso dos alimentos, as feiras livres tendem a ser uma alternativa, mas, novamente, é importante destacar os cuidados relacionados à pandemia. Perto do término os preços tendem a cair, mas é importante observar atentamente a qualidade dos produtos, especialmente aqueles mais frágeis e perecíveis. 

O que cortar das compras neste momento? 

Em relação aos itens de alimentação a alternativa para as famílias de baixa renda é tentar substituir os alimentos processados e industrializados por in natura. Os primeiros, além de mais caros tem um comportamento de preços rígidos.  Os alimentos in natura são mais baratos quando estão na sua época. Além disso, quando há uma safra muito boa, os preços têm quedas maiores. Na página da secretaria de agricultura do Estado de São Paulo há  todo mês a indicação dos alimentos de época.

Há também taxas que o consumidor geralmente não percebe que paga (como em cartões de crédito, por exemplo), que podem ser cortadas.

Sem dúvidas que, neste cenário de grandes restrições, todas taxas adicionais precisam ser cortadas. No caso de cartão de crédito, há a cobrança de taxas de anuidade. Nesse caso, vale negociar com as instituições, no sentido de pleitear isenções. Também é importante  não usar em hipótese nenhuma o crédito rotativo, pois as taxas são muito elevadas. Além disso, aquisição de itens de consumo imediato com o cartão de crédito é também extremamente arriscado.

Como lidar com o aluguel – com uma renegociação, por exemplo?

Caso a família resida em imóvel alugado, nesse cenário de pandemia e redução no rendimento habitual, deve-se optar por tentativa de  renegociação do aluguel.  Esse processo se intensificou nas últimas semanas e, em alguns casos tem ocorrido redução em torno de 30% – e não há ainda nenhuma norma ou legislação a respeito do tema. Porém o quadro tem levado a um número significativo de acordos, inclusive no caso dos imóveis comerciais.

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