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Auxílio emergencial precisa ser declarado no Imposto de Renda; veja como fazer

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Você sabia que é preciso declarar o Auxílio Emergencial no IRPF?
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Você sabia que é preciso declarar o Auxílio Emergencial no IRPF?

Muita gente foi pega de surpresa nas declarações de Imposto de Renda em 2021. Isso porque, algumas mudanças significativas ocorreram, entre elas, a declaração do Auxílio Emergencial, benefício cedido pelo Governo Federal em 2020 com a pandemia do coronavírus.

Para quem recebeu o auxílio ou declarou algum dependente, é necessário informar o recebimento. “Quem em 2020 recebeu o Auxílio Emergencial, ou teve algum dependente que recebeu, precisará declarar este caso tenha recebido outros rendimentos tributáveis, sem contar o auxílio, em valor acima de R$ 22.847,76. Sendo nesse caso, obrigado a devolver o valor do Auxílio, ao final da declaração”, explica Lisiane Queiroga, coordenadora fiscal da accountech contábil Express CTB.

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Auxílio Emergencial

A coordenadora fiscal ressalta que “o valor a ser devolvido será o das parcelas de R$ 600. O chamado Auxílio Emergencial Residual (com parcelas de R$ 300) não precisará ser devolvido” e que “os valores a serem devolvidos aparecerão como DARFs. Caso haja dependentes que também irão ressarcir o benefício, terá um DARF para o declarante e outro para cada dependente”.

Lisiane complementa que essa devolução será automática, mesmo informando ou não que recebeu o auxílio na declaração. “O programa reconhece pelo CPF quem recebeu e libera os DARFs para pagamento da devolução do auxílio”, conclui Queiroga.

Veja a matéria completa no site do  1Bilhão. 

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Lira volta atrás e diz que não será necessário fazer racionamento de energia

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 Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados
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Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Arhur Lira (PP-AL), voltou atrás sobre sua  afirmação de que o Brasil precisaria passar por um racionamento de energia para evitar um apagão decorrente da crise hídrica.  Segundo o parlamentar, será necessário apenas um incentivo “de maneira voluntária” ao “uso eficiente” da energia pelos consumidores.

“Falei há pouco com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que esclareceu que a medida provisória não irá trazer qualquer comando relativo ao racionamento de energia. Será feito o incentivo ao uso eficiente da energia pelos consumidores de maneira voluntária”, disse em suas redes sociais.


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A MP à qual se refere o presidente da Câmara prevê ampliar os poderes do Ministério de Minas e Energia na gestão dos recursos hídricos do país.

Mais cedo, em entrevista no Palácio do Planalto, Lira disse que para evitar um apagão, seria necessário “um período educativo, de algum racionamento, para não ter nenhum tipo de crise maior”.

*Com informações da Agência Câmara 

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Economia

Bolsonaro manda Guedes “arranjar recursos” para voto impresso em 2022

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Câmara e TSE debatem reforma eleitoral e voto impresso na quarta-feira
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Câmara e TSE debatem reforma eleitoral e voto impresso na quarta-feira


No evento de lançamento do Plano Safra 2021/2022, que dará crédito ao agronegócio, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu o voto impresso e ordenou que o ministro Paulo Guedes (Economia) dispusesse recursos para a implementação do voto nas eleições de 2022 .

“Você vai arranjar recursos para que o voto auditável seja uma realidade em 2022”, disse, com Guedes ao lado. O presidente ainda ironizou, afirmando que, “pela primeira vez”, o ministro da Economia iria cumprir uma ordem sua.

Bolsonaro tem defendido a impressão de cédulas físicas na votação com urna eletrônica alegando que o sistema atual abre margem para fraudes.

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Desde a adoção das urnas eletrônicas no Brasil, em 1996, nunca houve indício ou prova de eleições fraudadas, apontam as auditorias realizadas pelo TSE e investigações do MPE (Ministério Público Eleitoral), além de estudos matemáticos e estatísticos independentes.

As urnas eletrônicas já são auditáveis e o procedimento é feito durante a votação. Na véspera do pleito, juízes eleitorais de cada TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sorteiam urnas já instaladas nos locais de votação para retirar suas fichas, as conferirem publicamente e iniciar o sufrágio.


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Reforma administrativa: relator cortará contratação de servidores sem concurso

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Deputado Arthur Maia (PPS-BA)
Cleia Viana/Câmara dos Deputados – 7.2.18

Deputado Arthur Maia (PPS-BA)


O deputado Arthur Maia (DEM-BA), relator da reforma administrativa na Comissão Especial da Câmara , afirmou que vai modificar um ponto da proposta do governo em seu parecer para não promover alterações no sistema de preenchimento de cargos em comissão.

“O nosso relatório irá modificar esse ponto ou manter como é hoje: separando cargos de chefia de cargos em comissão, e deixando para aqueles que são da carreira, que são pessoas concursadas a elaboração de estratégias, de funções técnicas, e para os cargos em comissão apenas a possibilidade de assessoramento”, declarou o deputado durante a primeira audiência pública da Comissão Especial, nesta terça-feira.


“Essa mudança eu posso antecipar, até para que nós possamos evoluir em outros pontos que são mais polêmicos”, acrescentou.

A proposta de reforma administrativa do governo prevê a extinção dos atuais cargos comissionados e funções gratificadas, que seriam transformados em cargos de liderança e assessoramento. Parte desses cargos seria ocupada mediante processo de seleção simplificada e os demais teriam livre nomeação e exoneração.

Esse ponto vem sendo alvo de críticas, e foi debatido ao longo da audiência. Maia reiterou sua posição a respeito da livre nomeação, e disse que esse ponto deve ser modificado.

“Não faz sentido, e eu acho que nisso há uma convergência de todos aqueles que participam deste debate, de que não há nenhuma razão para nós, com essa mudança, estarmos a favorecer o aumento da inserção, da intromissão indevida, da política na administração pública “, argumentou.

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