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Economia

Auxílio Emergencial será de R$ 250 e vai de março a junho, VEJA

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, 11 de fevereiro que o Auxílio Emergencial deverá ter uma novada rodada de pagamentos à partir do mês que vem, e a duração será de quatro meses.

Está havendo uma discussão por parte do poder Executivo bem como do Congresso para que possa ser liberado o pagamento em mais quatro parcelas. Apesar de não ter dado pistas sobre o novo valor o ministro da Economia, Paulo Guedes, citou a possibilidade de que as novas parcelas sejam de R$ 250 reais.

O ministro disse durante uma live ontem que: “teremos duas curvas, uma de vacinação em massa subindo, para imunizar a população, e garantir um retorno seguro ao trabalho, enquanto as camadas protetivas, que eram 600 (reais), caíram para 300 (reais), agora podem descer, digamos, para 250 (reais), uma coisa assim, e depois aterrissa de novo no programa Bolsa Família”.

Com isso, os pagamentos do benefício sendo liberados em quatro parcelas à partir de março terá duração até o mês de junho de 2021, totalizando R$ 1.000 para cada beneficiário.

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Beneficiários

Durante declaração nesta quinta-feira, Bolsonaro ainda não detalhou quais beneficiários vão receber as novas parcelas do benefício. Inicialmente o objetivo é de que os 64 milhões de beneficiários do ano passado possam ser amparados. Contudo, ainda se segue o debate de reduzir pela metade o número de cidadãos que podem ser contemplados com a nova medida.

Para membros da equipe econômica, o retorno dos pagamentos do auxílio deverá funcionar como uma espécie de “PEC de guerra”, para todos os momentos de excepcionalidade do país, estados e municípios. O projeto deve ser incluído à proposta de emenda à Constituição (PEC) do pacto federativo, no Senado, em uma cláusula de calamidade.

DA REDAÇÃO

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Economia

Amazon vai doar R$ 5,3 milhões para construção de nova fábrica de vacinas em SP

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Amazon divulga aumento de 44% na receita em resultados de 2020
Luciano Rocha

Amazon divulga aumento de 44% na receita em resultados de 2020


A Amazon anunciou que doará R$ 5,3 milhões para a construção do novo prédio do Instituto Butantan que fabricará vacinas contra a Covid-19. Assim, a empresa passa a integrar a lista de 39 companhias que irão repassar parte de suas receitas para acelerar a construção do prédio na capital paulista.

Essa é a segunda vez que a empresa doa ao Brasil em prol do combate à pandemia de covid-19. Em julho de 2020, a Amazon doou 5 milhões de reais para a compra de itens de proteção individual e equipamentos médicos essenciais, como ventiladores mecânicos.

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Na lista, estão empresas como Vale, iFood, Magazine Luiza, B2W, Minerva, Ambev, BTG Pactual e JBS, que doou 5 milhões para o projeto.

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A fábrica, que está em construção desde o início de novembro, abrigará a produção nacional da vacina e terá 11.000 m². A atual fábrica do Instituto Butantan tem 1.880 m², quase quatro vezes menor que a em construção. O objetivo é produzir 100 milhões de doses anualmente a partir de janeiro de 2022. A previsão para a conclusão é setembro deste ano

“Queremos oferecer nosso apoio onde a ajuda é mais necessária, e no momento vemos que é na vacinação. Esperamos que o valor ajude o Instituto Butantan a atingir a meta estipulada para a conclusão da fábrica, de forma que as doses da vacina possam ser fabricadas e assim imunizar toda a população brasileira”, disse em nota Alex Szapiro, gerente nacional da Amazon Brasil..

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Economia

Guedes defende vacinação e diz que Bolsonaro “não deixou claro o problema”

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Guedes afirmou que não seria possível reajustar salários de servidores neste momento
Lorena Amaro

Guedes afirmou que não seria possível reajustar salários de servidores neste momento

O ministro da Economia, Paulo Guedes , disse nesta sexta-feira (05) que a vacinação em massa contra Covid-19 é a “coisa mais importante” que se tem agora. Ao comentar a votação da proposta que permite o pagamento do auxílio emergencial em 2021, o ministro disse que saúde e economia andam juntas.

“O próximo passo agora é a vacinação em massa. É a coisa mais importante que tem agora. O presidente (Jair Bolsonaro) sempre falou que economia e saúde andam juntas. É a vacinação em massa, se não a economia não se sustenta. Ela volta a cair ali na frente. Da mesma forma, a saúde não se sustenta. Imaginem que a gente deu o auxílio emergencial e as prateleiras vazias porque as pessoas perderam a saúde, ou porque a economia se desorganizou. Nós não podemos deixar a economia se desorganizar”, afirmou Guedes.

Apesar da declaração do ministro, a vacinação anda em ritmo lento no Brasil por conta da baixa quantidade de doses disponibilizadas pelo Ministério da Saúde . O ministério prevê entregar 38 milhões de doses de vacinas em março, numa redução de quase 8 milhões de doses em relação ao que foi divulgado em fevereiro. Até agora, 7,6 milhões de pessoas receberam a a primeira dose da vacina, o equivalente a 3,62% da população brasileira. 

Guedes disse também que essa é a “mensagem” que o presidente Bolsonaro tenta passar. Crítico das medidas de isolamento necessárias para combater a doença, Bolsoanro afirmou ontem ser preciso parar do que ele chamou de “frescura” e “mimimi” com a pandemia de Covid-19 e questionou até quando as pessoas ficarão, nas suas palavras, “chorando”. O novo coronavírus já matou quase 260 mil brasileiros, e a mortes estão em alta, batendo recordes nos últimos dias.

“É muito importante isso. Essa é a mensagem que, o tempo inteiro, o presidente tem tentado passar também. Que, talvez por infelicidade, não deixou claro o problema da saúde e da vacinação em massa. Mas a agonia dele com a economia é a seguinte: se você der o auxílio e chegar lá e a prateleira estiver vazia, todo mundo com o dinheiro na mão, há inflação, falta de alimentos. Temos que manter os sinais vitais da economia”, disse Guedes.

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Economia

Lojas Americanas vai abrir 150 lojas em 2021 apesar do comércio online crescente

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Lojas Americanas
Eduardo P/Creative Commons

Lojas Americanas


Nesta sexta-feira (5), executivos da Lojas Americanas disseram que a rede vai manter sua estratégia de abertura de lojas físicas, mesmo com a forte migração de compras para o comércio eletrônico. 

“A abertura de lojas faz parte da nossa estratégia”, disse o diretor-presidente da Lojas Americanas, Miguel Gutierrez. Em teleconferência com analistas sobre os resultados do quarto trimestre, frisou que, dentro do plano de longo prazo, a expectativa é de abrir cerca de 150 novas unidades em 2021.

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O dono é o mesmo da B2W, com a qual está avaliando uma fusão. No quarto trimestre, o faturamento da Americanas subiu 15%, movimento liderado pela B2W, que mostrou crescimento de 38,2% no faturamento (GMV) sobre um ano antes.

Empresas com operações físicas e de comércio eletrônico, como a Americanas e as rivais Via Varejo e Magazine Luiza, têm usado suas lojas para que os clientes retirem produtos comprados pela internet.

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“Nosso plano de aquisições é para o longo prazo”, disse Gutierrez.

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