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BMW S 1000 RR ganha nova cor no mercado do Brasil

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BMW S 1000 RR: nova combinação de cores é voltada especificamente para o Brasil, onde a esportiva é produzida
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BMW S 1000 RR: nova combinação de cores é voltada especificamente para o Brasil, onde a esportiva é produzida

A BMW S 1000 RR, recente lançamento da BMW Motorrad, acaba de ganhar mais uma opção de cor no mercado brasileiro. Já disponível nas cores prata metálico e tricolor motorsport, o modelo agora pode ser adquirido na cor preto metálico com detalhes em vermelho, que valorizam o estilo e a esportividade da categoria. O modelo tem preço sugerido de R$ 76.900.

Produzida na fábrica de Manaus, a BMW S 1000 RR pretende ser mais uma alternativa para o consumidor. “A nossa fábrica em Manaus nos permite trazer mais opções aos clientes e atender as demandas locais”, declara Julian Mallea, Diretor da BMW Motorrad no Brasil. “Com essa nova cor, esperamos seguir no atendimento dos desejos do cliente brasileiro”, reforça o executivo.

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A BMW S 1000 RR vem com painel de instrumentos TFT de 6,5 polegadas, motor de quatro cilindros, com 207 cv e 11,5 kgfm, sendo 88,7% dessa força disponível entre 5.500 e 14.500 rpm. A moto esportiva também conta com ShiftCam , que ajuda acelerar de maneira mais uniforme em saídas de curva fechadas, prolongando a vida útil dos pneus e possibilitando que o piloto use melhor a estrutura.

Os modos de pilotagem disponíveis se baseiam em quatro tipos: Rain, Road, Dynamic e Race. Há também a opção Modo Pro com configurações adicionais de pilotagem (Race Pro 1-3), recursos de Controle de Tração, Limitador de Pit-Lane para controlar a velocidade e Shift Assistant Pro , que permite realizar mudanças rápidas de marcha sem precisar acionar a embreagem, entre os principais recursos.

Fonte: IG CARROS

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Honda lança primeiro carro autônomo de nível 3 no Japão

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Honda Legend 2022 representa mais um avanço quando o assunto é carro autônomo no mercado global
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Honda Legend 2022 representa mais um avanço quando o assunto é carro autônomo no mercado global


A Honda apresenta no Japão o primeiro sistema de direção autônoma de nível 3 do mundo. O equipamento faz a sua estreia no sedã de luxo Legend, atualmente o modelo de topo da marca no país asiático.


A função recebeu o nome de Traffic Jam Pilot é faz parte do pacote de equipamentos tecnológicos Honda Sensing Elite. Enquanto os autônomos de nível 2 exigem que o motorista se mantenha sempre atento ao volante, no nível 3 o carro já é capaz de dispensar o motorista em condição de tráfego lento em vias expressas, permitindo que o condutor assista até um filme na tela da central multimídia.

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Em caso de necessidade, o veículo pode solicitar a retomada do controle de direção pelo motorista. Mas caso ele não reaja, o próprio Traffic Jam Pilot é capaz de desacelerar o automóvel e fazer as mudanças de faixa até a parada do carro no acostamento, como pode ser visto no vídeo abaixo.


Para conseguir comercializar a tecnologia, a Honda teve que obter uma autorização especial do Ministério Japonês de Terras, Infraestrutura, Transporte e Turismo, que exigiu a instalação no veículo de uma espécie de caixa preta para gravar dados do sistema autônomo nos últimos seis meses — incluindo se o motorista falhou em reagir a um alerta de retomada de comando — e a colocação de um adesivo indicativo na traseira do veículo.

Para operar, o Traffic Jam Pilot utiliza dados coletados pelo sistema de navegação via satélite e mapas tridimensionais de alta definição, além de uma rede de sensores que monitoram os arredores do veículo em um ângulo de 360°, enquanto uma câmera monitora as condições do condutor.

A tecnologia passou por uma bateria de testes de aproximadamente 1,3 milhão de quilômetros e é baseada em redundância, permitindo que a sua operação siga mesmo com defeito em um dos componentes.

A Honda foi a única montadora a insistir no sistema autônomo de nível 3. Outros fabricantes que haviam anunciado o desenvolvimento deste tipo de tecnologia, como a Audi, decidiram pular esta etapa e ir diretamente para o desenvolvimento de sistemas autônomos de nível 4, que diferente do equipamento presente no sedã Legend vão permitir que o motorista esqueça da direção também em condições de tráfego normal.

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Fonte: IG CARROS

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Ford começa a aceitar encomendas do Bronco Sport na Argentina

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Ford Bronco Sport: SUV médio chegará do México como primeiro modelo depois que a marca fechou suas fábricas no Brasil
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Ford Bronco Sport: SUV médio chegará do México como primeiro modelo depois que a marca fechou suas fábricas no Brasil

A Ford da Argentina começa a aceitar encomendas para quem se interessar pelo SUV médio Bronco Sport, que chegará às lojas no país em abril a partir de US$ 44 mil, o que equivale a cerca de R$ 250 mil numa conversão simples. O carro também será vendido no Brasil na mesma época em que chegará ao mercado argentino.

Vindo do México, o Ford Bronco Sport passa a ser oferecido na Argentina em duas versões. A primeira é a 1.5 EcoBoost Big Bend, de 175 cv e 26,3 kgfm de torque. No sistema de transmissão está incluído câmbio automático, de oito marchas e tração integral. As rodas são de 18 polegadas e, no interior, o sistema multimídia é o Sync3 com tela de 8 polegadas sensível ao toque.

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A versão topo de linha do novo SUV médio da Ford é a 2.0 EcoBoost Wildtrack, de 240 cv e 38,1 kgfm de torque, que funciona com câmbio automático de oito marchas (com hastes no volante para trocas sequenciais), tração integral (sem reduzida, mas bloqueio de diferencial central, deixando 50% da força para cada eixo). Mais sofisticado, passa a ter sistema de som de alta-fidelidade da Bang& Olufsen e pintura de dois tons, mas custa US$ 54 mil (ou cerca de R$ 308 mil).

Na linha de acessórios, a Ford vai oferecer itens como barras na capota para ajudar a evar bagagem extra, além de equipamentos próprios para carregar bicicletas e caiaques. bem como engate para reboque, entre outros itens. Todas as versões do Bronco Sport contam com tração 4×4 G.O.A.T, com 5 modos de condução (econômico, esportivo, normal, cascalho e lama).

O Ford Bronco Sport tem 4,38 metros de comprimento, 1,88 m de largura, 1,78 m de altura e 2,67 m de distância entre-eixos. Na comparação com o Jeep Compass nacional, que tem 4,41 m de comprimento, 1,81 m de largura, 1,63 m de altura e 2,63 m de entre-eixos, o Bronco Sport é um pouco mais curto e alto.

O novo SUV da Ford faz parte da nova leva de modelos médios do segmento que chegarão ao Brasil ao longo de 2021 , mesmo com a cotação do dólar nas alturas e durante a forte crise econômica na pandemia, um dos fatores que levaram a marca americana a fechar suas fábricas no País.

Fonte: IG CARROS

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Falta de peças é principal risco atual para a indústria, aponta Anfavea

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Falta de peças é hoje o principal fator que pode levar à paralização da produção de carros no Brasil
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Falta de peças é hoje o principal fator que pode levar à paralização da produção de carros no Brasil


As medidas de restrição por parte dos governos municipais e estaduais por conta do aumento no número de casos e vítimas fatais por Covid-19 no Brasil preocupam menos a indústria automobilística atualmente do que o gargalo logístico e de produção desencadeado pela pandemia do novo coronavírus. É o que aponta a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), que divulgou nesta sexta-feira (5) os números do setor no mês de fevereiro.


Segundo a Anfavea , a indústria automobilística fechou fevereiro com 197 mil automóveis de passeio produzidos. Queda de 1,3% na comparação com janeiro, quando foram fabricados 199,7 mil carros no Brasil. Pior resultado desde julho de 2020 e pior fevereiro desde 2016.

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Apesar dessa variação negativa na produção, o nível de estoque de carros novos se manteve no equivalente a 18 dias de vendas. Desse total. 15 dias de estoques estão nos pátios dos fabricantes e 3 dias nas concessionárias.

Apesar dessa aparente estabilidade, o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, destaca que o cenário para os próximos meses ainda é de incerteza. “Hoje nos temos protocolos muito bem estabelecidos, com mudanças nos transportes, refeitórios, medição de temperatura e produção em dois ou mais turnos. Posso afirmar que há menos riscos dentro das fábricas do que em outros lugares. O risco maior é de parada por falta de peças”.

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Aumento dos sistemas eletrônicos nos veículos fizeram aumentar a dependência dos semicondutores
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Aumento dos sistemas eletrônicos nos veículos fizeram aumentar a dependência dos semicondutores


Além dos semicondutores necessários para a produção dos sistemas computadorizados, hoje existe o risco de desabastecimento de matérias-primas básicas como aços e resinas para a produção de peças plásticas. Com uma menor oferta de insumos, aumentaram também os custos de aquisição, que se somaram à elevação nos fretes marítimo e aéreo nos últimos meses.

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Um levantamento realizado pela Anfavea aponta que só o aço plano laminado a quente ficou 61% mais caro em relação ao preço praticado em janeiro de 2020, enquanto as resinas e elastômeros fecharam dezembro de 2020 com uma majoração de 68% nos preços em relação ao mesmo mês de 2019.

Já o frete marítimo teve uma alta de 339% na comparação com os meses anteriores à pandemia, enquanto o frete aéreo encareceu 105% no mesmo período.

“A pandemia trouxe uma desorganização nos preços, embora a logística das montadoras tenha feito um trabalho brilhante tentando mitigar esses efeitos. Mas juntando os problemas conjunturais, isso dificulta ainda mais a recuperação”, completou Moraes.

O presidente da Anfavea reforçou ainda a necessidade de mudanças no sistema tributário que ajudem a tornar mais saudável o ambiente para a indústria automobilística no País.

“A indústria automobilística traz inovação para o país. Eu vejo espaço. Mas o Custo Brasil está lá. E quanto mais cedo retirarmos as carcaças [se referindo aos problemas estruturais do Brasil], mais projetos temos chance de trazer. Defendemos a viabilidade junto às matrizes, mas precisamos ter credibilidade”, finaliza.

Fonte: IG CARROS

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